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sábado, 21 de dezembro de 2013

CARREGA PORTO: A EXIBIÇÃO FOI A MELHOR PRENDA DE NATAL

Liga 2013/14, 14.ª jornada
20 de Dezembro de 2013
Estádio do Dragão, Porto
Assistência: 20.622

Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Assistentes: Pedro Garcia e Hernâni Fernandes.
4º Árbitro: Tiago Martins.

FC PORTO: Helton, Danilo, Maicon, Otamendi, Mangala, Fernando, Lucho, Carlos Eduardo, Licá, Jackson Martínez e Varela.
Substituições: Kelvin por Licá (57m), Herrera por Lucho (75m), Jackson Martinez por Ghilas (86m).
Não utilizados: Fabiano, Josué, Quintero e Defour.
Treinador: Paulo Fonseca.

OLHANENSE: Belec, Coubronne, Kroldrup, Diakhité, Seric, Regula, Pelé, Celestino, Femi, Dionisi e Mehmeti.
Substituições: Murilo por Seric (61m), Koné por Mehmeti (69m), Bigazzi por Regula (86m).
Não utilizados: Ricardo, Ricardo Ferreira, Vítor Bastos e Luís Filipe.
Treinador: Paulo Alves.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Mangala (30m), Jackson Martínez (53m), Carlos Eduardo (82m), Herrera (84m).
Cartões amarelos: Celestino (36m).

O FC Porto ofereceu aos seus adeptos quatro prendas de Natal, ao golear o Olhanense por 4-0, em encontro da 14.ª jornada da Liga portuguesa. Porém, a melhor prenda para os portistas foi mesmo a exibição de grande nível, coroada com golos de Mangala, Jackson Martínez, Carlos Eduardo e Herrera. Pelo menos provisoriamente, os Dragões estão no primeiro lugar da prova.

Os portistas terminam a época sem perder em casa frente a equipas nacionais, com um saldo de 16 vitórias e dois empates, um dos quais havia sido cedido precisamente frente aos algarvios, em Fevereiro (1-1). É caso para dizer que os Dragões se desforraram desse empate amargo da época passada, num encontro que foi desbloqueado através de dois pontapés de canto cobrados por Carlos Eduardo, MVP e figura maior da partida, que haveria de marcar o 3-0 num grande pontapé de fora da área.

O golo do FC Porto – que apresentou Mangala a lateral esquerdo, dado o castigo de Alex Sandro – surgiu apenas aos 30 minutos, mas a meia hora anterior anunciava-o como uma inevitabilidade. O encontro até podia ter começado exactamente como o de Vila do Conde, no domingo: Carlos Eduardo cobrou um livre e Maicon cabeceou, mas desta vez por cima da barra. O lance do 1-0 frente ao Rio Ave tinha sido aos seis minutos, este foi aos sete.

Frente a frente estavam a equipa com mais remates da Liga e a formação menos rematadora e todo o encontro foi bem uma demonstração disso. Foram várias as ocasiões em que o FC Porto esteve perto de marcar antes do 1-0, com destaque para um remate de Varela defendido com dificuldade por Belec, aos 19 minutos, e para uma triangulação entre Varela, Danilo e Licá, finalizada pelo último com Belec de novo a evitar o golo.

O FC Porto, com Carlos Eduardo como dínamo do jogo ofensivo, apresentou um futebol solto, de rápidas trocas de bola e ritmo elevado. Mesmo depois de sofrer o 1-0 – Mangala cabeceou de forma imparável um canto cobrado por Carlos Eduardo –, o Olhanense continuou submergido pelo jogo portista. Licá, aos 35 minutos, sofreu uma carga para penálti não assinalado e, aos 39, mais um grande passe de Carlos Eduardo proporcionou a Jackson Martínez um espectacular pontapé de bicicleta que falhou o alvo por pouco.

O Olhanense até tentou fazer o jogo pelo jogo, com preocupações defensivas mas sem colocar o autocarro em frente à sua baliza. Por isso, na segunda parte, tentou dar um ar da sua graça, estendendo-se mais no terreno. Os Dragões ainda demoraram uns minutos a adaptar-se a esta nova realidade, mas, a partir do momento em que voltaram a ligar o seu jogo e a aproveitar os espaços concedidos, voltaram a acumular-se as ocasiões de golo. Licá ainda atirou à figura de Belec, em excelente posição, antes de Jackson marcar o seu 12.º golo na prova, novamente num pontapé de canto apontado por Carlos Eduardo, e novamente de cabeça.

O 2-0 dava uma grande almofada de tranquilidade aos azuis e brancos e, a uma exibição como esta, só faltava um golo do homem que tanto dinamizou o ataque, Carlos Eduardo. Isso esteve perto de acontecer aos 76, em mais um grande lance ao primeiro toque, mas apenas se concretizou aos 82, já depois de Varela (outro homem em foco) perder uma grande ocasião. Ainda houve tempo para o mexicano Herrera marcar o seu primeiro golo com a camisola azul e branca e carimbar assim a maior goleada da temporada em encontros oficiais. O campeão voltou.

fonte: fcporto.pt

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

MUSEU RECORDA CONQUISTAS INTERCONTINENTAIS

Dezembro é o mês do Dragão no topo do mundo e o Museu do FC Porto by BMG lembra, na quinta e sexta-feira, as conquistas da Taça Intercontinental de 1987 e 2004, troféus levantados no Japão.


O FC Porto é o único clube português que conquistou a Taça Intercontinental, o que fez por duas vezes, e a memória desses triunfos estará ainda mais presente nos dias 12 e 13, com evocações especiais das vitórias sobre os sul-americanos do Peñarol e do Once Caldas.

Estes dois momentos sublimes da história portista estão perpetuados na exposição permanente, onde brilham os troféus conquistados em Tóquio e Yokohama, e serão revisitados pela projecção dos jogos e outros momentos de 1987 e 2004, em sessões a decorrer no auditório do Museu do FC Porto.

Ao longo do dia 12, quando se celebram nove anos da conquista da Taça Intercontinental erguida em Yokohama, será possível rever o triunfo sobre os colombianos do Once Caldas, numa discussão tão intensa quanto são os títulos decididos no desempate por grandes penalidades. No dia 13, será a vez de recordar cada minuto da vitória épica de há 26 anos, frente ao Penãrol, em Tóquio.

Nos dias 12 e 13, o Museu Caffé associa-se à programação do Museu, com a cozinha japonesa a entrar no menu e a fazer a ponte para as conquistas do FC Porto a Oriente. O tradicional sushi será um dos pratos de uma ementa com outras propostas gourmet a descobrir.

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

CARREGA PORTO: AROUCA 1-3 FC PORTO

Arouca-FC Porto, 1-3
Liga, 7.ª jornada
6 de Outubro de 2013
Estádio Municipal de Arouca

Árbitro: Vasco Santos (Porto)
Assistentes: Nuno Pereira e Alexandre Freitas

AROUCA: Cássio; Luís Dias, Mika, Diego e Ivan Bálliu; Nuno Coelho, Bruno Amaro (cap.) e David Simão; Ceballos, Pintassilgo e Roberto
Substituições: Luís Dias por Paulo Sérgio (55m), Ceballos por Serginho (67m) e David Simão por Romário (82m)
Não utilizados: Igor, Miguel Oliveira, Soares e André Claro
Treinador: Pedro Emanuel

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Herrera e Lucho (cap.); Varela, Josué e Jackson Martínez
Substituições: Varela por Licá (53m), Lucho por Ricardo (69m) e Quintero por Josué (90m+1)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Defour e Ghilas
Treinador: Paulo Fonseca

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Jackson Martínez (12m e 74m), Pintassilgo (90m) e Quintero (90m+2)
Disciplina: Cartão amarelo a Lucho (34m), Mangala (50m), Paulo Sérgio (56m), Fernando (79m) e Bruno Amaro (83m)

O FC Porto venceu este domingo o Arouca (3-1) e reassumiu a liderança isolada da Liga (19 pontos). Em jogo referente à 7.ª jornada, o tricampeão nacional somou o sexto triunfo na prova, com golos de Jackson Martínez (12m e 74m) e Quintero (90m+2), enquanto Pintassilgo marcou para o Arouca (90m).
No geral, o jogo foi fraco. O relvado desastroso também não ajudou ao espectáculo. Apesar disso, o FC Porto chega cedo ao primeiro golo. Alex Sandro ultrapassa vários jogadores e oferece o golo ao Jackson que não falha. Depois disso o FC Porto não conseguiu criar grande perigo. O Arouca lutava muito mas jogava pouco.
Na segunda parte, os azuis e brancos tiveram  muitas dificuldades em criar oportunidades de golo. O Arouca não tinha capacidade para criar perigo mas no futebol a margem mínima é sempre muito perigosa. A 15 minutos do fim Otamendi cruzou para Jackson que bisou na partida. O golo que dava tranquilidade a equipa. Em cima do minuto 90, Pintassilgo reduziu para o Arouca. No minuto seguinte Quintero recém entrado sofre falta e marca de bola parada um belo golo, fechando o marcador.

domingo, 29 de setembro de 2013

O MUSEU É A NOVA ESTRELA DO FC PORTO

No dia do 120.º aniversário, está inaugurado o Museu do Futebol Clube do Porto. A obra ambicionada há décadas pelos portistas foi visitada, pela primeira vez, já este sábado, com os convidados a seguirem as pisadas do presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, do antigo presidente da República Ramalho Eanes e de Ricardo Guimarães, presidente do Banco BMG, que é parceiro do Museu.

Com a dimensão de 7.000 m², o Museu inclui o serviço educativo, a FC Porto Store e Loja do associado, o Museu Caffé, um auditório, uma sala de exposições temporárias e dois espaços lúdicos. Há 27 áreas temáticas para visitar, sendo algumas delas "Origens", "Azul ao fundo", "Do campo ao estádio", "Grandes notícias" e áreas dedicadas a presidentes, treinadores, jogadores e às restantes modalidades para além do futebol.

"Acho que o Museu está excelente. Já o tinha visto ontem, mas tanto eu como toda a gente que aqui esteve reconhece que é uma obra fantástica, que excedeu todas as expectativas dos mais optimistas. Quero felicitar todos os que aqui trabalharam, devotadamente, com muitas noites perdidas, sem estar a especificar alguém em especial. Quero deixar a todos um grande abraço de agradecimento", declarou Pinto da Costa ao www.fcporto.pt.

Através da visita, é possível perceber a ligação do clube à cidade e a sua fundação, rever as primeiras conquistas e a viragem pós-1974, depois da revolução democrática portuguesa. A partir daí, o discurso do Museu é mais expansivo, e há espaços dedicados a cada uma das sete conquistas europeias do futebol azul e branco, uma "constelação" cheia de taças, inúmeras áreas interactivas e até uma réplica de um balneário e dos antigos "cativos" do Estádio das Antas.

"O Museu tem um discurso emocional. É a história do FC Porto e quem viveu estes momentos, quase todos de grande glória, fica mais do que tocado, porque sabe melhor do que ninguém o que isto representa. Está uma obra fantástica e acho que isto não é só orgulho do FC Porto, vai ser também o orgulho da cidade do Porto", afirmou o presidente dos Dragões.

Num Museu em que estão representadas todas as conquistas nacionais do futebol e as principais vitórias das modalidades, destaque-se ainda o melhor "onze" eleito pelos adeptos através do Facebook do FC Porto: Vitor Baía, João Pinto, Ricardo Carvalho, Aloísio, Branco, André, Deco, Madjer, Hulk, Gomes e Futre.

Helton e Lucho, como capitães da equipa de futebol, e Paulo Fonseca, treinador, marcaram presença na cerimónia, em que também se registou a bênção do edifício por D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança. No "hall" de entrada, é possível admirar uma obra de Joana Vasconcelos: "Valquíria Dragão", que está rodeada de troféus ganhos pelo clube.

fonte: fcporto.pt

CARREGA PORTO: UM GOLO VALE LIDERANÇA


FC Porto-Vitória de Guimarães, 1-0
Liga portuguesa, sexta jornada
27 de Setembro de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 32.209 espectadores

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda
Quarto árbitro: Daniel Cardoso

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Lucho (cap.) e Quintero; Josué, Jackson Martínez e Licá
Substituições: Licá por Varela (61m), Quintero por Defour (68m) e Fernando por Carlos Eduardo (77m)
Não utilizados: Fabiano, Fucile, Ghilas e Reyes
Treinador: Paulo Fonseca

VITÓRIA DE GUIMARÃES: Douglas; Pedro Correia, Paulo Oliveira, Moreno e Luís Rocha; Leonel Olímpio (cap.), André Santos e André André; Nii Plange, Maazou e Malonga
Substituições: Nii Plange por Marco Matias (58m), André André por Tiago Rodrigues (75m) e Malonga por Ricardo (75m)
Não utilizados: Assis, Freire, Barrientos e Kanú
Treinador: Rui Vitória

Ao intervalo: 0-0
Marcador: Josué (51m, pen.)
Cartões amarelos: Fernando (28m), Lucho (32m), Douglas (50m), Danilo (55m), leonel Olímpio (65m) e Otamendi (70m)

Um golo de penálti de Josué, no início da segunda parte, foi suficiente para o FC Porto bater o Vitória de Guimarães (1-0), na sexta jornada da Liga. Os Dragões reforçam a liderança da prova, somando agora 16 pontos, mantêm-se invictos na época e iniciaram assim, da melhor maneira, as comemorações dos 120 anos do clube. 
Na 1ª parte, o FC Porto entrou de rompante e logo nos primeiros quinze minutos já contabilizava três excelentes oportunidades de golo. Numa delas a bola bateu no poste da baliza de Douglas após remate de Jackson Martínez. 
Até ao intervalo, o FC Porto poderia ter construído um resultado bastante confortável e poderia também, se o desacerto não fosse tão grande, gerir o jogo de outra forma a pensar no próximo compromisso importantíssimo da próxima terça-feira frente ao Atlético de Madrid a contar para a Liga dos Campeões.
A segunda parte começou como a primeira; com o FC Porto bastante dinâmico e com uma rotação altíssima. O golo surgiu aos 50 minutos após o árbitro ter assinalado uma grande penalidade muito duvidosa sobre Quintero. Josué converteu o castigo máximo e o jogo terminou nesse momento.
A partir daqui o jogo tornou-se chato, o V. Guimarães subiu as linhas e houve muita disputa a meio campo com jogadas inconsequentes, passes disparatados e muitas perdas de bola.
Perante a vantagem mínima, o FC Porto procurou ter algumas cautelas defensivas mas o V. Guimarães, apesar de não ter tido grandes soluções nem criado qualquer oportunidade concreta durante o jogo, manteve a incerteza no resultado até ao apito final. No cair do pano, Maazou teve o único remate dos vimaranenses ao lado da baliza de Helton.
Na próxima 3ª feira regressa a Champions League com o FC Porto a receber o Atlético de Madrid. Um jogo muito importante e que pode vir a revelar-se decisivo no apuramento para os oitavos de final da liga milionária.

DECLARAÇÕES
O treinador do FC Porto, Paulo Fonseca, foi pragmático na análise ao encontro da 6.ª jornada, com o V. Guimarães, que terminou com a vitória do FC Porto por 1-0. O técnico azul e branco afirmou que espera que haja “continuidade no futuro” dos primeiros 45 minutos da equipa e defendeu que o adversário “não criou nenhuma situação de perigo” durante a partida.

Paulo Fonseca começou por destacar a “excelente exibição” do FC Porto na primeira parte: “Criámos inúmeras situações de golo e podíamos ter saído para o intervalo com uma margem de dois ou três golos. Fizemos uns primeiros 45 minutos muito bons. Após o golo, já na segunda parte, o Guimarães fez uma construção longa, obrigou-nos a baixar as linhas e temos de admitir que houve aqui um desgaste por o FC Porto ter feito uma primeira parte de intensidade alta”.

Reconhecendo a ansiedade por parte do FC Porto em querer gerir a vantagem no marcador, o técnico portista comentou também a dificuldade da sua equipa em criar situações de perigo já na segunda metade: “Não estivemos bem na saída para o ataque, pois estávamos a perder a posse da bola facilmente e isso ajudou o adversário. Mas o facto é que o Vitória de Guimarães não criou nenhuma situação de perigo em frente à nossa baliza, mesmo após a lesão do Fernando”, referiu.

Em jeito de balanço do desafio, Paulo Fonseca mostrou-se optimista para os próximos jogos: “A verdade é que em casa já fizemos bons jogos e na Supertaça também realizámos uma boa exibição. Esperemos que seja para dar continuidade no futuro”. O treinador do FC Porto foi ainda assertivo em relação ao penálti que decidiu a partida: “De longe, parece-me que é dentro da área. Mas ainda não consegui ver bem o lance”.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

SÁBADO RECHEADO DE EMOÇÕES PARA ASSINALAR OS 120 ANOS

24/09/2013


É já este sábado que o FC Porto comemora o seu 120.º aniversário, uma data que será assinalada com toda a pompa e circunstância que o momento merece. As celebrações, que começam logo pela manhã, terão como pontos altos o hastear da bandeira, a inauguração do Museu FC Porto by BMG e a Gala dos Dragões de Ouro.

O hastear da bandeira, agendado para as 10h30, junto à porta 1 do Estádio do Dragão, marca o arranque de um dia que promete muitas emoções, num regresso ao passado que recuperará todas as boas memórias da história do clube, apontando para um futuro igualmente promissor.

O aniversário prossegue na Sé Catedral do Porto, onde se realizará, pelas 12h00, a missa de acção de graças pelos 120 anos do FC Porto.

Ao início da tarde, pelas 15h00, será chegado um dos eventos mais aguardados do ano para o universo azul e branco: a inauguração do Museu FC Porto by BMG. O espaço, que se espera vir a ser de culto para todos os aficionados do clube, desvendará a história dos Dragões ao longo deste mais de um século de vida, de uma forma dinâmica e, acima de tudo, apaixonada.

Refira-se que todas estas vivências poderão ser acompanhadas pelo público em geral já a partir de 26 de Outubro, data apontada para a abertura do Museu, que passará a contar nas suas instalações também com a Loja do Associado, a FC Porto Store e o Museu Caffé.

Para a noite de 28 de Setembro está reservado mais um momento único, com a realização da Gala dos Dragões de Ouro, a premiar os que mais de distinguiram na temporada transacta. O desfile das estrelas começa às 21h00, no Pavilhão Dragão Caixa, que recebe pela segunda vez o evento.

fonte: fcporto.pt

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CARREGA PORTO: COMEMORANDO 100 PUBLICAÇÕES

Assinala-se hoje uma data especial para o CARREGA PORTO!
Desde que foi reaberto, o CARREGA PORTO atingiu hoje 100 publicações.
Embora para alguns (ou muitos) o que acabei de escrever pouco ou nada signifique; para mim e para o blogue é um marco especial que eu não podia deixar passar em branco.
E eu acredito que o CARREGA PORTO irá chegar às mil publicações.
Se porventura tal não acontecer; teremos sempre 100 publicações. E Sevilha.


O LOBO MAU

O FC Porto denunciou (e bem) hoje, através do seu site oficial, um conjunto de comentários publicados por Nuno Lobo no seu perfil do Facebook e que demonstram bem a baixeza de carácter deste indivíduo.
O facciosismo patente nas afirmações do presidente da Associação de Futebol de Lisboa que, com o maior dos descaramentos, veste a camisola encarnada para gozar despudoradamente com outros clubes da associação a que preside, já seria, por si só, de lamentar. Mas até este comportamento condenável passa para segundo plano quando comparado com os execráveis comentários de teor racista com que se refere ao Hulk.

Eis os comentários em causa:

«Agora... Calma e concentração, rapazes!!! Agora teremos pela frente equipas de futebol: Estugarda e Marítimo!!! De ballet como a de hoje já não apanharemos muitas mais!!! FORÇA CAMPEÃO!»
21 Fevereiro 2011, após o final do jogo da Liga Sporting, 0-Benfica, 2

«Para mim foi o melhor em campo... Grande passe aquele para o segundo golo... o golo do macaco Hulk... HU HU HU HU»
21 de Abril 2011, após o final do jogo da Taça de Portugal, Benfica, 1-FC Porto, 3

«… não podíamos ter bananas no campo. Senão o incrível macaco comia-as»
21 de Abril 2011, após o final do jogo da Taça de Portugal, Benfica, 1-FC Porto, 3

«… dia 18 de Maio vais sentir-te orgulhoso por seres do País do vencedor da Liga Europa! E vais ficar muito feliz quando vingarmos a derrota [vitória] que o Villarreal obteve [conseguiu] sobre o clube da sempre 2ª cidade de Portugal...»
21 de Abril 2011, após o final do jogo da Taça de Portugal, Benfica, 1-FC Porto, 3

Extractos retirados do Facebook de Nuno Lobo, presidente da Associação de Futebol de Lisboa. O FC Porto deixa ao critério dos clubes de Lisboa se este senhor deve dirigir os destinos da sua associação e exorta as autoridades nacionais e a própria UEFA a agirem perante o que afigura ser um crime público de racismo para com o jogador Hulk. 


Espero que o FC Porto tenha a coragem de não se ficar pelas ameaças e que denuncie este criminoso à UEFA. Sempre quero ver o que fará a instância que gere o futebol europeu, sempre tão preocupada em punir os clubes pelos comportamentos racistas dos adeptos, perante esta vergonha descarada protagonizada pelo presidente de um órgão oficial de futebol.

CARREGA PORTO: PERDA DE PONTOS COM MÃO ALHEIA

Estoril-FC Porto, 2-2
Liga portuguesa, 5.ª jornada
22 de Setembro de 2013
Estádio António Coimbra da Mota, em Cascais

Árbitro: Rui Silva (Vila Real)
Assistentes: José Lima e Bruno Trindade

ESTORIL: Vagner (cap.); Anderson Luís, Bruno Miguel, Ruben Fernandes e Babanco; Gonçalo Santos, Diogo Amado e Evandro; João Pedro Galvão, Sebá e Luís Leal
Substituições: Balboa por João Pedro Galvão (71m), Filipe Gonçalves por Diogo Amado (72m) e Mano por Evandro (85m)
Não utilizados: Ricardo Ribeiro, João Pedro, João Coimbra e Bruno Lopes
Treinador: Marco Silva

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); Licá, Varela e Jackson Martínez
Substituições: Quintero por Varela (76m), Ricardo por Defour (84m) e Ghilas por Licá (90m)
Não utilizados: Fabiano, Reyes, Herrera e Josué
Treinador: Paulo Fonseca

Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Licá (26m), Evandro (35m, g.p.), Jackson Martínez (67m), Luís Leal (80m)
Disciplina: Cartão amarelo a Mangala (30m), Otamendi (34m), João Pedro Galvão (37m), Babanco (40m), Alex Sandro (59m), Fernando (66m), Anderson Luís (78m) e Vagner (90m)


O FC Porto empatou este domingo (2-2) diante do Estoril, no Estádio António Coimbra da Mota, em jogo a contar para a 5.ª jornada da Liga. Licá (19m) e Jackson Martínez (67m) fizeram os golos dos Dragões, enquanto Evandro, numa grande penalidade mal assinalada (35m), e Luís Leal (80m), em fora de jogo, marcaram para os estorilistas.

Com Defour de regresso à equipa após falhar a estreia na UEFA Champions League devido a castigo, o FC Porto entrou no jogo ao ritmo de Lucho. O duplo aviso do capitão portista (5m e 6m) foi como que uma espécie de prenúncio para o golo do tricampeão. Servido por Varela, Licá soube capitalizar o infortúnio de Babanco e não tremeu na cara de Vagner, dando vantagem aos azuis e brancos (19m).

À passagem dos 35 minutos, Rui Silva e seus pares descortinaram uma bola na mão de Otamendi dentro da área que, na realidade, aconteceu fora da mesma. Grande penalidade mal assinalada que Evandro, indiferente à inacreditável decisão, cobrou com sucesso, estabelecendo o empate a uma bola registado ao intervalo (35m).

Em busca do pleno em jogos oficiais esta temporada, o FC Porto voltou a balançar as redes adversários na etapa complementar, à passagem do 67.º minuto. Varela descobriu Lucho em zona frontal e "El Comandante", com toda a genialidade de quem sabe como poucos aquilo que faz, deixou Jackson Martínez frente-a-frente com Vagner. Com classe, o avançado colombiano “picou” a bola sobre o guardião brasileiro e deu nova vantagem aos Dragões.

À entrada para os derradeiros dez minutos, o Estoril chegou de novo à igualdade, desta feita por intermédio de Luís Leal, num lance em que o avançado estorilista se encontra fora de jogo (80m). Novamente, a arbitragem condicionou o rumo do jogo. Apesar das constantes quebras e perdas de tempo provocadas pelos jogadores do Estoril, o FC Porto seguiu na procura desenfreada pela vitória e ainda viu Vagner negar o golo a Alex Sandro com uma grande defesa (90m+1). Assim se consumou o primeiro empate no campeonato no primeiro jogo oficial que o FC Porto não venceu em 2013/14. Dois pontos que também se perderam por entre o tempo perdido.

fonte: fcporto.pt

DECLARAÇÕES
Paulo Fonseca
“Antes de mais, gostaria de dar os parabéns aos meus jogadores. Tentámos por todos os meios vencer, penso que tivemos bons momentos no jogo e não há nada que se lhes aponte porque tiveram uma atitude extraordinária. Parabéns ao Estoril, que é sempre um adversário difícil, e parabéns ao Jorge Jesus, porque conseguiu jogar em três campos e a estratégia dele e do Benfica resultou. Houve aqui uma clara influência da equipa de arbitragem, que esteve francamente mal. Já pudemos comprovar que o penálti do Estoril foi um metro fora da área. Tenho de dar os parabéns a quem condicionou não só este jogo, porque ontem, no jogo do Sporting, pudemos assistir a mais do mesmo. O que ganhou aqui foi a estratégia do Jorge Jesus.”

“Tradicionalmente, este é um campo difícil, jogámos perante um bom adversário e as grandes equipas têm dificuldade em jogar aqui. O Estoril teve uma estratégia que nos condicionou, mas chegámos ao golo e tivemos mais oportunidades. Em relação à arbitragem, não foi só o lance do penálti que nos prejudicou, acabámos com a defesa toda amarelada e é difícil falar quando as coisas são tão claras. Penso que fizemos uma segunda parte boa, chegámos com mérito à vantagem e depois é óbvio que não podemos sofrer um golo quando estamos a ganhar. Há mérito do Estoril e houve uma condicionante que influenciou fortemente o rendimento dos jogadores.”

“O empate não traz nenhumas consequências porque foi clara a razão por que não ganhámos aqui. Vamos continuar a entrar em todos os jogos para vencer, não é este empate, ainda para mais da maneira como foi conseguido, que nos vai retirar ambição. Vamos lutar em todos os campos contra qualquer adversário, sabendo que há coisas que não podemos ultrapassar.”

Licá
“O Estoril em casa é muito forte, entrámos a ganhar, eles empataram, voltamos a colocar-nos em vantagem e eles voltaram a empatar. Não era o resultado que queríamos, mas há que levantar a cabeça, o grupo está unido e vamos pensar já em ganhar o próximo jogo. O Estoril vai ser sempre um clube especial para mim, por isso não festejei por respeito, mas queria a vitória, sem dúvida.”

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-0 GIL VICENTE

FC Porto-Gil Vicente, 2-0
Liga, quarta jornada
14 de Setembro de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 36.517 espectadores

Árbitro: Hugo Pacheco (Porto)
Assistentes: Alexandre Freitas e Pedro Miguel Ribeiro
Quarto árbitro: Manuel Oliveira

FC PORTO: Helton (cap.); Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Defour e Quintero; Varela, Jackson Martínez e Licá
Substituições: Maicon por Mangala (17m), Licá por Lucho (62m) e Quintero por Ricardo (77m)
Não utilizados: Fabiano, Josué, Ghilas e Carlos Eduardo
Treinador: Paulo Fonseca

GIL VICENTE: Adriano; Gabriel, Peck’s, Luan e Luís Martins; Keita, César Peixoto (cap.) e João Vilela; Draman, Brito e Diogo Viana
Substituições: Draman por Bruno Moraes (34m), Brito por Pitbull (62m) e César Peixoto por Avto (77m)
Não utilizados: Caleb, Vítor Vinha, Vítor Gonçalves e Nélson Agra
Treinador: João de Deus

Ao intervalo: 2-0
Marcadores: Varela (8m) e Jackson (27m)
Cartões amarelos: Mangala (41m), Luís Martins (62m) e Varela (76m)
Cartões vermelhos: -


O FC Porto venceu o Gil Vicente (2-0) mantendo assim o pleno de vitórias nos quatro jogos já disputados esta época para a Liga Portuguesa.
Com Varela e Quintero como novidades no “onze” inicial, foi Licá – que cumpriu o 50.º jogo na Liga – a dar o primeiro sinal de perigo, aos seis minutos, obrigando Adriano a uma defesa incompleta. O primeiro golo surgiu dois minutos depois, por intermédio de Varela, na sequência de um pontapé de canto em que Quintero cruzou para a grande área e Maicon assistiu o avançado que à segunda inaugurou o marcador.

Aos 27 minutos, Jackson Martínez voltou a marcar pela equipa do FC Porto, igualando assim o recorde de Falcao que tinha marcado também nos primeiros 4 jogos da liga. Na sequência de um jogada rápida, com excelentes trocas de bola, Danilo cruza da direita, Licá cabeceia para a baliza, Adriano defende para a frente e Jackson empurra a bola para a baliza deserta.
Tendo até em mente o desafio da próxima quarta-feira, o FC Porto procurou geriu a vantagem na segunda parte. O Gil Vicente subiu mais no terreno, conseguiu alguns remates, mas nunca se libertou da teia portista. A melhor oportunidade ocorreu aos 82 minutos, quando Helton defendeu um disparo de Bruno Moraes e ainda perturbou a recarga de Avto.

DECLARAÇÕES

Paulo Fonseca
“Nunca procuro desculpas quando as coisas não correm bem. Fizemos uma grande primeira parte, na qual tivemos momentos brilhantes, mas não soubemos gerir o jogo da segunda, na qual podíamos e devíamos ter feito mais”, começou por afirmar o técnico dos tricampeões nacionais, que sublinhou a sua satisfação por um resultado que considerou justo.

“Estou naturalmente satisfeito pela vitória. Aliás, vencemos todos os jogos oficiais até ao momento, algo que era um dos nossos objectivos, porque queremos vencer sempre. Esta vitória, que não sofre qualquer contestação, assume particular importância por ser no início de uma semana difícil, em que iniciamos a nossa participação na UEFA Champions League”, considerou Paulo Fonseca.

Relativamente à ausência do castigado Steven Defour na estreia na UEFA Champions League 2013/14, frente ao Áustria de Viena, Paulo Fonseca acredita que a equipa não se irá ressentir. “O que o Defour tem feito pela equipa é grandioso mas nem sempre é valorizado. É um jogador muito importante e, ao mesmo tempo, muito diferente do João Moutinho. Tenho a certeza que a equipa saberá responder à altura”.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

CARREGA PORTO: MAGIA DE QUINTERO GARANTIU UM BONFIM

Vitória de Setúbal-FC Porto, 1-3
Liga – 1.ª jornada
18 de Agosto de 2013
Estádio do Bonfim, em Setúbal

Árbitro: João Capela (Lisboa)
Assistentes: José Lima e Bruno Trindade

VITÓRIA DE SETÚBAL: Kieszek; Pedro Queirós, Rúben Vezo, Cohene e Nélson Pedroso; Dani, Paulo Tavares e Tiago Terroso; Bruno Sabino, Ramón Cardozo e Rafael Martins
Substituições: Adilson por Bruno Sabino (52m); Jorginho por Rafael Martins (68m); Miguel Pedro por Paulo Tavares (78m)
Não utilizados: Pedro Tiba, Ney Santos, François e Bruninho
Treinador: José Mota

FC PORTO: Helton (cap.); Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); Josué, Jackson Martínez e Licá
Substituições: Quintero por Defour (60m); Herrera por Lucho (82m); Ricardo por Licá (90m+5)
Não utilizados: Fabiano, Abdoulaye, Carlos Eduardo e Ghilas
Treinador: Paulo Fonseca

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Rafael Martins (13m), Josué (49m, pen.), Quintero (61m), Jackson Martínez (88m)
Disciplina: Cartão amarelo a Bruno Sabino (24m), Ramón Cardozo (37m), Fernando (37m), Dani (48m); Josué (50m), Nélson Pedroso (80m), Alex Sandro (84m); Cartão vermelho directo a Kieszek (49m)


O FC Porto bateu este domingo o Vitória de Setúbal, no Estádio do Bonfim, por 3-1, iniciando vitoriosamente a defesa do tricampeonato. Num jogo em que até estiveram a perder, os Dragões garantiram o triunfo número 1500 no campeonato com uma reviravolta ilustrada por Josué (49m, pen.), Quintero (61m) e Jackson Martínez (88m).

O facto de o golo do Vitória de Setúbal ter surgido aos 13 minutos ajuda a explicar o quão aziaga foi a primeira parte dos Dragões. Antes de Rafael Martins inaugurar o marcador nesse terrível 13.º minuto, já Ruben Vezo tinha cortado sobre a linha um chapéu magistral de Jackson Martínez a Kieszek (5m), o mesmo guardião polaco que, pouco depois, desviou para canto um cruzamento venenoso de Defour (10m). Em desvantagem no marcador e a jogar num tapete progressivamente menos verde e mais deteriorado, o FC Porto prosseguiu na busca do empate, que poderia ter chegado em cima do intervalo. Defour deixou Jackson Martínez na cara do golo, mas o cabeceamento do avançado colombiano foi desviado instintivamente por Kieszek, outra vez ele (44m). E assim se segurou a vantagem sadina até ao intervalo.

A segunda parte começou como acabou a primeira, com Kieszek como principal protagonista. Ligeiramente antes disso, Josué cobrou irrepreensivelmente uma grande penalidade a castigar falta indiscutível de Dani sobre Jackson Martínez (49m). No seguimento do golo do empate, o guarda-redes polaco agrediu o médio portista e viu o cartão vermelho directo, deixando os sadinos reduzidos a dez unidades. Paulo Fonseca lançou Quintero para o jogo e, com isso, desbravou caminho para a vitória número 1500 do FC Porto no campeonato. O jovem craque colombiano entrou, viu e marcou. Um minuto depois de ter sido lançado em jogo, o camisola 10 consumou a reviravolta com um remate que promete correr as televisões de todo o planeta e bater recordes de visualizações no YouTube. Com toda a magia do mundo no seu pé esquerdo, o camisola 10 tirou um defensor sadino do caminho e disparou rumo à glória (61m).

Ainda com uma eternidade para jogar, os azuis e brancos continuaram a procurar dar um colorido diferente à 1500.ª vitória no campeonato, mas um jogo que se previa difícil acabou efectivamente por sê-lo, como igualmente difícil se tornou explanar o habitual futebol atractivo que caracteriza o FC Porto num relvado em débeis condições. Mesmo assim, e depois de Danilo ter ficado a centímetros do golo, o verdadeiro perfume do futebol portista voltou a sentir-se já perto do final, com Jackson Martínez a finalizar em grande estilo uma combinação deliciosa entre Quintero e Josué (88m). E foi ao ritmo de Cha Cha Cha que o tricampeão nacional se despediu do Bonfim, onde iniciou vitoriosamente o caminho que pretende trilhar rumo ao tetracampeonato.


DECLARAÇÕES
Paulo Fonseca:
“Antevíamos que ia ser uma partida complicada, visto o V. Setúbal ter uma boa equipa. É verdade que poderíamos ter resolvido o jogo muito cedo, pois entrámos muito bem no jogo mas, na primeira vez que o adversário foi à nossa baliza, acabou por marcar. Isso dificultou a nossa reacção porque o V. Setúbal baixou as linhas e começou a apostar no contra-ataque. Não foi um jogo fácil, mas acreditámos sempre, mostrámos uma determinação muito grande. Sabemos que não fizemos aqui uma exibição perfeita, mas o mais importante de tudo era começarmos a vencer e ainda poderíamos ter feito mais golos e, por isso, penso que é um resultado justo”.

“Estamos no início da Liga e era importante vencer o nosso jogo, algo que fizemos de forma meritória, não nos tendo de preocupar com o que os adversários fazem. Estamos satisfeitos e esperamos conseguir muitas mais vitórias para anexar às 1500 vitórias a que chegamos hoje. É sempre um feito histórico e espero que venham muitas mais”.

Quintero:
“Quando entrei a equipa estava intranquila, marquei um bonito golo, virámos o resultado e foi nesse momento que ficámos mais tranquilos. Acredito que no primeiro tempo estávamos confusos, mas no segundo tempo aproveitamos as oportunidades para ganhar o desafio. Era fundamental ganhar, principalmente por ter sido um jogo muito duro. Creio que esta partida nos vai tornar uma equipa mais tranquila e vamos trabalhar esta semana para conseguirmos fazer um bom trabalho no próximo jogo. Só vamos conseguir ganhar se exibirmos o que mostrámos hoje: entrega e vontade de ganhar”.

fonte: fcporto.pt

domingo, 11 de agosto de 2013

CARREGA PORTO: O PENTA NA SUPERTAÇA


FC Porto-Vitória de Guimarães, 3-0
Supertaça Cândido de Oliveira
10 de Agosto de 2013
Estádio Municipal de Aveiro

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Rui Licínio e João Silva
Quarto árbitro: Rui Silva (Vila Real)

FC PORTO: Helton; Fucile, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); Varela, Jackson Martínez e Licá
Substituições: Varela por Josué (63m), Defour por Quintero (76m) e Licá por Kelvin (86m)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Ghilas e Herrera
Treinador: Paulo Fonseca

VITÓRIA DE GUIMARÃES: Douglas (cap.); Pedro Correia, Josué, Paulo Oliveira e Addy; Moreno, André e Barrientos; Marco Matias, Tomané e Crivellaro
Substituições: Crivellaro por Leonel Olímpio (intervalo), Tomané por Maazou (intervalo), e André por Ricardo (76m)
Não utilizados: Assis, Freire, Luís Rocha e Hernâni
Treinador: Rui Vitória

Ao intervalo: 3-0
Marcadores: Licá (5m), Jackson (17m) e Lucho (45m)
Cartões amarelos: Moreno (81m)
Cartões vermelhos: nada a assinalar


No encontro de arranque da época oficial, os Dragões bateram o Vitória de Guimarães (3-0) e conquistaram um inédito penta na Supertaça e a 20.ª taça em 33 edições oficiais da prova.
A exibição foi segura e o resultado não deixa margem para dúvidas. O domínio portista foi total – os vimaranenses não dispuseram de nenhuma ocasião clara de golo – e, para além da maior valia técnica, os jogadores azuis e brancos foram sempre mais rápidos, mais fortes e mais determinados.
Aos 5 minutos, Licá inaugurou o marcador com uma jogada bem delineada pela ala direita do FC Porto. Com boas combinações na frente e uma pressão asfixiante a meio-campo, o domínio portista era avassalador. Não foi por isso com surpresa que Jackson fez o 2-0, aos 17 minutos, depois de um cruzamento irrepreensível de Varela. A postura segura e afirmativa dos Dragões ainda originou mais três oportunidades até ao descanso, com Otamendi e Licá a obrigarem Douglas a defesas apertadas. À terceira foi de vez: em cima do intervalo, Lucho aproveitou um desentendimento entre o guarda-redes vimaranense e um defesa para desferir um remate indefensável de pé esquerdo. Fucile esteve de novo no lance, ao efectuar o cruzamento.
Na segunda parte do jogo, apesar de não ter havido golos, a história repetiu-se. O FC Porto continuou na procura de mais golos que não aconteceram por mero acaso. O V. Guimarães procurou dar boa réplica mas não teve argumentos para chegar à baliza de Helton, um autêntico espectador em campo.

A Supertaça segue para o novo Museu do clube e é ainda o primeiro troféu da carreira do treinador Paulo Fonseca, assim como de Licá, que marcou o primeiro golo da época.

DECLARAÇÕES
O treinador Paulo Fonseca e o avançado Licá estavam, naturalmente, satisfeitos no rescaldo do jogo que garantiu a 20.ª Supertaça para o FC Porto. O treinador realçou o estatuto dos Dragões como o clube com mais títulos em Portugal e Licá revelou que marcar um golo e ganhar a competição foi "um sonho tornado realidade".

Paulo Fonseca
"Gostava de dizer que o FC Porto reforçou hoje o seu estatuto de clube com mais títulos em Portugal. Foi uma exibição muito conseguida da nossa parte. Penso que realizámos aqui um bom jogo. Não houve demérito do adversário, houve bastante mérito nosso. Reforçámos aqui a nossa confiança para a época que aí vem. Gostava de dar os parabéns à moldura humana que se apresentou aqui, a este público magnífico - incluindo os apoiantes do Vitória. Uma menção especial aos nossos 20 mil adeptos que se deslocaram aqui para apoiar o FC Porto; o futebol em Portugal devia ser assim em todos os jogos."

Licá
"Estou muito feliz com esta vitória e vou festejar com os meus colegas. É muito cedo para falar das expectativas para a época. A verdade é que todos trabalham da mesma maneira para chegar ao fim-de-semana e jogar. Tive a felicidade de o treinador apostar em mim e acabei por fazer um golo. Chegar ao FC Porto, marcar um golo e levar a Supertaça é um sonho tornado realidade."

segunda-feira, 29 de julho de 2013

CARREGA PORTO: JACKSON ABRIU A ÉPOCA DO DRAGÃO

FC Porto-Celta de Vigo, 1-0
Jogo particular
28 de Julho de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 45.309 espectadores

Árbitro: Hugo Pacheco (Porto)
Assistentes: Alexandre Freitas e Filipe Ramalho
Quarto árbitro: Daniel Cardoso

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); Iturbe, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Helton por Fabiano (intervalo), Iturbe por Kelvin (intervalo), Defour por Josué (intervalo), Fernando por Castro (72m), Varela por Licá (72m), Otamendi por Abdoulaye (72m) e Fucile por Maicon (72m), Lucho por QUintero (85m) e Jackson por Ghilas (85m)
Treinador: Paulo Fonseca

CELTA DE VIGO: Yoel; Cabral, Jonathan Vila e Fontàs; Hugo Mallo, Borja Oubiña (cap.), Augusto, Álex López e Toni; Charles e Orellana
Substituições: Augusto por Michael Krohn-Dehli (32m), Yoel por Sergio (intervalo), Charles por Rafinha (intervalo), Fontàs por Goldar (intervalo), Orellana por Nolito (intervalo), Álex López por David (intervalo), Vila por Tuñez (63m), Hugo Mallo por Belvis (68m), Borja Oubiña por Madinda (68m), Toni por Yelko (68m), Cabral por Borja (68m) e Michael Krohn-Dehli por Fernan (78m)
Treinador: Luis Enrique

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Jackson (12m)
Cartões amarelos: Toni (67m) e Nolito (90m+2)
Cartões vermelhos: nada a assinalar


O Dragão já não recebia um jogo desde que Kelvin fez explodir o estádio com o golo da vitória frente ao Benfica, a 11 de Maio. Precisamente 78 dias depois, foi Jackson a inaugurar a temporada do Dragão no que diz respeito aos golos, com o tento que permitiu vencer o Celta de Vigo (1-0), no jogo particular que se seguiu ao espectáculo de apresentação da equipa para 2013/14.

Fazendo jus ao carácter de preparação do jogo, o Celta de Vigo aproveitou para simular os encontros mais exigentes que terá esta época, na Liga espanhola. Os galegos apresentaram um sistema com três centrais e em que os laterais quase sempre eram defesas, o que resultou numa defesa super-povoada e em muitas dificuldades dos Dragões para criar lances de perigo.

É sabido que, na pré-temporada, o ritmo das equipas é ainda baixo, mas ainda assim o FC Porto entrou bem na partida, com Varela a rematar por cima, logo aos três minutos, a passe de Jackson. O colombiano inaugurou o marcador apenas nove minutos depois, num lance abrilhantado por um toque de calcanhar de Lucho, mas em que é justo referir que há um fora de jogo.

Se o Celta procurou testar as suas armas para a nova temporada, também o FC Porto, como equipa tecnicamente superior, apresentou as suas. A pressão alta, na tentativa de defender o mais próximo possível da baliza contrária, foi testada, assim como várias combinações de jogo interior.

Porém, o ritmo não foi muito elevado e apenas mais há um lance de perigo dos Dragões na primeira parte para descrever: aos 31 minutos, Jackson ultrapassou Yoel e serviu Lucho, mas o guarda-redes ainda foi a tempo de evitar que o remate do argentino ultrapassasse a linha de golo. Do lado do Celta, o registo de maior relevo foi um remate à entrada da área de Michael Krohn-Dehli, após corte incompleto de Mangala, que Helton defendeu de forma espectacular, aos 39 minutos.

Na segunda parte, o Celta não alterou a sua postura e foram várias as ocasiões em que o meio-campo defendido pelo FC Porto apenas foi ocupado por Fabiano, que substituiu Helton ao intervalo. Ainda assim, o desgaste da digressão sul-americana dos azuis e brancos parece ter-se feito sentir e acabou por ser o Celta a dispor das melhores ocasiões de golo na segunda parte.

Aos 82 minutos, Abdoulaye tocou a bola de raspão, na sequência de um pontapé de canto, quando tinha o segundo golo à mercê. Destaque ainda para um remate perigoso de Mangala, num segundo tempo marcado pelas muitas substituições em ambas as equipas.

O encontro foi, essencialmente, mais uma etapa cumprida no percurso de preparação do FC Porto para a nova época, num momento em que ainda não é possível apresentar bom futebol de forma consistente. Para além disso, o estádio apresentou-se quase cheio, num sinal de que a expectativa dos adeptos azuis e brancos para esta época é grande. A “onda mexicana” chegou a tomar conta do Dragão, mas também se cumpriu um minuto de silêncio em memória das vítimas do acidente ferroviário em Santiago de Compostela, na Galiza.


DECLARAÇÕES
Paulo Fonseca era um homem satisfeito após o triunfo sobre o Celta de Vigo no jogo de apresentação aos adeptos portistas. Mesmo reconhecendo que a equipa é capaz de fazer mais e melhor, o técnico do FC Porto realçou a importância de mais uma vitória nesta pré-temporada. O registo continua a ser perfeito: cinco jogos, cinco triunfos.

“Era importante vencer este jogo, sobretudo porque foi o primeiro em casa, diante dos nossos adeptos. Estivemos longe daquilo que podemos fazer e sentimos alguma dificuldade em contrariar a primeira fase de construção do Celta de Vigo. Isso retirou-nos alguma intensidade e não soubemos criar espaços para aparecer na zona de finalização. Chegámos há pouco tempo da digressão pela América do Sul e notou-se algum cansaço. De qualquer forma, estamos no bom caminho e sei que vamos continuar a evoluir”, afirmou o treinador do tricampeão nacional.

fonte: fcporto.pt

sábado, 20 de julho de 2013

O FC PORTO NO GOOGLE+

O Futebol Clube do Porto já tem página oficial no Google +.
Este é o passo que faltava para o FC Porto aumentar a sua presença na Web, nas redes sociais e com isso estar mais perto dos adeptos portistas e simpatizantes. 
Adicionem a página aos vossos círculos para acompanharem o FC Porto.

domingo, 14 de julho de 2013

CARREGA PORTO: QUINTERO ASSINA POR QUATRO ANOS

13/07/2013

O médio Juan Fernando Quintero é o mais recente reforço do FC Porto, tendo assinado contrato por quatro anos, até ao final da época 2016/17. O jogador foi contratado ao Pescara, de Itália, tendo os Dragões pago cinco milhões de euros por 50 por cento dos seus direitos económicos. O contrato prevê uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros.

Quintero, de 20 anos, chega ao FC Porto após ter brilhado no Mundial Sub20, na Turquia, em que marcou três golos em quatro jogos e foi considerado o melhor jogador da primeira fase pelos utilizadores do sítio da FIFA na Internet.

O também internacional A colombiano já falou pela primeira vez como atleta azul e branco, em declarações ao Porto Canal e www.fcporto.pt: “Sempre quis vir para este clube. Venho com uma grande esperança em ganhar títulos. Estou muito contente porque este é um passo importante na minha carreira, agora o principal é trabalhar muito no dia-a-dia”.

As declarações completas de Quintero, em exclusivo televisão, podem ser vistas no Porto Canal, às 20h20 deste sábado.

fonte: fcporto.pt

terça-feira, 18 de junho de 2013

MAIS VERDADE

Há órgãos de comunicação social que estranhamente convivem mal com a verdade. Entre eles, pelo menos no que tem a ver com o FC Porto, está o site Mais Futebol, sempre mais perto da ficção do que da notícia.

Desta vez a novela tem a ver com uma alegada transferência do jogador Otamendi, com a história relatada a incluir reuniões, acordos e outros pormenores que só servem para tentar credibilizar a mentira.

É falso que o FC Porto esteja a negociar Otamendi, é falso que ao FC Porto tenha chegado qualquer proposta pelo jogador, como também é falso que a cláusula de rescisão do atleta seja de 15 milhões de euros, como repetidamente tem escrito o Mais Futebol.

Como todos sabem, as cláusulas de rescisão dos jogadores são públicas, estão publicadas no site do FC Porto e no site da CMVM, e se um órgão de comunicação social repetidamente a passa a metade é porque ou é incompetente ou é desonesto.

fonte: fcporto.pt

sábado, 15 de junho de 2013

LIGA FERTIBERIA: CELTA DE VIGO 12-10 FC PORTO "VINTAGE"

A equipa Vintage do FC Porto foi na noite desta sexta-feira afastada da final da Liga Fertibéria, ao perder a meia-final com o Celta de Vigo por 12-10, numa partida em que o factor casa acabou por ser decisivo.

Num pavilhão com 3000 entusiastas adeptos dos galegos, a primeira parte teve duas equipas calculistas, terminando com o FC Porto Vintage a vencer por 2-1.

Na segunda parte tudo mudou, com uma chuva de golos, acabando a vitória por sorrir à equipa galega, por 12-10.

Os golos do FC Porto Vintage foram apontados por Rui Barros (3), Mário Silva (3), Capucho (2), Bessa e Pedro Mendes

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 10 de junho de 2013

PAULO FONSECA É O NOVO TREINADOR DO FC PORTO

Paulo Fonseca vai ser o novo treinador do FC Porto e vai assinar um contrato válido para as próximas duas épocas.

A assinatura do vínculo decorrerá esta segunda-feira, em directo no Porto Canal, durante o jornal da 13 horas do Porto Canal, seguindo-se uma curta entrevista ao treinador e ao presidente Pinto da Costa.

Natural do Barreiro, Paulo Fonseca, 40 anos, levou o Paços de Ferreira ao terceiro lugar da Liga, depois de ter treinado o Desportivo das Aves, o Pinhalnovense, o Odivelas, o 1.º de Dezembro e os juniores do Estrela da Amadora.

Como jogador, Paulo Fonseca chegou a estar vinculado com o FC Porto, em 1995/96, mas acabou por ser emprestado ao Leça.

fonte: fcporto.pt

VÍTOR PEREIRA NO AL-AHLI

Já é oficial. Vítor Pereira assinou pelo o Al-Ahli, da Arábia Saudita, onde atua o ex-jogador do Benfica Bruno César, anuncia o clube árabe no seu site oficial.

De acordo com a imprensa da Arábia Saudita, o treinador português, que leva consigo três adjuntos, vai ganhar qualquer coisa como três milhões de euros por época, num contrato válido por dois anos. O Al-Ahli avança que o ex-treinador do FC Porto começa a trabalhar no próximo dia 29.

Nas redes sociais já circula uma fotografia do treinador português, de 44 anos, com a camisola do clube árabe.

Vítor Pereira esteve três épocas ao serviço do FC Porto, as duas últimas como treinador principal. Venceu dois campeonatos e duas Supertaças.
fonte: ojogo.pt

sexta-feira, 31 de maio de 2013

LIGA FERTIBEIRA: FC PORTO "VINTAGE" 13-10 FC BARCELONA

FC Porto: Rui Correia e José Carlos; Zé Nando, Bessa (1), Bino, Mário Silva (3), Fernando Gomes, Domingos, Capucho (2), Pedro Emanuel e Rui Barros (7)
Treinador: Luís Castro

Barcelona: Felip e Julio Iglesias; Albert Tomás (1), Arpón (3), Ezquerro (3), Pinilla, Mingo, Sánchez Jara, Luque, Reiziger (2) e Quique Martín (1)
Treinador: Javier Villena

Árbitros: Joaquim Bonifácio e Aníbal Fernandes

Disciplina: cartão amarelo para Mingo, Sánchez Jara, Luque, Bino e Rui Barros


O FC Porto Vintage venceu esta quinta-feira o Barcelona, por 13-10, no Dragão Caixa, avançando assim para as meias-finais da Liga Fertiberia, em que terá o Celta de Vigo como adversário. Rui Barros, com sete golos e várias assistências, foi o jogador em destaque do encontro.

Até foi Ezquerro a inaugurar o marcador, logo aos três minutos, mas aos sete, graças a um tento de Mário Silva, os portistas passaram pela primeira vez para a frente do marcador (2-1). Os catalães recuperariam e voltariam à vantagem, num encontro cheio de emoção, mas ao intervalo era o equilíbrio a prevalecer (5-5). O guarda-redes Felip, do Barcelona, foi um dos homens em maior destaque, travando várias combinações entre os endiabrados Rui Barros e Capucho.

No segundo tempo, a dupla portuguesa revelou-se demasiado eficaz para dar hipótese aos espanhóis e ficou assim garantido um lugar nas meias-finais para os Dragões. Para além de Rui Barros, Capucho, Bessa e Mário Silva também fizeram o "gosto ao pé".

fonte: fcporto.pt

quarta-feira, 29 de maio de 2013

CARREGA PORTO: JOSUÉ E LICÁ JÁ SÃO DRAGÕES

Josué e Licá são reforços do FC Porto. Os dois jogadores assinaram até 2017, depois de terem feito exames médicos durante esta quarta-feira.

Josué regressa aos 22 ao FC Porto, onde fez toda a formação, e não escondia a satisfação: O meu objectivo sempre foi voltar ao melhor clube de Portugal”, disse em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e Porto Canal.
“É uma grande alegria voltar a uma casa conhecida, voltar à minha casa, vestir esta camisola é a melhor coisa do mundo”, começou por dizer, agora o “objectivo é lutar por títulos e ajudar ao máximo o clube a ser campeão”.

Licá nunca teve ligação ao FC Porto, mas também ele é adepto do Dragão: “Desde que me conheço sou portista, nasci no seio de uma família portista”, começou por dizer o avançado que, aos 24 anos, diz que é o “concretizar de um sonho” e que o “objecto sempre foi chegar ao FC Porto.

Preferindo jogar pela esquerda, mostra-se disponível a ajudar a equipa onde for preciso: “Vou estar disponível para o lugar que o treinador entender, prefiro a esquerda, mas jogo onde for melhor para a equipa. Agora é trabalhar para mostrar que mereço estar aqui”.

O objectivo de Licá é “ajudar a conquistar títulos” e concluiu: “O azul e branco fica-me bem”.

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO VENDE JAMES E MOUTINHO AO MÓNACO

James Rodríguez e João Moutinho foram, de uma assentada, transferidos para o Mónaco FC, clube de que é proprietário o multimilionário russo Dmitry Rybolovlev. O nosso Clube habituou-nos a lidar com uma realidade: tem de se comprar talentos e jovens com potencial, valorizá-los, promovê-los e, depois, vendê-los com mais-valias que financiem a atividade do futebol e da própria instituição. De momento não há outra forma de suportar orçamentos anuais gordos que não têm correspondência em receitas de bilheteira e receitas televisivas. A realidade portuguesa é bem diferente da vivida por clubes ricos em países com estrutura económica poderosa. Em suma, o FC Porto precisa de vender e para nosso regalo, tem-no feito muito bem.
A venda rendeu ao FC Porto a impressionante soma de 70 milhões de euros, passando a ser a maior transacção acordada entre um clube português e outro estrangeiro.
O passe de James custou ao Mónaco 45 milhões! O colombiano entra para o pódio na lista das maiores transferências de sempre para fora do nosso país. Só é suplantado por Hulk (60 milhões). Por sua vez, Moutinho rende 25 milhões de euros ao FC Porto mas o Sporting, anterior clube do médio, tem direito a 3,5 milhões que representam 25 por cento em mais-valias, percentagem que ficou definida aquando da saída dos Leões para os Dragões. O FC Porto contratou Moutinho ao Sporting, naquela que foi a maior transferência interna na história do futebol português, por 11 milhões de euros e vendeu-o agora por 25.
João Moutinho e James Rodríguez prestaram relevante serviço ao FC Porto. Foram brilhantes e pedras fundamentais na conquista de três Campeonatos consecutivos, no triunfo na Liga Europa, numa Taça de Portugal e em três Supertaças.

Muito Obrigado aos dois. Os portistas jamais vos esquecerão.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

CARREGA PORTO: TIMELINE E TRICAMPEONATO

Paços de Ferreira-FC Porto, 0-2
Liga portuguesa, 30.ª jornada
19 de Maio de 2013
Estádio da Capital do Móvel, em Paços de Ferreira

Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes
Quarto árbitro: Jorge Ferreira

PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Tony, Ricardo, Tiago Valente e Diogo Figueiras; André Leão, Luiz Carlos e Vítor; Manuel José (cap.), Poulsen e Josué
Substituições: Poulsen por Cohene (24m), Manuel José por Christian (intervalo) e Vítor por Hurtado (74m)
Não utilizados: António Filipe, Caetano, Nuno Santos e Filipe Anunciação
Treinador: Paulo Fonseca

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Defour por Castro (78m), James por Kelvin (82m) e Varela por Liedson (89m)
Não utilizados: Fabiano, Izmaylov, Abdoulaye e Sebá
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Lucho (23m, pen.) e Jackson (52m)
Cartões amarelos: Danilo (17m e 56m) e André Leão (78m)
Cartões vermelhos: Ricardo (22m) e Danilo (56m, por acumulação de amarelos)


Segue-se hoje uma crónica do jogo bem diferente da habitual, em jeito de timeline. O jogo na Mata Real só faz sentido se for contado o que está para trás, o que nos levou até aqui, o que foi acontecendo até este dia 19 de Maio, onde todas as decisões se concentraram em Paços de Ferreira.
A eliminação da Champions às mãos do Málaga e os empates em Alvalade e na Madeira; trouxeram um grande desânimo a toda a nação portista e alteraram o rumo do campeonato até então. Ficaram bem à vista, nessa altura, as difíceis condições com que Vítor Pereira se foi deparando ao longo de toda a temporada, fruto de um plantel curto e limitado, que teria obrigatoriamente que ser esticado ao máximo até ao final do campeonato. Como água da chuva, as críticas começaram a cair. Sobre o treinador. Sobre os jogadores, sobre os dirigentes. O James não recupera da lesão. A saída do Hulk e a não contratação do Lima. 

Do outro lado da trincheira, pelo contrário, respirava-se confiança e saúde. Eles tinham as melhores opções, um banco de categoria, estavam em todas as frentes e jogavam o tal futebol-espectáculo. Nós tínhamos um ponta-de-lança e meio e eles tinham três ou quatro matadores. Nós, antes dos jogos frente ao Braga de José Peseiro, estávamos apreensivos, pouco confiantes, sem a chama que nos caracteriza. Mas, bem lá no fundo, com a crença ainda viva, embora escondida, prestes a soltar-se cá para fora à primeira oportunidade. É nesse jogo, em casa, que se ouve falar pela primeira vez de um rapaz chamado Kelvin, de cabelo estranho, ar de moleque e corpo franzino. Faz dois golos ao cair do pano e conquista três pontos para o Dragão. Mais não faz do que alimentar a crença, reacender a chama, pôr-nos a acreditar no impossível.
Logo de seguida, novo desânimo. O FC Porto perde a Final da Taça da Liga frente ao mesmo Braga. Do lado contrário, o cortejo continua triunfal. Estavam na Final da Liga Europa e na Final da Taça de Portugal. Iam ganhar o campeonato. Pouco importava que tivessem ganho aos leões com uma grande “capelada” à mistura. Aliás, eles não ganham. Eles atropelam os adversários. Eles trituram os oponentes.
Até que vão à Madeira e, após uma primeira parte atribulada, ganham o jogo com um golo na própria baliza já perto do final do jogo. Festejam como se já fossem campeões. Erro crasso, penso. Isto costuma dar azar, concluo. Mas se calhar sou eu que sou doente pelo Porto e ainda acredito no impossível.
Chega a nossa vez de ir jogar à Madeira, à Choupana. Resolvemos o jogo na primeira parte e ficamos no sofá, a aguardar pelo desfecho – mais que esperado – do jogo deles frente ao Estoril. A nossa crença vai crescendo à medida que os minutos para os 90 vão diminuindo. Será possível? É mesmo. O jogo acaba e parece que um terramoto varreu aquele estádio com problemas de iluminação. Olhares no vazio, silêncio sepulcral, caras franzidas, medo estampado na cara. Falar no que se passou depois é dispensável. Cada um viveu-o à sua maneira. O “ides sofrer como cães”, tão popularizado nos dias que anteciparam o clássico no Dragão, mais não foi do que chamá-los à realidade. Já sabemos que a doença de que padecem é terem de jogar futebol. Porque de resto, são os melhores do mundo. Mas, chatice das chatices, ainda são obrigados a ganhar jogos no relvado. Ainda são obrigados a jogar contra todas as equipas do campeonato, a duas voltas, durante 90 minutos. O problema é essa maldita teimosia de os obrigarem a jogar a bola, especialmente de os obrigarem a jogar depois da hora, nessa tal “novidade” que se chama descontos de tempo.
Antes da última jornada, ainda vão a tempo de perder mais uma final europeia. Antes do jogo, os jornalistas e comentadores diziam que eram os favoritos. Favoritos? Contra o Chelsea campeão europeu?!, penso algo surpreendido. Sim, eram, porque tinham mais equipa e não apenas individualidades. No fim, voltam a perder o jogo aos 92 minutos. Começa o delírio colectivo. É o azar. É o número 92. É a maldição de um treinador de há 50 anos. É o Jesus que é pé frio. A desresponsabilização total. Não se referem aos festejos antecipados nem à falta de humildade. Mas lá está, tirando os descontos e o azar, são os melhores do mundo.
Na Sexta-Feira, a equipa de andebol encarnada vem jogar ao Dragão Caixa. O Porto, para ser campeão nesse jogo, precisa de ganhar por três golos de diferença. Vencemos por 26 x 23 e somos PENTA. 
No Sábado, coincidência das coincidências, a equipa de hóquei em patins deles vem jogar ao Dragão Caixa. Vencemos por 7 x 3 e resgatamos o título de Campeão Nacional, depois de um ano sem o ganhar. Em doze épocas, 11 títulos são azuis e brancos. 
Aqui excluem-se o minuto 92, a maldição, os descontos.  Foi azar (outra vez).
Chega Domingo, o dia da decisão. Desta vez, lá se safaram frente ao Moreirense, apesar de estarem a perder logo na primeira parte. Por seu lado, o FC Porto não foi jogar esta final a Paços de Ferreira. Foi ganhá-la. Lucho e Jackson selaram o título portista, entrando para a História como a terceira equipa em Portugal que termina um campeonato sem derrotas.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SOU PORTISTA E DIGO ADEUS À EDP

António Mexia, presidente da EDP, disse, em entrevista à Antena1 e Diário Económico, que uma vitória dos encarnados no campeonato teria um efeito positivo no Produto Interno Bruto.
É ridículo que um administrador pago a peso de ouro durante anos por dinheiros públicos e que beneficia de rendas elevadíssimas pagas pelo Estado (por todos nós), venha veicular a propaganda bafienta dos "seis milhões" e da alegria da "maioria", veiculando teses mirabolantes. As provas e os jogos ganham-se por mérito, se bem que o presidente de uma empresa baseada num prolongado monopólio possa ter dificuldade em compreendê-la.


A página "Sou Portista e digo Adeus à EDP" pretende responder a essas afirmações convidando os Portistas a clicar “gosto”, trocar de operador energético e ainda poupar uns trocos.

Peço então a todos os portistas que façam “gosto” na página e que a divulgem no vosso blog portista.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

CARREGA PORTO: COLOCAR OS PÉS BEM ASSENTES NO CHÃO

Bom Dia, Portistas! 
Estamos todos eufóricos e felizes, mas é tempo de assentar a poeira pois nada está ganho. Temos que colocar novamente os pés bem assentes no chão porque ainda falta uma batalha... E essa batalha vai ser tremendamente dura. Existe confiança mas não exageremos, faltam 90 minutos e tudo pode acontecer. Acreditar mas com juízo!
Vamos ser humildes. Com um sem bilhete, vamos todos a Paços de Ferreira no próximo domingo, apoiar o FC Porto.

Desejo a todos um Boa Semana de trabalho/estudo/férias.

domingo, 12 de maio de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-1 BENFICA


FC Porto-Benfica, 2-1
Liga portuguesa, 29.ª jornada
11 de Maio de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 50.117 espectadores

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda
Quarto árbitro: Luís Ferreira

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Varela
Substituições: Fernando por Defour (73m), Lucho por Kelvin (79m) e Danilo por Liedson (84m)
Não utilizados: Fabiano, Abdoulaye, Castro e Sebá
Treinador: Vítor Pereira

BENFICA: Artur; Maxi, Luisão (cap.), Garay e André Almeida; Salvio, Matic, Enzo Pérez e Ola John; Gaitán e Lima.
Substituições: Gaitán por Roderick (67m), Lima por Cardozo (73m) e Ola John por Aimar (84m)
Não utilizados: Paulo Lopes, Melgarejo, Rodrigo e Urrega
Treinador: Jorge Jesus

Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Lima (19m), Varela (25m) e Kelvin (90m+2)
Cartão amarelo: Enzo Pérez (46m), James (56m), Matic (59m), Fernando (66m), Defour (80m), Artur (85m) e Helton (90m+3)

O jogo no Dragão começou de forma emocionante. O Benfica foi o primeiro a estar em vantagem através de Lima. Um golo de Kelvin, já em tempo de compensação, permitiu ao FC Porto vencer o Benfica, por 2-1, e ficar mais perto de ser tricampeão nacional de futebol. O jovem brasileiro foi decisivo numa reviravolta que a certa altura parecia impossível.
À entrada intensa e nervosa que esteve na origem de vários passes errados, sucedeu um prolongado exercício de domínio portista, que produziu os melhores lances, sem no entanto, gerar o golo. Depois dos remates de Danilo e Fernando, o Benfica marcou aos 19 minutos, por intermédio de Lima na sequência de um lançamento de linha lateral.
Só que a vantagem dos lisboetas durou pouco tempo. Seis minutos depois, os portistas repuseram a igualdade, com um autogolo de Maxi Pereira, após cruzamento de Varela.
Ao intervalo, as duas equipas regressaram aos balneários e na segunda parte, os azuis e brancos entraram mais fortes no jogo, colocando em sentido a defensiva contrária. Apesar disso, o FC Porto não conseguiu dar a volta ao jogo, ora por parte dos erros e precipitações constantes dos azuis e brancos, ora por parte do anti-jogo dos encarnados.
O melhor estava guardado para o fim. Já depois de levantada a placa com quatro minutos de compensação, Kelvin, na esquerda, assistido por Liedson, encheu o pé e desenhou o prémio merecido e o castigo supremo para a soberba táctica que fez subir o autocarro ao relvado. A bola entrou junto ao poste mais distante, para despertar a pressa súbita de Artur, aquele que até então, mais se divertira a deitar o tempo fora. Sangue, suor e lágrimas em cada canto das bancadas, abraços entre desconhecidos num momento de extâse no Estádio do Dragão.
O golo fez explodir o vulcão que estava instalado no Dragão. Houve invasão de campo por adeptos portistas que queriam comemorar, forçando a partida a ser jogada para lá dos 94 minutos, mas sem perigo para o FC Porto.
Segue-se uma deslocação difícil a Paços de Ferreira, mas não podemos deixar fugir o que demorou a aparecer.

DECLARAÇÕES
No rescaldo da vitória em cima do apito afinal sobre o Benfica, Vítor Pereira admitiu a “felicidade” da equipa e confessou que se emocionou, mas colocou o enfoque no jogo em Paços de Ferreira, que pode dar o 27.º título nacional ao FC Porto. “Não podemos festejar por antecipação, podemos atirar foguetes antes da festa e as coisas viram e correm mal”, declarou.

Foi um jogo de acreditar ate ao fim?
Tenho de admitir que fomos felizes no momento em que fizemos o golo, mas procurámos a felicidade durante todo o jogo. O resultado que nos interessava era a vitória e o Benfica jogou com o nulo, que lhe continuaria a dar dois pontos de vantagem. Acabámos por ser premiados por acreditar sempre que, com o nosso jogo, poderíamos criar situações de golo e chegar à vitória. Tenho de dar os parabéns à equipa e a toda a gente que trabalhou para nos dar este resultado. Sabemos que temos agora um jogo muito difícil pela sempre e o Paços de Ferreira é uma equipa de grande qualidade, que fez uma época excepcional e tem um campo com características especiais. Teremos de nos preparar muito bem para esse jogo. Teremos de ir a Paços com muito querer e vontade para chegarmos ao objectivo fundamental da época que é o título.

Quando lança dois jogadores que desenham o lance do 2-1, como Kelvin e Liedson, esta é a altura de recolher os méritos?
Não, os jogadores que entraram é que têm o mérito porque fizeram bem o movimento e o Kelvin finalizou bem. Ainda bem que assim foi.

Foi perceptível a festa de Pinto de Costa no final do jogo. Já falou com o presidente? É obrigatório perguntar-lhe se este resultado abre uma janela para a sua continuidade.
Já estive com o presidente, como é natural no final de um jogo. Ele vem sempre cumprimentar os jogadores e os treinadores. Relativamente à questão pessoal, não estou minimamente preocupado com isso. Faço a minha avaliação e continuarei a ser treinador de certeza. A competência também não me vão tirar. O futuro é o que tiver de ser.

Depois do jogo, na flash, e agora, na conferência, esteve bastante contido. O que sentiu no momento do golo e quando o árbitro deu por terminado o encontro?
Foi um jogo de uma tensão enorme. Houve momentos em que perdemos um pouco a lucidez. Foi um jogo de muita tensão, que pode definir um campeonato, e é natural que no final liberte alguma emoção. Sou uma pessoa emocional, também me emociono. Só isso. Comemorei a vitória de hoje e mais nada.

Quando começou a jornada o Benfica estava em vantagem. Agora tem o FC Porto a vantagem de ir a um estádio de uma equipa que já tem a classificação definida, enquanto o Benfica recebe um Moreirense a lutar pela permanência. Como vai gerir o ânimo dos jogadores?
Pelo campeonato que o Paços tem feito, provou, por mérito próprio, que este ano foi a terceira melhor equipa em Portugal. Todos temos consciência de que é um jogo muito complicado, ainda para mais frente a uma equipa altamente moralizada. Sabemos igualmente que estamos a uma vitória do título. Temos de ir concentrados, com a motivação bem lá em cima e com controlo emocional para fazer bem o nosso jogo.

Antes do jogo disse que sabia como o Benfica iria jogar. Peço-lhe que me diga se foi como pensava.
O FC Porto tem um modelo bem definido, gosta de ter bola e a sua posse. Se formos a ver os registos, claramente somos a equipa com mais bola do campeonato. Quando a perdemos somos agressivos, para voltar a ter o domínio. A matriz do Benfica é diferente, não digo para melhor ou para pior, mas jogam em acelerações constantes. Com um adversário sem qualidade para ter bola criam grandes dificuldades. O jogo parte-se e têm “aceleradores” com bola que causam muitos problemas. Contra nós, o Benfica corre mais atrás da bola e a nossa forma de pressionar altera a sua forma de jogar, porque procuram muitas vezes as bolas longas e contra outros adversários isso não acontece.

Fica numa posição mais forte com esta conquista? E já se podem encomendar as faixas do título?
Em relação ao meu futuro, já respondi que não me incomoda minimamente. Se tenho futuro? Não tenho dúvidas. Em relação ao título também já respondi. Falta-nos uma final, um grande jogo, em que vamos ter de ser melhores para o caso de queremos festejar. Não podemos festejar por antecipação, podemos atirar foguetes antes da festa e as coisas viram e correm mal.

À saída para o intervalo teve uma discussão mais acalorada. Podemos saber se ficou tudo sereno?
Não foi nada com o Jorge Jesus, que até estava calmo. Eu é que estava acalorado, arrependo-me de ter dito algumas coisas e também ouvi coisas menos agradáveis. Não tenho problemas em admitir que não estive bem, alterei-me por momentos, mas foi fruto do próprio jogo.


domingo, 5 de maio de 2013

CARREGA PORTO: NA LUTA PELO TÍTULO


Nacional-FC Porto, 1-3
Liga portuguesa, 28.ª jornada
4 de Maio de 2013
Estádio da Madeira, no Funchal

Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Assistentes: Alfredo Braga e Tomás Santos
Quarto árbitro: Pedro Campos

NACIONAL: Gottardi; Nuno Campos, Miguel Rodrigues, Mexer e Marçal; Aly Ghazal, Moreno (cap.) e Jota; Candeias, Rondón e Mateus
Substituições: Moreno por Claudemir (intervalo), Mateus por Keita (intervalo) e Nuno Campos por Diego Barcellos (62m)
Não utilizados: Vladan, João Aurélio, Edgar Costa e Diogo
Treinador: Manuel Machado

FC PORTO: Helton; Danilo, Abdoulaye, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Fernando por Castro (69m), Varela por Defour (78m) e Lucho por Izmaylov (85m)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Liedson e Castro
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-3
Marcadores: James (10m), Mangala (19m), Lucho (pen., 22m) e Candeias (pen., 27m)
Cartões amarelos: Mangala (25m), Candeias (29m), Fernando (51m), Helton (70m), Keita (89m) e Izmaylov (90m+1)

O FC Porto venceu este sábado o Nacional da Madeira por 3-1, na Choupana, em encontro da 28.ª jornada da Liga, e mantém-se assim na luta pelo título, novamente a um ponto do seu eterno rival. Os Dragões garantiram o triunfo graças a uma entrada fortíssima na partida e aos 22 minutos já venciam por 3-0. Os madeirenses perderam pela quarta vez esta época com os portistas.
A entrada em jogo do FC Porto foi avassaladora, com o adversário a não conseguir entender-se com a forte pressão do meio-campo azul e branco e com as movimentações do trio da frente, com destaque para Varela, que ressurgiu como titular em excelente plano. Os primeiros remates perigosos foram concretizados por James e Jackson, por duas vezes, mas nenhum acertou no alvo.
Aos dez minutos, Jackson trabalhou bem na esquerda e serviu James, que só teve de encostar para o 1-0. Aos 13 minutos, Jackson isolou-se mas um corte providencial de Mexer evitou o segundo golo. Uma bola à barra de Mangala, na sequência de um canto, foi apenas mais uma página do vendaval de ataque portista.
Uma bela triangulação entre James, Moutinho e Mangala culminou, aos 19 minutos, no 2-0. O central francês finalizou de calcanhar, num tento espectacular, que fez relembrar outros golos históricos do FC Porto. Três minutos depois, um penálti convertido por Lucho – após toque de Miguel Rodrigues sobre Varela – deu aos Dragões uma sólida vantagem de 3-0, reduzida pouco depois em novo castigo máximo, concretizado desta vez na baliza de Helton, por Candeias, após bola na mão de Mangala.
Com esse golo do Nacional, “fechou-se a loja”, no que toca aos golos; sendo que o FC Porto passou a preocupar-se mais em controlar a reacção do adversário, que apenas foi visível já no segundo tempo. Na primeira parte, Jackson e Varela tiveram novas oportunidades para marcar, sendo de destacar o grande remate à meia-volta do português, detido por Gottardi.
A segunda parte foi bem menos interessante, apesar do Nacional ter tentado reagir, assumindo mais posse de bola. Abdoulaye, na sequência de um pontapé de canto, ameaçou o quarto golo, que estaria ainda mais perto quando um cruzamento de Danilo foi desviado por Miguel Rodrigues para o poste da baliza do Nacional.
Estava porém garantido o mais importante. 
A época ainda não acabou, assim sendo. Bem sei que não é isso que parece, atendendo aos festejos e manchetes que vão aparecendo, mas a verdade é que a temporada não chegou ao seu término. Ao FC Porto cabe-lhe acreditar e lutar até ao fim, mesmo sabendo que depende de terceiros. Mas isto é futebol e tudo pode acontecer. A nossa História obriga-nos a não desistir e a enfrentar a luta de cabeça erguida até ao fim.


DECLARAÇÕES
Vítor Pereira elogiou a primeira parte da equipa, a vitória, mas acha que o 3-1 foi muito curto para o que a equipa mostrou na Choupana. Agora, o objectivo é vencer os dois jogos que faltam e fazer as contas no fim. James concorda e diz que o FC Porto é um grande clube e que vai "lutar até ao último jogo".

Vítor Pereira

"Jogo de grande qualidade, com primeira parte em que criamos variadíssimas oportunidades de golo. Fizemos três golos, mas o resultado ao intervalo não espelha o que se passou, 3-1 é muito curto. Na segunda parte podáimos ter feito mais dois ou três golos, não foi possível, mas controlamos o jogo".

"Temos de fazer o nosso trabalho e fizemo-lo bem. Jogámos o próximo jogo em casa, vamos abordá-lo para ganhar, depois o último também e faremos as contas no fim".

"Todas as vitórias são importantes para continuarmos na luta pelo título".

James Rodríguez

"Ganhamos, penso que foi bom. Há que ganhar todos os jogos para continuarmos na luta".

"Fizemos o nosso trabalho e vamos esperar por segunda-feira para ver o que acontece com eles. Somos um grande clube e vamos lutar até ao último jogo".



sábado, 4 de maio de 2013

LIGA FERTIBERIA: FC PORTO VINTAGE 9-3 MÁLAGA


FC Porto: Rui Correia e José Carlos; Zé Nando, Pedro Emanuel, Mário Silva, Bino, Pedro Mendes, Bessa, Latapy, Capucho, Fernando Gomes, Folha e Domingos
Treinador: Luís Castro

Málaga: Haro; Ayala, Raúl Delgado, Villar, Dani Campos, Burrezo, Padilla, Zúñiga e Fernando Daniel.
Treinadores: Antonio Ruíz Hierro e José Luis Burgueña

Árbitros: Joaquim Bonifácio e Aníbal Fernandes

Marcadores: Capucho (7m, 55m e 59m), Pedro Mendes (9m e 33m), Folha (21m e 38m), Raúl Delgado (29m), Ayala (42m), Domingos (45m e 52m) e Dani Campos (47m).

Disciplina: cartão amarelo para Burrezo e Pedro Emanuel


O FC Porto Vintage venceu esta sexta-feira o Málaga, por 9-3, no Dragão Caixa, e confirmou assim o acesso aos quartos-de-final da Liga Fertiberia, em que terá o Barcelona como adversário. Capucho, com um "hat-trick", foi o goleador do encontro.

Foi precisamente Capucho a inaugurar o marcador, logo aos sete minutos. Os portistas chegaram ao intervalo a vencer por claros 3-1, perante um adversário que nunca deixou de lutar.

Aos três minutos da segunda parte, Pedro Mendes fez o 4-1, finalizando un contra-ataque com un potente remate cruzado. A partir daí, o domínio portista foi total, com Capucho a fechar o marcador, a um minuto do final do tempo regulamentar.

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 29 de abril de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-0 VITÓRIA DE SETÚBAL

FC Porto-V. Setúbal, 2-0
Liga portuguesa, 27.ª jornada
27 de Abril de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 32.410 espectadores

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
Assistentes: Nuno Pereira e Paulo Soares
Quarto árbitro: Paulo Brás

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Atsu
Substituições: Atsu por Varela (39m), Alexandro por Abdoulaye (intervalo) e Lucho por Defour (81m)
Não utilizados: Fabiano, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira

V. SETÚBAL: Kieszek; Pedro Queirós, Frederico Venâncio, Jorge Luiz e Kiko; Ney Santos, Bruno Amaro (cap.), Paulo Tavares e José Pedro; Pedro Santos e Miguel Pedro
Substituições: Miguel Pedro por Jorginho (58m), Zé Pedro por Horta (71m) e Bruno por Makukula (82m)
Não utilizados: Fonseca, Amoreirinha, Bruno Gallo e Bruninho
Treinador: José Mota

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Lucho (64m) e Defour (87m)
Cartão amarelo: Miguel Pedro (32m), Atsu (33m), Pedro Santos (37m), Paulo Tavares (77m), Kiko (80m) e Jorginho (84m)


O FC Porto está na corrida, encurtando distâncias mesmo entre o percalço de desperdiçar um penalti. James redimiu-se depressa e "obrigou" Lucho a marcar, antes de Defour fechar as contas de um resultado (2-0) extremamente simpático para o Vitória de Setúbal. A diferença para o líder é agora de um ponto.
A predisposição ultradefensiva do adversário, assumida sem pudor, não podia sugerir muito mais do que dificuldade e uma estratégia nula em audácia, para lá dos exercícios de contra-ataque obrigatórios. O resultado foi uma primeira parte sem golos.
Ao intervalo, bem depois de Atsu falhar a baliza com Kieszek fora dela, de uma sequência infeliz de ressaltos negar a James o óbvio quando a assistência de Jackson já tinha feito o mais difícil, ou de o próprio Jackson chegar uma fracção de segundo atrasado a um cruzamento de Varela, o FC Porto atingia os 81 por cento de posse de bola, confirmando um domínio que dispensava a validação estatística e preferia a legitimação em golos.
Aos 60 minutos, grande penalidade a favor do FC Porto. James remata para a direita e Kieszek virando-se também para a direita, consegue defender. Aos 64 minutos, com um cruzamento preciso e de trivela, o colombiano convidou Lucho González a fazer o inadiável. Bastou encostar para conseguir o primeiro golo da noite e o quarto da sua autoria na presente edição da Liga.
Mas o elemento inovador, aquele que fazia toda a diferença, pouco ou nada mudou. A reacção do Vitória de Setúbal, que entrava tarde no jogo, não passou de um esboço apagado mais adiante pelo golo de Defour, que marcou seis minutos depois de entrar em campo e ainda foi a tempo de servir Jackson para o para aquele que deveria ter sido o terceiro golo não fosse Jackson escorregar no relvado quando a bola fez ricochete no poste.


DECLARAÇÕES
O primeiro golo do FC Porto frente ao Vitória de Setúbal surgiu apenas aos 64 minutos, já depois de James ter desperdiçado uma grande penalidade, mas a equipa não perdeu a cabeça. Esta é a principal conclusão do treinador Vítor Pereira, na análise que fez da partida da 27.ª jornada da Liga, em conferência de imprensa.

Qual é a sua primeira análise sobre o jogo?
O Vitória foi uma equipa que veio ao Dragão jogar muito fechada, sem ponta-de-lança, com dois homens abertos na frente e quatro no meio, na tentativa de nos surpreender num momento de perda ou de erro. Enquanto não sofreu o primeiro golo manteve-se confiante e não é fácil entrar numa estrutura dessas, unicamente com preocupações defensivas. A nossa equipa teve qualidade e carácter e não entrou em ansiedade, o que é próprio destas situações. Teve paciência e construiu várias situações de golo, se não me engano umas seis ou sete. Fizemos dois golos e não sofremos nenhum, pelo que estou satisfeito com a equipa, o comportamento dos jogadores e o próprio jogo

O FC Porto teve o espírito guerreiro que tinha pedido antes do jogo?
Se passámos 70 e tal por cento do tempo com a posse bola e se damos um enfâse defensivo à expressão, só é possível ser guerreiro no momento em que perdemos a bola. Nesse sentido, tivemos o carácter de ir sempre à procura do golo, que foi tardando. Houve esse espírito que pretendo, porque a equipa não se acomodou, quis sempre abrir a estrutura adversária. O espírito traduz-se na forma como não nos acomodámos e não permitimos que o adversário se estendesse, tendo passado a maior parte do tempo no meio-campo adversário. Esta é a nossa matriz, jogamos sempre desta forma, com bola e reagindo com agressividade à perda.

Sentiu o campeonato a fugir quando James falhou o penálti? Porque falha o FC Porto tantas grandes penalidades?
Estávamos à procura do golo há tanto tempo, que era natural que esperasse que ele surgisse naquele altura, porque era uma oportunidade clara. Ainda assim, acreditei que o tempo que faltava era suficiente. Uma estrutura fechada vai acumulando fadiga e é normal que os erros surjam mais próximo do fim. Em relação aos penáltis, tínhamos o Jackson a marcar, que já foi infeliz esta época, temos ainda o Lucho e o James. O James sentiu confiança e nos treinos marca a maior parte dos penáltis. Isto faz parte do jogo…

Com a entrada do Varela procurou alguém com mais velocidade, para correr mais?
Não para correr mais, mas para diversificar os movimentos, até porque o Alex Sandro estava diminuído. A profundidade, muitas vezes, não se consegue por correr no espaço. O importante era que os movimentos não se repetissem e não fossem fácies de anular. Estávamos com dificuldades em entrar naquele corredor e, com o Varela, achei que teríamos isso. Do meu ponto de vista, o Varela entrou bem. O Atsu ainda se ressente um pouco da lesão contraída na Madeira e não deu à equipa aquilo que eu idealizei.

Jogar dois jogos fora e apenas um em casa até ao fim da Liga é uma desvantagem? E como comenta a nomeação de Manuel Mota para o Marítimo-Benfica?
Relativamente a jogar fora, já provamos que temos capacidade para ganhar em qualquer estádio. Relativamente à nomeação, espero que o Manuel Mota tenha um dia feliz, um dia sim e faça uma grande arbitragem. Desejo que todos os árbitros estejam ao melhor nível, porque nós também procuramos estar. Erramos, como é humano, mas espero que ele não erre consecutivamente, como já vi na semana passada. Espero que isso não volte a acontecer.