Barra de Vídeo

Loading...

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

CARREGA PORTO: PERFUME SUL-AMERICANO NA GOLEADA EM AROUCA

AROUCA-FC PORTO, 0-5

Primeira Liga, 8ª jornada
Sábado, 25 Outubro 2014 - 20:15
Estádio: Estádio Municipal de Arouca
Assistência: -

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).
Assistentes: Nuno Pereira e Miguel Aguilar.
4º Árbitro: André Moreira.

AROUCA: Mauro Goicoechea, Iván Balliu, Diego Galo, Nuno Coelho, Luís Tinoco, Nelsinho, Pintassilgo, David Simão, Artur Moreira, Bruno Amaro, André Claro.
Suplentes: Rui Sacramento, Miguel Oliveira, Nildo Petrolina (68' Artur Moreira), Rui Sampaio (46' Bruno Amaro), Hugo Monteiro, Ulysse Diallo, Roberto Rodrigo (46' Nelsinho).
Treinador: Pedro Emanuel.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Marcano, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Quintero, Cristian Tello, Jackson Martínez, Brahimi.
Suplentes: Andrés Fernández, Maicon, Ruben Neves, Óliver Torres, Ricardo Quaresma (61' Tello), Adrián López (81' Quintero), 99 Aboubakar (75' Jackson Martínez).
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 3-0.
Marcadores: Quintero (24'), Jackson Martínez (26'), Casemiro (39'), Jackson Martínez (60'), Aboubakar (87').
Disciplina: amarelo a Bruno Amaro (32'), Martins Indi (36'), Casemiro (46'), Pintassilgo (65'), David Simão (70').


Três jogos oficiais frente ao Arouca, três vitórias. O FC Porto ganhou, este sábado, em Arouca, por 5-0, com golos de Jackson Martínez (dois), Quintero, Casemiro e Aboubakar, e reduziu para um ponto (com mais um jogo disputado) a distância para o primeiro lugar da Liga. A partida resolveu-se ainda na primeira metade, em dois minutos, com dois golos de perfume colombiano: Quintero, de fora da área, marcou um grande golo e Jackson, após grande jogada de Brahimi, colocou os Dragões a vencer por 2-0. Casemiro, aos 39 minutos, fez o 3-0 e, já na segunda metade, Jackson bisou e Aboubakar fez o 5-0 para o FC Porto, que assim venceu pela segunda vez em Arouca em duas épocas seguidas.

No jogo em que Danilo celebrou a sua 50.ª vitória ao serviço do FC Porto e em que os orientados por Lopetegui mantiveram a baliza inviolada pela primeira vez em seis jogos, a primeira parte foi jogada a um ritmo lento – mas, de cada vez que os Dragões aceleravam, notava-se que o castelo montado pelo Arouca poderia desmoronar. Já depois de um penálti por assinalar sobre Jackson Martínez (3m) e de uma grande defesa de Fabiano (10m), Quintero inaugurou o marcador aos 24 minutos, após passe de Casemiro, rematando de fora da área e beneficiando de um desvio em Nuno Coelho para fazer a bola embater no fundo das redes. Dois minutos depois, Jackson Martínez fez o seu sexto golo na Liga, limitando-se a encostar a bola depois de uma jogada brilhante de Brahimi e um passe açucarado do argelino (26m).


O encontro desnivelou-se a partir daí, com o FC Porto a assumir, definitivamente, as rédeas da partida. Aos 31 e aos 36 minutos, os Dragões falharam por pouco o objectivo do terceiro golo (Jackson e Danilo não deram o melhor seguimento a boas iniciativas colectivas), mas esse momento estava destinado a chegar. Aos 39 minutos, Tello marcou um canto no lado direito e Casemiro saltou de forma irrepreensível no meio da área do Arouca, fazendo um golo de belo efeito e selando o resultado com que se chegou ao intervalo (3-0). 

A segunda parte iniciou-se com o Arouca a tentar alterar o rumo dos acontecimentos, mas os Dragões iam resolvendo, com maior ou menor dificuldade, as tímidas investidas dos arouquenses ao ataque. Do outro lado, o tridente ofensivo formado por Tello, Brahimi e Jackson ia trocando bem a bola, municiados por um Quintero em alta rotação. Carlos Xistra não marcou, novamente, um penálti na área do Arouca, desta vez após derrube a Brahimi (54m) e, aos 58 minutos, Marcano fez um excelente corte já dentro da área do FC Porto e Fabiano, um minuto depois, fez uma boa defesa a remate de Roberto Rodrigo e impediu que o Arouca reduzisse a vantagem dos portistas.

Jackson Martínez, aos 60 minutos, tratou de demonstrar que o velho provérbio futebolístico “quem não marca sofre” está mais actual do que nunca e bisou, pela segunda época consecutiva, em Arouca após mais uma assistência de Tello. Com 4-0 no marcador, o ritmo da partida esmoreceu, merecendo destaque um remate de Quintero que embateu na barra (78 min), mas os golos ainda não haviam terminado: Aboubakar, aos 87 minutos, aproveitou uma assistência de Quaresma e fez o 5-0, confirmando o resultado mais avolumado dos Dragões na presente edição da Liga.


DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Não é fácil ganhar 5-0 aqui”
​Julen Lopetegui considera que os seus jogadores fizeram “um bom jogo” na goleada imposta ao Arouca (5-0), no seu estádio, em jogo da oitava jornada da Liga portuguesa. O treinador basco sublinhou os números conseguidos pelos azuis e brancos, que até ao momento resultam na maior goleada fora no campeonato, frente a um adversário “difícil” e que já tinha mostrado qualidade em jornadas anteriores.

“A equipa fez um bom jogo e esteve muito forte no capítulo ofensivo. Defrontámos um adversário difícil e sabíamos que tínhamos de jogar bem e vencer, pois sentíamos essa obrigação. Estamos felizes por termos cumprido esses objectivos. A equipa está bem, mas como qualquer outra tem coisas a melhorar. Não é fácil ganhar 5-0 aqui e ainda tivemos oportunidades para marcar mais golos. Toda a equipa fez um bom jogo e isso beneficiou as individualidades. Tentamos sempre marcar e não sofrer, algo que nem sempre é possível no futebol e que conseguimos neste jogo”, declarou Julen Lopetegui após o expressivo triunfo sobre o Arouca.

Casemiro: “Fizemos um grande jogo”
Autor do terceiro golo da vitória do FC Porto em Arouca, aos 39 minutos, Casemiro estreou-se assim a balançar as redes em jogos oficiais de Dragão ao peito. O médio dos azuis e brancos, que esta semana viu confirmado o seu regresso à principal selecção do Brasil, mostrou-se feliz pelo golo apontado e pelo ritmo alto imposto pelos Dragões, que resultou numa grande exibição colectiva e numa vitória por números esclarecedores.

“Estou muito feliz pelo primeiro golo com a camisola do FC Porto, pois era algo que já procurava. Fizemos um grande jogo, num bom ritmo, sempre à procura do golo. Estamos todos de parabéns. Temos trabalhado bem e, quem joga, corresponde. Foi um grande resultado e continuamos em busca de diminuir a diferença para o primeiro lugar. Sinto-me bem e procuro dar sempre o máximo para ajudar a equipa a vencer. Foi o culminar de uma grande semana, sem dúvida”, afirmou o internacional canarinho na flash interview após o desafio.
fonte: fcporto.pt

domingo, 26 de outubro de 2014

DRAGÕES DE OURO EM DIRECTO E EXCLUSIVO NO PORTO CANAL

A gala dos Dragões de Ouro 2014 está marcada para a próxima segunda-feira, às 21h30, no Dragão Caixa e será acompanhada, em directo e em exclusivo, pelo Porto Canal. A transmissão será assegurada por três pontos de directo dentro do pavilhão, um deles junto ao palco, em que o canal fará entrevistas exclusivas com convidados e galardoados da gala.
Ainda antes da transmissão em directo, o Jornal Diário (às 20h00) fará ligações ao local da gala e, após o final da cerimónia, haverá 30 minutos de pós-evento, em que os vários jornalistas destacados entrevistarão as grandes personalidades da noite.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

JACKSON, DANILO E RÚBEN NEVES SÃO DRAGÕES DE OURO

Já é conhecida a lista de premiados dos Dragões de Ouro referentes à época 2013/14 e, entre os galardoados, destaque para os futebolistas Jackson Martínez, Danilo e Rúben Neves, que receberão o prémio na gala marcada para 27 de Outubro, tendo como palco o Dragão Caixa. Depois de ter sido considerado o Atleta do Ano em 2013, Jackson Martínez repete a eleição em 2014, numa temporada em que também se assumiu como o capitão da equipa sénior.

O galardão de Futebolista do Ano, entregue a João Moutinho em 2013, vai desta vez para as mãos de Danilo, defesa internacional brasileiro que se estreou de Dragão ao peito a 22 de Janeiro de 2012, depois de deixar o Santos para rumar ao FC Porto. A Rúben Neves, que com apenas 17 anos se tornou o mais jovem jogador da história do FC Porto a marcar no campeonato e o mais jovem jogador português a actuar na UEFA Champions League, será atribuído o Dragão de Ouro relativo ao Atleta Revelação do Ano.

O andebolista Alfredo Quintana, desde Março de 2011 no FC Porto e uma das figuras dos actuais hexacampeões nacionais, foi eleito Atleta de Alta Competição do Ano. O guarda-redes portista nascido em Cuba já possui dupla nacionalidade e estreou-se recentemente pela principal selecção portuguesa. Ainda no andebol, Ljubomir Obradovic, responsável pelos últimos cinco dos seis campeonatos conquistados consecutivamente pelo FC Porto, é o Técnico do Ano, eleição que repete depois de 2010 e 2013.


As distinções prosseguem com o Dragão de Ouro para o Dirigente do Ano, desta feita atribuído ao Eng.º Luís Fernandes. O galardão para Parceiro do Ano será atribuído à Unicer, com a qual o FC Porto renovou recentemente o contrato que liga ambas as partes. O prémio de Projecto do Ano vai para o Museu FC Porto by BMG, espaço que cumpriu um ano de vida há bem pouco tempo e que continua a maravilhar quem o visita.

O FC Porto reserva o Dragão de Ouro Recordação para o malogrado Prof. Hernâni Gonçalves, falecido a 25 de Abril deste ano e que será assim homenageado a título póstumo. Há ainda espaço para uma nova distinção, a Dedicação do Ano, que será entregue ao massagista José Luís, cuja ligação ao clube já tem várias décadas.


Dragões de Ouro relativos à temporada 2013/2014

Atleta do Ano: Jackson Martínez
Futebolista do Ano: Danilo
Jovem Atleta do Ano: Maria Francisca Cabral (Natação)
Treinador do Ano: Ljubomir Obradovic (Andebol)
Atleta de Alta Competição do Ano: Alfredo Quintana (Andebol)
Atleta Amador do Ano: Pedro da Clara e Carla Oliveira (Desporto Adaptado)
Atleta Revelação do Ano: Rúben Neves
Dirigente do Ano: Eng.º Luís Fernandes
Funcionário do Ano: Bruno Pinto
Sócio/Adepto do Ano: Eng.º Eduardo Vítor Rodrigues
Projecto do Ano: Museu FC Porto by BMG
Parceiro: Unicer
Casa do FC Porto Nacional: São Miguel e Santa Maria (Açores)
Casa do FC Porto Internacional: Jersey
Carreira: Eduardo Braga
Recordação: Prof. Hernâni Gonçalves
Dedicação: José Luís
Honra: Fernando Sardoeira Pinto


fonte: fcporto.pt

CARREGA PORTO: JUSTO VENCEDOR

FC PORTO-BRAGA, 2-1

Primeira Liga, 7ª jornada
Domingo, 5 Outubro 2014 - 18:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 37.103

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).
Assistentes: Paulo Soares e André Campos.
4º Árbitro: Luís Ferreira.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Marcano, Óliver Torres, Herrera, Tello, Jackson Martínez, Brahimi.
Suplentes: Andrés Fernández, Quaresma, Quintero (46' Herrera), Evandro (77' Brahimi), Adrián López, Rúben Neves
(46' Marcano), Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

BRAGA: Matheus, Baiano, Aderlan Santos, André Pinto, Tiago Gomes, Danilo, Pedro Tiba, Rúben Micael, Pardo, Zé Luís, Rafa.
Suplentes: Kritciuk, Sasso, Salvador Agra, Éder (79' Zé Luís), Pedro Santos (72' Rúben Micael), Custódio, Alan (86' Pedro Tiba).
Treinador: Sérgio Conceição.

Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Martins Indi (25'), Zé Luis (32'), Quintero (59').
Disciplina: amarelo a Alex Sandro (43'), Marcano (45'), Baiano (57'), Óliver Torres (60'), Pedro Tiba (71'), Martins Indi (90+2').


Num encontro emocionante e com ambas as equipas em busca dos três pontos, o FC Porto foi superior e conseguiu vencer o Sporting de Braga por 2-1, passando agora a somar 15 pontos e subindo ao segundo lugar da Liga portuguesa.
O Sporting de Braga entrou em campo com uma estratégia bem definida: pressão a todo o campo, com ênfase na saída portista para o ataque, e contra-ataques cirúrgicos. Até aos 20 minutos, o FC Porto sentiu-se um pouco amarrado mas depois soltou-se e surgiram algumas oportunidades para inaugurar o marcador. Os sinais de presença assídua na área do Braga não permitiam dúvidas sobre a identidade de quem começava a mandar no jogo e quando a evidência foi contrariada o jogo tornou-se bonito e interessante.
O FC Porto foi o primeiro a inaugurar o marcador, aos 25 minutos. Canto de Tello, Maicon antecipou-se à defesa do Sp. Braga e, de cabeça, assistiu Martins Indi, que só teve de encostar.
Aos 33 minutos, numa perda de bola de Brahimi em zona proibida, Zé Luís ganhou perante Martins Indi e rematou. Maicon ainda tentou o desvio, mas a bola entrou na baliza. A partir daí só deu FC Porto, com Danilo a acertar na barra e Jackson a ver o golo evitado em cima da linha por Aderlan Santos. Na jogada seguinte, Alex Sandro é tocado na grande área e ficou um penálti por assinalar.
Ao intervalo, Lopetegui mexeu na equipa, retirou Marcano e Herrera e colocou Rúben Neves e Quintero. Foi sem surpresa que as primeiras oportunidades surgiram. Jackson aos 50 minutos teve um remate em arco que passou a rasar o poste numa boa jogada de Brahimi pela esquerda.
Aos 59 minutos, o FC Porto chegou ao segundo golo. Brahimi  consegue ganhar espaço na esquerda, e assiste Quintero que, de pé esquerdo, rematou colocado para o 2-1 do FC Porto. Na resposta, Aderlan atirou ao poste da baliza do Fabiano, que conseguiu defender a recarga.
Nos segundos finais, Danilo obrigou Matheus a uma defesa apertada. Num encontro que fez jus à habitual qualidade dos duelos entre as duas equipas, os Dragões foram justos vencedores.

DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Era muito importante regressar às vitórias”
​Satisfeito com a reacção da equipa após o desgaste de mais um jogo da UEFA Champions League a meio da semana, Julen Lopetegui sublinhou que o FC Porto tinha necessidade de voltar a somar os três pontos na Liga portuguesa, depois de uma série de três empates consecutivos. Para o treinador basco, os azuis e brancos subiram de rendimento nos segundos 45 minutos e fizeram por merecer a vitória no desafio com os minhotos.

“Não escondo que perdemos mais bolas do que queríamos, mas os nossos princípios de jogo acabam por nos expor um pouco, mas essa mesma exposição abre-nos outras possibilidades. Sentimos dificuldades na primeira parte, mas parece-me que melhorámos muito na segunda, na qual fomos superiores. Tivemos um jogo exigente na Champions League e sentíamos a obrigação de ganhar, mas é preciso realçar que defrontámos uma boa equipa, com excelentes jogadores”, declarou Julen Lopetegui na conferência de imprensa que se seguiu ao triunfo sobre o Sporting de Braga.

Procurando “mais velocidade e uma circulação mais rápida da bola” com as alterações introduzidas ao intervalo, Julen Lopetegui reafirmou a qualidade do opositor e acredita que o FC Porto venceu um jogo que “poderia ser muito perigoso”. “Nem sempre definimos bem algumas situações, mas o Sporting de Braga criou-nos muitas dificuldades. Optámos por ser mais audazes ofensivamente e arriscar um pouco mais, sabendo que as transições deles nos poderiam causar problemas. Fomos determinados na forma como lutámos e estamos naturalmente satisfeitos, até porque era muito importante voltar a ganhar”, acrescentou o treinador dos Dragões.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

PRESIDENTES DE CÂMARA VISITARAM MUSEU

Sete presidentes de câmara portistas visitaram este domingo o Museu FC Porto by BMG, a convite de Jorge Nuno Pinto da Costa, tendo ainda almoçado na Sala VIP do Camarote Presidencial e assistido ao jogo entre os Dragões e o Sporting de Braga. Acederam ao convite do presidente portista os homólogos José Neves (Arouca), Pinto Moreira (Espinho), Joaquim Couto (Santo Tirso), Sérgio Humberto (Trofa), José Alberto e Silva (Vale de Cambra), Eduardo Vítor Rodrigues (Vila Nova de Gaia) e Manuel Garcez Trindade (Resende).

No final do percurso pelo Museu, a opinião era unânime: trata-se de uma obra que reflecte o espírito de um clube cujo futuro, prevêem, continuará a ser vitorioso. "Tive muito prazer em ser convidado, até porque sou sócio há 60 anos. Fui atleta, o meu pai também foi funcionário e todos os meus filhos são sócios, pelo que tenho um grande amor pelo clube. Registo com agrado que ele regista uma enome vitalidade, está cada vez mais moderno e actual. O Museu é espectacular e todos os portistas terão eventualmente de passar por cá, para ver o que é a história, o presente e eventualmente o futuro do clube", salientou Manuel Garcez Trindade, em declarações a www.fcporto.pt e Porto Canal.

José Neves, que visitou o Museu pela primeira vez, confirmou a visão que os filhos lhe tinham transmitido sobre o espaço: "É algo absolutamente notável. Tem tudo o que as cores azuis e brancas bem representam, como a cidade e o poder do Norte. Sente-se uma emoção muito especial ao passar por estas alas e memórias que temos bem presentes. Foi uma tarde belíssima e não posso deixar de agradecer ao presidente do FC Porto estarmos todos juntos".

Pinto Moreira, presidente da Câmara de Espinho, chegou mesmo a dizer que "quem entra aqui vermelho sai azul e branco". "Como portista que sou, senti um enorme prazer em estar cá e ver a estrutura do FC Porto, que ao longo desta história tem trabalhado para dar imensas alegrias a todos os adeptos, nos quais me incluo. Com certeza que o FC Porto tem um futuro risonho daqui para a frente. Temos uma gestão altamente profissional, uma vontade indómita do presidente em dar alegrias aos adeptos todos os dias, pelo que juntamente com atletas, trabalhadores e adeptos o futuro será de enorme sucesso", declarou.

fonte: fcporto.pt

domingo, 28 de setembro de 2014

CARREGA PORTO: CLÁSSICO DÁ EMPATE

SPORTING-FC PORTO, 1-1

Primeira Liga, 6ª jornada
Sexta-feira, 26 Setembro 2014 - 20:30
Estádio: José Alvalade, Lisboa
Assistência: 37.999

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria).
Assistentes: Ricardo Santos e Luís Marcelino.
4º Árbitro: Tiago Martins.

SPORTING: Rui Patrício, Cédric, Maurício, Sarr, Jonathan Silva, William Carvalho, Adrien, João Mário, Carrillo, Slimani, Nani.
Suplentes: Marcelo Boeck, André Martins, Montero (78' Slimani), Capel (65' Carrillo), Rosell, Paulo Oliveira, Carlos Mané (78' Adrien).
Treinador: Marco Silva.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Marcano, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Rúben Neves, Herrera, Quaresma, Jackson Martínez, Brahimi.
Suplentes: Andrés Fernández, Tello (46' Quaresma), Reyes (60' Casemiro), Evandro, Adrián López, Óliver Torres (46' Rúben Neves), Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Jonathan Silva (2'), Sarr (56' ag).
Disciplina: amarelo a Slimani (11'), Quaresma (19'), Maurício (23'), Cédric (44'), Nani (70'), Tello (88').

Graças a uma excelente segunda parte, em que dispôs de cinco ocasiões claras mas conseguiu apenas um golo, o FC Porto empatou no terreno do Sporting (1-1), em jogo da sexta jornada da Liga portuguesa. Tratou-se apenas de mais um clássico entre tantos outros em quase 121 anos de história do clube, que afinal de contas terminou com o resultado mais comum nas últimas épocas: nos últimos sete encontros no terreno dos lisboetas para a Liga, contam-se uma vitória do FC Porto, duas do Sporting e três empates.

As notícias das dificuldades dos Dragões no terreno do Sporting são assim algo exageradas, mas partem de um ponto de vista compreensível: a generalidade dos observadores exige que o FC Porto vença no campo dos adversários mais directos, enquanto que o mesmo não se passa em relação ao rival, que, em boa verdade, apenas conquistou dois campeonatos nacionais nos últimos 30 anos. Os azuis e brancos aceitam esta exigência de superioridade, mas também gostariam de contar com menos obstáculos para a atingir. Mais uma vez, num lance capital do encontro, em cima dos 90 minutos, o árbitro prejudica o FC Porto, perdoando uma grande penalidade ao Sporting e a expulsão do seu jogador Maurício. Mas já lá vamos.

A primeira parte foi muito difícil para o FC Porto, especialmente os primeiros 15 minutos. É sempre uma infelicidade sofrer um golo na madrugada do jogo, num lance em que o Sporting beneficia de uma arrancada feliz de Nani e do demérito dos Dragões, que perderam a bola a meio campo. Jonathan Silva abriu o marcador aos dois minutos - foi o primeiro golo sofrido em jogos oficiais num lance de bola corrida, esta época - e os lisboetas beneficiaram de mais dois lances perigosos no primeiro quarto de hora.

Com Marcano no lugar habitualmente ocupado pelo castigado Maicon no centro da defesa e Quaresma a regressar à titularidade na ala direita, os azuis e brancos foram-se recompondo com o passar dos minutos, terminando a primeira parte com mais posse de bola (53 por cento). Jackson lutou muito na frente e ainda introduziu a bola na baliza do Sporting, numa jogada em que estava fora de jogo, mas a dificuldade em ligar os lances ofensivos, face à pressão do adversário, foi notória. 

No segundo tempo, Lopetegui fez entrar Óliver Torres e Tello, saindo Rúben Neves e Quaresma, mas, mais importante do que isso, houve uma postura mais assertiva. Trocando melhor a bola e pressionando os adversários com mais agressividade, o FC Porto poderia ter empatado logo aos 49 minutos, com Jackson, isolado por Brahimi, a atirar contra Rui Patrício. No entanto, os desequilíbrios surgiam com muito mais facilidade no meio-campo do Sporting - menos pressionante - e, sete minutos depois, chegou o empate. Tello descobriu Danilo solto na direita e o cruzamento do brasileiro encontrou Sarr, que desviou para a própria baliza, quando tentava fechar a linha de passe.

À passagem da hora de jogo, Casemiro lesionou-se e o treinador do FC Porto foi forçado a queimar a última substituição de que dispunha, lançando Reyes para o meio-campo defensivo. As duas equipas encaixaram-se como até então não tinha sucedido e o tempo foi-se escoando sem que nenhuma criasse perigo, até ao minuto 79, em que Capel rematou á trave.

Porém, as três últimas grandes oportunidades para desfazer o empate foram todas azuis e brancas: Herrera, aos 82 minutos, forçou Rui Patrício a uma espectacular defesa; aos 89, um calcanhar de Jackson foi interceptado pelo braço de Maurício, num lance que deveria ter dado origem a grande penalidade e expulsão do brasileiro; por último, Tello, já nos descontos, num lance individual, atirou a centímetros do poste da baliza do Sporting. Os três pontos poderiam perfeitamente ter viajado para o Porto.

DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Somos credores de uma vitória”

​Julen Lopetegui considerou injusta a igualdade a uma bola entre Sporting e FC Porto. O treinador dos Dragões reconheceu que a equipa sentiu “dificuldades” na primeira parte, mas realçou a “magnífica” resposta dada nos segundos 45 minutos. Pela terceira jornada consecutiva, deixa críticas à forma como são apitados os lances capitais nos jogos do FC Porto e acredita que os azuis e brancos já deixaram escapar seis pontos por “más decisões” das equipas de arbitragem.

“Sabíamos que o Sporting ia entrar forte, mas não esperávamos sofrer um golo tão cedo e daquela maneira. Sentimos dificuldades na primeira parte, mas a equipa reagiu de forma magnífica na segunda. Creio que somos credores de uma vitória e parece-me que há uma grande penalidade não assinalada a nosso favor no remate do Jackson Martínez”, afirmou Julen Lopetegui após o desafio com os lisboetas, no qual considera que os Dragões voltaram a ser prejudicados.

“Acusámos algum nervosismo, mas melhorámos muito com o desenrolar do jogo e julgo que seríamos o vencedor mais justo. Chegámos ao empate com muita atitude e determinação. Infelizmente, temos a sensação que deveríamos ter mais pontos, pois creio que já nos tiraram seis por más decisões. Estamos na luta e não nos preocupa como as coisas estão agora. O campeonato é longo e muito ainda vai acontecer. O importante é chegar ao fim no topo e vamos ver onde estamos em Maio”, acrescentou o técnico espanhol.

Já Danilo, que assumiu um papel decisivo no golo portista, considera que os Dragões reagiram bem à vantagem madrugadora da equipa de Alvalade e afirma que é muito cedo para fazer as contas do campeonato. “Sabíamos que seria um jogo difícil, mas não podemos sofrer um golo daquela maneira. Soubemos reagir e lutámos pela vitória, mas infelizmente não conseguimos. Foi um jogo entre duas grandes equipas, com grandes jogadores. Tivemos oportunidade de ganhar e é óbvio que não estamos satisfeitos com o empate, pois jogamos sempre para vencer. Ainda falta muito campeonato e tenho a certeza de que estaremos no topo brevemente, pois o plantel tem muitas opções e muita qualidade”.
fonte: fcporto.pt