9 de Fevereiro de 2010

O lugar numa final inédita em disputa, assim como outro clássico garantido.

No final da partida diante da Naval, Jesualdo abria a porta à eventual gestão do plantel a realizar no jogo que amanhã se realiza. O adepto acreditou, até porque ainda está bem presente na memória a nossa deslocação a Alvalade nesta mesma fase da competição na época transacta. Já nem falo unicamente do facto de termos ido até Lisboa de comboio, falo de termos viajado no dia do jogo, ou de a composição da equipa que nessa partida alinhou ter sido muito distante do que o mais comum dos adeptos ou até comentador desportivo consideraria normal. Era na altura claro para toda gente que esta era uma competição a mais, a hipótese de uma possível falta de comparência pairava no ar, e até hoje a dúvida persiste: Iria o FCP a Lisboa efectuar o jogo, caso não o tivesse que fazer para limpar a folha disciplinar do Fucile?

Mas isso é passado. Desta vez Jesualdo foi mais comedido, bastante mais comedido na convocatória para a segunda meia final consecutiva desta Taça, que, e afirmo mais uma vez, me daria um imenso gosto de ver exposta no nosso futuro museu, até porque acredito, que a continuar nos moldes em que se enquadra agora, deverá durar poucos anos no panorama futebolístico nacional.
Mas apesar de tudo, e como é de todas as competições, aquela onde temos menos a perder, tenho a certeza que o professor não deixará escapar esta oportunidade para testar Addy, até porque não podemos contar com Pereira no próximo jogo. E será por aqui que se esgotará esta vertente laboratorial da partida. Talvez seja dado algum descanso a Belluschi que tem desaparecido quando o jogo alcança a etapa complementar, mas deverão ficar-se por aí as poupanças, isto se descontarmos a situação de Maicon, que a meu ver, tem potencial para assumir uma posição de titularidade na equipa.

Apesar de não podermos descurar a valia da equipa que teremos de enfrentar, até porque esta vem de uma vitória sempre moralizadora em Alvalade e até já empatou connosco esta época a contar para a mesma competição, esta é uma oportunidade de ouro de conseguirmos a passagem à final da competição, facto inédito na curta história que esta possui, e assim, desse modo garantirmos a realização de mais um clássico, facto sempre apetecível.
Espero que a equipa seja capaz de corresponder às expectativas e que carimbe a passagem para a final do Algarve, de preferência sem os assobiadores do costumeiros na bancada.

Lista de convocados:
Guarda-redes - Beto e Nuno
Defesas - Bruno Alves, Álvaro Pereira, Maicon, Nuno André Coelho, Miguel Lopes e Addy
Médios - Guarín, Belluschi, Valeri, Mariano, Tomás Costa e Rúben Micael
Avançados - Falcão, Varela, Orlando Sá e Claro

Onze
Nuno;
M. Lopes, Maicon; Bruno Alves, Addy;
Tomás Costa;
Guarín, Rúben Micael;
Varela, Falcao, Mariano

Antevisão de José Gomes:


O campeão dos túneis

O génio criativo do nosso país ofereceu um novo desporto à Europa e ao mundo: o “tunebol”. Explico. Quando as duas equipas de futebol se encontram nos túneis que ligam os balneários ao relvado, após provocações de figuras contratadas para o efeito, inicia-se uma cena de pancada entre os jogadores.



O vencedor será aquele que não reagir e que, portanto, mais pontapés e murros levar. Convém lembrar que o "tunebol" está limitado aos clubes que lutam pelo título nacional. Ou seja, quem chegar a Dezembro/Janeiro em condições de ser campeão, participa no "mini-torneio" de "tunebol", para se clarificarem posições para a segunda metade da época. O campeão do "tunebol" ficará numa óptima situação para ganhar a liga.

De acordo com o seu estatuto de clube com mais títulos em Portugal, este ano o campeão do "tunebol" foi o Benfica. E não julguem que foi fácil. Exigiu muito trabalho e uma fina psicologia por parte de Jorge Jesus. Foi necessário repetir vezes sem conta, desde o início da época, aos seus jogadores: "se levarem um murro, dão a outra face para levarem um estalo". Imaginam o que deverá ter custado aos seus jogadores ouvirem, "se o Sapunaru te der um pontapé, vira a outra nádega para o Hulk te dar outro"; ou "se o Mossoró te der um estalo, dás a outra face para o Vandinho te dar um murro". E resultou.

Os jogadores do Benfica tornaram-se um exemplo de boa educação, de auto-controlo e de pacifismo. São já um exemplo para toda a Europa. Houve mesmo um jornal inglês que afirmou: a "Inglaterra deu o ‘greenpeace' ao mundo; e o Benfica deu o ‘redpeace'". Contaram-me que nas paredes do balneário, há cartazes do Dalai Lama por todo o lado. O presidente do Benfica estará a pensar convidá-lo para assistir ao jogo do título, para o apresentar como a grande inspiração da "nação pacifista". Já há mesmo quem diga que a única maneira do Sá Pinto e do Bruno Alves se emendarem é através de um estágio na Luz.

Mas o "tunebol" não se fica pelos provocadores e pelos jogadores; exige igualmente membros na Liga de Futebol com "olho de falcão", como se costuma dizer no nosso país. Pensam que é fácil olhar, através de gravações, para um molho de dez jogadores e vinte braços e perceber que foi o Hulk ou o Vandinho os únicos a agredirem. Experimentem ver as imagens e vejam se é fácil. Por fim, não há datas para terminar o mini-campeonato do "tunebol". Se um dos olhos de falcão voltar às imagens daqui a três meses e perceber que afinal o Helton, ou o Hugo Viana também agrediram, far-se-á então justiça. Nunca é tarde para punir quem bate. "Glorioso, glorioso, nos túneis és poderoso"; eis o novo grito das claques benfiquistas.


João Marques de Almeida, Professor universitário, in Diário Económico.

Modalidades - Semana de 2 a 9 de Fevereiro

ANDEBOL (14ª. Jornada)

Xico Andebol 19 - FC Porto 34

Ajuste de contas

PAULA CAPELA MARTINS/MARTA FERNANDES

O campeão não esqueceu a derrota em casa, à terceira jornada, com aquela que se tornou a equipa-sensação do campeonato. E por isso mesmo foi a Guimarães de lição na ponta da língua. Desta vez mais rotinada, e com um plantel menos castigado por lesões, a equipa de Ljubomir Obradovic conseguiu uma exibição impecável, especialmente a nível defensivo, sem que os vimaranenses encontrassem soluções para o impenetrável 6:0 dos dragões, pelo menos durante 30 minutos. Aos 25', o Xico tinha apenas cinco golos marcados, conseguindo mais dois antes do intervalo, mas porque Rui Silva converteu dois livres de sete metros, uma marca da qual a formação de Guimarães já tinha falhado por uma vez. A organização ofensiva do FC Porto também foi um problema para os anfitriões, os quais, a meio da primeira parte, decidiram subir a sua defesa, abandonando o 6:0 inicial para experimentar o 5:1 e assim tentar enfraquecer a primeira linha portista, onde Wilson Davyes estava a revelar-se uma peça importante na posição de central. No Xico, o guardião Ivo Silva entrou eficaz na segunda parte, com quatro defesas consecutivas, contagiando o resto do grupo, onde o meia-distância Rui Silva voltou a destacar-se, mas o jogo mais físico da equipa da casa não apagou um FC Porto sempre concentrado, mesmo nas situações de inferioridade numérica. Ficou "vingada" a derrota no pavilhão Dragão Caixa, mas este resultado não estragou a boa imagem que o Xico tem deixado no campeonato Andebol 1. De resto, enquanto o FC Porto já está afastado das provas europeias, a equipa de Nuno Santos mantém-se na Europa e no fim-de-semana de 13/14 de Fevereiro tem um teste difícil com os sérvios do Metaloplastika nos oitavos-de-final da Taça Challenge.

FIGURA
Ricardo Moreira
Tem asas e voa

O FC Porto é uma das equipas com melhor jogo colectivo, onde Ricardo Moreira é um dos elementos mais polivalentes. O melhor marcador de ontem, que fez o FC Porto disparar (5-9 para 5-15) nunca cedeu.

Pavilhão do F. Holanda
1º árbitro Bruno Rodrigues
2º árbitro Carlos Capela

XICO ANDEBOL
Ivo Silva Gr, P. Sampaio Gr/nj, José Costa 2, Jorge Rodrigues 5, César Gonçalves -, Marino Machado 2, Tiago Silva -, José Rodrigues -, Rui Silva 7, José Sampaio 2, Nuno Silva -, Alberto Basto 1, João Silva -, Pedro Barbosa nj,
Treinador Nuno Santos

FC PORTO
Gr Hugo Laurentino, Gr Dragan Jerkovic, 2 Nuno Grilo, 2 Gilberto Duarte, - Filipe Mota, 1 Filipe Martins, 3 Pedro Spínola, 4 Tiago Rocha, 4 Dario Andrade, 10 Ricardo Moreira, 6 Wilson Davyes, - Álvaro Rodrigues, 2 Inácio Carmo, nj Sérgio Martins
Treinador Ljubomir Obradovic

Marcador 1-3 (5'); 2-5 (10'); 3-8 (15'); 5-9 (20'); 5-14 (25'); 7-16 (30'); 10-17 (35'); 13-19 (40'); 15-22 (45'); 18-24 (50'); 18-29 (55'); 19-24 (60')

ANDEBOL (15ª. Jornada)

FC Porto 42 - Águas Santas 21

Em excesso de velocidade
RUI GUIMARÃES

Vinha de uma derrota na Madeira - duas se contarmos com o jogo caseiro frente ao Xico Andebol -, mas ainda assim o Águas Santas tinha razões para se apresentar motivado no Dragão Caixa, uma vez que vendeu muito caro o desaire perante a equipa de Paulo Fidalgo, num encontro em que terá já apresentado melhoras.
E os primeiros minutos indicavam um novo Águas Santas, mesmo sem Pedro Neto (ao serviço da selecção de Angola), com Vasco Nogueira lesionado e Pedro Cruz adoentado. Com uma defesa agressiva, a pressionar muito a primeira linha dos dragões, aos dez minutos o marcador era o reflexo disso mesmo: 4-2 para os maiatos.
Desta vez Obradovic não tardou a fazer alterações e colocou Nuno Grilo, Pedro Spínola e Álvaro Rodrigues em jogo, este último basicamente em acções defensivas, e tudo mudou radicalmente.
O ataque maiato emperrou, ficou mais de dez minutos sem fazer qualquer golo, enquanto os dragões fizeram um parcial de... 8-0. Os contra-ataques azuis e brancos sucediam-se a um ritmo alucinante e sempre com uma velocidade incrível, a deixar os adversários pregados ao chão.
Com um golo de Pedro Graça, o Águas Santas regressou ao jogo, mas já não à discussão do resultado.
O FC Porto teve a possibilidade de rodar todos os seus atletas, Jorge Borges fez praticamente o mesmo, assistindo-se a um final com protagonistas que poucas possibilidades têm de jogar tantos minutos. Isto sem os donos da casa perderem ritmo, as suas características-base e dando ainda para revelar muita eficácia. Como a de Gilberto Duarte (quatro golos em quatro remates), Sérgio Martins (três em quatro) e a do guarda-redes Jerkovic (sete defesas em 13 remates).

Figura
Ricardo Moreira
Em grande forma

Foi fundamental na final da Supertaça, brilhante no jogo com o Xico e... excepcional ontem, com mais 12 golos em 13 remates. Pena que Mats Olsson, que não o chamou ao pré-apuramento, não apareça nos pavilhões...

L. Obradovic
"Contente com a atitude"

"Estamos a conseguir acabar com velhos hábitos. Quero rapidez de execução. Há que receber a bola, driblar e aproveitar logo os três passos com rapidez e passar a bola", disse Obradovic para explicar a forma de actuar, do FC Porto. "Estou contente com a atitude de todos os atletas e desta vez jogaram todos. Mesmo assim não perdemos velocidade e o resultado foi o que foi", disse ainda o sérvio, para quem a paragem que se segue "é muito boa".

Jorge Borges
"O ataque falhou"

"Já sabíamos que era muito difícil jogar de igual para igual com o FC Porto e, curiosamente, nos primeiros dez minutos até conseguimos equilibrar as coisas", começou por referir o técnico dos maiatos. "A partir do momento em que o nosso ataque falhou, deixámos o FC Porto fazer o que melhor sabe, contra-ataque atrás de contra-ataque", disse ainda Jorge Borges.

Dragão Caixa
1º árbitro Daniel Freitas | 2º árbitro César Carvalho

FC PORTO
Hugo Laurentino Gr, Dragan Jerkovic Gr/nj, Nuno Grilo 1, Gilberto Duarte 4, Sérgio Martins 3, Filipe Mota 1, Filipe Martins -, Pedro Spínola 3, Tiago Rocha 4, Dario Andrade 7, Ricardo Moreira 12, Wilson Davyes 2, Álvaro Rodrigues -, Inácio Carmo 5

Treinador Ljubomir Obradovic

ÁGUAS SANTAS
Gr Rui Pereira, Gr Alexandre Teixeira, - Diogo Pereira, - Hugo Silva, 1 Ricardo Pesqueira, 4 Jorge Carvalho, 2 Pedro Correia, 5 Tiago Miranda, - Pedro Cruz, 1 Nuno Pimenta, 1 Luís Cunha, 7 Pedro Graça, - Juan Couto, nj Vasco Nogueira

Treinador Jorge Borges

Ao intervalo 19-10

Marcador 2-1 (5'); 2-3 (10'); 7-4 (15'); 9-4 (20'); 14-6 (25'); 19-10 (30'); 23-14 (35'); 29-16 (40'); 32-18 (45'); 34-20 (50'); 38-20 (55'); 42-21 (60')



Pos Equipa Pts JG V E D GM GS GD
1 FC Porto 40 15 12 1 2 446 345 101
2 ABC Braga Andebol SAD 39 15 11 2 2 394 332 62
3 CF Os Belenenses 38 15 10 3 2 435 379 56
4 SL Benfica 37 15 10 2 3 425 391 34
5 AM Madeira Andebol SAD 34 15 8 3 4 363 349 14
6 Sporting CP 32 15 8 1 6 430 364 66
7 CD Xico Andebol 30 15 7 1 7 417 427 -10
8 Liberty Seguros/S. Bernardo AC 27 15 6 0 9 378 377 1
9 SC Horta 26 15 5 1 9 397 440 -43
10 AA Águas Santas 25 15 5 0 10 393 441 -48
11 CS Maritimo 17 15 1 0 14 333 458 -125
12 AC Fafe 15 15 0 0 15 351 459 -108


HÓQUEI EM PATINS (14ª. Jornada)

Candelária 2 - FC Porto 1


Eles são caça-dragões
PAULA CAPELA MARTINS

O Candelária recebeu o octacampeão no máximo do seu empenho. Destronar o rei do hóquei nacional é a ambição de muitos e derrotar um líder, que este ano ainda não tinha perdido, não é para qualquer um.
A equipa, orientada por Paulo Batista, deu luta, obrigou o adversário a jogar sempre nos limites físicos e no final foi premiada. Um tiro indefensável de Sérgio Silva deixou o FC Porto desde muito cedo preocupado em chegar ao empate, acabando por chegar à igualdade a meio da primeira parte graças à genialidade de Pedro Gil. Contudo, a equipa do Pico revelou-se muito organizada defensivamente, rápida nas transições ofensivas, valendo muitas vezes Edo Bosch. Na baliza contrária, Paulo Matos também negou muitas oportunidades ao FC Porto, entre elas situações de bola parada, como um penálti e um livre directo, sendo determinante.
O empate parecia um mal menor para os campeões, quando o golo da vitória açoriana - um passe de Mauro Fernandez vindo detrás da baliza serviu Maxi Oliva -, a 3m30s, sentenciou a partida, tendo Sérgio Silva ainda desperdiçado um livre directo. O FC Porto procurou reagir, mas o tempo esgotou-se. Os cinco pontos de vantagem para o Benfica voltam a reduzir-se a dois, a diferença que havia antes do desaire dos encarnados, em Valongo, há uma semana.
Por enquanto, resta saber se hoje a comitiva portista regressará ao continente, dentro do plano de viagem previsto (ligação à Horta efectuada de barco), uma vez que no Pico o mau tempo dos últimos dias tem sido uma constante.


Pavilhão dos Desportos da Candelária

1º árbitro Paulo Santos (Porto) | 2º árbitro Domingos Carvalho (Porto) | 3º árbitro Carlos Silva (Pico)

CANDELÁRIA

Paulo Matos Gr, Sérgio Silva 1, Maximiliano Oliva 1, Tiago Resende -, Rui Ribeiro -,
André Moreira -, Mauro Fernandez -, André Moreira nj, Bruno Dutra nj, Milton Jorge Gr/nj

Treinador Paulo Batista

FC PORTO

Gr Edo Bosch, - Filipe Santos, - Reinaldo Ventura, 1 Pedro Gil, - Pedro Moreira - Emanuel Garcia, - André Azevedo, - Jorge Silva, nj Henrique Magalhães, Gr/nj Nélson Filipe

Treinador Franklim Pais

Ao intervalo 1-1

Evolução do marcador
1-0 1-1 2-1


POS
EQUIPA
PTS
JG
V
E
D
GM
GS

1 FC Porto371412118729
2 Benfica351411216028
3 Juv. Viana26148246655
4 Candelária24137334729
5 Valongo24147345966
6 Oliveirense24148066046
7 Física19146174543
8 Gulpilhares18145365063
9 Ac. Espinho16144464657
10 O. Barcelos14144283655
11 Oeiras12134094156
12 Paço de Arcos11143294363
13 Porto Santo, SAD101431104059
14 HC Braga81422103869

POS - Posição | PTS - Pontos | JS - Jogos | V - Vitórias | E - Empates | D - Derrotas | GM - Golos Marcados | GS - Golos Sofridos


BASQUETEBOL (12ª. Jornada)


Iliabum 69 - FC Porto 61

Illiabum sem medos
MIGUEL RIBEIRO

Quem esperava que a viagem do FC Porto a Ílhavo proporcionasse uma tarde tranquila, ainda vivendo da motivação-extra trazida de Lagoa, pela conquista da Taça Hugo dos Santos, enganou-se redondamente. Ontem, perante o Illiabum, viu-se um dos piores FC Porto da temporada e nem a sólida exibição dos da casa apaga esse facto. E as ausências dos lesionados Carlos Andrade e Jeremy Hunt também não serão suficientes para explicar o desaire. Aliás, no final, o técnico Moncho López deixou isso bem explícito.
O Illiabum nem começou da melhor forma, deixando o FC Porto impor o seu jogo e permitindo que a defesa portista anulasse as várias soluções ofensivas que encontrava. No entanto, tudo mudou no segundo período, quando incompreensivelmente tudo mudou. Os portistas apresentaram índices de concretização paupérrimos, o Illiabum aumentou os níveis de confiança e, com eles, a eficácia, chegando a um resultado de 23-12, em dez minutos. A partir desse momento, o FC Porto não teve capacidade física nem descernimento necessário para dar a volta ao marcador, mesmo após ter esboçado uma reacção no final do terceiro período, recuperando de 33-43 para 41-43. Nem isso foi suficiente para travar uma equipa de Alexandre Pires cheia de personalidade.


Figura
Nate Daniels
Senhor oportunidade

Foi o melhor pontuador do Illiabum, com uma eficácia de 100 por cento da linha de lance livre. Apesar disso, terminou com menos pontos de valorização que Daniel Félix, que, por seu turno, perdeu o estatuto MVP para o portista Stempin. Mas Daniels apareceu nos momentos-chave e decidiu.

"Fomos competentes e estivemos concentrados. Mas, ainda assim, temos momentos de desconcentração infantis, não admissíveis, como são os erros de habilidade"
Alexandre Pires, treinador Illiabum

"Os jogadores disponíveis tinham que ser suficientes para vencer, mas não estiveram concentrados no ataque e cometeram erros defensivos em momentos-chave"
Moncho López, treinador FC Porto


Pavilhão municipal de Ílhavo
1º árbitro Fernando Rocha | 2º árbitro Paulo Marques | 3º árbitro Sónia Teixeira

ILIABUM

Francisco Rodrigues 4, Nate Daniels 18, Daniel Felix 14, Mathew Shaw 6, James Roberrts 15,
Fábio Lima 12, Vasco Estevão -, Pedro Valente nj, Cristophe Pereira nj, Francisco Mota nj

Treinador Alexandre Pires

FC PORTO

13 Rui Mota, 22 Gregory Stempin, 12 Nuno Marçal, 6 João Figueiredo, 3 Jorge Coelho, 3 André Bessa, 2 Julian Terrell, - Paulo Cunha, - José Almeida, - David Gomes, nj Pedro Valente, nj João Soares

Treinador Moncho López


POS
EQUIPA
PTS
JG
V
D
PM
PS

1 Benfica2412120976843
2 Ovarense2212102874788
3 V. Guimarães2113851073996
4 FC Porto Ferpinta201284958816
5 AD Vagos17134910161126
6 Sampaense1712579811051
7 Illiabum171257862920
8 CAB171257957979
9 Académica171257826850
10 Barreirense161248894941
11 Ginásio161248858900
12 Física151239844909

POS - Posição | PTS - Pontos | JS - Jogos | V - Vitórias | D - Derrotas | PM - Pontos Marcados | PS - Pontos Sofridos


BILHAR

Faleceu Rosa de Fátima

Pioneira do bilhar feminino em Portugal, no âmbito da secção da modalidade do FC Porto, Rosa de Fátima Almeida faleceu na passada quinta-feira, em Angola, vítima de doença prolongada. Aos 47 anos, a antiga atleta e seccionista deixa um legado de cerca de duas décadas ao serviço do bilhar.

Paulo Andrade é campeão nacional de carambola

O portista Paulo Andrade sagrou-se campeão nacional individual de bilhar de carambola (três tabelas). O atleta azul e branco foi o mais forte dos oito jogadores que marcaram presença na fase final, que no salão do Ginásio Clube do Sul, em Almada.

Numa fase final marcada pelo equilíbrio, o grande destaque vai, por inteiro, para a participação dos atletas do FC Porto. Além do título nacional, os Dragões garantiram ainda o segundo lugar, por intermédio de Rui Manuel. A última posição do pódio foi conquistada por José Escudeiro (Leça FC).

Este foi o primeiro título nacional de Paulo Andrade, depois de um terceiro e de um segundo lugar ao serviço do Leixões. «Estou muito feliz. Foi muito difícil, porque fazer sete jogos em três dias é muito cansativo», revelou. Agora, segue-se o campeonato nacional de equipas, onde o FC Porto vai procurar reconquistar o título.

ATLETISMO


FC Porto é campeão nacional de juniores masculinos em pista coberta

O FC Porto sagrou-se campeão nacional de juniores masculinos em pista coberta, no evento que decorreu no Expocentro de Pombal. Os Dragões obtiveram uma classificação de 97 pontos e uma grande vantagem sobre o segundo classificado, o Benfica (70 pontos), e o terceiro, a Juventude Vidigalense (40 pontos).

Em termos globais, o FC Porto obteve 14 lugares de pódio individuais (sete medalhas de ouro, três de prata e quatro de bronze) e quatro recordes regionais de juniores em pista coberta (Diogo Santos, nos 200 metros, Bruno Costa, no salto em altura, Adriano Lopes, no lançamento do peso, e Ricardo Barros, Diogo Santos, Paulo Pinto e Pedro Machado, nos 4x200 metros).

A lista completa de campeões nacionais é constituída por Adriano Lopes, André Moreira, Bruno Costa, Célio Inácio, Diego Manjate, Diogo Santos, Flávio Silva, José Costa, Miguel Pereira, Paulo Pinto, Pedro Machado, Ricardo Barros, Ricardo Coroa e Ricardo Teixeira.

FC Porto tem três novos campeões nacionais sub-23

Três atletas do FC Porto sagraram-se, este domingo, campeões nacionais no escalão sub-23, no evento que decorreu na Nave de Espinho: Tânia Duarte, nos 200m (25,03), Lídia Sousa nos 800m (2.15,95), e José Costa, nos 3000m (8.22,69).

A mais recente contratação dos Dragões, a lituana Egle Balciunaite, venceu os 400m e os 800m. No entanto, por se tratar de uma atleta estrangeira, os seus resultados só foram contabilizados para a prestação da equipa.

NATAÇÃO

FC Porto Dolce Vita foi segundo no Meeting Internacional da Póvoa de Varzim


O FC Porto Dolce Vita conquistou a segunda posição colectiva no quarto Meeting Internacional da Póvoa de Varzim, que contou com a presença das melhores equipas nacionais e de algumas formações estrangeiras. Os Dragões só foram batidos pela forte equipa Italiana SSD Nuoto MGM Sport, que, com 895 pontos, não deu hipóteses à concorrência. O FC Porto Dolce Vita arrecadou 745,5 pontos, enquanto que a selecção israelita encerrou o pódio, conseguindo 686. A segunda melhor equipa portuguesa ficou a larga distância, com menos de metade dos pontos alcançados pelos azuis e brancos.

Na primeira competição disputada após as novas regras, que proíbem o uso dos fatos que nos últimos anos vinham sendo usados, o destaque pessoal vai para Marta Marinho, que conseguiu um novo recorde do clube nos 100 metros costas, com 1:04.97. Destaque ainda para Paulo Santos e João Carvalho, que alcançaram respectivamente a primeira e a segunda posições, nos 50 metros e 100 metros livres, e para Sara Oliveira, que logrou vencer os 200 metros mariposa.

Calendário:

Basquetebol

12 de Fevereiro às 21h30 - FC Porto - V. Guimarães - 13ª. Jornada

Hóquei em Patins

13 de Fevereiro às 17h00 - FC Porto -Oeiras - 15ª. Jornada

Andebol

20 de Fevereiro às 17h00 - Madeira SAD- FC Porto - 16ª. Jornada

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto

Figuras Históricas Modalidades

TÓ NEVES
(HÓQUEI EM PATINS)

A história começou aos 7 anos de idade, quando pegou pela primeira vez num par de patins. Com 28 ligados ao FC Porto, foi do outro lado da 'Circunvalação' que tudo começou.

“Surgiu num Sport Clube de Rio Tinto, numa brincadeira de miúdos, fui por brincadeira e a partir daí aderi ao hóquei em patins, houve da parte do meu pai alguma não satisfação e eu para o contrariar acabei por ser jogador de hóquei”.

Mais habituado a vencer, Tó Neves começou cedo a ter de ultrapassar obstáculos e o primeiros vieram da escola.

“Por más notas, acabei por sair do hóquei e fazer uma brincadeira no voleibol e no hóquei de sala, depois o hóquei surgiu no FC Porto, porque tinha lá um jogador do Rio Tinto e aproveitei a 'boleia' e fiquei lá por bastantes anos”.

Tó Neves afirma que desde sempre teve o espírito competitivo entranhado e que a sua motivação cresce com as dificuldades.

“Eu desejava era jogar, competir. Só praticamente quando foi para o FC Porto e as dificuldades eram muitas, então aí, já com um grande desafio do meu pai que teimava que não conseguia chegar ao nível dos outros, a partir daí houve uma forte motivação para conseguir vencer as dificuldades. O meu pai estava 'proibido' por mim de me ir ver, ele só me começou a ver no meu último ano de juniores, escondido na bancada e depois só nos seniores. Só queria que me fossem ver, quando eu achasse que eles iam ter orgulho em mim”.

Dono de um palmarés de fazer inveja, Tó Neves, diz que o sonho maior sonho de jovem era poder chegar e estar um ano no plantel principal do FC Porto, esteve 28, com um pelo meio onde passou pelo Benfica. Diz já ter marcado mais de 1300 golos em toda a sua carreira, ganhou tudo o que qualquer atleta pode ganhar em larga escala. Dos mais de 40 títulos que conta no seu palmarés, destaca estes.

“A primeira vez que fui Campeão Europeu de Clubes, com 18 anos, foi super emociantes, ganhei um campeonato nacional com 17 pontos de atraso, foi campeão europeu e mundial por Portugal, essas foram as sensações mais fortes. A participação os Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, foi aquilo que o hóquei em patins me deu de melhor, mas depois a desilusão de ter sido a pior”.

Tó Neves fez parte da equipa que ficou pelo 4º lugar na experimentação do hóquei em patins como modalidade olímpica, num período em que Portugal havia sido Campeão Europeu e Mundial e era tido como o principal favorito.

Dono de um dos maiores arquivos do hóquei patinado português, Tó Neves tem em casa tudo o que é recorte de jornal onde aparece, mas o mérito desse registo é revelado pelo próprio.

“Não ligava nada a isso, eu posso dizer que tenho cerca de 60 cassetes e nunca vi um jogo meu, tenho para um dia mais tarde recordar com calma. Dá-me gozo tê-la, mas não foi uma coisa que partisse de mim. Há que dar muito valor à minha esposa e à minha mãe”.









Golo do FC Porto marcado ao Paço de Arcos que igualou o resultado em 7 - 7, no jogo da festa do título de campeão da época 1999/2000




Jogada colectiva que resultou no 11º golo, concretizado por Tó Neves, contra a Suíça nas meias finais do Campeonato da Europa de 1998, em Paços de Ferreira.




Belo desenho colectivo de golo marcado por Tó Neves contra a selecção holandesa no jogo inaugural do Europeu de Hóquei em Patins de 1998.

7 de Fevereiro de 2010

Consumada a aproximação. (Actualizado)



F.C.PORTO - Naval 1º de Maio
Décima Oitava Jornada da Liga Sagres
Estádio do Dragão, 31 420 espectadores.
F.C. PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Alvaro Pereira; Tomás Costa, Belluschi e Ruben Micael; Mariano, Falcao e Varela.
Substituições: Belluschi por Guarín (66min.), Fucile por Miguel Lopes (83min.) e Rúben Micael por Valeri (83min.)

Pequenas Notas
Destaques positivos
.Tomás Costa
.Falcao
.Álvaro Pereira

Destaques negativos
.O regresso da tradicional assobiadela
.Mediocridade do jogo da Naval
.Alguns equívocos ao nível da arbitragem

O Jogo
Se é na exigência que o adepto portista procura habitualmente marcar a diferença para os demais, alguns dos que hoje marcaram a presença no Dragão, fazem desse lema e dessa maneira de encarar o futebol uma obsessão desmedida e que em nada contribuiu para o crescimento da equipa. Quando eu ontem escrevia que muito do sucesso que a equipa poderia hoje alcançar passava também pela paciência dos seus adeptos, fí-lo porque já se adivinhava que hoje não se iria repetir um jogo da magnitude do de terça-feira. A herança que esse jogo colocou em cima da equipa era de facto muito evidente e infelizmente ainda não se percebe que não existem jogos iguais, e que, em última análise o que interessava hoje, mais do que uma exibição vistosa, era aproveitar o deslize do Slb para encurtar as distâncias. Mas a exibição acabou por ser mais uam vez boa, pelo que as assobiadelas se tornam ainda mais incompreensíveis.

Eu não quero mais nem menos do que ninguém ver o FCP a jogar como o fez na terça-feira, mas convenhá-mos que após os 10 minutos iniciais em que a Naval ainda se foi chegando à nossa área, e um outro momento do segundo tempo, era difícil desmontar aquela muralha montada por Inácio. Ainda fomos assistindo a algumas iniciativas interessantes por parte do nosso ataque que foi uma vez mais muito bem apoiado por um meio campo em pleno entendimento, mas notava-se que a naturalidade não era a mesma, e não era porque a Naval não deixava e porque acusávamos ainda algum desgaste . Dominávamos por inteiro mas o golo tardava em aparecer, e até entendo que se gere de imediato um clima de inquietação, mas foi quase natural quando ao minuto 39 na cobrança de um livre indirecto já dentro da grande área e após um ressalto num adversário, Tomás Costa fazer o primeiro que viria conferir justiça ao resultado da partida até então.

Era com um golo de vantagem e com uma exibição segura e com alguns momentos de qualidade assinalável que a nossa equipa partia para o segundo tempo. A vantagem mostrava-se escassa, como são todas com uma expressão no marcador tão curta, mas a Naval raramente criava perigo, é certo que já demonstrava mais argumentos do que os que apresentou no primeiro tempo, mas ainda assim, era pouco. A entrada do Guarín serviu para estabilizar um meio campo que já sofria com o desgaste de Belluschi, e a partir desse momento não mais o resultado se mostrou em perigo efectivo, até porque poucos instantes depois Falcao viria a marcar aquele golo, o tal que nos conferia uma gestão mais tranquila, assumida por Jesualdo através das suas mexidas, mas não assimilado inteiramente no relvado como viria a provar o terceiro golo alcançado por Varela.

Vitória expressiva numa boa exibição, que apenas pecou por não alcançar a tranquilidade de uma forma mais prematura e onde assistimos a exibições individuais muito boas, confirmando assim esta tendência de crescimento da equipa.

Os Jogadores
Helton - Pouco trabalho, mas quando foi chamado a intervir fê-lo de forma exemplar. Não é novidade para ninguém que um jogo que se enquadre na tipologia em que se enquadrou este é sempre difícil devido à extrema dificuldade em manter os níveis de concentração.
Fucile - Grande exibição do uruguaio que foi quase sempre uma dor de cabeça para a Naval, que não foi com meias medidas e usou e abusou do jogo faltoso para o travar.
Rolando - Esteve bem, mas por vezes é um pouco irritante verificar a passividade, ou melhor, a lentidão com que aborda alguns lances. Já sofreu mais desse mal esta época, mas ainda assim, é um aspecto a rever no central.
Bruno Alves - O regresso do capitão após ausência por motivo indefinido. Teve um exibição regular e contribuiu de forma efectiva para a vitória com uma assistência para o segundo golo.
Álvaro Pereira - Enorme exibição. Algo que vem sendo quase natural neste uruguaio. Corre quilómetros ajudando assim de uma forma muito evidente os processos ofensivos da equipa.
Tomás Costa - Grande exibição. Foi mesmo a melhor partida do argentino naquela posição, assumindo-se assim como uma alternativa mais credível em finção das ausências de Fernando.
Belluschi - Menos exuberante do que vem sendo habitual, pagou a factura de um jogo feito em alta rotação na terça-feira.
Rúben Micael - Teve uma prestação em tudo semelhante à do homem que com ele faz parelha no meio campo. Apesar de tudo foi mostrando algumas das qualidades que fizeram com que ele entrasse de imediato nas graças dos adeptos portistas.
Varela - Começou fria a sua exibição, mas foi aquecendo atingindo o seu ponto mais alto já perto do término da partida através da obtenção do terceiro golo da equipa.
Falcao - Mais um golo aliado a uma exibição que seguiu a linha das suas antecessoras, ou seja, esteve novamente em grande nível.
Mariano - Este homem tem que ser capitão. Não é que tenha estado mal, longe disso, mas também não esteve num nível tão brilhante como esteve na terça. Será mesmo da braçadeira?
Guarín - Entrou bem e teve o condão de estabilizar a equipa com essa mesma entrada. Na perspectiva do colombiano será sempre interessante aproveitar estas oportunidades uma vez que viu a sua janela de oportunidade ser reduzida com a entrada do Micael.
Valeri - Nada a assinalar.
M. Lopes -Nada a assinalar.

Vídeos


6 de Fevereiro de 2010

Aproveitar o embalo.

Após o jogo da passada Terça-Feira gerou-se em torno desta equipa um sentimento de enorme alegria e também de confiança. Sentimentos esses plenamente justificados perante a qualidade evidenciada pela a equipa ao longo dos 90 minutos, sem esquecer que diante de nós estava um dos nossos maiores rivais.

Amanhã é ainda com as imagens desse jogo bem vivas na memória de todos que defrontamos a Naval. Ao olhar para o que esta mesma equipa foi fazer ao terreno do Sp. Braga, podemos esperar por um autocarro bem armado por parte da equipa que viaja da Figueira da Foz. Mas se formos fazer uma breve retrospectiva, é isso mesmo que fazem quase todas as equipas no Dragão. O que não podemos é confundir autocarro com anti-jogo. Cabe-nos a nós adeptos manter os índices de paciência ao máximo, sendo que caberá em última instância aos interpretes escolhidos pelo professor, arranjar uma forma de contrariar o adversário.

De entre as dores de cabeça que o nosso treinador terá agora pela frente, fruto desse mesmo jogo de Terça-feira, devido às lesões de Meireles e de Rodríguez, apenas terá por certo mais dificuldades em encontrar a dupla de centrais, uma vez que Bruno Alves está de volta aos convocados depois do caso, ou do não caso, da agressão ao Tomás Costa. De resto, creio que a entrada do argentino para substituir o castigado Fernando será a única alteração ao onze que defrontou o Sporting, até porque deverá imperar a velha máxima de que em equipa que ganha não se mexe.
Última referência para a estreia algo inesperada de Addy nos convocados.


Lista de convocados:
Guarda-redes: Helton e Nuno
Defesas: Bruno Alves, Fucile, Rolando, Alvaro Pereira, Maicon, Miguel Lopes e Addy
Médios: Guarín, Belluschi, Valeri, Mariano, Tomás Costa e Ruben Micael
Avançados: Falcao, Varela e Orlando Sá.

Onze
Helton;

Fucile, Maicon, Bruno Alves, Álvaro Pereira;
Tomás Costa;

Belluschi, Rúben Micael;
Varela, Falcao, Mariano


Que classe, Rui Moreira!


Fazer das Tripas Coração

Tudo levava a crer que esta seria uma semana terrível. Afinal, um dos mais carismáticos dirigentes do FC Porto, Fernando Gomes, apresentara a sua demissão do cargo de administrador da SAD, onde era responsável pelo pelouro das finanças. Dizia-se que entrara em rumo de colisão com o presidente e com os seus colegas por causa da contratação do brasileiro Kléber. Horas depois, saber-se-ia que o negócio se gorara e que para além da desfeita, haveria consequências no balneário já que, como Farias deixara, por isso, de rumar ao Brasil, era presumível que o jogador argentino ficasse contrafeito. Havia, também, a notícia de problemas disciplinares envolvendo o capitão Bruno Alves que o teriam afastado da convocatória, Rodriguez estava lesionado e também Raul Meireles estava indisponível, havendo rumores de que não seria por lesão. Logo que Angelino Ferreira foi indicado como substituto de Fernando Gomes, poucos se lembraram que o recurso à «prata da casa» era um desfecho natural e muitos invocaram que a nomeação só comprovava que a renovação de quadros já não era possível.

Todo este drama colossal acontecia, ainda por cima, em vésperas de um jogo importante para a Taça de Portugal e não faltava quem garantisse que esta eliminatória, vista como uma final antecipada, seria o tira-teimas para a equipa técnica. Afinal, o FC Porto estava já a seis pontos do Braga e do Benfica e como o Sporting acabara de comprometer definitivamente as suas esperanças de conquistar o campeonato, a Taça de Portugal era o último prémio de consolação da época.

Aparentemente, estavam criadas as condições ideais para que o FC Porto partisse para este jogo em situação de inferioridade e, na dúvida, apontava-se a «fruta» como única arma letal à disposição dos dragões. É verdade que, também no seio dos adeptos portistas, havia algum desalento, a inevitável titularidade de Mariano Gonzalez era apontado como uma fragilidade e a fraca bilheteira confirmava essas inquietações.

Afinal, não foi preciso esperar muito para perceber que os mind games não tiveram o efeito previsto. Com Fernando Gomes no camarote presidencial e Bruno Alves na bancada, com Ruben Micael com a batuta e Mariano e Falcao em grande plano, o FC Porto depressa mostrou que continua a ser uma nau à medida destas tormentas. Viu-se um grande espectáculo de futebol, com uma excelente arbitragem, com correcção exemplar, com alegria nas bancadas, com golos de qualidade e com uma réplica digna, como se comprovou a um minuto do fim. Tal como aconteceu tantas vezes no passado, e sucedera na época passada em Kiev e Alvalade, o FC Porto respondeu no momento certo e, fazendo das tripas coração, contrariou as mais funestas previsões. Não, desta vez não houve casos nem dramas, não houve túneis nem protestos, os stewards não jogaram. Houve, apenas, um invulgar jogo de futebol, de onze contra onze, sem trunfos escondidos.


Bruno Alves

Não se conhece, oficialmente, a razão pela qual Bruno Alves não foi convocado para o importante jogo da Taça de Portugal mas não é crível que se tenha tratado de uma opção técnica, tanto mais que, segundo a comunicação social noticiou, terá havido um problema disciplinar num treino. Nestas situações, exige-se a devida ponderação entre a indispensável disciplina interna e o bom senso, e é para isso que servem as multas. É que de suspensões e exclusões, ainda por cima por casos que se passam fora dos relvados, já estamos todos fartos. Além disso, e como Tomas Costa fez bem em lembrar, Bruno Alves faz falta ao grupo de trabalho.

Nomeações

É extraordinário que, depois de tudo o que se passara no Dragão na visita da União de Leiria, o árbitro Elmano Santos tenha sido escolhido para arbitrar um jogo tão importante como o Benfica-Guimarães. É extravagante que João Ferreira, depois de ser o 4º árbitro que está associado ao caso do túnel da Luz e ao estranhíssimo Marítimo-Benfica, tenha merecido arbitrar o Braga-Sporting, e que Carlos Xistra tenha sido escalado para o jogo da Choupana. Pelos vistos, são estes os critérios de Vítor Pereira. É, no mínimo, surpreendente que se procure resolver a suspeita — que existe e que as palavras recentes do responsável pelas nomeações só corroboraram — com estas insólitas nomeações.

Campeão

O Benfica tem uma boa equipa e um excelente treinador, e não me custa a admitir que esses argumentos poderiam ser suficientes, só por si, para conquistar o tão almejado título nacional. Não sei se o Benfica ganhará o campeonato de futebol, mas reconheço que, no mínimo, já ganhou o campeonato do túnel e a taça da secretaria. Como me confidenciava, há dias, um antigo dirigente benfiquista, é pena que a eventual vitória do seu clube fique associada, para sempre, a esta mácula. Lamentavelmente, o Sporting de Braga parece ser, agora, o alvo a abater e, esperando que o FC Porto consiga ultrapassar os minhotos na classificação, gostaria que isso fosse conseguido sem truques e sem ajudas.

A batota

Para que conste, o Braga foi o campeão no relvado até 2 de Fevereiro, dia em que se viu privado de dois dos seus melhores jogadores. Vandinho foi castigado por «tentativa de agressão» que não consta dos relatórios dos árbitros, da polícia, dos delegados da Liga e que é desmentida por todos os intervenientes, excepto os ligados ao Benfica. Se o leitor tem dúvidas sobre mais esta inventona, recorra ao You Tube e procure S. C. Braga-Benfica — O que realmente se passou com o Vandinho e o adjunto. Com tantas e sucessivas calabotices, em que há sempre um único beneficiado, não será tempo de os outros clubes convocarem uma Assembleia Geral Extraordinária da Liga e dizerem «basta!»?

Rui Moreira n' A Bola


5 de Fevereiro de 2010

A semana vista em tons de azul e branco.

- Falando de futebol propriamente dito, duas vitórias em outras tantas partidas apesar de serem para competições diferentes.
Vitória contundente na Madeira numa deslocação tradicionalmente difícil.
Melhor exibição da temporada e goleada no Dragão para a Taça de Portugal.
Podemos qualificar esta semana como sendo uma das mais proveitosas a todos os níveis este ano. Fartura de golos e bom futebol.

- O mercado fechou na Segunda-Feira. Kléber era para vir. Farías era para seguir o percurso inverso. Acerca desta transferência, não conhecendo a valia do Kléber, apenas posso salutar a permanência do argentino no Dragão.
Por falar no Kéber, que o homem se farta de falar lá isso é verdade.
Aproveitando o empréstimo de Sapunaru, o FCP realizou a sua ultima transacção por forma a equilibrar as laterais. De Addy pouco ou nada sei, mas como se trata de um jovem com evidente margem de progressão, dependendo dos valores do negócio, parece-me uma aposta interessante.

- O túnel continua a dar que falar. A Sic teve acesso ás imagens onde pouco ou nada se vê, e onde apenas foi mostrado o que interessava. Mais um trabalho encomendado à estação de Carnaxide na pessoa da verdade desportiva.
Ainda nem 24 horas passavam desde o fecho das inscrições na Liga Portuguesa, e já Vandinho, Mossóro e Ney se viam castigados num processo que surgiu na sequência do Túnel de Braga. Coincidência ou não, Mossóro regressa mesmo a tempo de defrontar o FCP no Dragão. É como diz o Jesualdo, é mesmo para rir.

- Para terminar, segundo parece, Bruno Alves decidiu dar uma de Bruce Lee no Tomás Costa. Ou então não. Parece que nunca iremos saber.

Carrega Porto, Sondagens


Eis o resultado da última sondagem Carrega Porto, "O que fazer para sermos mais fortes na segunda metade do campeonato?".
Com muita surpresa e até lamento meu, a opção mais votada foi a de despedir o professor Jesualdo. Não votei e muito dificilmente votaria neste opção, por muito mal que o Porto estivesse (situação que claramente não se verifica). Notei ao longo do tempo em que a sondagem esteve aberta, que esta opção teve mais afluência depois dos jogos contra Paços de Ferreira e Belenenses. É normal, depois de um resultado ou exibição menos boa as luzes são viradas para o elo mais fraco, o treinador. Não comungo desta ideia e sempre defendi que o professor seria o meu treinador, pelo menos, até ao fim da época.
A opção "alterar alguns comportamentos", na qual eu votei, este muito perto de vencer. Creio que aconteceu mesmo, nos últimos jogos vimos um Porto com um comportamento em campo excepcional. A postura certa e a chama do Dragão, como diz o nosso Micael "jogámos à Porto, só isso!"
A escolha "Contratar alguns jogadores" vem a seguir e foi exemplarmente cumprida pelos nosso dirigentes. Ruben Micael não é nenhum salvador mas ajuda, e de que maneira; com ele tudo flui mais facilmente, a bola ganha vida e até os companheiros teem maior rendimento. Quanto a Ady, desconheço. Espero para ver.
"Reformular algumas titularidades" creio que será o maior problema que Jesualdo enfrentará nas próximas semanas. Um problemas que os treinadores gostam de ter, claro. Quando Meireles estiver operacional irá jogar? Quem sai? A parelha que Rúben e Belluschi estão criando é mágica, um futebol com outro perfume, haverá coragem para desfazer isto? Ou Meireles passará para o lugar de Fernando como muito teem defendido? E o Bruno, merece regressar à titularidade, depois do mau comportamento e de Maicon se ter imposto de forma imperial? Tem a palavra o professor!
"Mudar o sistema táctico" teve poucos votos e, sinceramente com o professor Jesualdo creio ser pouco plausível, apesar de agora ser ainda mais um caso a pensar, com 4 médios de grande qualidade que temos.

Muitas destas opções foram cumpridas e, sinceramente este Porto, o Porto de Jesualdo Ferreira, está mais forte. Temos 4 competições pela frente e um único pensamento, a vitória em todas elas!
Vamos Porto, Carrega Porto!


Nova Sondagem Carrega Porto!
Qual o próximo golpe do Ricardinho Costa?
Vota já, na barra lateral!

4 de Fevereiro de 2010

Inimigos pela verdade....

Num programa exibido na TVI 24, o Dr. José Manuel Meirim, reputado professor universitário de Direito do Desporto, afirma que ao abrigo dos regulamentos em vigor, os stewards não são agentes desportivos. A sua função apenas se confina a orientar e ajudar os espectadores nos estádios.

Portanto os stewards não podem permanecer dentro dos túneis, pois não existem espectadores para orientar e ajudar nesse local.

Tendo em conta tudo isto, a nota de culpa, que estipula penas de suspensão que vão dos 6 meses aos 3 anos, é totalmente descabida, pois segundo o Dr. José Manuel Meirim, o que aconteceu é equiparável a uma agressão a um espectador, facto punível com pena de suspensão de 1 a 5 jogos, ora entretanto com esta demora os jogadores já cumpriram 9 jogos de castigo!

No mesmo programa da TVI 24 estava também presente Jorge Coroado, que se mostrou surpreendido com o facto de Aimar ter sido castigado com multa por simulação de um penalti, quando Lisandro Lopez foi punido com multa e suspensão por um jogo, pela mesma infracção. Na minha opinião no penalti do Aimar nem há discussão quanto à simulação que é clara, enquanto que no do Lisandro existe um braço que impede o jogador do Porto de prosseguir com a bola. A intensidade como muitos falam não se sabe, quando um jogador está em movimento o mínimo toque pode ser suficiente para a queda.

Octávio Machado também nesse mesmo programa mostrou-se surpreendido com o facto da comissão de disciplina da liga não ter instaurado qualquer processo de averiguação ao jogo Benfica – Nacional, após as declarações no final do jogo de Ruben Micael, Patacas e Manuel Machado que afirmavam ter havido coacção física sobre os jogadores do Nacional e em especial Ruben Micael.

Esta semana o programa Dia Seguinte transmitido na SIC Noticias foi deplorável. Mostraram imagens do túnel que lhes interessou mostrar, para tentar demonstrar que os jogadores do Porto é que estiveram na origem das agressões, e que estas foram a título gratuito.

Jornalismo da pior espécie que viola todos os princípios éticos e deontológicos pelos quais se deve reger qualquer profissional/órgão de comunicação social.

Silvio Cervan é asqueroso, odiento e cego. É o Stevie Wonder dos "paineleiros" do nosso país. Todo os seu discurso enoja. Diz-se camara e não "cambara" oh Stevie Wonder!

Nas imagens do túnel vê se claramente o alegado chefe dos stwerds a provocar primeiro Fernando que com isto até reage dando um pontapé no fole do túnel, e depois indo à zona portista para a arruaça...levou e só se perderam as que cairam no chão.

Neste vídeo vê-se o stwerd a acompanhar Fernando e não se ouve o que diz, mas não dever ter sido nada de bom, ao ponto de levar Fernando a pontapear o fole do túnel.



Neste vídeo vê-se o stwerd a provocar os elementos portistas.



Pepe no campeonato espanhol pela agressão que todos conhecemos apanhou 10 jogos ... Hulk e Sapunaru já vão em 9 jogos!!!

Entretanto com todo este processo que aparentemente era simples de resolver, o Porto viu-se privado de dois jogadores importantes, e foi mesmo obrigado a recorrer ao mercado adquirindo Ruben Micael e David Addy … no mínimo esta história já nos custou 3 milhões de euros, e teve de emprestar Sapunaru.

Mais outra palhaçada ... Acácio Valentim e Ruben Micael foram notificados a comparecer na liga para serem ouvidos em dia de FC Porto - Sporting para a Taça de Portugal !!!

E como não basta prejudicar o FC Porto, esta comissão disciplina apressou-se a castigar jogadores do Braga e a arquivar os processos contra os jogadores sarracenos.
Pois é, o que tentou agredir (Vandinho) levou 3 meses, e o que agrediu levou 3 jogos ... Palhaçada! E mais o castigo saí um dia após o fecho das inscrições, não fosse o Braga contratar alguém para colmatar estas ausências por castigo!

Os sarracenos compraram o Leiria necessitado de dinheiro, e anteciparam o jogo ... estão em muitas frentes!!! E mais a comissão para Javi Garcia propôs (que porra é esta) 2 jogos de castigo pelo coice à cavalo que deu no jogador do Guimarães, mas o que é certo que esta proposta ainda deve de ir a votação e a promulgação pois ontem Javi Garcia jogou!!!

Este jogo contra o Guimarães foi um roubo de igreja, mas os vimaranenses aparentam gostar de ser roubados e espoliados pelos seu amigos sarracenos!!!

Vamos ver onde vai isto parar. Enquanto portista acho estranho que os Super Dragões, enquanto claque com capacidade para mobilizar pessoas nada tenham feito, para nós portistas demonstrarmos ordeiramente a nossa revolta contra estas injustiças.

3 de Fevereiro de 2010

Pura magia, numa exibição de gala. (Actualizado)



F.C.PORTO 5 - 2 SCP
Quartos de Final da Taça de Portugal
Estádio do Dragão, 36.614 espectadores.
FC PORTO: Beto; Fucile, Roalndo, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Ruben Micael; Varela, Falcao e Mariano (Cap.);
Substituições: Belluschi por Tomás Costa (72m), Falcao por Orlando Sá (75m) e Ruben Micael por Valeri (75m)

Pequenas Notas
Destaques positivos
.Futebol de alta qualidade
.Falcao
.Varela

Destaques negativos
.Incidentes no sector visitante
.Banalidade Sportinguista
.Arbitragem

O Jogo
A última vez que me desloquei ao Dragão para assistir a um Clássico diante deste Sporting foi na época transacta. Confesso que foi uma das partidas que mais enervou e menos empolgou de entre aquelas que já visualizei no Dragão. Quis o destino, com a ajuda dos Deuses do futebol que eu hoje saísse do mesmo lugar, diante do mesmo adversário, mas com um sentimento de tal forma antagónico que é difícil de descrever em palavras.

Parafraseando o mestre da táctica, hoje mais do que nunca podemos dizer que isto sim, foi jogar à campeão. Noventa minutos de gala, apenas ofuscados por mais um golo de Izmailov diante do FCP - triste sina a nossa - e um golo sofrido já perto do apito final. Mas nem estes acidentes de percurso são suficientes para fazer uma qualquer espécie de sombra a uma exibição fantástica, onde banalizamos um dos nossos eternos rivais, que diziam os entendidos, atravessava a sua melhor fase da época. Nem o facto de termos vindo de uma viagem sempre "agressiva" à Madeira, com menos 24 horas de repouso nas pernas, nem isso serviu para parar uma equipa que se mostrou de peito aberto e com uma alma enorme naquele relvado. Antes de individualizar a exibição deste ou daquele jogador, temos que ser justos na admissão de que hoje mais do que o indivíduo, imperou a força demolidora do colectivo.
Posto isto, ao intervalo e com o resultado de 3-1 que transitava do primeiro tempo, era natural a confiança e tranquilidade que imperava nos corredores do Dragão. E o estado de espírito apenas não era melhor, porque como já referi o Izmailov decidiu mais uma vez estragar a festa, pelo menos tentou, e porque mais uma vez estávamos a ser roubados de uma forma indecente na nossa própria casa. Grimi pode agradecer, não a Deus, mas a S. Baptista o facto de ter terminado a partida. Para a estatística ficam dois bons golos do Falcao, precedidos no tempo pelo primeiro golo do Rolando na sequência de um canto, mas para a história ficava a quase certeza do apuramento para a fase seguinte da Taça, e porque não dizer, a certeza do aumento de probabilidades de podermos revalidar o título face à valia das restantes equipas.

E se o grau de satisfação para com o que se assistiu no primeiro tempo era elevado, com o início da segunda parte e com o golo do Varela, após assistência brilhante do Mariano, esses índices atingiram o seu apogeu. Mas a contabilidade estava longe de estar encerrada, Mariano ainda ia ter oportunidade de fazer um grande golo, coroando assim uma boa exibição no dia em que envergou a braçadeira de capitão. Até ao final, tempo apenas para um golo do Sporting ao cair do pano, que apesar de inofensivo, serviu para irritar um pouco os adeptos, que depois de se aperceberem da realidade que se apresentava pela frente, até aplaudiram o golo adversário. Épico, memorável e indicador de que algo de muito bom teria acontecido por aqueles lados, para tamanha demonstração de todo invulgar. E como não poderia faltar, também lá estiveram os típicos olés, que enervaram e de que maneira alguns jogadores adversários.

Com uma exibição destas, é difícil não tentar encontrar motivos que tenham levado para que tal se tenha verificado. Parece-me evidente que com Micael o perfume é outro, e com ele em campo Belluschi cresce e de que maneira, mas não acredito apesar de tudo que este possa ser rotulado de messias, qual salvador que pôs a equipa nos eixos. Mas que este meio campo que hoje esteve em campo, arrumou por completo com a equipa do Sporting, a verdade é que arrumou. Isto numa noite em que assistimos ao melhor FCP da época.

Os Jogadores
Beto - No primeiro golo, tentou fazer uma defesa vistosa, deu em golo do adversário. Sem tirar mérito ao remate, creio que é perceptível a lentidão com que aborda o lance. No segundo, apesar do remate ser à queima roupa, fica a sensação de que podia ter feito algo mais.
Fucile - Depois de uns jogos mais apagado, voltou o Fucile que todos conhecemos. Raça e entrega exemplar ao longo de 90 minutos onde defensivamente esteve brilhante.
Rolando - Também apresentou melhorias substanciais em relação às partidas que precederam esta. Apesar de tudo, esteve menos exuberante que o seu companheiro de sector.
Maicon - Um dos melhores em campo. Dominou os ares, foi rapidíssimo em terra. Uma boa dor de cabeça para o professor. Como deixar este homem fora da equipa?
Alvaro Pereira - Menos vistoso do que nas partidas anteriores, mas ainda assim esteve muito bem, quer a defender, quer a atacar, apesar de ter subido menos que o normal.
Fernando - Jogo de opostos. Houveram períodos onde foi brilhante, e outros onde inventou em zona perigosa. Esta falta de consistência acaba por ser penalizadora para a globalidade da exibição.
Belluschi - Boa exibição deste argentino. Mostrou uma atitude irrepreensível e ainda conseguiu manter a lucidez necessária no momento do passe. Parece outro com Micael ao seu lado.
Ruben Micael - Na sua estreia no Dragão, apenas faltou o golo para coroar uma exibição fantástica. Inteligente e com uma precisão no passe a roçar a perfeição.
Varela - Mais um golo e uma exibição muito boa. Usou e abusou do Grimi. Leva muito que contar o argentino na viagem de regresso a Alvalade.
Falcao - Dois golos, entrega e atitude enormes. Mais uma brilhante exibição do Colombiano que foi muito ovacionado, tal como o Ruben Micael.
Mariano - Não me agradava a ideia de o ver envergar a braçadeira, mas se o efeito desse uso foi esta exibição que a use sempre. Um grande golo, uma assistência brilhante, numa exibição em que demonstrou uma entrega exemplar. Dos melhores.
Tomás Costa - Pouco ou nada a registar. Entrou apenas para gerir a equipa numa fase em que a partida estava mais do que resolvida.
Valeri - Nada a assinalar.
Orlando Sá - Nada a assinalar.

Vídeo


1 de Fevereiro de 2010

Uma convocatória estranha para uma noite clássica!

Falar desta partida, é falar de mais um episódio caricato do futebol nacional. São já tantos só este ano, que já eram mais do que suficientes para escrever um qualquer livro. Ora, vamos jogar amanhã, terça-feira, e não quarta-feira, porque o SCP vai jogar para a Liga Europa no dia 16 do corrente mês. A primeira vez que soube deste facto, pensei que fosse brincadeira, mas não, é mesmo verdade, o nosso jogo foi antecipado sem que o FCP pudesse fazer nada com o intuito de o evitar, porque o SCP joga daqui a duas semanas em Liverpool diante do Everton. É daquelas coisas que por muito que se tente explicar, é difícil de compreender.

Agora falando da partida em si, esta ocorre após resultados opostos das equipas, que segundo os entendidos partiram para a última jornada da liga em ciclos também contrários entre si. Se o SCP estava em crescendo, o FCP atravessava um período em que os resultados surgiam a custo. O certo é que enquanto os lisboetas deixaram os 3 pontos em Braga,nós fomos conquistá-los à Madeira, e para ser sincero, se é um facto inegável que o SCP venceu 7 partidas de forma consecutiva, também é verdade que acabou a grande maioria dessas partidas com o "credo na boca", sendo que a eliminatória anterior para esta mesma competição e diante do modesto Mafra não fugiu a essa realidade.
Não deixa é de ser um pouco estranha esta convocatória do professor para a partida de amanhã. Para além de ser um jogo a contar para uma competição séria e que faz parte dos nossos objectivos no imediato, trata-se também de um Clássico diante de um dos nossos eternos rivais. É uma realidade que o Sporting não possui aquela dimensão que já possuiu no passado, mas mesmo assim, não se percebem as ausências de Bruno Alves e Raul Meireles da lista de convocados. Estarão a ser poupados para Naval? Se for o caso, é incompreensível que tal aconteça uma vez que ambos já falharam a partida do passado sábado devido a castigo. E agora quem será o dono da braçadeira? Mariano? Talvez fosse na minha opinião interessante vermos o Fucile envergá-la.

Posto tudo isto, amanhã que seja uma vitória para as nossas cores, numa comunhão perfeita entre o Dragão e a equipa, e de preferência, com uma casa bem composta.

Lista de convocados
:
Guarda-redes: Beto e Nuno.
Defesas: Fucile, Rolando, Alvaro Pereira, Maicon, Nuno André Coelho e Miguel Lopes.
Médios: Guarín, Belluschi, Ruben Micael, Tomás Costa, Mariano, Fernando e Valeri.
Avançados: Falcão, Varela e Orlando Sá.

Onze
Beto;

Fucile, Rolando, Maicon, Álvaro Pereira;

Fernando;
Belluschi, Ruben Micael;
Varela, Falcao, Mariano.

Modalidades - Semana de 27 de Janeiro a 1 de Fevereiro

ANDEBOL (13ª. Jornada)

FC Porto 32 - SP Horta 32

Estranha passividade
R.G.

Muito longe do que apresentou em Portimão, onde conquistou a Supertaça, o FC Porto fez um jogo pobre, permitindo que o Sporting da Horta, que quinta-feira jogou para a Taça Presidente da República, chegasse ao empate no Dragão depois de se ter visto com sete golos de desvantagem.
Quando o marcador acusava 30-23, cerca dos 50 minutos, pensou-se que o jogo estava resolvido. Para além dos sete golos que os insulares tinham para recuperar, a tendência era para uma equipa portista mais embalada e motivada, ainda que a cometer muitos erros e com índices de eficácia bastante baixos: da primeira linha, Filipe Mota fez três golos em 11 remates, Wilson Davyes um em oito e Inácio Carmo um em cinco... Escapou Spínola, com quatro golos em cinco remates.
Até Obradovic terá pensado que estava resolvido, pelo que foi do banco que Tiago Rocha viu os insulares fazerem um parcial de 7-0 e empatar. Enquanto os homens de Filipe Duque voltavam ao jogo, os portistas afastavam-se dele, passivos perante a recuperação que se lhes apresentava. Do banco, o técnico sérvio não tirou qualquer jogador, sendo igualmente passivo, por muitos erros que os que estavam em campo cometessem.

Obradovic
"Defesa não esteve no nível normal"

"Anossa defesa não esteve ao nível do que é normal. Para se ganhar, a qualquer equipa, é fundamental apresentar uma boa defesa e nós desta vez não o fizemos", começou por referir Obradovic. "Estivemos bastante desconcentrados e o Sporting da Horta aproveitou e empatou. A defesa deles é bastante alta, especialmente no meio, por isso é muito complicado jogar contra o Sporting da Horta", disse ainda o técnico sérvio, para insistir na fraca defesa apresentada pela sua equipa: "Andebol não é básquete, pode-se fazer faltas. No último golo, o Milan Vucicevic nem hipótese de rematar devia ter tido".

Filipe Duque
"Capacidade motivação"

"Este parcial de 7-0 foi muito importante, principalmente porque tínhamos iniciado a segunda parte bastante mal", disse Filipe Duque. "Depois organizámo-nos bem, os atletas tiveram uma grande capacidade de automotivação, pois foram quase sempre os mesmos e na quinta-feira fizemos um jogo contra o ISMAI em que corremos muito".


Pos Equipa Pts JG V E D GM GS GD
1 FC Porto 34 13 10 1 2 370 305 65
2 ABC Braga Andebol SAD 33 13 9 2 2 334 288 46
3 CF Os Belenenses 32 13 8 3 2 380 333 47
4 SL Benfica 31 13 8 2 3 366 341 25
5 AM Madeira Andebol SAD 30 13 7 3 3 315 300 15
6 Sporting CP 29 14 7 1 6 397 341 56
7 CD Xico Andebol 28 13 7 1 5 371 364 7
8 Liberty Seguros/S. Bernardo AC 25 13 6 0 7 332 316 16
9 AA Águas Santas 23 13 5 0 8 346 372 -26
10 SC Horta 22 13 4 1 8 339 381 -42
11 CS Maritimo 15 13 1 0 12 287 394 -107
12 AC Fafe 14 14 0 0 14 322 424 -102

HÓQUEI EM PATINS (13ª. Jornada)

Física 2 - FC Porto 5

O FC Porto Império Bonança continua invicto no campeonato nacional e é cada vez mais líder. À entrada da segunda volta, os Dragões ganham uma vantagem de cinco pontos sobre o segundo classificado, o Benfica, graças a uma vitória por 5-2 em Torres Vedras, frente ao Física. Porém, o triunfo no terreno de uma das equipas revelação do campeonato não foi nada fácil.

A equipa da casa entrou melhor neste encontro da 13.ª jornada do campeonato e chegou a estar a vencer por 2-0. No entanto, o espírito dos octocampeões nacionais veio ao de cima e, ao intervalo, os Dragões já tinham dado a volta ao marcador, com dois golos de Pedro Gil e um de Reinaldo Ventura.

Na segunda parte, Filipe Santos e André Azevedo aumentaram a vantagem e estabeleceram o resultado final de 5-2. Com 12 vitórias e um empate, o FC Porto Império Bonança está bem lançado para o eneacampeonato. Agora, resta esperar por uma segunda volta ao mesmo nível da primeira.

POS
EQUIPA
PTS
JG
V
E
D
GM
GS

1 FC Porto371312108627
2 Benfica321310215626
3 Juv. Viana26138236250
4 Candelária21126334528
5 Valongo21136345462
6 Oliveirense21137065644
7 Física19136164339
8 Gulpilhares18135354960
9 Ac. Espinho13133464053
10 O. Barcelos11133283354
11 Paço de Arcos11133284159
12 Porto Santo, SAD10133194058
13 Oeiras9123094056
14 HC Braga8132293463

POS - Posição | PTS - Pontos | JS - Jogos | V - Vitórias | E - Empates | D - Derrotas | GM - Golos Marcados | GS - Golos Sofridos


BASQUETEBOL

TAÇA HUGO SANTOS

FC Porto 71 - v. Guimarães 69

Custou a arrancar, em Lagoa, a prova que substituiu a Taça da Liga. O jogo grande do dia, o FC Porto-Vitória de Guimarães era o primeiro e estava agendado para as 15 horas, mas uma avaria nos marcadores dos 24 segundos de ataque fez com que se registasse um atraso de uma hora, motivando o descontentamento dos técnicos, Moncho López e Fernando Sá.
De resto, ambos os treinadores tinham razão quando diziam na antevisão que eram duas equipas que se conheciam muito bem. A partida de mostrou-o, tendo ficado marcada por um grande equilíbrio. Qualquer uma poderia ter ganho, mas os portistas conseguiram aguentar um último assédio dos minhotos, que falharam três tentativas de passar para a frente e acabaram, devido a isso, por ser eliminados.
As melhores percentagens de lançamentos e de ressaltos explicam o desequilibrar da balança para a formação de Moncho López.

Figura
Nuno Marçal
Bem mais do que um MVP

Marçal foi o melhor pontuador do encontro e teve o valor mais elevado na soma de todas as acções, sendo assim o MVP do jogo. Mas foi mais do que isso. Quando o FC Porto perdia, ele foi um verdadeiro... dragão.


Pavilhão Municipal de Lagoa

1º árbitro Luís Lopes | 2º árbitro Fernando Rezende | 3º árbitro Pedro Coelho

FC Porto
Julian Terrell 10, Greg Stempin 10, Nuno Marçal 24, João Figueiredo 4, Carlos Andrade 20, José Almeida -, Rui Mota -, Jorge Coelho 3, Paulo Cunha nj, João Soares nj, David Gomes nj
Treinador Moncho López

V. Guimarães
20 Karlton Mims, 2 Jaime Silva, 3 Fernando Neves, 17 Tommie Eddie, 20 Rod Nealy,
4 Calvin Clemmons, 3 Pedro Tavares, nj Francisco Oliveira, nj Ricardo Pinto, nj Paulo Diamantino
Treinador Fernando Sá


FC Porto 78 - Benfica 72

A exibição inspirada e inspiradora de Carlos Andrade explica a vitória apenas pela metade. À energia positiva com que sempre contagia os companheiros de equipa, o extremo juntou 28 pontos, 7 ressaltos, 8 assistências e 6 roubos de bola, registo que o distinguiu como o MVP da partida.

A justificação restante do êxito distingue-se na surpresa montada por Moncho López, que introduziu dados inovadores no cinco inicial com as inclusões de André Bessa e David Gomes, o último dos quais em missão de sacrifício e com o claro objectivo de condicionar a actuação dos elementos desequilibradores do adversário.

O triunfo portista começou a desenhar-se logo nos primeiros instantes, numa entrada determinada em jogo e, em especial, quando Nuno Marçal converteu dois triplos consecutivos, colocando o resultado em 10-2.

O domínio azul e branco, assente na consistência e acerto colectivos, perduraria até final, ao ponto de o Benfica nunca ter estado em vantagem, e atingiria a expressão máxima aos 51-40 (no 3º período) e aos 73-62 (já com menos de quatro minutos para jogar).

Além do fantástico desempenho de Carlos Andrade, a assinar a melhor exibição desde o regresso ao FC Porto Ferpinta, totalizando 40 pontos MVP, de entre o equilíbrio geral sobressai ainda o papel decisivo de Julian Terrell, com 12 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.

FICHA DE JOGO

Taça Hugo dos Santos, meias-finais
30 de Janeiro de 2010
Pavilhão Municipal de Lagoa

Árbitro principal: Luís Lopes
Auxiliares: Sérgio Silva e José Abreu

FC PORTO FERPINTA: André Bessa (4), Nuno Marçal (6), Carlos Andrade (28), Greg Stempin (12) e David Gomes (0); Julian Terrell (12), João Figueiredo (7), José Almeida (0), Rui Mota (9)
Treinador: Moncho López

BENFICA: Diogo Carreira (0), Ben Reed (9), João Santos (16), Sérgio Ramos e Will Frisby (8); António Tavares (5), Elvis Évora (10), Heshimu Evans (18)
Treinador: Henrique Vieira




FC PORTO VENCE TAÇA HUGO SANTOS

FC Porto 74 - Ovarense 53

O sorriso de voltar a ter taças
MIGUEL RIBEIRO

O que me satisfaz é ver o sorriso dos rapazes." Foi assim que Moncho López explicou o que sentia após conquistar o primeiro troféu em Portugal e pelo FC Porto. O caso não era para menos, uma vez que os portistas há muito que não saboreavam uma vitória, e pairava no ar alguma urgência em consegui-lo.
A vitória na Taça Hugo dos Santos, que substituiu a Taça da Liga, foi justa e incontestável, não apenas pelo mérito portista, mas também por demérito da Ovarense, que apenas existiu durante o primeiro período. Mal arrancaram os segundos dez minutos, a formação de Ovar desapareceu. Face a um parcial negativo de 10-0 (31-28 para 31-38), baralhou-se, e as falhas começaram a avolumar-se.
O FC Porto, com a lição bem estudada, tinha a defesa como principal arma para travar o adversário, conseguindo superioridade no jogo interior e beneficiando de um dia negro para os atiradores, que apenas acertaram três triplos em 22 tentados. E se, de um lado, Christopher Lee ou José Barbosa foram uma pálida imagem do que haviam mostrado frente à Académica no dia anterior, o inverso aconteceu com o portista Julian Terrell, que esteve como peixe na água numa partida que teve na luta debaixo das tabelas um dos principais atractivos.
Garantida a vitória na primeira Taça Hugo dos Santos, restará agora ver os seus efeitos na equipa do FC Porto, que pensa sobretudo no campeonato e começa a livrar-se das mazelas de algumas das suas figuras, como Paulo Cunha.

Pavilhão municipal de Lagoa
1º árbitro Fernando Rocha
2º árbitro Fernando Rezende
3º árbitro Paulo Marques

FC Porto
Julian Terrell 17, Greg Stempin 4, Nuno Marçal 8, João Figueiredo 5, Carlos Andrade 15, André Bessa 5, João Soares 2, José Almeida -, Rui Mota 11, Jorge Coelho 3, David Gomes 2

Ovarense
Paulo Cunha 2, 1 Shawn Jackson, 7 José Barbosa, 11 Christopher Lee, 15 John Waller, 1 Miguel Miranda, 2 Pedro Azevedo, 9 Nuno Manarte, - André Pinto, 7 Nuno Cortez, nj Nélson Costa

Marcador 1º período 20-21 2ºP 18-10 3ºP 19-12 4ºP 17-10
19-32 2p 14-34
9-25 3P 3-22
9-12 LL 16-21
33 RES 30

Figura
Julian Terrell
O jogador certo no jogo certo

Após de uma exibição discreta com o Benfica, Julian Terrell reapareceu ao mais alto nível frente à Ovarense. Numa partida em que os ressaltos e o jogo interior foram pratos fortes, nada melhor do que ter um Terrell em campo.

Moncho López, Treinador do FC Porto
"Cada dia crescemos mais"

Visivelmente satisfeito, Moncho López preferiu realçar o facto de o FC Porto estar a crescer. "A cada dia crescemos e mostramos que conseguimos evoluir um pouco mais. Estou muito satisfeito com a minha equipa. Neste jogo, fez tudo, na primeira parte, para construir uma vitória. A prova disso foram os poucos turnovers que sofremos", explicou o treinador do FC Porto, que continua a lembrar que "vencer uma prova é bom, mas a equipa ainda está longe dos principais objectivos que são, num clube como o FC Porto, vencer títulos e dar vitórias ao número crescente de adeptos que vão ao Dragão Caixa".
Sobre a pressão que já ia pairando pelo facto de os portistas não vencerem provas, Moncho foi claro. "Assumimos essa pressão e, entre nós, às vezes sentimos que tudo o que fazemos não está bem. Por isso, esta vitória é importante, mas não a mais importante", referiu o treinador, elogiando ainda a Ovarense por ter "merecido estar na final e ter estado em bom nível nesta Taça".

Mário Leite, Treinador da Ovarense
"Houve um défice na ofensiva"

Mário Leite, da Ovarense, considerou que "a presença da equipa em mais uma final era um dos objectivos, e esse foi atingido". "O FC Porto foi um justo vencedor, soube condicionar a nossa ofensiva, na qual, se virmos as estatísticas, houve jogadores com um défice de pontos que teremos que corrigir", resumiu o técnico da formação de Ovar, reconhecendo que, "quando [a equipa perdia] por 12 pontos, houve um pouco de baixar de braços, mas já se sentia o cansaço".









DESPORTO ADAPTADO
Pedro da Clara na selecção nacional

Pedro da Clara foi convocado para representar a selecção nacional de boccia no Torneio Riverland Cup 2010, que se realizará na Holanda, nos dias 27 e 28 de Fevereiro. O atleta paralímpico dos Dragões compete na classe BC4 e será acompanhado por Alberto Clara.

Calendário:

Basquetebol
6 de Fevereiro às 16h00 - Iliabum - FC Porto - 12ª. Jornada

Hóquei em Patins

6 de Fevereiro às 21h00 - Candelária - FC Porto - 14ª. Jornada

Andebol

3 de Fevereiro às 21h00 - Xico Andebol - FC Porto - 14ª. Jornada

6 de Fevereiro às 18h00 - FC Porto - Águas Santas - 15ª. Jornada

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto

Figuras Históricas Modalidades

CAMPOS COSTA
(Halterofilismo)


Pioneiro do halterofilismo no FC Porto, secção que integrou a partir de 1975, Campos Costa encabeçou uma geração de sucesso do clube na modalidade, contribuindo de forma decisiva para o avolumar de conquistas no palmarés azul e branco. São muitos os títulos que abrilhantam o currículo de Campos Costa, quer enquanto atleta, quer também na condição de treinador. Campeão Nacional em diversas ocasiões, este atleta de excelência celebrou na época de 1986/87 o derradeiro triunfo nacional na modalidade, encerrando com chave de ouro uma carreira notável ao serviço do FC Porto, bem como enquanto representante de Portugal.