Hoje é dia de muitas notícias relativas ao nosso Porto.Para além das gafes e do jogo acompanhado de uma exibição mais consistente e efectiva, com resultados bastante animadores, saíram hoje os nomeados da uefa para a equipa do ano. Podemos rejubilar pelo facto de termos dois portistas incluídos na votação o que nos deixa bastante orgulhosos.
O nosso muito amado capitão Bruno Alves e o nosso ex-companheiro Aly Cissokho estão entre os eleitos e temos a obrigação de votar no site da uefa.
Rumo ao penta e, neste caso em particular, rumo à equipa do ano.
Carrega Porto
O Leitor.
Nota: Peço desculpa pela tamanha ausência.
4 de Dezembro de 2009
Guimarães foi sinónimo de regressos!
V. Guimarães 1-4 FCPORTO
Décima Segunda Jornada da Liga Sagres
Estádio D. Afonso Henriques, Guimarães
F.C.PORTO: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira, Fernando, Belluschi e Raul Meireles, Varela, Falcao e Rodriguez.
Substituições: Belluschi por Guarín (59min), Falcao por Hulk (59min) e Rodríguez por (89min).
Pequenas Notas
Destaques positivos
.Varela
.Bolas paradas ofensivas
.Rodríguez
Destaques negativos
.Primeiros minutos da segunda parte
.Excesso de faltas do Vitória de Guimarães
.Permissividade da equipa de arbitragem perante sucessivas simulações
(Crónica para mais tarde)
Décima Segunda Jornada da Liga Sagres
Estádio D. Afonso Henriques, Guimarães
F.C.PORTO: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira, Fernando, Belluschi e Raul Meireles, Varela, Falcao e Rodriguez.
Substituições: Belluschi por Guarín (59min), Falcao por Hulk (59min) e Rodríguez por (89min).
Pequenas Notas
Destaques positivos
.Varela
.Bolas paradas ofensivas
.Rodríguez
Destaques negativos
.Primeiros minutos da segunda parte
.Excesso de faltas do Vitória de Guimarães
.Permissividade da equipa de arbitragem perante sucessivas simulações
(Crónica para mais tarde)
Tema(s):
jogos,
Liga Sagres
Podia, ... mas não era a mesma coisa!
Acabo de receber a seguinte mensagem no meu telemóvel:"Olá, sou o Jorge Jesus. Em 8 (oito) jogos realizados pela minha equipa, os árbitros marcaram 7 (sete) penaltis a favor do Benfica, 39 (trinta e nove) cartões amarelos contra equipas adversárias, e 6 (seis) vermelhos, também contra as equipas adversárias.
Se eu podia viver sem a ajuda dos árbitros? Podia, ... mas não era a mesma coisa!".


Tema(s):
jorge jesus,
mensagem
Gafe na revista do Jornal de Noticias de hoje
Sei que hoje não devia postar ... mas isto que li de manhã é ridículo e tenho de divulgar esta aselhice jornalística.
Hoje a revista que vem com o Jornal de Notícias trás uma gafe do tamanho da Torre dos Clérigos:
Dragões visitam Real Madrid
Fc Porto encontra-se na capital espanhola para defrontar o Real Madrid, um encontro da sexta jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. O jogo é transmitido em directo pela RTP1, com ligação ao Estádio Santiago Bernabeu a partir das 19:45.
Página 39
Estava a dormir o jornalista quando publicou isto ... foi um copy e paste de algum jogo antigo ... ninguém na redacção reparou nisto...até pela foto dava para ver que não é o Real Madrid ...
Lamentável ... mais uma demonstração do jornalismo de fraca qualidade que se pratica em Portugal... como é possível!


Hoje a revista que vem com o Jornal de Notícias trás uma gafe do tamanho da Torre dos Clérigos:
Dragões visitam Real Madrid
Fc Porto encontra-se na capital espanhola para defrontar o Real Madrid, um encontro da sexta jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. O jogo é transmitido em directo pela RTP1, com ligação ao Estádio Santiago Bernabeu a partir das 19:45.
Página 39
Estava a dormir o jornalista quando publicou isto ... foi um copy e paste de algum jogo antigo ... ninguém na redacção reparou nisto...até pela foto dava para ver que não é o Real Madrid ...
Lamentável ... mais uma demonstração do jornalismo de fraca qualidade que se pratica em Portugal... como é possível!


Tema(s):
Jornalismo Imbecil
3 de Dezembro de 2009
Que Guimarães seja o berço de uma reconciliação definitiva!!!
Confesso que olhei com alguma desconfiança para a ida de Paulo Sérgio rumo a Guimarães, mas agora e revendo aquilo que tem sido a prestação da equipa desde que este técnico assumiu os comandos da mesma, parece-me a mim evidente que a equipa tem vindo numa curva ascendente, e após a vitória diante do Slb para a Taça de Portugal, e posteriormente diante da Olhanense por 2-0 para a Liga, os índices de confiança estarão no auge, sendo esta mais uma dificuldade que a nossa equipa terá pela frente.Destaque para Targino e Nuno Assis, precisamente os marcadores dos golos diante da Olhanense, que estão a atravessar um bom momento de forma e serão com certeza duas setas apontadas às nossas redes.
Mas do outro lado está o Tetra Campeão Nacional, que depois da difícil vitória do passado domingo tenta pôr um ponto final definitivo nas críticas, iniciando assim um caminho mais recto que apenas deverá culminar com a conquista do penta campeonato. Mas desenganem-se aqueles que julgam que o jogo de amanhã será fácil porque não o será, mas apesar das dificuldades que serão muitas dentro e fora das 4 linhas, o resultado esperado para amanhã é uma vitória, não entro em euforias de pedir uma vitória por números confortáveis, mas tenho a obrigação de pedir uma vitória convincente com um futebol mais aprazível à vista.
É com essa esperança que aguardo impacientemente pelo apito inicial. Um dos grandes dilemas para amanhã consiste em verificarmos até que ponto Fernando será capaz de anular Nuno Assis, "secando" assim todo o jogo ofensivo dos vimaranenses, uma vez que tem sido perceptível uma quebra de rendimento do "polvo", se bem que esse aspecto tem se verificado mais ao nível das transições ofensivas do que defensivas. Outra dúvida é sabermos qual será a frente de ataque escolhida pelo professor, para além do guarda-redes uma vez que Helton regressou ao lote dos eleitos.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Fucile, Bruno Alves, Rolando, Maicon, Sapunaru e Alvaro Pereira
Médios: Fernando, Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri e Rodríguez
Avançados: Falcao, Varela, Hulk, Farías e Mariano.
Onze
Beto;
Fucile, Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira;
Fernando;
Guarín, Bellusci, Raul Meireles;
Hulk, Farías.
P.S - Creio que este não é o jogo ideal para lançar novamente Maicon. Rolando está claramente num mau momento mas pelo seu elevado índice de experiência creio que será o companheiro de Bruno Alves no eixo defensivo. Outras notas em relação à convocatória são o facto de Helton e Mariano estarem de regresso aos eleitos, sendo que para este último ainda existe a possibilidade de vir a ser o 19º jogador e assistir à partida a partir da bancada, pelo que o seu regresso à equipa ainda não é efectivo.
Antevisão do Professor:
Melhorias na Finalização
"O mais importante é solidificar os nossos processos e aumentar o rendimento, nomeadamente na finalização"
Guimarães Ofensivo
"O Vitória não tem hipótese nenhuma de ser uma equipa defensiva connosco, porque o público de Guimarães não deixa. Vai ser um jogo em divisão permanente, em que as transições serão fundamentais"
Garantia de Alterações
"Os lugares na equipa ganham-se e perdem-se a treinar e a jogar. Temos os nossos jogadores em condições, com um parêntesis para o Orlando Sá. Qualquer um pode jogar, mas tem de estar bem. Temos de fazer escolhas quando se trabalha bem durante a semana e escolher é difícil e doloroso"
Tema(s):
Antevisão da Jornada,
Liga Sagres
Já imaginaram se fosse em Portugal?
Com certeza todos se recordarão daquela triste figura do adepto do Benfica que no início da época passada no jogo frente ao FCP decidiu invadir o campo para aplicar uma valente "cachaçada" no árbitro assistente José Ramalho. Como estamos na época de Natal e em vésperas da deslocação do FCP à Luz, decidi colocar aqui uma espécie de prenda para todas as equipas de arbitragem que sejam forçadas a deslocarem-se àquele antro de maus costumes. Se for devidamente adaptado também poderá funcionar nos túneis, algo muito útil nos dias que correm.Tal como já referi faço isto porque é Natal e porque nem os Ramalhos deste país merecem tamanha penitência de terem que se deslocar à Luz para apitar um qualquer jogo, mas não é só por aqui que fica a minha motivação, após ontem ter, como habitualmente faço, assistido ao Trio d'Ataque, ganhei ainda mais força para postar estas palavras.

Tal facto deve-se acima de tudo devido ao moralista ter vindo com uma postura de vítima para o programa em questão. Estava ele, António Pedro Vasconcelos, então muito ofendido e revoltado pelo facto do autocarro do Slb ter sido apedrejado, não por uma mas por duas pedras, como ele insistentemente referiu. A memória é realmente traiçoeira, não é que nem uma semana antes o autocarro da equipa amiga, também conhecida como Vitória de Guimarães, foi também ele apedrejado quando a equipa rumava a norte após uma saborosa vitória diante do Slb. Dou este exemplo, mas se fizer um
exercício de memória mais intenso (e devidamente auxiliado), a que clube era afecto o adepto que matou outro numa final de uma Taça de Portugal diante do Scp? Dou este exemplo não para reabrir feridas, faço-o para mostrar que todos têm telhados de vidro, mas alguns "comentadores" e o seu moralismo por vezes esquecem esse facto. Mas há mais, muito mais: desde autocarros incendiados, armas, facas, bastões e outro arsenal digno de um exército prestes a combater uma batalha, tudo isto apreendido no núcleo de uma claque afecta ao Slb. Mas ainda temos jogos de júniores interrompidos à pedrada... e mais, muito mais!Voltando ao tema principal do post, fica abaixo o vídeo que demonstra o que fazer quando um adepto invade o campo e ainda se faz ao auxiliar, se bem que neste exemplo até foi provocado ao contrário do que aconteceu na Luz:
P.S - Aqui o árbitro assistente decidiu agir e partiu para cima do invasor. Não está aqui em causa se agiu bem ou mal, o que está em causa é o que aconteceria se José Ramalho tivesse tomado tal atitude. Será que ficaria a questão resolvida com uma multa irrisória como foi o caso? A mim não me parece...
P.S 2 - Gostava de acrescentar que apenas fui visualizar o filme "Call Girl" para apreciar os dotes representativos da Soraia Chaves, e não para analisar uma qualquer capacidade especial para o cinema do Scorcese de Leiria.
Tema(s):
arbitragem,
Clube do Regime,
clubezecos
2 de Dezembro de 2009
Modalidades - Semana de 23 de Novembro a 1 de Dezembro de 2009
ANDEBOL (9ª. Jornada)
S. Bernardo 26 - FC Porto Vitalis 27
in o jogo
Dragão de raça
ANTÓNIO G. RODRIGUES
Campeão que quer revalidar o título, precisa de jogos destes. De ter sorte quando só o engenho não basta e de vitórias quando não se joga bem. Num terreno onde tinha sido eliminado nos quartos-de-final do play-off há dois anos e onde o Sporting já perdeu este ano, o FC Porto foi mais eficaz e deixou o S. Bernardo a lamentar a quarta derrota sofrida pela margem mínima. Hugo Laurentino e Pedro Spínola foram os obreiros principais de um triunfo que várias vezes pareceu comprometido, muito pela acção de Carlos Martingo. O central, ex-dragão, comandou as tropas da casa e já ao cair do pano viu o guarda-redes portista negar o empate.
Mas o filme até ameaçou levar o caminho contrário, graças à excelente organização defensiva do S. Bernardo. Martingo surgia à frente da defesa 5:1 a servir de primeiro tampão ao ataque portista, aparecendo depois a organizar o ataque da casa.
Feitas as apresentações iniciais, os da casa ameaçaram disparar no marcador (8-5). Mas Hugo Laurentino entrou em acção com intervenções importantes, que travaram o ímpeto atacante ao adversário e permitiram a recuperação portista (9-10) a meio da primeira parte, graças a um dos seis livres de sete metros convertidos por Ricardo Moreira.
Equilíbrio que se manteve até ao fim. Nenhuma das equipas teve mais de três golos de vantagem. Avanço que o FC Porto deixou fugir nos últimos dez minutos (de 17-20 para 21-21). Ljubomir Obradovic ordenou a marcação a Carlos Martingo e o FC Porto beneficiou de vantagem numérica para garantir o triunfo por 26-27, que só se concretizou graças a mais uma defesa de Hugo Laurentino (a 14ª).
OS TÉCNICOS
Ricardo Tavares TR. S. Bernardo
"Houve dualidade de critérios"
"Foi a vitória dos sete metros", começou por dizer o técnico do S. Bernardo, à Sport TV. "Sempre que o FC Porto tinha dificuldades no ataque, era marcado um livre de sete metros. Houve uma dualidade de critérios da sanção a aplicar na defesa. Uma dualidade grande que prejudicou a minha equipa", acusou Ricardo Tavares. O treinador considera que a sua equipa fez "um bom jogo contra o campeão nacional" e que se tivesse vencido "um dos quatro jogos" em que perderam por um, estariam "nos primeiros lugares da classificação e não no décimo posto".
Ljubomir Obradovic Tr. FC Porto
"É importante continuar a vencer"
Aliviado, o treinador dos azuis e brancos compareceu no flash interview da Sport TV "satisfeito" com a vitória. "Esperávamos este tipo de jogo, com muita luta frente a uma equipa muito séria", considerou o técnico dos campeões nacionais. Obradovic enalteceu o trabalho das duas formações, considerando que "é muito importante continuar a ganhar" até porque os dragões começaram o campeonato "com duas derrotas inesperadas". No entanto, a equipa tem recuperado, fruto "do trabalho".
Destaco as duas grandes defesas que Laurentino efectuou nos últimos segundos que nos valeram a vitória.
ANDEBOL (Taça de Portugal)
Benfica 27 - Fc Porto Vitalis 26
Diferença mínima deixa FC Porto Vitalis pelo caminho.
O FC Porto Vitalis foi afastado, ontem, da Taça de Portugal de andebol, ao perder pela diferença mínima (27-26) no terreno do Benfica. Os Dragões apresentaram-se superiores na primeira parte, mas o adversário acabaria por virar o resultado a seu favor já no segundo tempo.
Em jogo dos oitavos-de-final, destaque para os desempenhos de Ricardo Moreira (oito golos) e Wilson Davyes (seis golos), ainda assim insuficientes para os azuis e brancos seguirem em frente na competição.
Marcaram ainda Tiago Rocha (3), Inácio Carmo (3), Filipe Mota (2), Pedro Spínola (2), Nuno Pereira (1) e Dario Andrade (1).
in o jogo
DUARTE TORNESI
O jogo mais esperado dos oitavos-de-final da Taça de Portugal não desiludiu os adeptos. Benfica e FC Porto protagonizaram um emocionante espectáculo de andebol, com a vitória a sorrir aos encarnados literalmente no último segundo. E o mérito vai todo para Ricardo Candeias, que, com uma defesa fantástica, negou a Ricardo Moreira o golo do empate do FC Porto, que levaria o jogo para prolongamento. O Benfica conseguia assim, graças ao guarda-redes que no ano passado se sagrou campeão no Dragão Caixa, uma vitória conquistada com muita garra, após ter recuperado de uma desvantagem de cinco golos nos últimos 20 minutos, e coroava da melhor maneira o regresso de José António Silva ao banco encarnado.
O FC Porto, é fácil deduzir, começou bem melhor a partida, obrigando os encarnados a correr atrás do resultado durante grande parte do encontro, pois a sua defesa 6:0, aguerrida, limitou sempre a acção ofensiva do Benfica. Na frente, os campeões nacionais mostravam-se eficazes, e perfuravam a defesa da casa com alguma facilidade, impulsionados por boas acções de Ricardo Moreira e Wilson Davyes. Ao intervalo, o FC Porto tinha uma justa vantagem de dois golos.
O início da segunda parte mostrou mais do mesmo, e tudo parecia encaminhado para uma vitória tranquila do FC Porto, principalmente depois de ter construído uma vantagem de cinco golos a 20 minutos do final. Contudo, o Benfica aproveitou bem uma exclusão de Dario Andrade para reduzir a diferença para três golos e, a partir daí, impulsionado pelo público e por uma excelente exibição do seu guardião, conseguiu aliar uma defesa eficaz a um contra-ataque venenoso, logrando empatar a cinco minutos do final.
O Benfica só conseguiu passar para a frente a poucos segundos de ouvir a buzina, para na última jogada aparecer Candeias a evitar o empate, quando os encarnados tinham quatro jogadores de campo contra seis portistas.
HÓQUEI EM PATINS (7ª. Jornada)
Paço de Arcos 3 - Fc Porto 7
Depois da vitória do Benfica em Braga, o FC Porto foi a Paço D'Arcos vencer por 7-3 para, assim, continuar a dividir o comando do campeonato com o rival de Lisboa.
Os campeões nacionais entraram bem na partida, que dominaram sempre, e chegaram ao intervalo a vencer por 3-0. Pedro Gil, por duas vezes, e Pedro Moreira foram os marcadores de serviço.
Na segunda metade, a vencer por 3-0, o FC Porto preocupou-se mais em gerir o resultado e em controlar o jogo. Mesmo assim, os azuis e brancos ainda marcaram por mais quatro vezes, por intermédio de Reinaldo Ventura(2), e Pedro Gil, que tal como na 1ª parte voltou a bisar.
O Paço d'Arcos acabou por marcar os seus tentos por Johe(2) e André Pereira.
Pedro Gil brilha na vitória sobre o Paço d'Arcos.

HÓQUEI EM PATINS (8ª. Jornada)
Fc Porto 6 - Oliveirense 2
in o jogo
Ninguém passa no Dragão
PAULA CAPELA MARTINS
Para a primeira parte do FC Porto ser perfeita, faltava Domingos Pinho estar menos inspirado. O guarda-redes da Oliveirense negou muitos golos ao FC Porto, mas como não é o super-homem apenas conseguiu adiar a goleada. Antes do intervalo, a Oliveirense não quis arriscar e, jogando pelo seguro, remeteu-se à defesa. Os octacampeões não são de quem se fica e o seu poder ofensivo desde cedo deixou antever uma tarde tranquila para os homens de Franklim Pais. O treinador portista, a cinco minutos do descanso, com três avançados (Azevedo, Garcia, Gil) e um médio (Moreira) procurou aumentar a vantagem, mas só descolou aos 27 minutos, com um tiro da meia-distância de Pedro Moreira e um golo de Reinaldo Ventura dentro de área. Um cartão azul a Nuno Resende proporcionou um livre directo a Pedro Gil, que marcou de novo na sequência de um livre indirecto. A um minuto do fim, Tó Silva, em contra-ataque, fez o segundo da Oliveirense, depois de ter sido Ricardo Figueira (ex-FC Porto), muito acarinhado pelos adeptos portistas, a conseguir o empate (9m). Recuperado da gripe A, Tó Neves esteve em rinque, mas ontem não foi um avançado perigoso. A Oliveirense, depois de uma série mortífera (Candelária, Benfica, Viana e FC Porto), terá de recuperar. O FC Porto continua forte.
Franklim Pais treinador do FC Porto
"A nossa primeira parte foi das melhores desta época"
A goleada pode ter agradado a Franklim Pais, mas o técnico fez questão de sublinhar o desacerto da recta final: "A primeira parte foi das melhores desta época e só não se concretizou em golos por mérito do adversário, que se apresentou muito recuado, e do seu guarda-redes. Depois, a partir dos 6-1 desaparecemos do jogo, quisemos golear e cometemos imensos erros, não estivemos tão rigorosos. A Oliveirense abriu e fez o segundo golo. Sofremos um golo sem necessidade."
Pedro Lopes Treinador-adjunto da Oliveirense
"Não fomos constantes e o FC Porto ganhou bem"
Tó Neves delegou a análise ao jogo no seu adjunto Pedro Lopes, o qual não poupou elogios aos anfitriões: "Jogámos com a melhor equipa portuguesa. É uma equipa fabulosa, constituída por grandes jogadores e superbem orientada. Vínhamos numa perspectiva de continuarmos na nossa recuperação. Sabíamos que ia ser complicado. Adoptámos uma estratégia, que faliu no início da segunda parte. Não fomos constantes e o FC Porto acabou por ganhar bem."
Estive presente neste jogo, destaco o primeiro golo do FC Porto apontado por Reinaldo Ventura...grande golo.
Destaco também a saudação especial do público no final para o Tó Neves.
O Pavilhão teve uma bonita moldura humana.
Quanto ao resto foi um Porto implacável, sempre a controlar o jogo, e que sempre que acelarava criava dificuldades à Oliveirense.


BASQUETEBOL (4ª. Jornada)
FC Porto 74 - Sampaense 52
in o jogo
Um período chegou
AUGUSTO FERRO
Havia um "fantasma" a pairar na arena do Dragão Caixa antes de o FC Porto-Sampaense ter início: a recordação da supreendente vitória da equipa de Oliveira do Hospital na casa dos dragões, na época passada. Os primeiros cinco minutos deram para manter esse espírito. Os visitantes jogavam taco a taco e só deixaram de o fazer quando Moncho López rodou a equipa. Em menos de um minuto fez três mexidas (entraram Terrel, Hunt e Bessa) e, se apatia não desapareceu, a consistência foi surgindo, com o passar do tempo.
No Sampaense, o equilíbrio existiu enquanto Ricardo Bem não estourou. O único jogador que cumpriu a primeira parte integralmente, terminou-a em grande, fruto de uma exibição marcada pela eficiência.
A emoção quanto ao vencedor, que já era pouca, terminou por completo nos primeiros oito minutos da segunda parte, que teve estes números esmagadores: sem cometer uma única falta, o FC Porto fez 21 pontos contra quatro do adversário. A Sampaense estava KO.
Iniciado com uma vantagem de 27 pontos para os dragões, o quarto período não foi uma peça deste jogo, mas sim de outros jogos e de gestão de recursos humanos. Os técnicos colocaram em campo as suas segundas opções e Paulo Cunha (tal como Rui Mota) voltou a jogar, após meio ano de ausência por lesão. A sua entrada foi o único momento de empolgamento, nesses dez minutos.
Figura: Jeremy Hunt
Há ali "algo" de muito diferente
Em concreto, foi o melhor dos 24 jogadores que evoluíram no Dragãozinho.
Fez quatro triplos em quatro ensaios, foi quem mais marcou.
Moncho Lopez, treinador FC Porto: "O FC Porto que eu quero"
Moncho Lopez salientou o melhor período: "No terceiro período tivemos mais ritmo interior e defendemos melhor. Ultrapassámos os erros que se iam fazendo e apresentámos mais alegria e outra consistência. Este é o FC Porto que que quero e foi nesta fase que o resultado ficou decidido". Os defeitos da primeira parte foram referidos: "Apatia, jogadas confusas e má leitura".
Claudio Figueiredo, treinador Sampaense: "Acusámos o desgaste"
"Sabíamos que ia ser um jogo difícil e durante a semana tentei motivar os meus jogadores e dar-lhes a ideia que não vínhamos passear", começou por referir Claúdio Figueiredo. Sobre a derrota adiantou: "O FC Porto conseguiu mexer no cinco inicial e fazer uma rotação que manteve o ritmo elevado. Tem outros argumentos. Acusámos muito desgaste físico".
FC Porto
João Soares 2, Gregory Stempin 12, João Figueiredo 6, Jorge Coelho 3, Carlos Andrade 12, André Bessa 2, Julian Terrell 13, Jeremy Hunt 20, José Almeida 2, Rui Mota -, David Gomes 2, Paulo Cunha -
Treinador Moncho Lopez
Sampaense:
14 Ricardo Bem,5 Ricondo Crutchfield,12 João Balseiro,2 Alexandre Gama, 4 Jabyron Wilson,- André Ruivo, - Frederico Portugal, - Dário Andrade, 2 Filipe Matos, 9 Jorge Sing, 3 Hélder Carvalho,1 Vítor Farinha
Treinador Claúdio Figueiredo

BASQUETEBOL (Taça de Portugal)
CAB 81 - Fc Porto 84
Jeremy Hunt e Gregory Stempin foram determinantes na vitória portista na Madeira (81-84), onde os Dragões afastaram, esta terça-feira, o CAB da Taça de Portugal, numa partida emocionante e marcada pelo equilíbrio, ao ponto de ter entrado no último período com um empate a 64 pontos.
Hunt, com uma influência crescente na organização atacante dos azuis e brancos, teve uma actuação decisiva, convertendo dois triplos no último minuto, depois de uma lesão o ter afastado de grande parte do jogo. O norte-americano, que totalizou pouco mais de 15 minutos em campo, reentrou nos últimos instantes para sentenciar a partida. No final somava 13 pontos (9 deles resultantes de um invejável «tiro» exterior), 1 ressalto, 1 assistência e 1 roubo de bola.
Mas o MVP da partida foi Stempin, que se distinguiu com um «duplo-duplo» de 21 pontos e 11 ressaltos, números a que acrescentou 2 assistências. Carlos Andrade, com 16 pontos, 7 ressaltos e 4 assistências, foi outra das figuras em destaque nos Dragões e na partida.
Com a vitória no Funchal, o FC Porto Ferpinta, que já havia afastado a Física, em Torres Vedras, defrontando sempre adversários da Liga, assegurou presença na Final 8 da Taça de Portugal.
FIGURA
Gregory Stempin Olha um duplo-duplo!
Ao atingir os 21 pontos e 11 ressaltos, Gregory Stempin merece que lhe perdoem as três tentativas de lançamento de fora, todas falhadas. O reforço portista voltou a ser decisivo no seu "habitat", o jogo sob as tabelas, e levou o título de MVP.


Calendário:
Andebol
5 de Dezembro - Fc Porto - Belenenses às 18h00
12 de Dezembro - ABC - Fc Porto
Hóquei em Patins
5 de Dezembro - Fc Porto - O. Barcelos às 17h00 - 9ª. Jornada
13 de Dezembro - Fc Porto - HC Braga às 17h30 - 10ª. Jornada
Basquetebol
6 de Dezembro - AD Vagos - Fc Porto às 17h00 - 5ª. Jornada
12 de Dezembro - Fc Porto - Física às 18h00 - 6ª. Jornada
S. Bernardo 26 - FC Porto Vitalis 27
in o jogo
Dragão de raça
ANTÓNIO G. RODRIGUES
Campeão que quer revalidar o título, precisa de jogos destes. De ter sorte quando só o engenho não basta e de vitórias quando não se joga bem. Num terreno onde tinha sido eliminado nos quartos-de-final do play-off há dois anos e onde o Sporting já perdeu este ano, o FC Porto foi mais eficaz e deixou o S. Bernardo a lamentar a quarta derrota sofrida pela margem mínima. Hugo Laurentino e Pedro Spínola foram os obreiros principais de um triunfo que várias vezes pareceu comprometido, muito pela acção de Carlos Martingo. O central, ex-dragão, comandou as tropas da casa e já ao cair do pano viu o guarda-redes portista negar o empate.
Mas o filme até ameaçou levar o caminho contrário, graças à excelente organização defensiva do S. Bernardo. Martingo surgia à frente da defesa 5:1 a servir de primeiro tampão ao ataque portista, aparecendo depois a organizar o ataque da casa.
Feitas as apresentações iniciais, os da casa ameaçaram disparar no marcador (8-5). Mas Hugo Laurentino entrou em acção com intervenções importantes, que travaram o ímpeto atacante ao adversário e permitiram a recuperação portista (9-10) a meio da primeira parte, graças a um dos seis livres de sete metros convertidos por Ricardo Moreira.
Equilíbrio que se manteve até ao fim. Nenhuma das equipas teve mais de três golos de vantagem. Avanço que o FC Porto deixou fugir nos últimos dez minutos (de 17-20 para 21-21). Ljubomir Obradovic ordenou a marcação a Carlos Martingo e o FC Porto beneficiou de vantagem numérica para garantir o triunfo por 26-27, que só se concretizou graças a mais uma defesa de Hugo Laurentino (a 14ª).
OS TÉCNICOS
Ricardo Tavares TR. S. Bernardo
"Houve dualidade de critérios"
"Foi a vitória dos sete metros", começou por dizer o técnico do S. Bernardo, à Sport TV. "Sempre que o FC Porto tinha dificuldades no ataque, era marcado um livre de sete metros. Houve uma dualidade de critérios da sanção a aplicar na defesa. Uma dualidade grande que prejudicou a minha equipa", acusou Ricardo Tavares. O treinador considera que a sua equipa fez "um bom jogo contra o campeão nacional" e que se tivesse vencido "um dos quatro jogos" em que perderam por um, estariam "nos primeiros lugares da classificação e não no décimo posto".
Ljubomir Obradovic Tr. FC Porto
"É importante continuar a vencer"
Aliviado, o treinador dos azuis e brancos compareceu no flash interview da Sport TV "satisfeito" com a vitória. "Esperávamos este tipo de jogo, com muita luta frente a uma equipa muito séria", considerou o técnico dos campeões nacionais. Obradovic enalteceu o trabalho das duas formações, considerando que "é muito importante continuar a ganhar" até porque os dragões começaram o campeonato "com duas derrotas inesperadas". No entanto, a equipa tem recuperado, fruto "do trabalho".
Destaco as duas grandes defesas que Laurentino efectuou nos últimos segundos que nos valeram a vitória.
| Pos | Equipa | Pts | JG | V | E | D | GM | GS | GD | |
| 1 | ABC Braga Andebol SAD | 23 | 9 | 6 | 2 | 1 | 226 | 194 | 32 | |
| 2 | CF Os Belenenses | 23 | 9 | 6 | 2 | 1 | 259 | 221 | 38 | |
| 3 | AM Madeira Andebol SAD | 23 | 10 | 5 | 3 | 2 | 242 | 238 | 4 | |
| 4 | FC Porto | 23 | 9 | 7 | 0 | 2 | 245 | 199 | 46 | |
| 5 | SL Benfica | 22 | 9 | 6 | 1 | 2 | 271 | 244 | 27 | |
| 6 | Sporting CP | 20 | 9 | 5 | 1 | 3 | 250 | 209 | 41 | |
| 7 | CD Xico Andebol | 18 | 9 | 4 | 1 | 4 | 257 | 255 | 2 | |
| 8 | SC Horta | 18 | 10 | 4 | 0 | 6 | 250 | 284 | -34 | |
| 9 | AA Águas Santas | 17 | 9 | 4 | 0 | 5 | 237 | 251 | -14 | |
| 10 | Liberty Seguros/S. Bernardo AC | 15 | 9 | 3 | 0 | 6 | 235 | 234 | 1 | |
| 11 | AC Fafe | 9 | 9 | 0 | 0 | 9 | 210 | 272 | -62 | |
| 12 | CS Maritimo | 9 | 9 | 0 | 0 | 9 | 200 | 281 | -81 |
ANDEBOL (Taça de Portugal)
Benfica 27 - Fc Porto Vitalis 26
Diferença mínima deixa FC Porto Vitalis pelo caminho.
O FC Porto Vitalis foi afastado, ontem, da Taça de Portugal de andebol, ao perder pela diferença mínima (27-26) no terreno do Benfica. Os Dragões apresentaram-se superiores na primeira parte, mas o adversário acabaria por virar o resultado a seu favor já no segundo tempo.
Em jogo dos oitavos-de-final, destaque para os desempenhos de Ricardo Moreira (oito golos) e Wilson Davyes (seis golos), ainda assim insuficientes para os azuis e brancos seguirem em frente na competição.
Marcaram ainda Tiago Rocha (3), Inácio Carmo (3), Filipe Mota (2), Pedro Spínola (2), Nuno Pereira (1) e Dario Andrade (1).
in o jogo
DUARTE TORNESI
O jogo mais esperado dos oitavos-de-final da Taça de Portugal não desiludiu os adeptos. Benfica e FC Porto protagonizaram um emocionante espectáculo de andebol, com a vitória a sorrir aos encarnados literalmente no último segundo. E o mérito vai todo para Ricardo Candeias, que, com uma defesa fantástica, negou a Ricardo Moreira o golo do empate do FC Porto, que levaria o jogo para prolongamento. O Benfica conseguia assim, graças ao guarda-redes que no ano passado se sagrou campeão no Dragão Caixa, uma vitória conquistada com muita garra, após ter recuperado de uma desvantagem de cinco golos nos últimos 20 minutos, e coroava da melhor maneira o regresso de José António Silva ao banco encarnado.
O FC Porto, é fácil deduzir, começou bem melhor a partida, obrigando os encarnados a correr atrás do resultado durante grande parte do encontro, pois a sua defesa 6:0, aguerrida, limitou sempre a acção ofensiva do Benfica. Na frente, os campeões nacionais mostravam-se eficazes, e perfuravam a defesa da casa com alguma facilidade, impulsionados por boas acções de Ricardo Moreira e Wilson Davyes. Ao intervalo, o FC Porto tinha uma justa vantagem de dois golos.
O início da segunda parte mostrou mais do mesmo, e tudo parecia encaminhado para uma vitória tranquila do FC Porto, principalmente depois de ter construído uma vantagem de cinco golos a 20 minutos do final. Contudo, o Benfica aproveitou bem uma exclusão de Dario Andrade para reduzir a diferença para três golos e, a partir daí, impulsionado pelo público e por uma excelente exibição do seu guardião, conseguiu aliar uma defesa eficaz a um contra-ataque venenoso, logrando empatar a cinco minutos do final.
O Benfica só conseguiu passar para a frente a poucos segundos de ouvir a buzina, para na última jogada aparecer Candeias a evitar o empate, quando os encarnados tinham quatro jogadores de campo contra seis portistas.
HÓQUEI EM PATINS (7ª. Jornada)
Paço de Arcos 3 - Fc Porto 7
Depois da vitória do Benfica em Braga, o FC Porto foi a Paço D'Arcos vencer por 7-3 para, assim, continuar a dividir o comando do campeonato com o rival de Lisboa.
Os campeões nacionais entraram bem na partida, que dominaram sempre, e chegaram ao intervalo a vencer por 3-0. Pedro Gil, por duas vezes, e Pedro Moreira foram os marcadores de serviço.
Na segunda metade, a vencer por 3-0, o FC Porto preocupou-se mais em gerir o resultado e em controlar o jogo. Mesmo assim, os azuis e brancos ainda marcaram por mais quatro vezes, por intermédio de Reinaldo Ventura(2), e Pedro Gil, que tal como na 1ª parte voltou a bisar.
O Paço d'Arcos acabou por marcar os seus tentos por Johe(2) e André Pereira.
Pedro Gil brilha na vitória sobre o Paço d'Arcos.

HÓQUEI EM PATINS (8ª. Jornada)
Fc Porto 6 - Oliveirense 2
in o jogo
Ninguém passa no Dragão
PAULA CAPELA MARTINS
Para a primeira parte do FC Porto ser perfeita, faltava Domingos Pinho estar menos inspirado. O guarda-redes da Oliveirense negou muitos golos ao FC Porto, mas como não é o super-homem apenas conseguiu adiar a goleada. Antes do intervalo, a Oliveirense não quis arriscar e, jogando pelo seguro, remeteu-se à defesa. Os octacampeões não são de quem se fica e o seu poder ofensivo desde cedo deixou antever uma tarde tranquila para os homens de Franklim Pais. O treinador portista, a cinco minutos do descanso, com três avançados (Azevedo, Garcia, Gil) e um médio (Moreira) procurou aumentar a vantagem, mas só descolou aos 27 minutos, com um tiro da meia-distância de Pedro Moreira e um golo de Reinaldo Ventura dentro de área. Um cartão azul a Nuno Resende proporcionou um livre directo a Pedro Gil, que marcou de novo na sequência de um livre indirecto. A um minuto do fim, Tó Silva, em contra-ataque, fez o segundo da Oliveirense, depois de ter sido Ricardo Figueira (ex-FC Porto), muito acarinhado pelos adeptos portistas, a conseguir o empate (9m). Recuperado da gripe A, Tó Neves esteve em rinque, mas ontem não foi um avançado perigoso. A Oliveirense, depois de uma série mortífera (Candelária, Benfica, Viana e FC Porto), terá de recuperar. O FC Porto continua forte.
Franklim Pais treinador do FC Porto
"A nossa primeira parte foi das melhores desta época"
A goleada pode ter agradado a Franklim Pais, mas o técnico fez questão de sublinhar o desacerto da recta final: "A primeira parte foi das melhores desta época e só não se concretizou em golos por mérito do adversário, que se apresentou muito recuado, e do seu guarda-redes. Depois, a partir dos 6-1 desaparecemos do jogo, quisemos golear e cometemos imensos erros, não estivemos tão rigorosos. A Oliveirense abriu e fez o segundo golo. Sofremos um golo sem necessidade."
Pedro Lopes Treinador-adjunto da Oliveirense
"Não fomos constantes e o FC Porto ganhou bem"
Tó Neves delegou a análise ao jogo no seu adjunto Pedro Lopes, o qual não poupou elogios aos anfitriões: "Jogámos com a melhor equipa portuguesa. É uma equipa fabulosa, constituída por grandes jogadores e superbem orientada. Vínhamos numa perspectiva de continuarmos na nossa recuperação. Sabíamos que ia ser complicado. Adoptámos uma estratégia, que faliu no início da segunda parte. Não fomos constantes e o FC Porto acabou por ganhar bem."
Estive presente neste jogo, destaco o primeiro golo do FC Porto apontado por Reinaldo Ventura...grande golo.
Destaco também a saudação especial do público no final para o Tó Neves.
O Pavilhão teve uma bonita moldura humana.
Quanto ao resto foi um Porto implacável, sempre a controlar o jogo, e que sempre que acelarava criava dificuldades à Oliveirense.


| POS | EQUIPA | PTS | JG | V | E | D | GM | GS | ||||||||
| 1 | FC Porto | 22 | 8 | 7 | 1 | 0 | 51 | 20 | ||||||||
| 2 | Benfica | 22 | 8 | 7 | 1 | 0 | 40 | 17 | ||||||||
| 3 | Gulpilhares | 17 | 8 | 5 | 2 | 1 | 35 | 26 | ||||||||
| 4 | Candelária | 14 | 7 | 4 | 2 | 1 | 25 | 15 | ||||||||
| 5 | Valongo | 14 | 8 | 4 | 2 | 2 | 34 | 39 | ||||||||
| 6 | Juv. Viana | 13 | 7 | 4 | 1 | 2 | 30 | 27 | ||||||||
| 7 | Oliveirense | 9 | 8 | 3 | 0 | 5 | 27 | 31 | ||||||||
| 8 | Ac. Espinho | 9 | 8 | 2 | 3 | 3 | 25 | 29 | ||||||||
| 9 | Física | 7 | 7 | 2 | 1 | 4 | 22 | 22 | ||||||||
| 10 | Oeiras | 6 | 7 | 2 | 0 | 5 | 27 | 32 | ||||||||
| 11 | O. Barcelos | 4 | 6 | 1 | 1 | 4 | 15 | 27 | ||||||||
| 12 | Paço de Arcos | 4 | 8 | 1 | 1 | 6 | 19 | 34 | ||||||||
| 13 | HC Braga | 4 | 7 | 1 | 1 | 5 | 18 | 35 | ||||||||
| 14 | Porto Santo, SAD | 3 | 7 | 1 | 0 | 6 | 23 | 37 |
| POS - Posição | PTS - Pontos | JS - Jogos | V - Vitórias | E - Empates | D - Derrotas | GM - Golos Marcados | GS - Golos Sofridos |
BASQUETEBOL (4ª. Jornada)
FC Porto 74 - Sampaense 52
in o jogo
Um período chegou
AUGUSTO FERRO
Havia um "fantasma" a pairar na arena do Dragão Caixa antes de o FC Porto-Sampaense ter início: a recordação da supreendente vitória da equipa de Oliveira do Hospital na casa dos dragões, na época passada. Os primeiros cinco minutos deram para manter esse espírito. Os visitantes jogavam taco a taco e só deixaram de o fazer quando Moncho López rodou a equipa. Em menos de um minuto fez três mexidas (entraram Terrel, Hunt e Bessa) e, se apatia não desapareceu, a consistência foi surgindo, com o passar do tempo.
No Sampaense, o equilíbrio existiu enquanto Ricardo Bem não estourou. O único jogador que cumpriu a primeira parte integralmente, terminou-a em grande, fruto de uma exibição marcada pela eficiência.
A emoção quanto ao vencedor, que já era pouca, terminou por completo nos primeiros oito minutos da segunda parte, que teve estes números esmagadores: sem cometer uma única falta, o FC Porto fez 21 pontos contra quatro do adversário. A Sampaense estava KO.
Iniciado com uma vantagem de 27 pontos para os dragões, o quarto período não foi uma peça deste jogo, mas sim de outros jogos e de gestão de recursos humanos. Os técnicos colocaram em campo as suas segundas opções e Paulo Cunha (tal como Rui Mota) voltou a jogar, após meio ano de ausência por lesão. A sua entrada foi o único momento de empolgamento, nesses dez minutos.
Figura: Jeremy Hunt
Há ali "algo" de muito diferente
Em concreto, foi o melhor dos 24 jogadores que evoluíram no Dragãozinho.
Fez quatro triplos em quatro ensaios, foi quem mais marcou.
Moncho Lopez, treinador FC Porto: "O FC Porto que eu quero"
Moncho Lopez salientou o melhor período: "No terceiro período tivemos mais ritmo interior e defendemos melhor. Ultrapassámos os erros que se iam fazendo e apresentámos mais alegria e outra consistência. Este é o FC Porto que que quero e foi nesta fase que o resultado ficou decidido". Os defeitos da primeira parte foram referidos: "Apatia, jogadas confusas e má leitura".
Claudio Figueiredo, treinador Sampaense: "Acusámos o desgaste"
"Sabíamos que ia ser um jogo difícil e durante a semana tentei motivar os meus jogadores e dar-lhes a ideia que não vínhamos passear", começou por referir Claúdio Figueiredo. Sobre a derrota adiantou: "O FC Porto conseguiu mexer no cinco inicial e fazer uma rotação que manteve o ritmo elevado. Tem outros argumentos. Acusámos muito desgaste físico".
FC Porto
João Soares 2, Gregory Stempin 12, João Figueiredo 6, Jorge Coelho 3, Carlos Andrade 12, André Bessa 2, Julian Terrell 13, Jeremy Hunt 20, José Almeida 2, Rui Mota -, David Gomes 2, Paulo Cunha -
Treinador Moncho Lopez
Sampaense:
14 Ricardo Bem,5 Ricondo Crutchfield,12 João Balseiro,2 Alexandre Gama, 4 Jabyron Wilson,- André Ruivo, - Frederico Portugal, - Dário Andrade, 2 Filipe Matos, 9 Jorge Sing, 3 Hélder Carvalho,1 Vítor Farinha
Treinador Claúdio Figueiredo

| POS | EQUIPA | PTS | JG | V | D | PM | PS | |||||||
| 1 | Benfica | 8 | 4 | 4 | 0 | 297 | 248 | |||||||
| 2 | Ovarense | 8 | 4 | 4 | 0 | 290 | 259 | |||||||
| 4 | FC Porto Ferpinta | 7 | 4 | 3 | 1 | 320 | 239 | |||||||
| 5 | AD Vagos | 6 | 4 | 2 | 2 | 332 | 366 | |||||||
| 6 | CAB | 6 | 4 | 2 | 2 | 332 | 318 | |||||||
| 7 | Académica | 6 | 4 | 2 | 2 | 263 | 280 | |||||||
| 8 | V. Guimarães | 6 | 4 | 1 | 3 | 334 | 335 | |||||||
| 9 | Física | 5 | 4 | 1 | 3 | 290 | 299 | |||||||
| 11 | Barreirense | 5 | 4 | 1 | 3 | 299 | 320 | |||||||
| 12 | Ginásio | 4 | 4 | 0 | 4 | 282 | 311 |
| POS - Posição | PTS - Pontos | JS - Jogos | V - Vitórias | D - Derrotas | PM - Pontos Marcados | PS - Pontos Sofridos |
BASQUETEBOL (Taça de Portugal)
CAB 81 - Fc Porto 84
Jeremy Hunt e Gregory Stempin foram determinantes na vitória portista na Madeira (81-84), onde os Dragões afastaram, esta terça-feira, o CAB da Taça de Portugal, numa partida emocionante e marcada pelo equilíbrio, ao ponto de ter entrado no último período com um empate a 64 pontos.
Hunt, com uma influência crescente na organização atacante dos azuis e brancos, teve uma actuação decisiva, convertendo dois triplos no último minuto, depois de uma lesão o ter afastado de grande parte do jogo. O norte-americano, que totalizou pouco mais de 15 minutos em campo, reentrou nos últimos instantes para sentenciar a partida. No final somava 13 pontos (9 deles resultantes de um invejável «tiro» exterior), 1 ressalto, 1 assistência e 1 roubo de bola.
Mas o MVP da partida foi Stempin, que se distinguiu com um «duplo-duplo» de 21 pontos e 11 ressaltos, números a que acrescentou 2 assistências. Carlos Andrade, com 16 pontos, 7 ressaltos e 4 assistências, foi outra das figuras em destaque nos Dragões e na partida.
Com a vitória no Funchal, o FC Porto Ferpinta, que já havia afastado a Física, em Torres Vedras, defrontando sempre adversários da Liga, assegurou presença na Final 8 da Taça de Portugal.
FIGURA
Gregory Stempin Olha um duplo-duplo!
Ao atingir os 21 pontos e 11 ressaltos, Gregory Stempin merece que lhe perdoem as três tentativas de lançamento de fora, todas falhadas. O reforço portista voltou a ser decisivo no seu "habitat", o jogo sob as tabelas, e levou o título de MVP.


Calendário:
Andebol
5 de Dezembro - Fc Porto - Belenenses às 18h00
12 de Dezembro - ABC - Fc Porto
Hóquei em Patins
5 de Dezembro - Fc Porto - O. Barcelos às 17h00 - 9ª. Jornada
13 de Dezembro - Fc Porto - HC Braga às 17h30 - 10ª. Jornada
Basquetebol
6 de Dezembro - AD Vagos - Fc Porto às 17h00 - 5ª. Jornada
12 de Dezembro - Fc Porto - Física às 18h00 - 6ª. Jornada
Tema(s):
Modalidades
Figuras Históricas Modalidades
Hoje apresento duas figuras históricas do voleibol portista.

O FC Porto apesar de não praticar a modalidade a cerca de 20 anos é, entre os "3 Grandes", o mais títulado na modalidade e o 2º do ranking nacional.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ranking_Nacional_de_T%C3%ADtulos_no_Voleibol
In http://dragaodoente.blogspot.com
Palmarés
Séniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 9
1968/69; 1969/70; 1970/71; 1972/73; 1974/75; 1976/77; 1978/79; 1985/86; 1987/88
Taça de Portugal (voleibol): 6
1967/68; 1969/70; 1970/71; 1971/72; 1986/87; 1987/88
Juniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 14
1965/66; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1970/71; 1976/77; 1977/78; 1978/79; 1979/80; 1981/82; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87
Juvenis
Campeonato Nacional de Voleibol: 8
1965/66; 1966/67; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1975/76; 1976/77; 1977/78
Iniciados
Campeonato Nacional de Voleibol: 1
1978/79







NÉLSON PUGA
(Voleibol)
(Voleibol)
Mantém uma ligação próxima com o FC Porto, agora na condição de membro do Departamento Médico do futebol do clube. A sua história azul e branca contempla, no entanto, uma bem sucedida carreira enquanto atleta de Voleibol, tendo conquistado vários títulos de campeão nacional, bem como assinado presenças regulares na selecção portuguesa da modalidade.

História
JOSÉ MOREIRA
(Voleibol)
(Voleibol)
Foi o senhor voleibol do FC Porto e de Portugal. Chegou ao clube em 1966 e começou a jogar voleibol com 16 anos, nos juvenis, mas acabou essa época a ajudar os seniores na conquista do título nacional. Com apenas 22 anos, tornou-se jogador-treinador do FC Porto, orientando atletas com mais sete, oito e nove anos do que ele. Para além disso, era o técnico das equipas de juvenis e juniores. Ganhou todos os títulos nacionais durante três épocas, de 1975 a 1978, nos três escalões referidos. O currículo de José Moreira é impressionante e exaustivo. No FC Porto conquistou 25 títulos nacionais, como jogador e enquanto treinador, foi 77 vezes internacional e está ligado a outras grandes escolas do voleibol nacional, como a Académica de Espinho. É unanimemente considerado o melhor jogador de todos os tempos do voleibol do FC Porto.
O Voleibol portista foi já uma modalidade querida por uma boa franja dos associados e adeptos do Clube.
Iniciou a sua actividade em 1943, formando grandes jogadores, grandes equipas, seccionistas e dirigentes que foram verdadeiras dedicações à modalidade de que se podem destacar os atletas Carlos Marques, Mário Rui Cruz, Lima Teixeira, Nélson Puga, José Carlos Vilarinho, Lado Teixeira, Luís Silva e José Moreira; os treinadores Professores Manuel Puga e José Moreira; e os seccionistas Eduardo Almeida e Rui Sá.
Foi extinta em 1989, depois de ter disputado a primeira eliminatória da Taça dos Campeões Europeus, na também extinta Checoslováquia, já depois de ter feito a dobradinha na época de 1987/1988, conquistando o campeonato nacional e a Taça de Portugal.
Iniciou a sua actividade em 1943, formando grandes jogadores, grandes equipas, seccionistas e dirigentes que foram verdadeiras dedicações à modalidade de que se podem destacar os atletas Carlos Marques, Mário Rui Cruz, Lima Teixeira, Nélson Puga, José Carlos Vilarinho, Lado Teixeira, Luís Silva e José Moreira; os treinadores Professores Manuel Puga e José Moreira; e os seccionistas Eduardo Almeida e Rui Sá.
Foi extinta em 1989, depois de ter disputado a primeira eliminatória da Taça dos Campeões Europeus, na também extinta Checoslováquia, já depois de ter feito a dobradinha na época de 1987/1988, conquistando o campeonato nacional e a Taça de Portugal.
O FC Porto apesar de não praticar a modalidade a cerca de 20 anos é, entre os "3 Grandes", o mais títulado na modalidade e o 2º do ranking nacional.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ranking_Nacional_de_T%C3%ADtulos_no_Voleibol
In http://dragaodoente.blogspot.com
Palmarés
Séniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 9
1968/69; 1969/70; 1970/71; 1972/73; 1974/75; 1976/77; 1978/79; 1985/86; 1987/88
Taça de Portugal (voleibol): 6
1967/68; 1969/70; 1970/71; 1971/72; 1986/87; 1987/88
Juniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 14
1965/66; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1970/71; 1976/77; 1977/78; 1978/79; 1979/80; 1981/82; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87
Juvenis
Campeonato Nacional de Voleibol: 8
1965/66; 1966/67; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1975/76; 1976/77; 1977/78
Iniciados
Campeonato Nacional de Voleibol: 1
1978/79






Aquando da inauguração do Pavilhão Caixa, pairou no ar um possível renascimento da modalidade.
A opinião de alguns clubes sobre um possível retorno do FC Porto é unânime, descrevendo-a como muito boa para o crescimento do voleibol em Portugal, assim como a competitividade.
Aníbal Rocha, director voleibol Vitória de Guimarães
“Se realmente se concretizar, será muito importante para a modalidade. Será bem vindo clubes com mais nome surgirem na modalidade irão dignificá-la. A própria entrada do Vitória foi importante, pois somos o quarto maior clube em Portugal, e isso notou-se no ambiente dos pavilhões, com mais público. Assim haverá maior competitividade, o que é muito bom. Sobre o mercado de transferências, não me preocupa, até porque são outras questões que se abrem, e o facto de o mercado não ficar limitado, devido à lei dos estrangeiros não ter sido aprovado, faz com que o passe dos jogadores portugueses não valorize devido à sua necessidade. Agora só o facto de ter um pavilhão, não significa que tudo seja fácil. Nós só temos duas modalidades de pavilhão, e sabemos as dificuldades que são conciliar treinos e jogos”.
Jorge Teixeira, director voleibol Sp. Espinho
“Como adepto do desporto, e da modalidade, é de louvar este possível regresso. São sinais positivos para a modalidade. O FC Porto é a terceira equipa da história do voleibol português com mais títulos de campeão nacional [ndr. 1ºSp. Espinho : 15 campeonatos nacionais; 2º Instituto Superior Técnico: 13 campeonatos nacionais; 3º FC Porto 9 campeonatos nacionais], e claro que será muito bom, e espero que assim honre a sua tradição, e aposte na formação. Isto são praticamente só vantagens para a modalidade, e em relação ao Sp. Espinho não tenho medo da concorrência, porque nós temos história, e desde 1947 participamos sempre nos campeonatos nacionais, sendo a única equipa em Portugal. Portanto temos história, que não será certamente beliscada”.
Rui Mourinha , director voleibol do Benfica
“Caso seja verdade é uma boa notícia para a modalidade. Um clube como o FC Porto aumentará sem dúvida a competitividade do campeonato, assim como a sua visibilidade, trazendo mais atenção de todos. As vantagens podem ir até dos patrocinios, o que torna a situação boa para todos. Eu via com bons olhos o regresso desta equipa que tem tradição na modalidade. Sobre o mercado de trnasferências? Cada um jogo com as suas armas, e apesar de ser um rival de peso, e de dividir mais o mercado, o Benfica não iria comprometer a sua sustentabilidade... Nós temos sempre os pés bem acentes na terra”.
Vitalino Fagundes, presidente do Fonte Bastardo
“É sempre importante que este tipo de clubes estejam representados na modalidade. Este tipo de concorrência vai aumentar a competitividade, pois de certeza que caso entrem, será para lutar pelo título. Assim, ficar em quarto ou quinto lugar terá mais valor, do que actualmente. No mercado de transferências o FC Porto atacará com força, mas cada um joga com as suas armas.”
Li num fórum na net alguém assegurar que em 2010/2011 o FCP formará equipa de Voleibol com entrada directa na liga principal. Miguel Maia fará parte da equipa.... não sei se é especulação.
A opinião de alguns clubes sobre um possível retorno do FC Porto é unânime, descrevendo-a como muito boa para o crescimento do voleibol em Portugal, assim como a competitividade.
Aníbal Rocha, director voleibol Vitória de Guimarães
“Se realmente se concretizar, será muito importante para a modalidade. Será bem vindo clubes com mais nome surgirem na modalidade irão dignificá-la. A própria entrada do Vitória foi importante, pois somos o quarto maior clube em Portugal, e isso notou-se no ambiente dos pavilhões, com mais público. Assim haverá maior competitividade, o que é muito bom. Sobre o mercado de transferências, não me preocupa, até porque são outras questões que se abrem, e o facto de o mercado não ficar limitado, devido à lei dos estrangeiros não ter sido aprovado, faz com que o passe dos jogadores portugueses não valorize devido à sua necessidade. Agora só o facto de ter um pavilhão, não significa que tudo seja fácil. Nós só temos duas modalidades de pavilhão, e sabemos as dificuldades que são conciliar treinos e jogos”.
Jorge Teixeira, director voleibol Sp. Espinho
“Como adepto do desporto, e da modalidade, é de louvar este possível regresso. São sinais positivos para a modalidade. O FC Porto é a terceira equipa da história do voleibol português com mais títulos de campeão nacional [ndr. 1ºSp. Espinho : 15 campeonatos nacionais; 2º Instituto Superior Técnico: 13 campeonatos nacionais; 3º FC Porto 9 campeonatos nacionais], e claro que será muito bom, e espero que assim honre a sua tradição, e aposte na formação. Isto são praticamente só vantagens para a modalidade, e em relação ao Sp. Espinho não tenho medo da concorrência, porque nós temos história, e desde 1947 participamos sempre nos campeonatos nacionais, sendo a única equipa em Portugal. Portanto temos história, que não será certamente beliscada”.
Rui Mourinha , director voleibol do Benfica
“Caso seja verdade é uma boa notícia para a modalidade. Um clube como o FC Porto aumentará sem dúvida a competitividade do campeonato, assim como a sua visibilidade, trazendo mais atenção de todos. As vantagens podem ir até dos patrocinios, o que torna a situação boa para todos. Eu via com bons olhos o regresso desta equipa que tem tradição na modalidade. Sobre o mercado de trnasferências? Cada um jogo com as suas armas, e apesar de ser um rival de peso, e de dividir mais o mercado, o Benfica não iria comprometer a sua sustentabilidade... Nós temos sempre os pés bem acentes na terra”.
Vitalino Fagundes, presidente do Fonte Bastardo
“É sempre importante que este tipo de clubes estejam representados na modalidade. Este tipo de concorrência vai aumentar a competitividade, pois de certeza que caso entrem, será para lutar pelo título. Assim, ficar em quarto ou quinto lugar terá mais valor, do que actualmente. No mercado de transferências o FC Porto atacará com força, mas cada um joga com as suas armas.”
Li num fórum na net alguém assegurar que em 2010/2011 o FCP formará equipa de Voleibol com entrada directa na liga principal. Miguel Maia fará parte da equipa.... não sei se é especulação.
Tema(s):
figuras históricas,
Modalidades
1 de Dezembro de 2009
Crista levantada, crista baixa
I
Sou de Trás-os-Montes e Alto Douro, a província portuguesa mais chegadinha ao nordeste nacional – prefiro dizer ”província” do que “região”, como agora se diz, e mal.
Na minha juventude não havia a maior parte dos divertimentos que hoje há, nem computadores, nem telemóveis, nem playstations, nem ipods nem mp3, nem mp4. Até aos meus seis anos, nem televisão.
Então tínhamos que criar os nossos próprios divertimentos, pranchas de neve, flechas com ramos de árvore, roda e vareta, quando não mesmo saltar os muros dos pomares e comer os frutos verdes e amargos que as primícias da Primavera nos davam.
Muitos de nós adoravam lutas de galos, e eu era um dos seus principais apreciadores.
Tive galos lindos, de todas as cores, amarelos, alaranjados, castanhos. E, quando achava que o meu galo estava em forma, lá o levava para o terreiro da escola ou o adro da igreja, onde com outros organizava campeonatos e lutas de galo.
O Cassius, como eu lhe chamava em honra de Cassius Clay , o melhor pugilista da altura, foi o meu melhor galo, altivo, de pé em cima das duas patas enormes, balançando o seu corpo atlético coberto de penas castanhas s negras no chão do adro.
Tinha um senão o Cassius, tinha a crista vermelha um pouco descaída. Mas morreu sem derrotas.
Recordo-me de o Pedro, o menino da escola que mais frente me fazia com os seus poderosos galos, trazer um dia um galo que comprou na Galiza, lutador como nenhum.
Quando entrou no terreiro o Galego, como o Pedro chamava ao seu galo, o Cassius parecia um passarinho ao pé dele, não só pelo majestoso porte do Galego, com a sua crista enorme, espigada e encarnada, como pelo jeito mais maneirinho do meu Cassius, mais pequeno e de crista caída.
Pois a verdade é que o Galego levou que contar. Ao fim de três minutos de luta o Galego abandonava o terreiro, aterrorizado com as bicadas imparáveis do Cassius.
Hoje ainda me recordo das peneiras do Galego, da forma altiva como entrou no adro, do seu olhar de desdém para todos os que rodeavam o Cassius, do seu meio sorriso de superioridade com que se abeirou do Cassius, e, depois, da forma como deu às de vila Diogo, de pé ligeiro e crista baixa.
II
Muito errou quem leu a primeira parte desta crónica e pensou que eu estava tolinho e que vinha para aqui falar de galos em vez de falar de bola.
Errou, porque é de bola que eu venho falar.
Desde o princípio da época futebolística que o Benfica e o seu treinador Jorge me fazem lembrar o Galego, o seu ar majestoso e altivo, o seu desdém pelos outros – lembram-se daquela mão do treinador Jorge, com os quatro dedos estendidos e apontados à cara do treinador do Nacional, quando o Benfica lhes marcou o quarto golo?
Lembram-se do ar peneirento como o treinador Jorge se passeia no relvado da Luz, de crista levantada e pintada de castanho dourado?
Lembram-se da crista erguida, perdão das mãos erguidas do treinador Jorge, quando na Luz o Benfica já ganhava por 8-0 ao Setúbal, a mandar os jogadores vir para a frente e atacar, como se quisesse ganhar por um Infinito a zero àquele pobre Setúbal, na altura a braços com uma enorme crise directiva? Não foi aquela atitude uma grande falta de respeito pela equipa que honrosamente perdia, mas de cabeça erguida?
Lembram-se da gritaria encarnada, do chinfrim da avermelhada comunicação social que temos, que todos os fins-de-semana nos grita “Benfica!”, “ Benfica!”, como se aquela equipa tivesse ganho os últimos três campeonatos e não tivesse ficado apenas em terceiro lugar?
Toda esta fanfarra me lembra o Galego do meu amigo Pedro.
Por outro lado, o Porto calado que nem um rato, que nem o meu Cassius, vai, jogo a jogo, humildemente e de crista caída, ganhando o ritmo e os automatismos necessários para o Inverno que se aproxima.
Há vários jogos que o Benfica vem a perder, a empatar ou a ganhar mal e porcamente.
Esperem pela volta, que ainda os vamos ver sair do campeonato de pé ligeiro e crista murcha, como o galo Galego do meu amigo Pedro saiu do adro da Igreja.
Sou de Trás-os-Montes e Alto Douro, a província portuguesa mais chegadinha ao nordeste nacional – prefiro dizer ”província” do que “região”, como agora se diz, e mal.
Na minha juventude não havia a maior parte dos divertimentos que hoje há, nem computadores, nem telemóveis, nem playstations, nem ipods nem mp3, nem mp4. Até aos meus seis anos, nem televisão.
Então tínhamos que criar os nossos próprios divertimentos, pranchas de neve, flechas com ramos de árvore, roda e vareta, quando não mesmo saltar os muros dos pomares e comer os frutos verdes e amargos que as primícias da Primavera nos davam.
Muitos de nós adoravam lutas de galos, e eu era um dos seus principais apreciadores.
Tive galos lindos, de todas as cores, amarelos, alaranjados, castanhos. E, quando achava que o meu galo estava em forma, lá o levava para o terreiro da escola ou o adro da igreja, onde com outros organizava campeonatos e lutas de galo.O Cassius, como eu lhe chamava em honra de Cassius Clay , o melhor pugilista da altura, foi o meu melhor galo, altivo, de pé em cima das duas patas enormes, balançando o seu corpo atlético coberto de penas castanhas s negras no chão do adro.
Tinha um senão o Cassius, tinha a crista vermelha um pouco descaída. Mas morreu sem derrotas.
Recordo-me de o Pedro, o menino da escola que mais frente me fazia com os seus poderosos galos, trazer um dia um galo que comprou na Galiza, lutador como nenhum.
Quando entrou no terreiro o Galego, como o Pedro chamava ao seu galo, o Cassius parecia um passarinho ao pé dele, não só pelo majestoso porte do Galego, com a sua crista enorme, espigada e encarnada, como pelo jeito mais maneirinho do meu Cassius, mais pequeno e de crista caída.
Pois a verdade é que o Galego levou que contar. Ao fim de três minutos de luta o Galego abandonava o terreiro, aterrorizado com as bicadas imparáveis do Cassius.
Hoje ainda me recordo das peneiras do Galego, da forma altiva como entrou no adro, do seu olhar de desdém para todos os que rodeavam o Cassius, do seu meio sorriso de superioridade com que se abeirou do Cassius, e, depois, da forma como deu às de vila Diogo, de pé ligeiro e crista baixa.
II
Muito errou quem leu a primeira parte desta crónica e pensou que eu estava tolinho e que vinha para aqui falar de galos em vez de falar de bola.
Errou, porque é de bola que eu venho falar.
Desde o princípio da época futebolística que o Benfica e o seu treinador Jorge me fazem lembrar o Galego, o seu ar majestoso e altivo, o seu desdém pelos outros – lembram-se daquela mão do treinador Jorge, com os quatro dedos estendidos e apontados à cara do treinador do Nacional, quando o Benfica lhes marcou o quarto golo?
Lembram-se do ar peneirento como o treinador Jorge se passeia no relvado da Luz, de crista levantada e pintada de castanho dourado?

Lembram-se da crista erguida, perdão das mãos erguidas do treinador Jorge, quando na Luz o Benfica já ganhava por 8-0 ao Setúbal, a mandar os jogadores vir para a frente e atacar, como se quisesse ganhar por um Infinito a zero àquele pobre Setúbal, na altura a braços com uma enorme crise directiva? Não foi aquela atitude uma grande falta de respeito pela equipa que honrosamente perdia, mas de cabeça erguida?
Lembram-se da gritaria encarnada, do chinfrim da avermelhada comunicação social que temos, que todos os fins-de-semana nos grita “Benfica!”, “ Benfica!”, como se aquela equipa tivesse ganho os últimos três campeonatos e não tivesse ficado apenas em terceiro lugar?
Toda esta fanfarra me lembra o Galego do meu amigo Pedro.
Por outro lado, o Porto calado que nem um rato, que nem o meu Cassius, vai, jogo a jogo, humildemente e de crista caída, ganhando o ritmo e os automatismos necessários para o Inverno que se aproxima.
Há vários jogos que o Benfica vem a perder, a empatar ou a ganhar mal e porcamente.
Esperem pela volta, que ainda os vamos ver sair do campeonato de pé ligeiro e crista murcha, como o galo Galego do meu amigo Pedro saiu do adro da Igreja.
Descubra as diferenças

A Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do FC Porto registou lucros de 23,5 milhões de euros no primeiro trimestre da época 2009/10, anunciou a empresa.
O resultado mais que triplicou face ao homólogo do ano passado, quando a SAD portista tinha ganho 6,8 milhões de euros.
O Porto revela ainda uma redução do passivo de 4,4 milhões de euros, com destaque para a redução dos empréstimos bancários em 15,8 milhões de euros desde 30 de Junho. O activo, por seu lado, cresceu 19,1 milhões para 202,7 milhões de euros, graças aos investimentos efectuados em novos jogadores.
Os capitais próprios saíram reforçados, graças aos resultados operacionais, em 23,5 milhões de euros, atingindo os 46,1 milhões. O valor supera 50% do capital social, garantindo que a SAD azul e branca não se encontra em situação de falência técnica. Os resultados operacionais ascenderam a 24,6 milhões de euros, mais 15,5 milhões.
In Agência Financeira

A Benfica SAD registou perdas de 6,07 milhões de euros no primeiro trimestre da época 2009/2010, mais do triplo do registado no mesmo período do ano anterior.
Em comunicado, a SAD encarnada reporta ainda resultados operacionais positivos de 1,5 milhões de euros.
«Os resultados operacionais correspondem a 1,5 milhões de euros, tendo sofrido um acréscimo de 2,4 milhões de euros face ao período comparativo do exercício anterior; esta variação é essencialmente explicada pelo crescimento das receitas, provenientes de transmissões televisivas, de quotizações, de receitas de bilheteira, de cachets e de prémios das competições europeias, e pela manutenção dos custos operacionais ao nível do praticado no período homólogo anterior», pode ler-se no comunicado.
Um desempenho que o Benfica diz estar «directamente relacionado com a performance desportiva da equipa principal de futebol, sendo ainda de destacar que no período homólogo as receitas de bilheteira já incluíam os jogos com o FC Porto e o Sporting, ao contrário da presente época».
(...)
O passivo da SAD ultrapassou os 207 milhões de euros e os capitais próprios permanecem negativos nos 17,9 milhões de euros, o que deixa a SAD encarnada numa situação de falência técnica.
In Agência Financeira
Não. Não há diferenças.
Enquanto que uns triplicam prejuízos, outros mais que triplicam lucros. A triplicação está lá!
Enquanto que uns investem como loucos e sem resultados/proveitos, outros investem com critério e com excelentes resultados.
Enquanto uns afirmam que não precisam de vender e ainda vão ao mercado comprar mais 2 ou 3 jogadores, outros sabem da necessidade de vender...
Não há diferenças.
Não admira que este ano estejam com um "cio" descomunal.
Não sei como sobreviverão quando chegarem ao fim e mais uma vez... não ganharam nada!
Mas não há controlo e "fiscalização"para aqueles lados?
Parafraseando o conhecido sportinguista, Rui Oliveira e Costa,
"Há petróleo na Luz?"
Tema(s):
Gestão Desportiva
Sondagens

Eis o resultado final da Sondagem "Como atrair mais adeptos ao Dragão Caixa?".
A opção mais votada foi na "maior informação e divulgação". É uma realidade. A cultura portuguesa já é pouco virada para as modalidades, portanto, se nada se fizer para cativar o adepto a seguir as modalidades as coisas não melhoram. Aproveito isto para dizer que o nosso site, no que diz respeito a este assunto, é uma merda! Já esteve pior é certo, mas continua a estar muito áquem da grandeza do nosso FCPORTO. Mudaram de cenário mas o argumento continua muito fraquinho. Assim é difícil manter os adeptos próximos das modalidades.
Uma das opções mais votadas foi "baixar os preços dos bilhetes". Não creio. Para quem não sabe os bilhetes custam apenas 2 euros para sócios e 4 para o público em geral. São bem acessíveis. Mais do que isto só entradas livres...
A outra opção pela qual recaírem muitos votos foi "Nada. Se nem os responsáveis aparecem...". É um facto. Quando nós vamos ao nosso Dragãozinho fica sempre mal olharmos para a tribuna presidencial e ver lá... muitas cadeiras vazias. A tribuna está sempre praticamente deserta. Os nossos dirigentes e responsáveis deveriam ser os primeiros a dar o exemplo e comparecerem aos jogos das Modalidades, pelo menos no Dragão Caixa.
Uma questão que poderia ajudar muito as modalidades e a envolvência dos adeptos para com estes desportos, seria a "velha" questão da "FCPORTO TV".
É um tema que daria "pano para mangas" e que, a breve prazo, será analisado aqui no Carrega.
Estamos nós aqui a "debater" a fraca afluência ao nosso pavilhão e o Estádio parece tomar o mesmo rumo...
Nova Sondagem:
Quem deve formar dupla com Bruno Alves?
Vota já!! Na barra lateral!
Tema(s):
Modalidades,
Sondagem
30 de Novembro de 2009
Melhor, melhorzinho... (Actualizado)

F.C.PORTO 2-1 Rio Ave
Décima Primeira Jornada da Liga Sagres
Estádio do Dragão, 22.512 Espectadores
F.C.PORTO: Beto, Fucile, Maicon, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Fernando, Belluschi, Raul Meireles, Hulk, Falcao e Rodríguez
Substituições: Belluschi por Varela (65min), Rodríguez por Farías (68min), Raul Meireles por Guarín (85min).
Pequenas notas:
Destaques positivos
.Hulk
.Beto
.Varela
Destaques negativos
.Pior assistência da época
.Falcao
.Muitas perdas de bola em zona perigosa
O Jogo
Finalmente um pontapé no marasmo que se vinha a adensar sobre esta equipa. Não se pode classificar a exibição como tendo sido brilhante, longe disso, acabamos por ter que sofrer quase até ao final da partida e os fantasmas dos resultados mais recentes começaram a cair sobre um Dragão que começava a mostrar sinais de uma clara impaciência. Ainda bem para todos nós que já temos Varela, e mais do que isso, ainda bem que Jesualdo lá acabou por colocar aquele que foi um dos melhores diante do Chelsea em campo. Mas cada coisa no seu devido tempo, até ao minuto 82 ainda existe muita coisa para contar, numa história onde existem heróis, mas onde também não faltam vilões.
Os problemas continuam lá e não é uma vitória sobre a "Sensação" Rio Ave que os vão anular. A equipa continua algo perdida em campo, tarda em encontrar o norte e o exemplo mais gritante disso mesmo são as constantes perdas de bola, mas ainda existe algo pior do que entregar a bola ao adversário, é fazê-lo em zonas potencialmente perigosas para as nossas redes e foi isso a que pudemos mais uma vez assistir.
Foi uma primeira parte irregular do nosso FCP, apesar de uma superioridade enorme em todos os números, o Rio Ave conseguiu mostrar-se por diversas vezes, beneficiando dessas mesmas perdas de bola que cada vez mais vão sendo a imagem de marca deste FCP. Ao intervalo o resultado assinalava um 1-1 com sabor a alguma injustiça, mas uma equipa que sofre um golo logo após ter alcançado a vantagem fruto de uma descoordenação defensiva, não percebo o porquê de ter que ser Fucile a saltar com João Tomás àquela bola, essa equipa não pode chegar ao intervalo com o jogo decidido, essa equipa chega ao intervalo empatada, e os adeptos, esses chegam ao intervalo desanimados. Quando aos 23 minutos o incrível desencantou aquele golo do nada ainda acreditei que era hoje o dia em que veria o meu FCP a brilhar naquele relvado que já nos trouxe tantas alegrias, mas foi tudo efémero, dois minutos foi quanto durou a nossa euforia, João Tomás, esse mesmo que todos sabiam que era a mais real ameaça às nossas redes, conquistou os ares e disferiu um remate letal. 1-1, os fantasmas estavam de volta.
Começou a segunda parte e não havia nada no nosso jogo que fosse suficiente para empolgar os 22.512 heróis que se deslocaram ao Dragão, e os restantes milhares que seguiam a partida através da televisão. Muita previsibilidade, sem qualquer ponta de irreverência, a diferença para os outros jogos mais recentes era que alguns jogadores mostravam mais vontade. Mas será esse aumento de vontade suficiente? É importante, mas não chega, principalmente quando não vemos magia, e ainda pior, quando vemos o relógio a correr perigosamente para o minuto 90, ou então, quando assistimos a mais uma grande penalidade desperdiçada por Falcao, e agora é o fantasma de um tal de Lucho que começa a percorrer os corredores desertos do Dragão e as mentes dos seus adeptos. Mas a verdade é que não podemos contar com os que já cá não estão, e foi precisamente um que regressou recentemente que vestiu a pele de herói quando perto do final marcou o nosso segundo golo. O seu nome? Varela. Antes do término da partida mais algumas ocasiões de golo ou de perigo eminente para o Rio Ave. Se isto é o meu Porto? Que é o Porto é com certeza, mas mesmo sabendo que nem sempre se pode jogar bem, é certo que este não é o mesmo Porto que me faz esquecer o mundo só para o ver jogar, e isso deixa-me desanimado. No final conta a história que os três pontos são nossos, mas o futebol é muito mais do que isso.
Os Jogadores
Beto - Seguro e atento. Quase borrava a exibição no final da partida, mas as culpas desse lance têm que ser repartidas entre o guarda-redes e Maicon. Sem culpas no golo, agarrou tudo o que tinha para agarrar. Se dúvidas houvessem, temos um substituto à altura de Helton.
Fucile - Já tinha saudades de ver este raçudo em campo. Apoiou em algumas ocasiões o ataque, ensaiou remates e "sacou" uma grande penalidade. A defender safou-se, mas tem culpas no golo, culpas que têm que ser repartidas por todo o sector defensivo que estava claramente desorganizado.
Maicon - Começou intranquilo mas estabilizou. Foi a surpresa de Jesualdo e no geral podemos afirmar que fez uma exibição razoável, melhor que as de Rolando ultimamente. No golo deveria ter sido ele a disputar a bola com João Tomás.
Bruno Alves - Esteve genericamente bem. Esteve numa posição difícil que era a de se ter de adaptar a um novo companheiro no centro da defesa. Não foi por aqui que surgiram as nossas dificuldades.
Álvaro Pereira - Incansável. À frente e atrás, correu aquele flanco vezes sem conta. Cada vez mais se afirma como um dos melhores jogo após jogo.
Fernando - Desta vez não gostei muito de o ver em campo. Falhou alguns passes e bem perto do final da partida entregou a bola ao adversário numa zona proibida. Apesar de tudo conseguiu ser como sempre o melhor do meio campo.
Belluschi - Os adeptos pediram pelo jogador, Jesualdo colocou o jogador em campo. O problema é que Belluschi é um 10 e não um 8. O problema é que Belluschi não joga onde o sabe fazer melhor. O problema é que eu já vi o nosso FCP e com este mesmo treinador agarrar-se a uma táctica em função de um só jogador, leia-se 4-3-3 e Ricardo Quaresma, e agora o problema é que se teima em não alterar para um 4-4-2 para rentabilizar não só Belluschi mas toda uma equipa que ainda se rege por um esquema que a mim me parece esgotado no FCP.
Raul Meireles - Esteve melhor, mas pouco. Em relação a Meireles prefiro não me alongar mais até aparecer o Meireles do costume, ou pelo menos o da selecção, o jogo com a Bósnia não foi assim à tanto tempo, mas quem olha para este jogador pensa que foi à anos.
Hulk - Pareceu-me mais lutador e foi através dessa luta que conseguiu o golo. Aquela sessão de banco pode-lhe ter despertado a vontade, principalmente porque deve ter pensado que a África do Sul se estava a afundar no Atlântico.
Falcao - Um mistério. Para onde foi Falcao e para onde foram os seus golos. Teve um cabeceamento espectacular, mas a única imagem que me vem à mente é o penalti falhado. Não deve ser um bom sinal.
Rodríguez - Ouve um período do jogo onde ainda se viu o verdadeiro Rodríguez, mas um jogo são noventa minutos, por isso, não convenceu ainda esta sua exibição.
Varela - Parece querer obrigar Jesualdo a conceder-lhe a titularidade, e ainda bem para nós, porque no fim de contas acabou por ser o seu golo a salvar-nos de mais um resultado frustrante, isto para ser simpático.
Farías - Cada vez mais parece o nosso Mantorras, e é pena, porque este homem merece mais, muito mais.
Guarín - Um paradigma, uns dizem que não tem lugar no plantel, para mim entra no onze de caras.
Outras notas
.Foi uma exibição melhorzinha, amenizada pelo resultado e por um número de ocasiões superiores ao jogos anteriores, mas o que me preocupa é o facto de nesses jogos anteriores não termos tido quase ocasiões de golo. Poderá dizer-se que se o penalti do Falcao entra a história era outra. Podia até ser, mas a oportunidade tão bem "construída" pelo Fucile esbarrou na barra, e como o futebol e a vida não são feitos de "ses", a verdade é que pouco mudou para as bandas do Dragão.
.Uma palavra de apreço para os 22.512 adeptos que enfrentaram aquelas condições e foram apoiar a nossa equipa. Para aqueles que assobiaram desta vez não vai qualquer crítica, a verdade é que é cada vez mais difícil conter o sofrimento de não ver bom futebol consecutivamente.
Décima Primeira Jornada da Liga Sagres
Estádio do Dragão, 22.512 Espectadores
F.C.PORTO: Beto, Fucile, Maicon, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Fernando, Belluschi, Raul Meireles, Hulk, Falcao e Rodríguez
Substituições: Belluschi por Varela (65min), Rodríguez por Farías (68min), Raul Meireles por Guarín (85min).
Pequenas notas:
Destaques positivos
.Hulk
.Beto
.Varela
Destaques negativos
.Pior assistência da época
.Falcao
.Muitas perdas de bola em zona perigosa
O Jogo
Finalmente um pontapé no marasmo que se vinha a adensar sobre esta equipa. Não se pode classificar a exibição como tendo sido brilhante, longe disso, acabamos por ter que sofrer quase até ao final da partida e os fantasmas dos resultados mais recentes começaram a cair sobre um Dragão que começava a mostrar sinais de uma clara impaciência. Ainda bem para todos nós que já temos Varela, e mais do que isso, ainda bem que Jesualdo lá acabou por colocar aquele que foi um dos melhores diante do Chelsea em campo. Mas cada coisa no seu devido tempo, até ao minuto 82 ainda existe muita coisa para contar, numa história onde existem heróis, mas onde também não faltam vilões.
Os problemas continuam lá e não é uma vitória sobre a "Sensação" Rio Ave que os vão anular. A equipa continua algo perdida em campo, tarda em encontrar o norte e o exemplo mais gritante disso mesmo são as constantes perdas de bola, mas ainda existe algo pior do que entregar a bola ao adversário, é fazê-lo em zonas potencialmente perigosas para as nossas redes e foi isso a que pudemos mais uma vez assistir.
Foi uma primeira parte irregular do nosso FCP, apesar de uma superioridade enorme em todos os números, o Rio Ave conseguiu mostrar-se por diversas vezes, beneficiando dessas mesmas perdas de bola que cada vez mais vão sendo a imagem de marca deste FCP. Ao intervalo o resultado assinalava um 1-1 com sabor a alguma injustiça, mas uma equipa que sofre um golo logo após ter alcançado a vantagem fruto de uma descoordenação defensiva, não percebo o porquê de ter que ser Fucile a saltar com João Tomás àquela bola, essa equipa não pode chegar ao intervalo com o jogo decidido, essa equipa chega ao intervalo empatada, e os adeptos, esses chegam ao intervalo desanimados. Quando aos 23 minutos o incrível desencantou aquele golo do nada ainda acreditei que era hoje o dia em que veria o meu FCP a brilhar naquele relvado que já nos trouxe tantas alegrias, mas foi tudo efémero, dois minutos foi quanto durou a nossa euforia, João Tomás, esse mesmo que todos sabiam que era a mais real ameaça às nossas redes, conquistou os ares e disferiu um remate letal. 1-1, os fantasmas estavam de volta.
Começou a segunda parte e não havia nada no nosso jogo que fosse suficiente para empolgar os 22.512 heróis que se deslocaram ao Dragão, e os restantes milhares que seguiam a partida através da televisão. Muita previsibilidade, sem qualquer ponta de irreverência, a diferença para os outros jogos mais recentes era que alguns jogadores mostravam mais vontade. Mas será esse aumento de vontade suficiente? É importante, mas não chega, principalmente quando não vemos magia, e ainda pior, quando vemos o relógio a correr perigosamente para o minuto 90, ou então, quando assistimos a mais uma grande penalidade desperdiçada por Falcao, e agora é o fantasma de um tal de Lucho que começa a percorrer os corredores desertos do Dragão e as mentes dos seus adeptos. Mas a verdade é que não podemos contar com os que já cá não estão, e foi precisamente um que regressou recentemente que vestiu a pele de herói quando perto do final marcou o nosso segundo golo. O seu nome? Varela. Antes do término da partida mais algumas ocasiões de golo ou de perigo eminente para o Rio Ave. Se isto é o meu Porto? Que é o Porto é com certeza, mas mesmo sabendo que nem sempre se pode jogar bem, é certo que este não é o mesmo Porto que me faz esquecer o mundo só para o ver jogar, e isso deixa-me desanimado. No final conta a história que os três pontos são nossos, mas o futebol é muito mais do que isso.
Os Jogadores
Beto - Seguro e atento. Quase borrava a exibição no final da partida, mas as culpas desse lance têm que ser repartidas entre o guarda-redes e Maicon. Sem culpas no golo, agarrou tudo o que tinha para agarrar. Se dúvidas houvessem, temos um substituto à altura de Helton.
Fucile - Já tinha saudades de ver este raçudo em campo. Apoiou em algumas ocasiões o ataque, ensaiou remates e "sacou" uma grande penalidade. A defender safou-se, mas tem culpas no golo, culpas que têm que ser repartidas por todo o sector defensivo que estava claramente desorganizado.
Maicon - Começou intranquilo mas estabilizou. Foi a surpresa de Jesualdo e no geral podemos afirmar que fez uma exibição razoável, melhor que as de Rolando ultimamente. No golo deveria ter sido ele a disputar a bola com João Tomás.
Bruno Alves - Esteve genericamente bem. Esteve numa posição difícil que era a de se ter de adaptar a um novo companheiro no centro da defesa. Não foi por aqui que surgiram as nossas dificuldades.
Álvaro Pereira - Incansável. À frente e atrás, correu aquele flanco vezes sem conta. Cada vez mais se afirma como um dos melhores jogo após jogo.
Fernando - Desta vez não gostei muito de o ver em campo. Falhou alguns passes e bem perto do final da partida entregou a bola ao adversário numa zona proibida. Apesar de tudo conseguiu ser como sempre o melhor do meio campo.
Belluschi - Os adeptos pediram pelo jogador, Jesualdo colocou o jogador em campo. O problema é que Belluschi é um 10 e não um 8. O problema é que Belluschi não joga onde o sabe fazer melhor. O problema é que eu já vi o nosso FCP e com este mesmo treinador agarrar-se a uma táctica em função de um só jogador, leia-se 4-3-3 e Ricardo Quaresma, e agora o problema é que se teima em não alterar para um 4-4-2 para rentabilizar não só Belluschi mas toda uma equipa que ainda se rege por um esquema que a mim me parece esgotado no FCP.
Raul Meireles - Esteve melhor, mas pouco. Em relação a Meireles prefiro não me alongar mais até aparecer o Meireles do costume, ou pelo menos o da selecção, o jogo com a Bósnia não foi assim à tanto tempo, mas quem olha para este jogador pensa que foi à anos.
Hulk - Pareceu-me mais lutador e foi através dessa luta que conseguiu o golo. Aquela sessão de banco pode-lhe ter despertado a vontade, principalmente porque deve ter pensado que a África do Sul se estava a afundar no Atlântico.
Falcao - Um mistério. Para onde foi Falcao e para onde foram os seus golos. Teve um cabeceamento espectacular, mas a única imagem que me vem à mente é o penalti falhado. Não deve ser um bom sinal.
Rodríguez - Ouve um período do jogo onde ainda se viu o verdadeiro Rodríguez, mas um jogo são noventa minutos, por isso, não convenceu ainda esta sua exibição.
Varela - Parece querer obrigar Jesualdo a conceder-lhe a titularidade, e ainda bem para nós, porque no fim de contas acabou por ser o seu golo a salvar-nos de mais um resultado frustrante, isto para ser simpático.
Farías - Cada vez mais parece o nosso Mantorras, e é pena, porque este homem merece mais, muito mais.
Guarín - Um paradigma, uns dizem que não tem lugar no plantel, para mim entra no onze de caras.
Outras notas
.Foi uma exibição melhorzinha, amenizada pelo resultado e por um número de ocasiões superiores ao jogos anteriores, mas o que me preocupa é o facto de nesses jogos anteriores não termos tido quase ocasiões de golo. Poderá dizer-se que se o penalti do Falcao entra a história era outra. Podia até ser, mas a oportunidade tão bem "construída" pelo Fucile esbarrou na barra, e como o futebol e a vida não são feitos de "ses", a verdade é que pouco mudou para as bandas do Dragão.
.Uma palavra de apreço para os 22.512 adeptos que enfrentaram aquelas condições e foram apoiar a nossa equipa. Para aqueles que assobiaram desta vez não vai qualquer crítica, a verdade é que é cada vez mais difícil conter o sofrimento de não ver bom futebol consecutivamente.
Tema(s):
jogos,
Liga Sagres
28 de Novembro de 2009
Já há muitos minutos que anseio por um golo do FCP.
Já são cerca de 200 os minutos sem um golo oficial do nosso FCP. Minutos esses apenas levemente amenizados pelos dois golos dragões que selaram o apuramento de Portugal rumo à África do Sul, mas convenhamos que para o mais fiel adepto portista esses golos no contexto do nosso clube pouca mais importância têm que nenhuma importância de todo. É com sede e fome de golos que aguardo impacientemente pelo jogo de amanhã. É com o peso de duas derrotas consecutivas que amanhã os nossos jogadores irão enfrentar o Dragão, que se espera bem composto e fiel no apoio.Para amanhã apenas se pode esperar uma vitória convincente. Ganhar a jogar mal ou jogar bem para muitos vale o mesmo e os números dizem isso mesmo, são três os pontos para ambas as vitórias, mas se esta equipa não começa a jogar um futebol minimamente convincente, poderemos vir a assistir à maior alienação de sempre dos adeptos para com a equipa. Mas se não houver empenho, se não houver determinação nada será conseguido. Por muito bom que um argumento seja, este apenas será reconhecido se for bem interpretado pelos actores, neste caso os actores são os 11 jogadores que amanhã vão entrar em campo, o argumento esperemos nós que tenha sido bem estruturado ao longo da semana pelo professor Jesualdo.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Beto e Nuno;
Defesas: Bruno Alves, Fucile, Rolando, Álvaro Pereira, Maicon e Sapunaru;
Médios: Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri e Fernando;
Avançados: Falcao, Rodríguez, Hulk, Farías e Varela.
Onze:
Beto;
Fucile, Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira;
Fernando;
Guarín, Belluschi, Raul Meireles;
Farías, Falcao.
Antevisão do Professor:
Adversário perigoso
«O Rio Ave tem grande qualidade e só perdeu um jogo. Nota-se perfeitamente o trabalho do Carlos Brito, que apresenta sempre boas equipas. Isso anuncia o que serão as nossas dificuldades. Acho que o Rio Ave vem ao Dragão fazer um jogo positivo, até porque seria uma grande desilusão para nós se isso não acontecesse».
Crescimento da equipa
«Queremos ganhar jogos e estabilidade. Temos um objectivo claro: sermos campeões. Temos menos golos sofridos e mais marcados, mas isso também não nos dá especial satisfação».
«Traduz-se tudo num conjunto de momentos no futebol. Todas as equipas têm um momento de lesões, uma série de jogos menos bons. Outros dias virão e as bolas que batem na trave vão entrar».
Outras notas:
. Será preciso ter muita atenção a este Rio Ave, principalmente a João Tomás. É um avançado que dispensa qualquer apresentação e agora em Vila do Conde parece ter-se reencontrado com os golos. É de esperar que esta equipa entre no Dragão na expectativa, mas tal como nos demonstrou amargamente o jogo diante do Belenenses, basta um deslize defensivo para complicar ainda mais a nossa missão.
. Em fim de semana de derby lisboeta o FCP tem a possibilidade de ganhar em dois campos. Independentemente do resultado do jogo de hoje à noite o resultado como eu já referi só pode ser um, a vitória, mas no caso do Slb perder pontos, essa vitória representará para além dos três pontos, uma aproximação importante ao clube da luz, principalmente agora que a deslocação do FCP a Lisboa está já aí à porta.
Tema(s):
Antevisão da Jornada,
Liga Sagres
Dismistificar o empréstimo obrigacionista
Empréstimo obrigacionista de 18 milhões de euros que vigorará no triénio 2009/2012
“Esta é a terceira vez que a SAD do FC Porto recorre à emissão de empréstimos obrigacionistas como forma de se financiar, com os 18 milhões que irão ser postos à disposição dos subscritores a serem remunerados com uma taxa de juro de seis por cento, exactamente a mesma do anterior, informou fonte do clube à agência Lusa.
O período de subscrição decorre de 23 de Novembro a 15 de Dezembro, data em que se vence o empréstimo ainda em vigor, com cada obrigação a ter o valor nominal de cinco euros .”
Os empréstimos obrigacionistas não são nenhum bicho de sete cabeças como fazem querer parecer.
As Obrigações são um dos instrumentos financeiros mais utilizados em todo o mundo para financiamento de Empresas. Existe outro meio de financiamento para as empresas que é o típico empréstimo bancário.
As obrigações são títulos de dívida que representam uma fracção de um crédito concedido pelos seus titulares à entidade emitente.
Ao contrário dos accionistas os obrigacionistas não são proprietários, mas sim, credores da entidade emitente (FC Porto).
Uma obrigação confere ao seu titular - o obrigacionista - um direito de crédito remunerado sobre a entidade emitente.
O empréstimo obrigacionista é, então, um contrato pelo qual a entidade emitente (FC Porto) se compromete a pagar aos obrigacionistas um certo valor periódico - o juro - e a reembolsar o capital emprestado, nos termos estipulados na data de emissão.
A amortização do capital pode ser realizada de uma só vez no último período de pagamento de juros, de forma escalonada, em datas pré-definidas ou ainda ser antecipada.
As obrigações são valores mobiliários e, como tal, podem ser transaccionados em bolsa, isto também é uma vantagem!
O objectivo de qualquer investidor é aumentar o seu nível de riqueza. Quando adquire uma obrigação tem de ver se a taxa remuneratória é superior à de um comum depósito a prazo.
O depósito a prazo é um dos concorrentes das obrigações na perspectiva do investidor.
As taxas de juro oferecidas pelas empresas nos empréstimos obrigacionistas são bastante aliciantes.
Neste caso o FC Porto oferece 6%, o que é excelente, sendo o FC Porto um clube estável onde o risco da aquisição de obrigações é diminuto para quem quer investir, e de certeza que as garantias a este empréstimo obrigacionista serão passes de jogadores do FC Porto, que pelo que a história demonstra são activos altamente valorizáveis e seguros.
Para os emitentes, isto é, os que necessitam de fundos, para fazer face aos investimentos traçados, neste particular, o FC PORTO, o recurso à emissão de obrigações como modalidade eleita para o financiamento das suas actividades, não passa para além de uma estratégia de, entre outros, propor uma remuneração à obrigação a uma taxa especial melhorada.
Se a taxa a que o FC Porto remunera a obrigação for menor que a taxa de juro que pagaria a um banco por empréstimo bancário típico...então está a ganhar!
Algum banco emprestaria ao FC Porto 18 milhões de euros a 3 anos, e a cobrar 6 % de taxa juro (com spread incluído)?
Para melhor completar este post deixo aqui as explicações da SAD.
In Jornal de Negócios
A administração da SAD do FC Porto apresentou hoje um empréstimo obrigacionista de 18 milhões de euros para o triénio 2009/2012, com o objectivo de superar as expectativas e a procura registada nos dois empréstimos anteriores.
"Os dois primeiros empréstimos obrigacionistas foram um sucesso ao ponto de o montante procurado ter sido sempre superior ao disponibilizado e, por isso, avançamos para estes 18 milhões de euros perante um juro de 6% que não é fácil obter e que tenho a certeza que vai ser um novo sucesso", afirmou o presidente do FC Porto, Pinto da Costa.
Esta é a terceira vez que a SAD do FC Porto recorre à emissão de empréstimos obrigacionistas como forma de se financiar, com os 18 milhões que irão ser postos à disposição dos subscritores a serem remunerados com uma taxa de juro de seis por cento.
Antes de explicar os contornos desta operação financeira, Fernando Gomes, administrador da SAD portista, fez questão de fazer um esclarecimento prévio sobre o passivo da FC Porto SAD.
"Muitas vezes faz-se um cavalo de batalha relativamente aos passivos e o que tenho dito e reafirmo é que tão ou mais importante do que o valor global do passivo, interessa sobretudo saber da qualificação desse passivo, se é a médio ou longo prazo, e também da capacidade que a sociedade tem de solver esse passivo", começou por explicar o gestor.
Nesta perspectiva, Fernando Gomes confirmou que a SAD do FC Porto tem "capacidade para solver o seu passivo" e, em sua opinião e tendo por comparação a situação da SAD de Benfica e Sporting, a portista "está bem e recomenda-se".
Quanto ao terceiro empréstimo obrigacionista, cujo período de subscrição decorre de 23 de Novembro a 15 de Dezembro, data em que se vence o empréstimo ainda em vigor, Fernando Gomes realçou a importância da operação como "fonte de financiamento alternativa" e que tem como objectivo "colocar integralmente os 18 milhões e se possível aumentar o número de obrigacionistas".
"Esta é uma fonte de financiamento alternativa, que melhora a qualidade do passivo, assim como dá uma estabilidade à tesouraria e uma previsibilidade orçamental", aclarou, destacando ainda a importância dos resultados desportivos no sucesso desta operação.
O público-alvo do terceiro empréstimo obrigacionista está identificado nos actuais obrigacionistas da emissão 2006/2009, sócios, simpatizantes e accionistas do FC Porto, público em geral e investidores institucionais.
A organização e montagem desta operação está a cargo do Millennium BCP e Banco Espírito Santo, o investimento mínimo é de 100 euros por parte do obrigacionista (20 obrigações), com reembolso do capital investido a fim de três anos e com a entrega de juros semestrais.
“Esta é a terceira vez que a SAD do FC Porto recorre à emissão de empréstimos obrigacionistas como forma de se financiar, com os 18 milhões que irão ser postos à disposição dos subscritores a serem remunerados com uma taxa de juro de seis por cento, exactamente a mesma do anterior, informou fonte do clube à agência Lusa.
O período de subscrição decorre de 23 de Novembro a 15 de Dezembro, data em que se vence o empréstimo ainda em vigor, com cada obrigação a ter o valor nominal de cinco euros .”
Os empréstimos obrigacionistas não são nenhum bicho de sete cabeças como fazem querer parecer.
As Obrigações são um dos instrumentos financeiros mais utilizados em todo o mundo para financiamento de Empresas. Existe outro meio de financiamento para as empresas que é o típico empréstimo bancário.
As obrigações são títulos de dívida que representam uma fracção de um crédito concedido pelos seus titulares à entidade emitente.
Ao contrário dos accionistas os obrigacionistas não são proprietários, mas sim, credores da entidade emitente (FC Porto).
Uma obrigação confere ao seu titular - o obrigacionista - um direito de crédito remunerado sobre a entidade emitente.
O empréstimo obrigacionista é, então, um contrato pelo qual a entidade emitente (FC Porto) se compromete a pagar aos obrigacionistas um certo valor periódico - o juro - e a reembolsar o capital emprestado, nos termos estipulados na data de emissão.
A amortização do capital pode ser realizada de uma só vez no último período de pagamento de juros, de forma escalonada, em datas pré-definidas ou ainda ser antecipada.
As obrigações são valores mobiliários e, como tal, podem ser transaccionados em bolsa, isto também é uma vantagem!
O objectivo de qualquer investidor é aumentar o seu nível de riqueza. Quando adquire uma obrigação tem de ver se a taxa remuneratória é superior à de um comum depósito a prazo.
O depósito a prazo é um dos concorrentes das obrigações na perspectiva do investidor.
As taxas de juro oferecidas pelas empresas nos empréstimos obrigacionistas são bastante aliciantes.
Neste caso o FC Porto oferece 6%, o que é excelente, sendo o FC Porto um clube estável onde o risco da aquisição de obrigações é diminuto para quem quer investir, e de certeza que as garantias a este empréstimo obrigacionista serão passes de jogadores do FC Porto, que pelo que a história demonstra são activos altamente valorizáveis e seguros.
Para os emitentes, isto é, os que necessitam de fundos, para fazer face aos investimentos traçados, neste particular, o FC PORTO, o recurso à emissão de obrigações como modalidade eleita para o financiamento das suas actividades, não passa para além de uma estratégia de, entre outros, propor uma remuneração à obrigação a uma taxa especial melhorada.
Se a taxa a que o FC Porto remunera a obrigação for menor que a taxa de juro que pagaria a um banco por empréstimo bancário típico...então está a ganhar!
Algum banco emprestaria ao FC Porto 18 milhões de euros a 3 anos, e a cobrar 6 % de taxa juro (com spread incluído)?
Para melhor completar este post deixo aqui as explicações da SAD.
In Jornal de Negócios
A administração da SAD do FC Porto apresentou hoje um empréstimo obrigacionista de 18 milhões de euros para o triénio 2009/2012, com o objectivo de superar as expectativas e a procura registada nos dois empréstimos anteriores.
"Os dois primeiros empréstimos obrigacionistas foram um sucesso ao ponto de o montante procurado ter sido sempre superior ao disponibilizado e, por isso, avançamos para estes 18 milhões de euros perante um juro de 6% que não é fácil obter e que tenho a certeza que vai ser um novo sucesso", afirmou o presidente do FC Porto, Pinto da Costa.
Esta é a terceira vez que a SAD do FC Porto recorre à emissão de empréstimos obrigacionistas como forma de se financiar, com os 18 milhões que irão ser postos à disposição dos subscritores a serem remunerados com uma taxa de juro de seis por cento.
Antes de explicar os contornos desta operação financeira, Fernando Gomes, administrador da SAD portista, fez questão de fazer um esclarecimento prévio sobre o passivo da FC Porto SAD.
"Muitas vezes faz-se um cavalo de batalha relativamente aos passivos e o que tenho dito e reafirmo é que tão ou mais importante do que o valor global do passivo, interessa sobretudo saber da qualificação desse passivo, se é a médio ou longo prazo, e também da capacidade que a sociedade tem de solver esse passivo", começou por explicar o gestor.
Nesta perspectiva, Fernando Gomes confirmou que a SAD do FC Porto tem "capacidade para solver o seu passivo" e, em sua opinião e tendo por comparação a situação da SAD de Benfica e Sporting, a portista "está bem e recomenda-se".
Quanto ao terceiro empréstimo obrigacionista, cujo período de subscrição decorre de 23 de Novembro a 15 de Dezembro, data em que se vence o empréstimo ainda em vigor, Fernando Gomes realçou a importância da operação como "fonte de financiamento alternativa" e que tem como objectivo "colocar integralmente os 18 milhões e se possível aumentar o número de obrigacionistas".
"Esta é uma fonte de financiamento alternativa, que melhora a qualidade do passivo, assim como dá uma estabilidade à tesouraria e uma previsibilidade orçamental", aclarou, destacando ainda a importância dos resultados desportivos no sucesso desta operação.
O público-alvo do terceiro empréstimo obrigacionista está identificado nos actuais obrigacionistas da emissão 2006/2009, sócios, simpatizantes e accionistas do FC Porto, público em geral e investidores institucionais.
A organização e montagem desta operação está a cargo do Millennium BCP e Banco Espírito Santo, o investimento mínimo é de 100 euros por parte do obrigacionista (20 obrigações), com reembolso do capital investido a fim de três anos e com a entrega de juros semestrais.
Tema(s):
Gestão Desportiva
Em dia de derby...
Em dia de derby lisboeta, este vídeo não deixa de ser curioso...
Vídeo relativo à final da Taça de Portugal de 2002 entre Sporting e Leixões.
Notas:
.Paulo Bento, na altura jogador do Sporting, a comentar no final do jogo.
.Jorge Jesus, adepto confesso dos Leões, na bancada sportinguista muito feliz com a vitória do seu clube.
.Carlos Carvalhal era o treinador do Leixões neste jogo.
Vídeo relativo à final da Taça de Portugal de 2002 entre Sporting e Leixões.
Notas:
.Paulo Bento, na altura jogador do Sporting, a comentar no final do jogo.
.Jorge Jesus, adepto confesso dos Leões, na bancada sportinguista muito feliz com a vitória do seu clube.
.Carlos Carvalhal era o treinador do Leixões neste jogo.
Tema(s):
clubezecos,
historial
27 de Novembro de 2009
Recordar é Viver
Em vésperas de defrontarmos o Rio Ave, deixo aqui um vídeo de um encontro, já muito distante, contra os vila-condenses.
Decorria a época de 87/88, e num estádio das Antas praticamente repleto, os nossos homens presentiaram o público com uma espectacular exibição... e com o título nacional da época.
Época em que o segundo classificado acabou a 15 pontos do líder ( as vitórias só valiam 2 pontos ).
Notas:
.Gomes, que classe de ponta-de-lança.
.Semedo, uma "mal-amado" com uma grande exibição.
.Celso e os misseis de livre.
.Sousa, um bonito golo e um falhanço inacreditável.
.Jaime Magalhães, que todo-o-terreno.
.O "lance polémico", segundo o narrador.
Decorria a época de 87/88, e num estádio das Antas praticamente repleto, os nossos homens presentiaram o público com uma espectacular exibição... e com o título nacional da época.
Época em que o segundo classificado acabou a 15 pontos do líder ( as vitórias só valiam 2 pontos ).
Notas:
.Gomes, que classe de ponta-de-lança.
.Semedo, uma "mal-amado" com uma grande exibição.
.Celso e os misseis de livre.
.Sousa, um bonito golo e um falhanço inacreditável.
.Jaime Magalhães, que todo-o-terreno.
.O "lance polémico", segundo o narrador.
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