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segunda-feira, 29 de abril de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-0 VITÓRIA DE SETÚBAL

FC Porto-V. Setúbal, 2-0
Liga portuguesa, 27.ª jornada
27 de Abril de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 32.410 espectadores

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
Assistentes: Nuno Pereira e Paulo Soares
Quarto árbitro: Paulo Brás

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Atsu
Substituições: Atsu por Varela (39m), Alexandro por Abdoulaye (intervalo) e Lucho por Defour (81m)
Não utilizados: Fabiano, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira

V. SETÚBAL: Kieszek; Pedro Queirós, Frederico Venâncio, Jorge Luiz e Kiko; Ney Santos, Bruno Amaro (cap.), Paulo Tavares e José Pedro; Pedro Santos e Miguel Pedro
Substituições: Miguel Pedro por Jorginho (58m), Zé Pedro por Horta (71m) e Bruno por Makukula (82m)
Não utilizados: Fonseca, Amoreirinha, Bruno Gallo e Bruninho
Treinador: José Mota

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Lucho (64m) e Defour (87m)
Cartão amarelo: Miguel Pedro (32m), Atsu (33m), Pedro Santos (37m), Paulo Tavares (77m), Kiko (80m) e Jorginho (84m)


O FC Porto está na corrida, encurtando distâncias mesmo entre o percalço de desperdiçar um penalti. James redimiu-se depressa e "obrigou" Lucho a marcar, antes de Defour fechar as contas de um resultado (2-0) extremamente simpático para o Vitória de Setúbal. A diferença para o líder é agora de um ponto.
A predisposição ultradefensiva do adversário, assumida sem pudor, não podia sugerir muito mais do que dificuldade e uma estratégia nula em audácia, para lá dos exercícios de contra-ataque obrigatórios. O resultado foi uma primeira parte sem golos.
Ao intervalo, bem depois de Atsu falhar a baliza com Kieszek fora dela, de uma sequência infeliz de ressaltos negar a James o óbvio quando a assistência de Jackson já tinha feito o mais difícil, ou de o próprio Jackson chegar uma fracção de segundo atrasado a um cruzamento de Varela, o FC Porto atingia os 81 por cento de posse de bola, confirmando um domínio que dispensava a validação estatística e preferia a legitimação em golos.
Aos 60 minutos, grande penalidade a favor do FC Porto. James remata para a direita e Kieszek virando-se também para a direita, consegue defender. Aos 64 minutos, com um cruzamento preciso e de trivela, o colombiano convidou Lucho González a fazer o inadiável. Bastou encostar para conseguir o primeiro golo da noite e o quarto da sua autoria na presente edição da Liga.
Mas o elemento inovador, aquele que fazia toda a diferença, pouco ou nada mudou. A reacção do Vitória de Setúbal, que entrava tarde no jogo, não passou de um esboço apagado mais adiante pelo golo de Defour, que marcou seis minutos depois de entrar em campo e ainda foi a tempo de servir Jackson para o para aquele que deveria ter sido o terceiro golo não fosse Jackson escorregar no relvado quando a bola fez ricochete no poste.


DECLARAÇÕES
O primeiro golo do FC Porto frente ao Vitória de Setúbal surgiu apenas aos 64 minutos, já depois de James ter desperdiçado uma grande penalidade, mas a equipa não perdeu a cabeça. Esta é a principal conclusão do treinador Vítor Pereira, na análise que fez da partida da 27.ª jornada da Liga, em conferência de imprensa.

Qual é a sua primeira análise sobre o jogo?
O Vitória foi uma equipa que veio ao Dragão jogar muito fechada, sem ponta-de-lança, com dois homens abertos na frente e quatro no meio, na tentativa de nos surpreender num momento de perda ou de erro. Enquanto não sofreu o primeiro golo manteve-se confiante e não é fácil entrar numa estrutura dessas, unicamente com preocupações defensivas. A nossa equipa teve qualidade e carácter e não entrou em ansiedade, o que é próprio destas situações. Teve paciência e construiu várias situações de golo, se não me engano umas seis ou sete. Fizemos dois golos e não sofremos nenhum, pelo que estou satisfeito com a equipa, o comportamento dos jogadores e o próprio jogo

O FC Porto teve o espírito guerreiro que tinha pedido antes do jogo?
Se passámos 70 e tal por cento do tempo com a posse bola e se damos um enfâse defensivo à expressão, só é possível ser guerreiro no momento em que perdemos a bola. Nesse sentido, tivemos o carácter de ir sempre à procura do golo, que foi tardando. Houve esse espírito que pretendo, porque a equipa não se acomodou, quis sempre abrir a estrutura adversária. O espírito traduz-se na forma como não nos acomodámos e não permitimos que o adversário se estendesse, tendo passado a maior parte do tempo no meio-campo adversário. Esta é a nossa matriz, jogamos sempre desta forma, com bola e reagindo com agressividade à perda.

Sentiu o campeonato a fugir quando James falhou o penálti? Porque falha o FC Porto tantas grandes penalidades?
Estávamos à procura do golo há tanto tempo, que era natural que esperasse que ele surgisse naquele altura, porque era uma oportunidade clara. Ainda assim, acreditei que o tempo que faltava era suficiente. Uma estrutura fechada vai acumulando fadiga e é normal que os erros surjam mais próximo do fim. Em relação aos penáltis, tínhamos o Jackson a marcar, que já foi infeliz esta época, temos ainda o Lucho e o James. O James sentiu confiança e nos treinos marca a maior parte dos penáltis. Isto faz parte do jogo…

Com a entrada do Varela procurou alguém com mais velocidade, para correr mais?
Não para correr mais, mas para diversificar os movimentos, até porque o Alex Sandro estava diminuído. A profundidade, muitas vezes, não se consegue por correr no espaço. O importante era que os movimentos não se repetissem e não fossem fácies de anular. Estávamos com dificuldades em entrar naquele corredor e, com o Varela, achei que teríamos isso. Do meu ponto de vista, o Varela entrou bem. O Atsu ainda se ressente um pouco da lesão contraída na Madeira e não deu à equipa aquilo que eu idealizei.

Jogar dois jogos fora e apenas um em casa até ao fim da Liga é uma desvantagem? E como comenta a nomeação de Manuel Mota para o Marítimo-Benfica?
Relativamente a jogar fora, já provamos que temos capacidade para ganhar em qualquer estádio. Relativamente à nomeação, espero que o Manuel Mota tenha um dia feliz, um dia sim e faça uma grande arbitragem. Desejo que todos os árbitros estejam ao melhor nível, porque nós também procuramos estar. Erramos, como é humano, mas espero que ele não erre consecutivamente, como já vi na semana passada. Espero que isso não volte a acontecer.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

LIGA FERTIBERIA: VINTAGE PERDE EM VALLADOLID


O FC Porto Vintage foi batido na noite desta sexta-feira por 8-3 pelo Valladolid, resultado que deixou a nu as muitas lesões que impediram os veteranos de se apresentarem em pleno.

Ao intervalo a equipa espanhola já vencia por 4-1, tendo na segunda parte confirmado a vitória. Para os Dragões marcaram Domingos e Bessa.

O FC Porto apresentou-se neste jogo muito debilitado, devido a várias ausências por lesão.

Na próxima sexta-feira, o FC Porto Vintade recebe o Málaga, no Dragão Caixa, e em caso de vitória assegura o primeiro lugar do grupo.

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 22 de abril de 2013

CARREGA PORTO: MOREIRENSE 0-3 FC PORTO


Moreirense-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 26.ª jornada
20 de Abril de 2013
Parque Desportivo Comendador Joaquim Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos

Árbitro: Marco Ferreira (Madeira)
Assistentes: Cristóvão Moniz e Sérgio Serrão
Quarto árbitro: Manuel Oliveira

MOREIRENSE: Ricardo Ribeiro; Ricardo Pessoa, Anilton, Aníbal Capela e Florent; Vinícius (cap.), Renatinho e Fábio Espinho; Wagner, Ghilas e Pintassilgo
Substituições: Wagner por Rafael Lopes (61m), Ricardo Pessoa por Paulinho (65m) e Anilton por Diego Gaúcho (74m)
Não utilizados: Ricardo Andrade, Kinkela, Belaid e Tales
Treinador: Augusto Inácio

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Lucho por Castro (74m), Atsu por Liedson (81m) e James por Izmaylov (87m)
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Kelvin e Defour
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Jackson Martínez (34m e 55m) e Fernando (52m)
Disciplina: nada a assinalar

Sem margem para errar, os dragões entraram em campo com uma novidade no onze. Vítor Pereira lançou Christian Atsu e relegou Steven Defour para o banco de suplentes. Helton voltou à baliza.
Tal como vem sendo hábito, os bicampeões nacionais tiveram sempre muita posse de bola, futebol de pé para pé, mas sem grande velocidade na circulação de jogo.
As coisas não estiveram fáceis. O Moreirense, bem fechado na defesa, tentou explorar o contra-ataque e as bolas paradas. De resto, a equipa de Moreira de Cónegos até começou melhor. Aos seis minutos, os axadrezados obrigaram Helton a defesa apertada, após um remate cruzado de Fábio Espinho.
O FC Porto respondeu, aos 18 minutos, por Fernando que obrigou Ricardo Ribeiro a grande defesa. O médio portista chutou em arco, mas o guarda-redes do Moreirense voou e evitou o primeiro golo dos portistas.
No entanto, a equipa da casa voltou a chegar perto das redes de Helton, aos 23 minutos. Nabil Ghilas quase marcava mas valeu aos dragões a atenção de Helton.
Jackson Martínez desmontou a defesa do Moreirense, aos 34 minutos. O colombiano apareceu na cara do guarda-redes verde e branco e não falhou, depois de um passe de nota artística de Danilo.
Até ao intervalo, o FC Porto ainda reclamou uma grande penalidade. Já em tempo de descontos da primeira etapa, Atsu, à entrada da área, caiu mas Marco Ferreira, o árbitro da partida, mandou seguir.
Sem qualquer mexida para o segundo tempo nas equipas, o FC Porto acabou por entrar endiabrado. Os portistas chegaram confiantes e com a firme intenção de carimbar os três pontos.
Fernando fez o segundo golo aos 52 minutos. O brasileiro, sem marcação, recolheu a bola e rematou para uma defesa por instinto de Ricardo Ribeiro. Ainda assim, na recarga o Polvo acabou por não perdoar. 
Três minutos depois... o terceiro para a equipa da Invicta. Jackson Martínez, que não marcava há seis jogos consecutivos, já tinha aberto o marcador e acabou por ampliar a vantagem. Lucho colocou a bola na perfeição para um chapéu do colombiano a Ricardo Ribeiro.
O terceiro golo azul e branco derrubou toda e qualquer intenção do Moreirense em alcançar qualquer ponto.
Os minutos que se seguiram viram o FC Porto a gerir bem a vantagem, a testar a sua organização e a espreitar a baliza do Moreirense. Porém aos 84 minutos, Ghilas ameaçou marcar mas valeu novamente Helton. O guarda-redes do FC Porto voltou a levar a melhor com o avançado do Moreirense; Ghilas apareceu na cara de Helton, já dentro da área, mas o guarda-redes desviou.
Até final - já com Liedson e Izmaylov em campo nos últimos minutos - Danilo podia ter feito o quarto golo dos bicampeões nacionais. O internacional brasileiro, após jogada individual, rematou forte em zona frontal mas o guarda-redes do Moreirense evitou o golo.
O FC Porto sai de Moreira de Cónegos com os três pontos. Missão cumprida para a equipa da Invicta.

DECLARAÇÕES
“Mais simples depois do primeiro golo”, diz o treinador
“Fizemos um jogo conseguido, de qualidade, contra uma equipa organizada e num campo complicado. Depois de conseguirmos o primeiro golo, tornou-se tudo mais simples, porque o Moreirense teve que abrir, conceder mais espaços, e nós pudemos criar situações para marcar. Conseguimos mais dois golos, mas até podiam ter sido mais. O Jackson é um pota-de lança de muita qualidade. Marcou dois golos e estou muito contente por ele e pela equipa Temos de fazer o nosso trabalho e no fim fazemos as contas.”

Jackson com “fome” de vencer
“Sabíamos que não podíamos ceder mais pontos e entrámos agressivos para vencer. Estava tranquilo e confiante de que os golos voltariam a acontecer, mas o importante é que a equipa ganhe e foi isso que aconteceu. A equipa jogou com fome de vencer e vai continuar assim.”


domingo, 14 de abril de 2013

FC PORTO NÃO CONQUISTA TAÇA DA LIGA

SC Braga-FC Porto, 1-0
Taça da Liga, final
13 de Abril de 2013
Estádio Cidade de Coimbra

Árbitro: João Capela (Lisboa)
Assistentes: Ricardo Santos e Tiago Rocha
Quarto árbitro: Manuel Mota

SC BRAGA: Quim; Baiano, Nuno André Coelho, Santos e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Rúben Micael; Alan, Carlão e Mossoró
Substituições: Rúben Micael por João Pedro (75m), Carlão por Zé Luís (78m) e Mossoró por Douglão (90m+2)
Não utilizados: Kritsyuk, Rúben Amorim, Hélder Barbosa e Mauro
Treinador: José Peseiro

FC PORTO: Fabiano; Danilo, Abdoulaye, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; James, Jackson e Defour
Substituições: Lucho por Otamendi (intervalo), Defour por Kelvin (60m) e James por Atsu (75m)
Não utilizados: Helton, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Alan (pen., 45m+2)
Cartões amarelos: Abdoulaye (17m e 45m), Elderson (36m), Baiano (47m), Mossoró (67m), Custódio (80m) e Quim (90m+2)
Cartões vermelhos: Abdoulaye (45m, por acumulação de amarelos)


O FC Porto deixou fugir este sábado a oportunidade de conquistar o 73.º título da sua história, ao perder por 1-0 frente ao SC Braga, que venceu graças a um golo de penálti de Alan. 
Em Coimbra, apareceu um SC Braga forte e apostado em conquistar a Taça da Liga. Os minhotos, única equipa portuguesa que esta época foi capaz de vencer o FC Porto (em jogo da Taça de Portugal), tentou, com cautelas, pegar no jogo e ameaçar as redes azuis e brancas.
Os primeiros minutos mostraram duas equipas sem querer correr grandes riscos. Ambos os técnicos apostaram na segurança defensiva e não admira, por isso, que nenhum dos conjuntos tenha mostrado ascendente nas primeiras jogadas do encontro.
Ainda assim, a primeira e única oportunidade de golo pertenceu ao FC Porto. Aos 10 minutos, Defour, na esquerda, cruzou para o interior de área com Jackson a desviar ao primeiro poste, mas James Rodríguez chegou ligeiramente atrasado para fazer o golo!
Com a derrota no Dragão presente na memória, o Braga tentou realizar uma partida equilibrada mas o FC Porto mostrou mais controlo emocional e tático na partida.
Perto do intervalo, Abdoulaye derrubou Mossoró. O árbitro não teve dúvidas e assinalou a grande penalidade, mostrando o segundo amarelo (e respetivo vermelho) ao central portista. Chamado a marcar, Alan atirou a contar e colocou os minhotos na frente, aos 45+2'.
Vítor Pereira foi obrigado a reorganizar a equipa com a saída de Lucho e a entrada de um central, no caso Otamendi. Com menos um homem e em desvantagem no marcador, o FC Porto arriscou subir as suas linhas e expor-se aos contra-ataques do adversário, que, em boa verdade, causou lances de perigo em que podia ter feito o segundo golo.
Por exemplo, aos 67 minutos Rúben Micael falhou de forma incrível um golo feito; Alan entrou sobre os centrais, fintou o guarda-redes do FC Porto e assistiu Rúben Micael que estava sobre direita, mas o desvio não aconteceu a tempo e a bola foi ao poste.
Responderam os portistas, já com Kélvin em campo. Jackson Martínez, à entrada da área bracarense ganhou espaço mas rematou ligeiramente ao lado da baliza de Quim.
Com o FC Porto lançado no ataque, Fabiano foi gigante na baliza portista. Aos 88', o brasileiro travou um belo remate de Hugo Viana! O SC Braga esteve muito perto do segundo mas o guardião portista brilhou na baliza.
Enquanto jogadores do Braga como Baiano e Custódio, foram escapando ao segundo amarelo, os azuis e brancos tentavam chegar ao golo do empate que levaria às grandes penalidades. Mas o golo não surgiu, a partida acabou e o trófeu foi para o Braga.

DECLARAÇÕES
Vítor Pereira destaca “carácter enorme” dos jogadores
“Dou os parabéns ao Braga e aos meus jogadores, que se bateram do primeiro ao último minuto. Houve mais Porto do que Braga e, depois, houve uma expulsão e um penálti, que, na minha opinião, foram mal assinalados e definem este jogo. Na segunda parte, evidenciámos um carácter enorme e, mesmo com dez, fomos à procura do empate e só não o conseguimos porque faltou aquela estrelinha no momento certo. É natural que os jogadores estejam desiludidos, porque queriam ganhar a competição e deram tudo para o conseguir. Mais uma vez, dou os parabéns aos intervenientes e lamento que uma decisão da equipa de arbitragem tenha definido a final desta forma.”

Lucho não baixa os braços
“É sempre triste perder uma final, mas temos que levantar a cabeça e prepararmo-nos para continuar a lutar pelo título. Jogar com um a menos condicionou bastante, mas, mesmo assim, procurámos chegar ao golo, corremos os riscos necessários. No sábado temos mais um jogo muito difícil, mas não baixamos os braços. Estamos tristes, mas temos que levantar a cabeça.”

sexta-feira, 12 de abril de 2013

LIGA FERTIBERIA: FC PORTO VINTAGE BATE DESPORTIVO


FC Porto Vintage vence Deportivo da Corunha por 13-9, com 8-1 ao intervalo, em jogo disputado na noite desta sexta-feira num Dragão Caixa quase lotado.

A oportunidade de rever alguns dos grandes nomes da história recente do FC Porto levou 1919 espectadores, que vibraram com as jogadas e os golos de "monstros" como Fernando Gomes, Rui Barros e muitos outros.

Com cinco golos, Domingos foi o melhor marcador da equipa, com mais um golo do que Pedro Mendes. Rui Barros bisou, Fernando Gomes e Folha marcaram por uma vez.

fonte: fcporto.pt

terça-feira, 9 de abril de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 3-1 SPORTING DE BRAGA

Liga 2012/13, 25.ª jornada
8 de Abril de 2013.
Estádio do Dragão, no Porto.
Assistência: 31.210 espectadores.

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).
Assistentes: Tiago Trigo e André Campos.
Quarto árbitro: Pedro Vilaça.

FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Defour.
Substituições: Maicon por Abdoulaye (ao intervalo), Defour por Atsu (62m) e Lucho por Kelvin (76m).
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Castro e Liedson.
Treinador: Vítor Pereira.

SC BRAGA: Quim; Baiano, Santos, Nuno André Coelho e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Mauro; João Pedro, Mossoró e Alan (cap.).
Substituições: Mossoró por Carlão (68m), Hugo Viana por Rúben Micael (86m) e João Pedro por Hélder Barbosa (90m).
Não utilizados: Kritciuk, Haas, Rúben Amorim e Zé Luís.
Treinador: José Peseiro.

Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Alan (22m), James (37m) e Kelvin (83m e 86m)


O FC Porto venceu o Sporting de Braga (3-1), mantendo-se a quatro pontos do líder Benfica.
Alan, aos 22 minutos, colocou a equipa bracarense em vantagem no Dragão, mas James igalou aos 37 minutos.Kelvin resolveu o jogo a favor dos azuis e brancos.
Com este triunfo, o FC Porto voltou à luta pelo título com quatro pontos de desvantagem para o Benfica, que vai à frente com 67 pontos.

sábado, 6 de abril de 2013

LIGA FERTIBERIA: "VINTAGE" COM ESTREIA VITORIOSA EM VIGO

O FC Porto "Vintage", formação de futebol "indoor" constituída por ex-jogadores azuis e brancas, venceu esta sexta-feira no terreno do Celta de Vigo, por 11-6, na estreia na edição deste ano da Liga Fertiberia.

Pedro Mendes marcou quatro golos, mas foi Capucho quem abriu o marcador, aos sete minutos. O FC Porto, que alinhou de início com Rui Correia, Fernando Couto, Rui Barros, Fernando Gomes e Pedro Mendes, chegou ao intervalo a vencer por 4-0.

Na segunda parte, os Dragões alargaram a vantagem até aos 9-0, nos primeiros 12 minutos. O Celta reagiu até aos 9-5, mas Pedro Mendes e Capucho voltaram a marcar. Pelo FC Porto, jogaram ainda José Carlos, Folha, Bino, Capucho, Domingos, Semedo, Zé Nando e Mário Silva.

Os marcadores portistas foram Capucho (2), Mário Silva (3), Pedro Mendes (4), Rui Barros e Folha. Pelo Celta marcaram Rajkovic, M. Salgado, Tomás Hervas, Fran Cainzos (2) e Jacobo Campos.

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 1 de abril de 2013

CARREGA PORTO: COIMBRA TEM MAIS ENCANTO VESTIDA DE AZUL E BRANCO


Académica-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 24.ª jornada
30 de Março de 2013
Estádio Cidade de Coimbra
Assistência: 5.832 espectadores

Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal)
Assistentes: Rui Teixeira e Mário Dionísio
Quarto árbitro: Rui Patrício

ACADÉMICA: Ricardo; João Dias, João Real, Flávio (cap.) e Hélder Cabral; Bruno China, Makelele e Marcos Paulo; Rodrigo Galo, Edinho e Wilson Eduardo
Substituições: Bruno China por Cleyton (59m), João Dias por Marinho (67m) e Wilson Eduardo por Cissé (86m)
Não utilizados: Peiser, Halliche, Keita e Ogu
Treinador: Pedro Emanuel

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; James, Jackson e Izmaylov
Substituições: Lucho por Castro (74m), James por Defour (74m) e Danilo por Maicon (81m)
Não utilizados: Fabiano, Liedson, Abdoulaye e Kelvin
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Mangala (15m), Danilo (52m) e Castro (89m)
Cartões amarelos: Bruno China (23m), Mangala (34m), Otamendi (62m) e João Moutinho (87m)
Cartões vermelhos: nada a assinalar


Com uma exibição personalizada e de garra, os Dragões venceram a Académica por 3-0. Depois do empate frente ao Marítimo, a luta pelo título continua.
Os dados estavam lançados à partida: não se esperava outra coisa que não fosse uma Académica defensiva e a tentar explorar o contra-ataque; e um FC Porto dominador e à procura do golo. Assim foi desde o primeiro minuto, mas, ao contrário de outras partidas, os Dragões marcaram na primeira ocasião clara de que dispuseram: na insistência de um pontapé de canto, João Moutinho cruzou de pé esquerdo e Mangala respondeu com um cabeceamento indefensável. Estavam decorridos 15 minutos de jogo.

A equipa da casa tinha muitas dificuldades em ultrapassar o meio-campo portista, que tomava as rédeas do encontro e no espaço de 15 minutos, os portistas dispuseram de oportunidades suficientes para resolver o seu destino. Um livre de James, que Ricardo desviou para a barra, aos 24 minutos, foi a primeira dessas ocasiões. Dois minutos depois, Mangala cabeceou à barra, após cruzamento de James. Jackson e Fernando também poderiam ter ampliado a vantagem.
Na segunda parte, nada se alterou, com a posse de bola do FC Porto a manter-se na casa dos 70 por cento. O segundo golo surgiu num remate de Danilo, aos 52 minutos.
Mais golos poderiam ter surgido, nomeadamente quando Jackson, isolado por James, viu o seu remate evitado pela recuperação de Flávio, aos 55 minutos, ou quando o ponta-de-lança colombiano cabeceou por cima da trave, dez minutos depois. 

Nos dez minutos finais do encontro, Danilo, que sofreu um toque, cedeu o lugar a Maicon. Houve ainda tempo para um momento emblemático da exibição portista: Castro, um jogador formado nas escolas do FC Porto, fez o 3-0 com um potente remate cruzado na esquerda, na “ressaca” de um livre cobrado no lado contrário.

DECLARAÇÕES
O resultado só não satisfez Vítor Pereira pelos números. Aos três que o FC Porto marcou, o treinador acrescentaria mais um, pelo menos. Já em relação ao desempenho da equipa, o técnico dos Dragões revelou-se “muito satisfeito”, o que também não surpreende Danilo, o autor do segundo golo da noite, que deixou bem vincado o carácter dos jogadores.

Vítor Pereira satisfeito com a equipa
“Fundamentalmente, acho que fizemos um jogo sereno e sério. Apresentámo-nos com personalidade, fomos tendo a bola, fazendo o nosso jogo e acabámos por chegar a um resultado de 3-0. Podíamos ter feito mais um ou outro golo, mas fiquei muito satisfeito com a equipa. Enalteço, mais uma vez, o trabalho dos jogadores. Se pudermos ter a bola, se a gestão for feita com bola, o desgaste é menor. E nós soubermos ter bola e esperar o momento certo. Controlámos os ritmos de jogo e isso foi a equipa que o fez. O Moutinho e o James são jogadores de muita qualidade que, mesmo tendo chegado fatigados, sabem gerir a intensidade do seu jogo e acrescentam qualidade. Temos que fazer o nosso trabalho, ganhar os nossos jogos e no fim fazemos as contas.”

Danilo: “Somos jogadores de carácter”
“Fizemos por merecer a vitória, conseguindo controlar todas as acções do jogo e o resultado foi fruto daquilo que fizemos durante a partida. Somos jogadores de carácter, acostumados com as vitórias, e dois resultados que não sejam vitórias deixam-nos incomodados. Procurei ajudar a equipa, como sempre, e hoje, graças a Deus, consegui fazer o golo e uma boa partida. Esta equipa ainda tem muito para crescer.”