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segunda-feira, 22 de abril de 2013

CARREGA PORTO: MOREIRENSE 0-3 FC PORTO


Moreirense-FC Porto, 0-3
Liga portuguesa, 26.ª jornada
20 de Abril de 2013
Parque Desportivo Comendador Joaquim Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos

Árbitro: Marco Ferreira (Madeira)
Assistentes: Cristóvão Moniz e Sérgio Serrão
Quarto árbitro: Manuel Oliveira

MOREIRENSE: Ricardo Ribeiro; Ricardo Pessoa, Anilton, Aníbal Capela e Florent; Vinícius (cap.), Renatinho e Fábio Espinho; Wagner, Ghilas e Pintassilgo
Substituições: Wagner por Rafael Lopes (61m), Ricardo Pessoa por Paulinho (65m) e Anilton por Diego Gaúcho (74m)
Não utilizados: Ricardo Andrade, Kinkela, Belaid e Tales
Treinador: Augusto Inácio

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Lucho por Castro (74m), Atsu por Liedson (81m) e James por Izmaylov (87m)
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Kelvin e Defour
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Jackson Martínez (34m e 55m) e Fernando (52m)
Disciplina: nada a assinalar

Sem margem para errar, os dragões entraram em campo com uma novidade no onze. Vítor Pereira lançou Christian Atsu e relegou Steven Defour para o banco de suplentes. Helton voltou à baliza.
Tal como vem sendo hábito, os bicampeões nacionais tiveram sempre muita posse de bola, futebol de pé para pé, mas sem grande velocidade na circulação de jogo.
As coisas não estiveram fáceis. O Moreirense, bem fechado na defesa, tentou explorar o contra-ataque e as bolas paradas. De resto, a equipa de Moreira de Cónegos até começou melhor. Aos seis minutos, os axadrezados obrigaram Helton a defesa apertada, após um remate cruzado de Fábio Espinho.
O FC Porto respondeu, aos 18 minutos, por Fernando que obrigou Ricardo Ribeiro a grande defesa. O médio portista chutou em arco, mas o guarda-redes do Moreirense voou e evitou o primeiro golo dos portistas.
No entanto, a equipa da casa voltou a chegar perto das redes de Helton, aos 23 minutos. Nabil Ghilas quase marcava mas valeu aos dragões a atenção de Helton.
Jackson Martínez desmontou a defesa do Moreirense, aos 34 minutos. O colombiano apareceu na cara do guarda-redes verde e branco e não falhou, depois de um passe de nota artística de Danilo.
Até ao intervalo, o FC Porto ainda reclamou uma grande penalidade. Já em tempo de descontos da primeira etapa, Atsu, à entrada da área, caiu mas Marco Ferreira, o árbitro da partida, mandou seguir.
Sem qualquer mexida para o segundo tempo nas equipas, o FC Porto acabou por entrar endiabrado. Os portistas chegaram confiantes e com a firme intenção de carimbar os três pontos.
Fernando fez o segundo golo aos 52 minutos. O brasileiro, sem marcação, recolheu a bola e rematou para uma defesa por instinto de Ricardo Ribeiro. Ainda assim, na recarga o Polvo acabou por não perdoar. 
Três minutos depois... o terceiro para a equipa da Invicta. Jackson Martínez, que não marcava há seis jogos consecutivos, já tinha aberto o marcador e acabou por ampliar a vantagem. Lucho colocou a bola na perfeição para um chapéu do colombiano a Ricardo Ribeiro.
O terceiro golo azul e branco derrubou toda e qualquer intenção do Moreirense em alcançar qualquer ponto.
Os minutos que se seguiram viram o FC Porto a gerir bem a vantagem, a testar a sua organização e a espreitar a baliza do Moreirense. Porém aos 84 minutos, Ghilas ameaçou marcar mas valeu novamente Helton. O guarda-redes do FC Porto voltou a levar a melhor com o avançado do Moreirense; Ghilas apareceu na cara de Helton, já dentro da área, mas o guarda-redes desviou.
Até final - já com Liedson e Izmaylov em campo nos últimos minutos - Danilo podia ter feito o quarto golo dos bicampeões nacionais. O internacional brasileiro, após jogada individual, rematou forte em zona frontal mas o guarda-redes do Moreirense evitou o golo.
O FC Porto sai de Moreira de Cónegos com os três pontos. Missão cumprida para a equipa da Invicta.

DECLARAÇÕES
“Mais simples depois do primeiro golo”, diz o treinador
“Fizemos um jogo conseguido, de qualidade, contra uma equipa organizada e num campo complicado. Depois de conseguirmos o primeiro golo, tornou-se tudo mais simples, porque o Moreirense teve que abrir, conceder mais espaços, e nós pudemos criar situações para marcar. Conseguimos mais dois golos, mas até podiam ter sido mais. O Jackson é um pota-de lança de muita qualidade. Marcou dois golos e estou muito contente por ele e pela equipa Temos de fazer o nosso trabalho e no fim fazemos as contas.”

Jackson com “fome” de vencer
“Sabíamos que não podíamos ceder mais pontos e entrámos agressivos para vencer. Estava tranquilo e confiante de que os golos voltariam a acontecer, mas o importante é que a equipa ganhe e foi isso que aconteceu. A equipa jogou com fome de vencer e vai continuar assim.”


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