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terça-feira, 26 de março de 2013

LIGA FERTIBERIA: ENTRADAS À VENDA PARA REGRESSO DO FC PORTO "VINTAGE"


A Liga Fertiberia de futebol "indoor" está de volta, na sua sexta edição. O FC Porto é o único clube não-espanhol convidado para esta competição destinada a jogadores com mais de 35 anos. Esta temporada, o plantel dos Dragões é reforçado com nomes como Futre, Domingos e Pedro Mendes. O primeiro jogo no Dragão Caixa é frente ao Deportivo da Corunha (sexta-feira, 12 de Abril, às 21h).

No entanto, a estreia do FC Porto ocorre no terreno do Celta de Vigo, já a 5 de Abril. Os azuis e brancos procuram chegar aos quartos-de-final no grupo 1, defrontando ainda Real Valladolid (26 de Abril) e Málaga CF (3 de Maio); o grupo 2 integra Real Madrid, FC Barcelona, Valência CF, Atlético Madrid e Espanyol. Tal como no ano passado, estarão em campo Fernando Gomes, Rui Barros, Capucho, Paulinho Santos e João Pinto, entre outros.

Os bilhetes para a recepção ao Deportivo da Corunha (e também para o encontro com o Málaga CF) estão disponíveis nas Lojas do Associado (Dragão e Vitalis Park), FC Porto Stores da Baixa, ArrábidaShopping, NorteShopping e Shopping Cidade do Porto e no Off Season, em Vila do Conde. Os ingressos custam quatro euros para sócios e oito euros para o público. Os detentores de Dragão Caixa Seat têm o seu lugar reservado até 30 de Março.
fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 18 de março de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO NÃO PASSA BARREIRA DOS BARREIROS

Marítimo-FC Porto, 1-1
Liga portuguesa, 23.ª jornada
17 de Março de 2013
Estádio dos Barreiros, no Funchal

Árbitro: João Capela (Lisboa)
Assistentes: Ricardo Santos e Tiago Rocha
Quarto árbitro: Tiago Martins

MARíTIMO: Salin; Briguel (cap.), Roberge, Igor Rossi e Rúben Ferreira; Rafael Miranda, David Simão e Artur; Héldon, Sami e Suk.
Substituições: David Simão por Semedo (67m), Artur por Danilo Dias (75m) e Heldon por Kukula (88m)
Não utilizados: Ricardo, João Diogo, Luís Olim e João Guilherme
Treinador: Pedro Martins

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Atsu por Varela (10m), Defour por Castro (62m) e Varela por Izmaylov (73m)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Liedson e Abdoulaye
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-1
Marcadores: James (34m), Suk (38m)
Cartões amarelos: Alex Sandro (27m), Otamendi (36m), Lucho (42m), Heldon (64m), Danilo (79m), James Rodríguez (80m) e Rúben Ferreira (84m)
Cartões vermelhos: nada a assinalar

O FC Porto empatou este domingo no estádio do Marítimo, por 1-1, deixando assim dois pontos no difícil terreno dos Barreiros. A “fortaleza” dos madeirenses, reforçada por um quase imbatível guarda-redes Salin, que até defendeu um penálti de Jackson, voltou a revelar-se madrasta para o conjunto azul e branco, que dominou e criou oportunidades suficientes para vencer.

O FC Porto tomou completamente conta do jogo nos primeiros minutos, mesmo com a saída forçada de Atsu, por lesão, aos 10 minutos (entrou Varela para o seu lugar). A primeira situação de perigo surgiu aos 12 minutos, num lance que inclui um calcanhar de Lucho e em que o cruzamento de Alex Sandro foi alvo de um corte providencial, quando Salin já estava fora da baliza.

Um remate de “ressaca” de Lucho, aos 20 minutos, foi o segundo sinal de um perigo de um encontro algo confuso, tal a concentração de jogadores em pequenos espaços de terreno, principalmente no meio-campo do Marítimo. A pressão portista sobre o portador de bola do Marítimo era forte; já a troca de bola deixava por vezes algo a desejar. Os insulares deram sinal de vida aos 29 minutos, num remate de Heldon que obrigou Helton a uma intervenção atenta.

Porém, o golo portista surgiu cinco minutos depois, numa combinação na esquerda que envolveu Varela e Defour; James recebeu a bola na zona de penálti e atirou sem hesitações para o 1-0. Porém o tento construído à custa de muito suor foi anulado apenas quatro minutos depois: Mangala escorregou e falhou a intercepção e Suk aproveitou para fazer o 1-1.

Na segunda parte, o domínio territorial do FC Porto adensou-se, com o Marítimo cada vez mais limitado à exploração dos contra-ataques e com muito pouca posse de bola. Ainda assim, há que admitir que a equipa da casa podia ter chegado à vantagem num desses lances, em que Heldon se isola mas em que Helton impede o golo com o pé.

Castro entrou em campo aos 62 minutos, para o lugar de Defour, e, o primeiro lance em que toca na bola culmina numa falta para penálti de David Simão sobre Danilo. Porém, Salin defendeu o remate do colombiano e o FC Porto passava então a lutar contra o relógio, tendo 30 minutos para desfazer a igualdade

Sublinhe-se que Castro entrou bem na partida, ajudando o meio-campo portista a superiorizar-se e a melhorar a qualidade da troca de bola. Os Dragões tudo tentaram para chegar ao segundo golo, que Salin impediu novamente, por duas vezes: primeiro aos 71 minutos, de forma espectacular, na resposta a um cabeceamento de Jackson no meio da defesa maritimista; depois aos 77, num remate de longe de Castro.

Até ao apito final, os azuis e brancos foram incapazes de encontrar o caminho da baliza, que os madeirenses defenderam com unhas e dentes e por vezes até com excessiva dureza e à margem das leis: a entrada de Rúben Ferreira sobre Jackson, aos 84 minutos, era merecedora de vermelho directo.

DECLARAÇÕES
Vítor Pereira: “Complicámos a situação”
“Faltou-nos fazer mais golos. Dominámos, criámos situações de golo, desperdiçámos, inclusivamente, uma grande penalidade e sofremos um golo em que o Mangala escorrega quando tinha a situação controlada. Dou a cara pela minha equipa, porque os jogadores foram enormes e fizeram tudo para chegarmos à vitória. Orgulho-me do trabalho deles. Vimos uma equipa personalizada, que quis ter bola, que dominou, que criou, com caracter, com estofo de campeão, mas que não foi feliz, não conseguiu concretizar as situações de golo que teve. O Marítimo foi defendendo e tentando criar-nos problemas num terreno escorregadio. Não há um único jogador que possa acusar de não ter deixado tudo em campo. Não fomos felizes e complicámos um pouco a situação, porque até aqui dependíamos apenas de nós próprios.”

Lucho: “Vamos continuar esperançados”
“Não merecíamos este resultado, que foi injusto, mas vamos continuar a lutar, acreditando que podemos chegar ao título. Faltou fazer golos e saber conservar a vantagem assim que marcámos, quando faltava pouco para terminar a primeira parte. O facto de sermos uma equipa ambiciosa, e que quer sempre mais, por vezes leva-nos a cometer erros, mas devemos levantar a cabeça e recuperar energia para o que resta do campeonato. É óbvio que queríamos os três pontos e, enquanto matematicamente for possível, vamos continuar esperançados.”
fonte: fcporto.pt

quinta-feira, 14 de março de 2013

FC PORTO DEIXA ESCAPAR ACESSO AOS "QUARTOS" DA LIGA DOS CAMPEÕES


Málaga CF-FC Porto, 2-0
Liga dos Campeões, oitavos-de-final, segunda mão
13 de Março de 2013
Estádio La Rosaleda, em Málaga

Árbitro: Nicola Rizzoli (Itália)
Assistentes: Andrea Stefani e Renato Faverani
Quarto árbitro: Riccardo di Fiore
Assistentes adicionais: Luca Banti e Paolo Silvio Mazzoleni

MÁLAGA CF: Willy; Jesús Gámez, Demichelis, Weligton (cap.) e Antunes; Iturra, Toulalan e Júlio Baptista; Joaquín, Saviola e Isco
Substituições: Júlio Baptista por Santa Cruz (74m), Saviola por Piazón (78m) e Joaquín por Ignacio Camacho (89m)
Não utilizados: Kameni, Lugano, Seba e Sergio Sánchez
Treinador: Manuel Pellegrini

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); Varela, Jackson Martínez e Defour
Substituições: João Moutinho por James Rodríguez (intervalo), Varela por Maicon (58m) e Alex Sandro por Atsu (70m)
Não utilizados: Fabiano, Castro, Izmaylov e Liedson
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Isco (43m) e Santa Cruz (77m)
Cartões amarelos: Otamendi (17m), Defour (24m e 49), Demichelis (28m), Alex Sandro (30m), Jesús Gámez (33m), Toulalan (64m) e Mangala (83m)
Cartões vermelhos: Defour (49m, por acumulação de amarelos)


O FC Porto não foi capaz de garantir o acesso aos quartos-de-final da Liga dos Campeões, ao perder por 2-0 no terreno do Málaga CF. Num encontro em que mostraram sempre personalidade – em vantagem e em desvantagem, em igualdade e em inferioridade numérica, dominando ou sofrendo –, os portistas não foram felizes nos momentos cruciais da partida.
A vantagem mínima obtida na primeira mão acabou por ser ultrapassada por um golo de Santa Cruz a 13 minutos do final, quando os Dragões já levavam quase meia hora em inferioridade numérica, após expulsão de Defour.
No “onze” do FC Porto foram notados os regressos de Mangala e João Moutinho à titularidade, após lesões. A estratégia inicial do FC Porto teve como surpresa a inclusão de Defour numa das alas, mas com a dupla função de criar superioridade a meio-campo quando necessário. E a verdade é que só aos 12 minutos o Málaga conseguiu à área contrária, num livre bombeado que não causou perigo. Durante a primeira meia hora, remates de Danilo (aos nove minutos), Lucho (24) e Defour (27) foram os lances de maior perigo.
Antunes, aos 35 minutos, num remate de fora da área, obrigou pela primeira vez Helton a uma grande intervenção. A equipa da casa passou a aproveitar mais a velocidade dos seus alas e a praticar um futebol mais directo. Isco inaugurou o marcador, aos 43 minutos, num remate colocado que não deu hipóteses a Helton. Ao intervalo, o 1-0 era um resultado demasiado penalizador para quem tinha controlado quase todo o primeiro tempo.
À expulsão de Defour, aos 49 minutos (por falta sobre Joaquín), juntou-se outra má notícia: a saída de João Moutinho. O FC Porto não poderia mais praticar o seu futebol de posse e seria inevitavelmente pressionado e empurrado para zonas mais recuadas. Os Dragões foram então obrigados a praticar um estilo de jogo que não lhes agrada, cedendo o controlo ao adversário e fechando os espaços. Numa primeira fase, os azuis e brancos até reagiram bem à expulsão, mas o desequilíbrio defensivo tornou-se notório e foi resolvido com a entrada em campo de Maicon; Alex Sandro avançou no terreno e fechava à esquerda quando necessário. Os andaluzes não conseguiram manter a mesma intensidade de jogo e o FC Porto ganhou espaço para respirar. Surgiu então uma oportunidade de golo flagrante, aos 75 minutos, quando Jackson por pouco não desvia para a baliza um livre de James.

Na sequência de um pontapé de canto, Santa Cruz colocou o Málaga em vantagem na eliminatória, dando assim um ponto final nas aspirações portistas.

sábado, 9 de março de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-0 ESTORIL PRAIA


FC Porto-Estoril, 2-0
Liga, 22.ª jornada
8 de Março de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 24.604 espectadores

Árbitro: Nuno Almeida (Algarve)
Assistentes: Pais António e Paulo Ramos
Quarto Árbitro: Nuno Pereira

FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Lucho González (cap.) e Defour; James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Lucho González por Castro (56m) e James por Varela (56m) e Defour por Izmaylov (72m)
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Liedson e Abdoulaye
Treinador: Vítor Pereira

ESTORIL: Vagner; Mano, Yohan Tavares, Steven Vitória (cap.) e Jefferson; Gonçalo Santos e Diogo Amado; Carlitos, Evandro e Carlos Eduardo; Licá
Substituições: Diogo Amado por Luís Leal (57m), Carlitos por Gerso (75m) e Gonçalo Santos por Tony Taylor (75m)
Não utilizados: Mário Matos, Anderson Luís, João Pedro e João Coimbra
Treinador: Marco Silva

Ao intervalo: 2-0
Marcadores: Maicon (4m) e Jackson Martínez (13m, pen.)
Cartão amarelo: Luís Leal (90m+1)


O FC Porto venceu ontem o Estoril Praia por 2-0. O FC Porto resolveu o jogo no primeiro quarto de hora. Logo aos quatro minutos, o central Maicon deu de cabeça, o melhor seguimento a um canto de James Rodríguez. Os Dragões continuaram a pressionar e volvidos mais dez minutos ampliaram a vantagem. Mão na bola de Mano na área, com Jackson Martínez a não desperdiçar a grande penalidade. Foi o 23.º golo do colombiano na Liga.
Com o compromisso da Champions na mente, o FC Porto desacelerou na segunda parte, gerindo a vantagem sem problemas de maior.
Com esta vitória, o FC Porto volta provisoriamente à liderança isolada da Liga, com 56 pontos, mais um do que o Benfica, que depois de amanhã recebe o Gil Vicente na 22.ª jornada.


DECLARAÇÕES
Vítor Pereira: "Satisfeito com a equipa"
Vítor Pereira mostrou-se satisfeito com a vitória e com o arranque no jogo, que resolveu a partida nos primeiros minutos. O treinador do FC Porto elogiou o comportamento da equipa, que não concedeu qualquer oportunidade ao adversário.

"Entrámos com qualidade e fizemos dois golos. Defrontámos um adversário com qualidade, que tem bons jogadores, individual e colectivamente. O resultado é justo e estou satisfeito com a equipa".

"Mostrámos qualidade, entrámos fortes. Fizemos dois golos cedo, essa vantagem foi importante. Fomos controlando o jogo, não permitimos que o adversário tivesse oportunidades. É um jogo em que estamos a ganhar 2-0 e o subconsciente dos jogadores também pesa. Nunca esteve em causa o resultado. Podíamos ter marcado mais um ou dois golos".

"Sabíamos que estávamos a defrontar uma equipa-sensação, que tem qualidade. Não quisemos facilitar. Não me recordo de oportunidades do Estoril".

Fernando, "Conseguimos controlar bem"
"Entramos fortes, controlamos o jogo e conseguimos o resultado positivo que passava pelos três pontos. Não foi uma questão de pensar muito no Málaga. A verdade é que entrámos bem, controlamos bem, mas o Estoril criou-nos alguns problemas e tivemos de baixar a intensidade do jogo".

Temos sempre o objectivo representar a nossa selecção. Cabe ao seleccionador optar, não optou por nós, é um direito dele. O campeonato português não tem muita visibilidade no Brasil, mas vamos continuar a trabalhar como até aqui, um dia chegará a nossa vez".


segunda-feira, 4 de março de 2013

CARREGA PORTO: COIMBRA É O PRÓXIMO DESTINO

FC Porto-Rio Ave, 4-0
Taça da Liga, meia-final
3 de Abril de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 12.509 espectadores

Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes
Quarto árbitro: Cosme Machado

FC PORTO: Fabiano; Danilo, Maicon, Abdoulaye e Mangala; Fernando (cap.), Castro e João Moutinho; James, Jackson e Defour
Substituições: Abdoulaye por Alex Sandro (intervalo), João Moutinho por Izmaylov (63m) e James por Liedson (76m)
Não utilizados: Kadú, Lucho, Kelvin e Otamendi
Treinador: Vítor Pereira

RIO AVE: Oblak; Marcelo, André Vilas Boas (cap.), Nivaldo e Lionn; Filipe Augusto, Tarantini e Braga; Ukra, Hassan e Bebé
Substituições: Ukra por Ederson (56m), Braga por Del Valle (74m) e Hassan por Rafael Miranda (80m)
Não utilizados: Diego Lopes, André Dias, Rúben e André Costa
Treinador: Nuno Espírito Santo

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: James (57m, pen.), Fernando (72m), Defour (83m) e Mangala (90m+4)
Cartões amarelos: Lionn (90m+2) e Nivaldo (90m+3)
Cartões vermelhos: Oblak (54m) e Izmaylov (90m+2)

O FC Porto está na final da Taça de Liga, após bater de forma incontestável, por 4-0, o Rio Ave, no Estádio do Dragão. Os golos de James, Fernando, Defour e Mangala, na segunda parte, garantiram o acesso ao jogo decisivo de uma competição que os Dragões nunca venceram. O SC Braga será o adversário, no dia 13 de Abril (sábado), às 19h45.

Esta é a 73.ª final de um clube que, em termos oficiais, apenas não disputou a conquista do Mundial de clubes. De resto, estão lá todas as competições nacionais e internacionais: Campeonato de Portugal, Taça de Portugal, Taça da Liga (pela segunda vez), Supertaça portuguesa, Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões, Taça das Taças, Taça UEFA/Liga Europa, Taça Intercontinental e Supertaça europeia.

A primeira parte esteve longe de ser disputada a um ritmo elevado, com as duas equipas a cumprirem os papéis que lhe cabiam: o FC Porto a dominar a posse de bola e a atacar mais, o Rio Ave a apostar no contra-ataque e na velocidade de avançados como Ukra e Bebé. Na segunda parte, os azuis e brancos foram muito superiores e atingiram uma goleada que não deixa dúvidas sobre a justeza do vencedor.

Os vilacondenses efectuaram dois remates perigosos, a abrir e a fechar a primeira parte, mas o maior volume ofensivo foi naturalmente portista. Destaquem-se uma emenda de Defour, logo aos dois minutos, um lance em que Castro pressionou o guarda-redes Oblak e o obrigou a um alívio precipitado, que quase se transformou em golo, e um remate perigosíssimo de Maicon, que proporcionou uma defesa aparatosa.

O brasileiro recuperou a bola que sobrou num pontapé de canto, tirou dois adversários da frente com um toque em habilidade, mas o remate potente só deu origem a um novo canto. De resto, num primeiro tempo em que o FC Porto teve 65 por cento de posse de bola, há a referir um fora-de-jogo mal assinalado por Nuno Pereira, quando Jackson se isolava.

No recomeço, Alex Sandro entrou para o lugar de Abdoulaye, numa alteração que visava proporcionar mais profundidade ao lado esquerdo do ataque portista, até então ocupado por Mangala. Aos 48 minutos, Jackson poderia voltar a isolar-se, mas viu um novo fora de jogo ser-lhe erradamente assinalado.

Um remate forte de Castro, aos 52 minutos, como que antecipou o primeiro golo dos Dragões, que surgiria momentos depois. Fernando isolou Jackson, que foi ceifado por Oblak quando se preparava para rematar para a baliza. O golpe de karaté do esloveno só poderia ter como consequência a expulsão e a respectiva grande penalidade. James converteu e colocou os portistas na frente

Já com o guarda-redes suplente Ederson em campo, o Rio Ave sofreria o segundo golo aos 72 minutos, após uma troca de bola no meio campo em que Fernando libertou Defour na esquerda e depois recebeu dos pés do belga a bola “redondinha” para o lance que sentenciou a partida. Liedson entrou pouco depois na partida, por troca com James, e, como não há duas sem três, Jackson foi de novo travado por um árbitro assistente com a vista algo descalibrada.

Já no cair do pano, o FC Porto conseguiu mais dois golos. O 3-0 saiu dos pés de Defour, mas teve o importante contributo de Castro, que o assistiu, de calcanhar. Já sem Izmaylov (expulso num lance em que parece haver uma clara provocação de Lionn, que se “safou” apenas com um amarelo), Mangala fez o 4-0, na recarga fácil a um belo livre directo de Danilo, que embateu na barra.

DECLARAÇÕES
Na análise resumida, houve um antes e um depois do golo, ao ponto de Vítor Pereira, o seu autor, reconhecer que o resultado não espelha as dificuldades experimentadas pelo FC Porto, sem nunca beliscar o mérito de uma vitória ampla que o coloca na final da Taça da Liga. Com o objectivo de conquistar o troféu, perspectiva um jogo difícil, frente ao Braga, um adversário com qualidade.

Antes e depois do primeiro golo
“Fiquei satisfeito com o resultado do jogo, até porque defrontámos um adversário muito organizado. O Rio Ave, enquanto jogou compacto, foi adiando o primeiro golo, mas, depois dele, construímos com naturalidade um resultado de 4-0, que até não traduz as dificuldades que sentimos.”

Castro a ganhar espaço
“O Castro é um jogador com um espírito competitivo tremendo e que tem evoluído muito. À medida que a época vai decorrendo, é natural que as ausências de alguns jogadores sejam as oportunidades para outros. E o Castro tem-nas aproveitado bem. Transmite muita alma nos treinos e está a ganhar o seu espaço nos jogos.”

A expulsão de Izmaylov
“A expulsão do Izmaylov é a única mancha do jogo. Com um resultado praticamente feito, a reacção não justifica, do meu ponto de vista, o cartão vermelho.”

Final difícil
“O Braga está na final por mérito próprio, é uma equipa bem apetrechada e antevejo uma final difícil. Vamos encará-la com um espírito de conquista, certos de que defrontaremos um adversário com qualidade. É mais um troféu que queremos ganhar.”
fonte: fcporto.pt

domingo, 3 de março de 2013

CARREGA PORTO: NADA ESTÁ PERDIDO


Sporting-FC Porto, 0-0
Liga portuguesa, 21.ª jornada
2 de Março de 2013
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Assistência: 27.436 espectadores

Árbitro: Paulo Batista (Portalegre)
Assistentes: José Braga e Valter Rufo
Quarto árbitro: Luís Reforço

SPORTING: Rui Patrício; Miguel Lopes, Tiago Ilori, Marcos Rojo e Joãozinho; Rinaudo (cap.), Eric Dier e Adrien; Labyad, Van Wolfswinkel e Capel
Substituições: Labyad por Bruma (60m), Adrien por Carrillo (75m) e Capel por Fakobo (80m)
Não utilizados: Marcelo, Cédric, Zezinho e Etock
Treinador: Jesualdo Ferreira

FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); Varela, Jackson Martínez e Izmaylov
Substituições: Izmaylov por James (56m), Varela por Atsu (67m) e Defour por Liedson (81m)
Não utilizados: Fabiano, Castro, Abdoulaye e Sebá
Treinador: Vítor Pereira

Cartões amarelos: Izmaylov (38m), Marcos Rojo (44m e 78m), Maicon (70m), Fernando (86m) e Miguel Lopes (89m) e Bruma (90m+1)
Cartões vermelhos: Marcos Rojo (78m, por acumulação de cartões amarelos)


Na deslocação à Alvalade, o FC Porto pouco mais fez do que um empate a zero. 

De um lado, um Dragão forte e vencedor. Do outro lado, um leão que, diga-se em abono da verdade, mais se assemelha a um lince ibérico, sem juba e sem rugir digno desse nome. E talvez tenha sido esse estado anémico do adversário que permitiu o empate, uma vez que os comandados de Vítor Pereira apresentaram-se tão perdulários e tão desconcentrados. Foram vários os lances de golo desperdiçados, assim como foram demasiados os passes errados por parte dos médios portistas.
Depois de uma primeira parte sem golos, o Sporting ficou reduzido a dez elementos, aos 78 minutos, após expulsão de Rojo por acumulação de cartões amarelos. Os azuis e brancos tentaram aproveitar a vantagem numérica da melhor forma, com Liedson a entrar nos instantes finais, naquele que foi o seu regresso ao Estádio José Alvalade, agora com a camisola do FC Porto. Mas nem ele conseguiu marcar.
Nos minutos finais, os azuis e brancos deram o máximo, mas o nulo manteve-se. Atsu dispôs da melhor ocasião dos Dragões, aos 81 minutos, mas Rui Patrício voltou a aparecer no caminho do seu remate cruzado.
Nada está perdido para o FC Porto, embora tenha ficado mais difícil, especialmente hoje em caso de vitória do Benfica no terreno do Beira-Mar.


DECLARAÇÕES
Vítor Pereira “Deixámos o jogo partir-se”
A ansiedade, a resposta que Vítor Pereira não queria detectar na equipa, é precisamente a primeira explicação para o empate em Alvalade, segundo o treinador, que reconheceu nos jogadores falta de esclarecimento e paciência, em especial na segunda parte. Lucho reforça a opinião do técnico, acrescentando quebras de tranquilidade, antes de desejar um regresso rápido a João Moutinho.

“Vamos à luta”, diz o treinador
“Defrontámos uma equipa que se bateu sempre bem, que esteve organizada. Entrámos muito bem no jogo, fomos iguais a nós próprios, com boa circulação de bola e bons momentos de entrada no último terço do terreno, o que nos permitiu construir algumas oportunidades de golo. Na segunda parte, a ansiedade apoderou-se da equipa, que quis fazer tudo muito depressa e acumulámos uma série de erros em termos de circulação que permitiu ao Sporting algumas transições rápidas perigosas. Deixámos o jogo partir-se um pouco e esse não é o nosso estilo. Foi pena, não posso apontar nada aos jogadores, mas, na segunda parte, faltou-nos ser mais esclarecidos e pacientes. O jogo terminou desorganizado e partido, como eu não gosto. Não foi possível sairmos daqui com uma vitória, mas o campeonato está completamente em aberto. Vamos à luta. Preferia ter ganho o jogo e continuar na frente, mas o nosso adversário directo ainda vai a nossa casa e ainda temos muito tempo para virar o campeonato a nosso favor, caso ganhe amanhã.”

“Sabor amargo” para Lucho
“Obviamente, não é um resultado positivo para nós, mas ainda falta muito campeonato para jogar. É pena não termos vencido. Faltou-nos um pouco mais de tranquilidade na hora de definir os lances, de fazer a melhor opção e que a bola entrasse, que é o mais importante no futebol. Podemos ter muita posse de bola, mas, se não marcarmos, não ganhamos. O João Moutinho é um jogador muito importante para nós, mas acredito que neste plantel há jogadores para substituir quem quer que seja. Infelizmente, não pode estar connosco, mas oxalá recupere depressa, porque precisamos dele. Vamos com um sabor amargo, porque queríamos vencer.”

sábado, 2 de março de 2013

QUANTO MAIS ME BATES...

Em semana de deslocação a Alvalade, um símbolo do FC Porto, agora transformado em profissional das tácticas, decidiu reaparecer após um passo em falso por terras galegas. Domingos, um dos maiores goleadores da nossa história, antigo capitão e sempre visto como uma possibilidade para o nosso banco, foi a um programa qualquer da RTP dizer que «Izmaylov está a colocar muita coisa em causa».
Ao ler estas declarações, concluo que o nosso antigo ponta de lança esteja com alguns problemas de memória… Afinal, 21 anos ao serviço do FC Porto entre camadas jovens, equipa sénior e treinador deviam ter servido aprender muita coisa, sobretudo uma muito simples: não se comparam estruturas profissionais e ganhadoras como a do Futebol Clube do Porto com as comédias do clube dos viscondes.
Não é necessário dizer que as declarações de Domingos eram escusadas. Pelo vistos não bastou o enxovalho que Domingos levou nesse clube pseudo grande.

É caso para dizer: Quanto mais me bates...