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sexta-feira, 31 de maio de 2013

LIGA FERTIBEIRA: FC PORTO "VINTAGE" 13-10 FC BARCELONA

FC Porto: Rui Correia e José Carlos; Zé Nando, Bessa (1), Bino, Mário Silva (3), Fernando Gomes, Domingos, Capucho (2), Pedro Emanuel e Rui Barros (7)
Treinador: Luís Castro

Barcelona: Felip e Julio Iglesias; Albert Tomás (1), Arpón (3), Ezquerro (3), Pinilla, Mingo, Sánchez Jara, Luque, Reiziger (2) e Quique Martín (1)
Treinador: Javier Villena

Árbitros: Joaquim Bonifácio e Aníbal Fernandes

Disciplina: cartão amarelo para Mingo, Sánchez Jara, Luque, Bino e Rui Barros


O FC Porto Vintage venceu esta quinta-feira o Barcelona, por 13-10, no Dragão Caixa, avançando assim para as meias-finais da Liga Fertiberia, em que terá o Celta de Vigo como adversário. Rui Barros, com sete golos e várias assistências, foi o jogador em destaque do encontro.

Até foi Ezquerro a inaugurar o marcador, logo aos três minutos, mas aos sete, graças a um tento de Mário Silva, os portistas passaram pela primeira vez para a frente do marcador (2-1). Os catalães recuperariam e voltariam à vantagem, num encontro cheio de emoção, mas ao intervalo era o equilíbrio a prevalecer (5-5). O guarda-redes Felip, do Barcelona, foi um dos homens em maior destaque, travando várias combinações entre os endiabrados Rui Barros e Capucho.

No segundo tempo, a dupla portuguesa revelou-se demasiado eficaz para dar hipótese aos espanhóis e ficou assim garantido um lugar nas meias-finais para os Dragões. Para além de Rui Barros, Capucho, Bessa e Mário Silva também fizeram o "gosto ao pé".

fonte: fcporto.pt

quarta-feira, 29 de maio de 2013

CARREGA PORTO: JOSUÉ E LICÁ JÁ SÃO DRAGÕES

Josué e Licá são reforços do FC Porto. Os dois jogadores assinaram até 2017, depois de terem feito exames médicos durante esta quarta-feira.

Josué regressa aos 22 ao FC Porto, onde fez toda a formação, e não escondia a satisfação: O meu objectivo sempre foi voltar ao melhor clube de Portugal”, disse em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e Porto Canal.
“É uma grande alegria voltar a uma casa conhecida, voltar à minha casa, vestir esta camisola é a melhor coisa do mundo”, começou por dizer, agora o “objectivo é lutar por títulos e ajudar ao máximo o clube a ser campeão”.

Licá nunca teve ligação ao FC Porto, mas também ele é adepto do Dragão: “Desde que me conheço sou portista, nasci no seio de uma família portista”, começou por dizer o avançado que, aos 24 anos, diz que é o “concretizar de um sonho” e que o “objecto sempre foi chegar ao FC Porto.

Preferindo jogar pela esquerda, mostra-se disponível a ajudar a equipa onde for preciso: “Vou estar disponível para o lugar que o treinador entender, prefiro a esquerda, mas jogo onde for melhor para a equipa. Agora é trabalhar para mostrar que mereço estar aqui”.

O objectivo de Licá é “ajudar a conquistar títulos” e concluiu: “O azul e branco fica-me bem”.

fonte: fcporto.pt

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO VENDE JAMES E MOUTINHO AO MÓNACO

James Rodríguez e João Moutinho foram, de uma assentada, transferidos para o Mónaco FC, clube de que é proprietário o multimilionário russo Dmitry Rybolovlev. O nosso Clube habituou-nos a lidar com uma realidade: tem de se comprar talentos e jovens com potencial, valorizá-los, promovê-los e, depois, vendê-los com mais-valias que financiem a atividade do futebol e da própria instituição. De momento não há outra forma de suportar orçamentos anuais gordos que não têm correspondência em receitas de bilheteira e receitas televisivas. A realidade portuguesa é bem diferente da vivida por clubes ricos em países com estrutura económica poderosa. Em suma, o FC Porto precisa de vender e para nosso regalo, tem-no feito muito bem.
A venda rendeu ao FC Porto a impressionante soma de 70 milhões de euros, passando a ser a maior transacção acordada entre um clube português e outro estrangeiro.
O passe de James custou ao Mónaco 45 milhões! O colombiano entra para o pódio na lista das maiores transferências de sempre para fora do nosso país. Só é suplantado por Hulk (60 milhões). Por sua vez, Moutinho rende 25 milhões de euros ao FC Porto mas o Sporting, anterior clube do médio, tem direito a 3,5 milhões que representam 25 por cento em mais-valias, percentagem que ficou definida aquando da saída dos Leões para os Dragões. O FC Porto contratou Moutinho ao Sporting, naquela que foi a maior transferência interna na história do futebol português, por 11 milhões de euros e vendeu-o agora por 25.
João Moutinho e James Rodríguez prestaram relevante serviço ao FC Porto. Foram brilhantes e pedras fundamentais na conquista de três Campeonatos consecutivos, no triunfo na Liga Europa, numa Taça de Portugal e em três Supertaças.

Muito Obrigado aos dois. Os portistas jamais vos esquecerão.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

CARREGA PORTO: TIMELINE E TRICAMPEONATO

Paços de Ferreira-FC Porto, 0-2
Liga portuguesa, 30.ª jornada
19 de Maio de 2013
Estádio da Capital do Móvel, em Paços de Ferreira

Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes
Quarto árbitro: Jorge Ferreira

PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Tony, Ricardo, Tiago Valente e Diogo Figueiras; André Leão, Luiz Carlos e Vítor; Manuel José (cap.), Poulsen e Josué
Substituições: Poulsen por Cohene (24m), Manuel José por Christian (intervalo) e Vítor por Hurtado (74m)
Não utilizados: António Filipe, Caetano, Nuno Santos e Filipe Anunciação
Treinador: Paulo Fonseca

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Defour por Castro (78m), James por Kelvin (82m) e Varela por Liedson (89m)
Não utilizados: Fabiano, Izmaylov, Abdoulaye e Sebá
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Lucho (23m, pen.) e Jackson (52m)
Cartões amarelos: Danilo (17m e 56m) e André Leão (78m)
Cartões vermelhos: Ricardo (22m) e Danilo (56m, por acumulação de amarelos)


Segue-se hoje uma crónica do jogo bem diferente da habitual, em jeito de timeline. O jogo na Mata Real só faz sentido se for contado o que está para trás, o que nos levou até aqui, o que foi acontecendo até este dia 19 de Maio, onde todas as decisões se concentraram em Paços de Ferreira.
A eliminação da Champions às mãos do Málaga e os empates em Alvalade e na Madeira; trouxeram um grande desânimo a toda a nação portista e alteraram o rumo do campeonato até então. Ficaram bem à vista, nessa altura, as difíceis condições com que Vítor Pereira se foi deparando ao longo de toda a temporada, fruto de um plantel curto e limitado, que teria obrigatoriamente que ser esticado ao máximo até ao final do campeonato. Como água da chuva, as críticas começaram a cair. Sobre o treinador. Sobre os jogadores, sobre os dirigentes. O James não recupera da lesão. A saída do Hulk e a não contratação do Lima. 

Do outro lado da trincheira, pelo contrário, respirava-se confiança e saúde. Eles tinham as melhores opções, um banco de categoria, estavam em todas as frentes e jogavam o tal futebol-espectáculo. Nós tínhamos um ponta-de-lança e meio e eles tinham três ou quatro matadores. Nós, antes dos jogos frente ao Braga de José Peseiro, estávamos apreensivos, pouco confiantes, sem a chama que nos caracteriza. Mas, bem lá no fundo, com a crença ainda viva, embora escondida, prestes a soltar-se cá para fora à primeira oportunidade. É nesse jogo, em casa, que se ouve falar pela primeira vez de um rapaz chamado Kelvin, de cabelo estranho, ar de moleque e corpo franzino. Faz dois golos ao cair do pano e conquista três pontos para o Dragão. Mais não faz do que alimentar a crença, reacender a chama, pôr-nos a acreditar no impossível.
Logo de seguida, novo desânimo. O FC Porto perde a Final da Taça da Liga frente ao mesmo Braga. Do lado contrário, o cortejo continua triunfal. Estavam na Final da Liga Europa e na Final da Taça de Portugal. Iam ganhar o campeonato. Pouco importava que tivessem ganho aos leões com uma grande “capelada” à mistura. Aliás, eles não ganham. Eles atropelam os adversários. Eles trituram os oponentes.
Até que vão à Madeira e, após uma primeira parte atribulada, ganham o jogo com um golo na própria baliza já perto do final do jogo. Festejam como se já fossem campeões. Erro crasso, penso. Isto costuma dar azar, concluo. Mas se calhar sou eu que sou doente pelo Porto e ainda acredito no impossível.
Chega a nossa vez de ir jogar à Madeira, à Choupana. Resolvemos o jogo na primeira parte e ficamos no sofá, a aguardar pelo desfecho – mais que esperado – do jogo deles frente ao Estoril. A nossa crença vai crescendo à medida que os minutos para os 90 vão diminuindo. Será possível? É mesmo. O jogo acaba e parece que um terramoto varreu aquele estádio com problemas de iluminação. Olhares no vazio, silêncio sepulcral, caras franzidas, medo estampado na cara. Falar no que se passou depois é dispensável. Cada um viveu-o à sua maneira. O “ides sofrer como cães”, tão popularizado nos dias que anteciparam o clássico no Dragão, mais não foi do que chamá-los à realidade. Já sabemos que a doença de que padecem é terem de jogar futebol. Porque de resto, são os melhores do mundo. Mas, chatice das chatices, ainda são obrigados a ganhar jogos no relvado. Ainda são obrigados a jogar contra todas as equipas do campeonato, a duas voltas, durante 90 minutos. O problema é essa maldita teimosia de os obrigarem a jogar a bola, especialmente de os obrigarem a jogar depois da hora, nessa tal “novidade” que se chama descontos de tempo.
Antes da última jornada, ainda vão a tempo de perder mais uma final europeia. Antes do jogo, os jornalistas e comentadores diziam que eram os favoritos. Favoritos? Contra o Chelsea campeão europeu?!, penso algo surpreendido. Sim, eram, porque tinham mais equipa e não apenas individualidades. No fim, voltam a perder o jogo aos 92 minutos. Começa o delírio colectivo. É o azar. É o número 92. É a maldição de um treinador de há 50 anos. É o Jesus que é pé frio. A desresponsabilização total. Não se referem aos festejos antecipados nem à falta de humildade. Mas lá está, tirando os descontos e o azar, são os melhores do mundo.
Na Sexta-Feira, a equipa de andebol encarnada vem jogar ao Dragão Caixa. O Porto, para ser campeão nesse jogo, precisa de ganhar por três golos de diferença. Vencemos por 26 x 23 e somos PENTA. 
No Sábado, coincidência das coincidências, a equipa de hóquei em patins deles vem jogar ao Dragão Caixa. Vencemos por 7 x 3 e resgatamos o título de Campeão Nacional, depois de um ano sem o ganhar. Em doze épocas, 11 títulos são azuis e brancos. 
Aqui excluem-se o minuto 92, a maldição, os descontos.  Foi azar (outra vez).
Chega Domingo, o dia da decisão. Desta vez, lá se safaram frente ao Moreirense, apesar de estarem a perder logo na primeira parte. Por seu lado, o FC Porto não foi jogar esta final a Paços de Ferreira. Foi ganhá-la. Lucho e Jackson selaram o título portista, entrando para a História como a terceira equipa em Portugal que termina um campeonato sem derrotas.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SOU PORTISTA E DIGO ADEUS À EDP

António Mexia, presidente da EDP, disse, em entrevista à Antena1 e Diário Económico, que uma vitória dos encarnados no campeonato teria um efeito positivo no Produto Interno Bruto.
É ridículo que um administrador pago a peso de ouro durante anos por dinheiros públicos e que beneficia de rendas elevadíssimas pagas pelo Estado (por todos nós), venha veicular a propaganda bafienta dos "seis milhões" e da alegria da "maioria", veiculando teses mirabolantes. As provas e os jogos ganham-se por mérito, se bem que o presidente de uma empresa baseada num prolongado monopólio possa ter dificuldade em compreendê-la.


A página "Sou Portista e digo Adeus à EDP" pretende responder a essas afirmações convidando os Portistas a clicar “gosto”, trocar de operador energético e ainda poupar uns trocos.

Peço então a todos os portistas que façam “gosto” na página e que a divulgem no vosso blog portista.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

CARREGA PORTO: COLOCAR OS PÉS BEM ASSENTES NO CHÃO

Bom Dia, Portistas! 
Estamos todos eufóricos e felizes, mas é tempo de assentar a poeira pois nada está ganho. Temos que colocar novamente os pés bem assentes no chão porque ainda falta uma batalha... E essa batalha vai ser tremendamente dura. Existe confiança mas não exageremos, faltam 90 minutos e tudo pode acontecer. Acreditar mas com juízo!
Vamos ser humildes. Com um sem bilhete, vamos todos a Paços de Ferreira no próximo domingo, apoiar o FC Porto.

Desejo a todos um Boa Semana de trabalho/estudo/férias.

domingo, 12 de maio de 2013

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-1 BENFICA


FC Porto-Benfica, 2-1
Liga portuguesa, 29.ª jornada
11 de Maio de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 50.117 espectadores

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda
Quarto árbitro: Luís Ferreira

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson e Varela
Substituições: Fernando por Defour (73m), Lucho por Kelvin (79m) e Danilo por Liedson (84m)
Não utilizados: Fabiano, Abdoulaye, Castro e Sebá
Treinador: Vítor Pereira

BENFICA: Artur; Maxi, Luisão (cap.), Garay e André Almeida; Salvio, Matic, Enzo Pérez e Ola John; Gaitán e Lima.
Substituições: Gaitán por Roderick (67m), Lima por Cardozo (73m) e Ola John por Aimar (84m)
Não utilizados: Paulo Lopes, Melgarejo, Rodrigo e Urrega
Treinador: Jorge Jesus

Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Lima (19m), Varela (25m) e Kelvin (90m+2)
Cartão amarelo: Enzo Pérez (46m), James (56m), Matic (59m), Fernando (66m), Defour (80m), Artur (85m) e Helton (90m+3)

O jogo no Dragão começou de forma emocionante. O Benfica foi o primeiro a estar em vantagem através de Lima. Um golo de Kelvin, já em tempo de compensação, permitiu ao FC Porto vencer o Benfica, por 2-1, e ficar mais perto de ser tricampeão nacional de futebol. O jovem brasileiro foi decisivo numa reviravolta que a certa altura parecia impossível.
À entrada intensa e nervosa que esteve na origem de vários passes errados, sucedeu um prolongado exercício de domínio portista, que produziu os melhores lances, sem no entanto, gerar o golo. Depois dos remates de Danilo e Fernando, o Benfica marcou aos 19 minutos, por intermédio de Lima na sequência de um lançamento de linha lateral.
Só que a vantagem dos lisboetas durou pouco tempo. Seis minutos depois, os portistas repuseram a igualdade, com um autogolo de Maxi Pereira, após cruzamento de Varela.
Ao intervalo, as duas equipas regressaram aos balneários e na segunda parte, os azuis e brancos entraram mais fortes no jogo, colocando em sentido a defensiva contrária. Apesar disso, o FC Porto não conseguiu dar a volta ao jogo, ora por parte dos erros e precipitações constantes dos azuis e brancos, ora por parte do anti-jogo dos encarnados.
O melhor estava guardado para o fim. Já depois de levantada a placa com quatro minutos de compensação, Kelvin, na esquerda, assistido por Liedson, encheu o pé e desenhou o prémio merecido e o castigo supremo para a soberba táctica que fez subir o autocarro ao relvado. A bola entrou junto ao poste mais distante, para despertar a pressa súbita de Artur, aquele que até então, mais se divertira a deitar o tempo fora. Sangue, suor e lágrimas em cada canto das bancadas, abraços entre desconhecidos num momento de extâse no Estádio do Dragão.
O golo fez explodir o vulcão que estava instalado no Dragão. Houve invasão de campo por adeptos portistas que queriam comemorar, forçando a partida a ser jogada para lá dos 94 minutos, mas sem perigo para o FC Porto.
Segue-se uma deslocação difícil a Paços de Ferreira, mas não podemos deixar fugir o que demorou a aparecer.

DECLARAÇÕES
No rescaldo da vitória em cima do apito afinal sobre o Benfica, Vítor Pereira admitiu a “felicidade” da equipa e confessou que se emocionou, mas colocou o enfoque no jogo em Paços de Ferreira, que pode dar o 27.º título nacional ao FC Porto. “Não podemos festejar por antecipação, podemos atirar foguetes antes da festa e as coisas viram e correm mal”, declarou.

Foi um jogo de acreditar ate ao fim?
Tenho de admitir que fomos felizes no momento em que fizemos o golo, mas procurámos a felicidade durante todo o jogo. O resultado que nos interessava era a vitória e o Benfica jogou com o nulo, que lhe continuaria a dar dois pontos de vantagem. Acabámos por ser premiados por acreditar sempre que, com o nosso jogo, poderíamos criar situações de golo e chegar à vitória. Tenho de dar os parabéns à equipa e a toda a gente que trabalhou para nos dar este resultado. Sabemos que temos agora um jogo muito difícil pela sempre e o Paços de Ferreira é uma equipa de grande qualidade, que fez uma época excepcional e tem um campo com características especiais. Teremos de nos preparar muito bem para esse jogo. Teremos de ir a Paços com muito querer e vontade para chegarmos ao objectivo fundamental da época que é o título.

Quando lança dois jogadores que desenham o lance do 2-1, como Kelvin e Liedson, esta é a altura de recolher os méritos?
Não, os jogadores que entraram é que têm o mérito porque fizeram bem o movimento e o Kelvin finalizou bem. Ainda bem que assim foi.

Foi perceptível a festa de Pinto de Costa no final do jogo. Já falou com o presidente? É obrigatório perguntar-lhe se este resultado abre uma janela para a sua continuidade.
Já estive com o presidente, como é natural no final de um jogo. Ele vem sempre cumprimentar os jogadores e os treinadores. Relativamente à questão pessoal, não estou minimamente preocupado com isso. Faço a minha avaliação e continuarei a ser treinador de certeza. A competência também não me vão tirar. O futuro é o que tiver de ser.

Depois do jogo, na flash, e agora, na conferência, esteve bastante contido. O que sentiu no momento do golo e quando o árbitro deu por terminado o encontro?
Foi um jogo de uma tensão enorme. Houve momentos em que perdemos um pouco a lucidez. Foi um jogo de muita tensão, que pode definir um campeonato, e é natural que no final liberte alguma emoção. Sou uma pessoa emocional, também me emociono. Só isso. Comemorei a vitória de hoje e mais nada.

Quando começou a jornada o Benfica estava em vantagem. Agora tem o FC Porto a vantagem de ir a um estádio de uma equipa que já tem a classificação definida, enquanto o Benfica recebe um Moreirense a lutar pela permanência. Como vai gerir o ânimo dos jogadores?
Pelo campeonato que o Paços tem feito, provou, por mérito próprio, que este ano foi a terceira melhor equipa em Portugal. Todos temos consciência de que é um jogo muito complicado, ainda para mais frente a uma equipa altamente moralizada. Sabemos igualmente que estamos a uma vitória do título. Temos de ir concentrados, com a motivação bem lá em cima e com controlo emocional para fazer bem o nosso jogo.

Antes do jogo disse que sabia como o Benfica iria jogar. Peço-lhe que me diga se foi como pensava.
O FC Porto tem um modelo bem definido, gosta de ter bola e a sua posse. Se formos a ver os registos, claramente somos a equipa com mais bola do campeonato. Quando a perdemos somos agressivos, para voltar a ter o domínio. A matriz do Benfica é diferente, não digo para melhor ou para pior, mas jogam em acelerações constantes. Com um adversário sem qualidade para ter bola criam grandes dificuldades. O jogo parte-se e têm “aceleradores” com bola que causam muitos problemas. Contra nós, o Benfica corre mais atrás da bola e a nossa forma de pressionar altera a sua forma de jogar, porque procuram muitas vezes as bolas longas e contra outros adversários isso não acontece.

Fica numa posição mais forte com esta conquista? E já se podem encomendar as faixas do título?
Em relação ao meu futuro, já respondi que não me incomoda minimamente. Se tenho futuro? Não tenho dúvidas. Em relação ao título também já respondi. Falta-nos uma final, um grande jogo, em que vamos ter de ser melhores para o caso de queremos festejar. Não podemos festejar por antecipação, podemos atirar foguetes antes da festa e as coisas viram e correm mal.

À saída para o intervalo teve uma discussão mais acalorada. Podemos saber se ficou tudo sereno?
Não foi nada com o Jorge Jesus, que até estava calmo. Eu é que estava acalorado, arrependo-me de ter dito algumas coisas e também ouvi coisas menos agradáveis. Não tenho problemas em admitir que não estive bem, alterei-me por momentos, mas foi fruto do próprio jogo.


domingo, 5 de maio de 2013

CARREGA PORTO: NA LUTA PELO TÍTULO


Nacional-FC Porto, 1-3
Liga portuguesa, 28.ª jornada
4 de Maio de 2013
Estádio da Madeira, no Funchal

Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Assistentes: Alfredo Braga e Tomás Santos
Quarto árbitro: Pedro Campos

NACIONAL: Gottardi; Nuno Campos, Miguel Rodrigues, Mexer e Marçal; Aly Ghazal, Moreno (cap.) e Jota; Candeias, Rondón e Mateus
Substituições: Moreno por Claudemir (intervalo), Mateus por Keita (intervalo) e Nuno Campos por Diego Barcellos (62m)
Não utilizados: Vladan, João Aurélio, Edgar Costa e Diogo
Treinador: Manuel Machado

FC PORTO: Helton; Danilo, Abdoulaye, Otamendi e Mangala; Fernando, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Fernando por Castro (69m), Varela por Defour (78m) e Lucho por Izmaylov (85m)
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Liedson e Castro
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-3
Marcadores: James (10m), Mangala (19m), Lucho (pen., 22m) e Candeias (pen., 27m)
Cartões amarelos: Mangala (25m), Candeias (29m), Fernando (51m), Helton (70m), Keita (89m) e Izmaylov (90m+1)

O FC Porto venceu este sábado o Nacional da Madeira por 3-1, na Choupana, em encontro da 28.ª jornada da Liga, e mantém-se assim na luta pelo título, novamente a um ponto do seu eterno rival. Os Dragões garantiram o triunfo graças a uma entrada fortíssima na partida e aos 22 minutos já venciam por 3-0. Os madeirenses perderam pela quarta vez esta época com os portistas.
A entrada em jogo do FC Porto foi avassaladora, com o adversário a não conseguir entender-se com a forte pressão do meio-campo azul e branco e com as movimentações do trio da frente, com destaque para Varela, que ressurgiu como titular em excelente plano. Os primeiros remates perigosos foram concretizados por James e Jackson, por duas vezes, mas nenhum acertou no alvo.
Aos dez minutos, Jackson trabalhou bem na esquerda e serviu James, que só teve de encostar para o 1-0. Aos 13 minutos, Jackson isolou-se mas um corte providencial de Mexer evitou o segundo golo. Uma bola à barra de Mangala, na sequência de um canto, foi apenas mais uma página do vendaval de ataque portista.
Uma bela triangulação entre James, Moutinho e Mangala culminou, aos 19 minutos, no 2-0. O central francês finalizou de calcanhar, num tento espectacular, que fez relembrar outros golos históricos do FC Porto. Três minutos depois, um penálti convertido por Lucho – após toque de Miguel Rodrigues sobre Varela – deu aos Dragões uma sólida vantagem de 3-0, reduzida pouco depois em novo castigo máximo, concretizado desta vez na baliza de Helton, por Candeias, após bola na mão de Mangala.
Com esse golo do Nacional, “fechou-se a loja”, no que toca aos golos; sendo que o FC Porto passou a preocupar-se mais em controlar a reacção do adversário, que apenas foi visível já no segundo tempo. Na primeira parte, Jackson e Varela tiveram novas oportunidades para marcar, sendo de destacar o grande remate à meia-volta do português, detido por Gottardi.
A segunda parte foi bem menos interessante, apesar do Nacional ter tentado reagir, assumindo mais posse de bola. Abdoulaye, na sequência de um pontapé de canto, ameaçou o quarto golo, que estaria ainda mais perto quando um cruzamento de Danilo foi desviado por Miguel Rodrigues para o poste da baliza do Nacional.
Estava porém garantido o mais importante. 
A época ainda não acabou, assim sendo. Bem sei que não é isso que parece, atendendo aos festejos e manchetes que vão aparecendo, mas a verdade é que a temporada não chegou ao seu término. Ao FC Porto cabe-lhe acreditar e lutar até ao fim, mesmo sabendo que depende de terceiros. Mas isto é futebol e tudo pode acontecer. A nossa História obriga-nos a não desistir e a enfrentar a luta de cabeça erguida até ao fim.


DECLARAÇÕES
Vítor Pereira elogiou a primeira parte da equipa, a vitória, mas acha que o 3-1 foi muito curto para o que a equipa mostrou na Choupana. Agora, o objectivo é vencer os dois jogos que faltam e fazer as contas no fim. James concorda e diz que o FC Porto é um grande clube e que vai "lutar até ao último jogo".

Vítor Pereira

"Jogo de grande qualidade, com primeira parte em que criamos variadíssimas oportunidades de golo. Fizemos três golos, mas o resultado ao intervalo não espelha o que se passou, 3-1 é muito curto. Na segunda parte podáimos ter feito mais dois ou três golos, não foi possível, mas controlamos o jogo".

"Temos de fazer o nosso trabalho e fizemo-lo bem. Jogámos o próximo jogo em casa, vamos abordá-lo para ganhar, depois o último também e faremos as contas no fim".

"Todas as vitórias são importantes para continuarmos na luta pelo título".

James Rodríguez

"Ganhamos, penso que foi bom. Há que ganhar todos os jogos para continuarmos na luta".

"Fizemos o nosso trabalho e vamos esperar por segunda-feira para ver o que acontece com eles. Somos um grande clube e vamos lutar até ao último jogo".



sábado, 4 de maio de 2013

LIGA FERTIBERIA: FC PORTO VINTAGE 9-3 MÁLAGA


FC Porto: Rui Correia e José Carlos; Zé Nando, Pedro Emanuel, Mário Silva, Bino, Pedro Mendes, Bessa, Latapy, Capucho, Fernando Gomes, Folha e Domingos
Treinador: Luís Castro

Málaga: Haro; Ayala, Raúl Delgado, Villar, Dani Campos, Burrezo, Padilla, Zúñiga e Fernando Daniel.
Treinadores: Antonio Ruíz Hierro e José Luis Burgueña

Árbitros: Joaquim Bonifácio e Aníbal Fernandes

Marcadores: Capucho (7m, 55m e 59m), Pedro Mendes (9m e 33m), Folha (21m e 38m), Raúl Delgado (29m), Ayala (42m), Domingos (45m e 52m) e Dani Campos (47m).

Disciplina: cartão amarelo para Burrezo e Pedro Emanuel


O FC Porto Vintage venceu esta sexta-feira o Málaga, por 9-3, no Dragão Caixa, e confirmou assim o acesso aos quartos-de-final da Liga Fertiberia, em que terá o Barcelona como adversário. Capucho, com um "hat-trick", foi o goleador do encontro.

Foi precisamente Capucho a inaugurar o marcador, logo aos sete minutos. Os portistas chegaram ao intervalo a vencer por claros 3-1, perante um adversário que nunca deixou de lutar.

Aos três minutos da segunda parte, Pedro Mendes fez o 4-1, finalizando un contra-ataque com un potente remate cruzado. A partir daí, o domínio portista foi total, com Capucho a fechar o marcador, a um minuto do final do tempo regulamentar.

fonte: fcporto.pt