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domingo, 26 de agosto de 2012

CARREGA PORTO: BOA EXIBIÇÃO PORTISTA


FC Porto-Vitória de Guimarães, 4-0
Liga, segunda jornada
25 de Agosto de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 35.503 espectadores

Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes: Pedro Garcia e Hernâni Fernandes
Quarto árbitro: Luís Ferreira

FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Lucho e João Moutinho; Hulk, Jackson Martínez e Atsu.
Substituições: Lucho por James (76m), Atsu por Varela (76m) e João Moutinho por Defour (80m)
Não utilizados: Fabiano, Kleber, Miguel Lopes e Mangala
Treinador: Vítor Pereira

V. GUIMARÃES: Douglas; Alex (cap.), N’Diaye, Defendi e Bruno Teles; El Adoua e André André; Ricardo, Barrientos e Toscano; Soudani
Substituições: Barrientos por Marco (46m), Marco por Lalkovic (64m) e Toscano por Leonel Olímpio (73m)
Não utilizados: Matej, Leandro Freire, João Ribeiro e Siaka Bamba
Treinador: Rui Vitória

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Lucho (16m e 71m), Hulk (66m) e Jackson Martínez (80m, g.p.)
Cartão amarelo: Defendi (80m) e Leonel Olímpio (90m)


Depois do empate em Barcelos, o FC Porto regressou às vitórias após vencer o Guimarães por 4-0.
Com actividade ofensiva praticamente nula, a equipa de Guimarães resistia como podia ao ascendente portista, coordenado por uma velocidade crescente e descoordenado, por vezes, por episódios de alguma sofreguidão. E não foi por acaso que o golo sucedeu a um instante de clarividência. No caso, de Lucho, que escolheu o lado e rematou em arco, sem defesa e persistindo num lance que o próprio iniciou.
Outros golos estavam, no entanto, por fazer. Era apenas uma questão de tempo. Sem a pausa para o descanso, entre o primeiro e o segundo seria uma questão de meia-hora, porque, aos 66 minutos, nada nem ninguém pode interpor-se entre a “bomba” de Hulk e as redes, que voltariam a balançar a remate de Lucho.
No auge de uma exibição bem conseguida, a bola foi, por fim, colocada na marca de grande penalidade. Moutinho já tinha sido derrubado e substituído quando a cobrança foi confiada a Jackson Martínez, que bateu ousado, “à Panenka”. Enquanto Douglas se lançava para o lado direito, a bola entrava devagar no meio da baliza.
À goleada consumada faltou ainda outros golos, mas à exibição portista sobravam argumentos de óbvia qualidade, como aqueles que fazem as grandes equipas: solidez, equilíbrio, velocidade e génio foram apenas alguns dos mais óbvios entre os que sobressaíram de um desempenho capaz de gerar expectativa.


DECLARAÇÕES
Vítor Pereira agradeceu aos jogadores a exibição e a vitória sobre o Guimarães, dedicando a goleada à massa associativa, que "merecia um jogo assim". Lucho González desvalorizou ter sido ele o autor de dois golos e mostrou satisfação "pela boa diferença no marcador".

Vítor Pereira

"Fizemos um jogo sem mácula. Dinâmica muito grande. Todos os jogadores contribuíram para um bom jogo. Bom jogo também para quem viu".

"Todos contribuíram para um excelente jogo e estou satisfeito pela massa associativa, que merecia um jogo assim".

"Só comentarei saídas e entradas concretas. Hulk fez mais um grande jogo. Está cá, conto com ele. Quero dar os parabéns à equipa pelo jogo que fez, mereceram esta salva de palmas".

Lucho González

"Não mudou nada, o que nos faltou no primeiro jogo foi concretizar uma das muitas ocasiões. Sabemos que neste clube não se pode ter dois empates seguidos e fizemos um bom jogo. O importante é a equipa ganhar, quem marca não interessa. Ainda nos falta um pouco de ritmo, mas jogámos a ritmo alto e alcançámos uma boa diferença no marcador".

"Neste clube é normal notícias de transferências, até dia 31 vai haver mais, mas, como dizemos, todos estamos concentrados neste grupo. Se ficarem connosco muito melhor. Se alguém sair há que lhe desejar o melhor".


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

VEM VER A SUPERTAÇA NO DRAGÃO

O FC Porto conquistou em Aveiro a 19.ª Supertaça do seu historial, elevando o pecúlio do clube para 72 títulos oficiais. Helton, Lucho e companhia tiveram o privilégio de levantar o troféu após a vitória sobre a Académica e agora chegou a vez dos associados poderem conhecer mais de perto o símbolo do mais recente sucesso azul e branco.

O troféu já está na FC Porto Store do Estádio do Dragão e por lá permanecerá até sábado, para que todos os adeptos possam ver, fotografar e ser fotografados com a Supertaça.

fonte: fcporto.pt

domingo, 12 de agosto de 2012

CARREGA PORTO: FC PORTO CONQUISTA 19ª SUPERTAÇA


FC Porto-Académica, 1-0
Supertaça Cândido de Oliveira 2012
11 de Agosto de 2012
Estádio Municipal de Aveiro
Assistência: 26.825 espectadores

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)
Assistentes: João Santos e Luís Marcelino
Quarto árbitro: Jorge Tavares

FC PORTO: Helton; Miguel Lopes, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, Lucho (cap.) e Defour; James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Defour por João Moutinho (57m), Atsu por Djalma (57m) e Lucho por Varela (86m)
Não utilizados: Fabiano, Rolando, Castro e Kleber
Treinador: Vítor Pereira

ACADÉMICA: Ricardo; Rodrigo Galo, João Real, Reiner Ferreira e Hélder Cabral; Flávio Ferreira (cap.), Makelele e Cleyton; Marinho, Cissé e Afonso
Substituições: Afonso por Ogu (71m), Marinho por Magique (86m) e Makelele por Edinho (91m)
Não utilizados: Peiser, João Dias, Henrique e Bruno China
Treinador: Pedro Emanuel

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Jackson Martínez (90m)
Cartões amarelos: Defour (53m), Hélder Cabral (61m), Otamendi (88m) e Jackson (91m)

O FC Porto conquistou este sábado a sua 19.ª Supertaça, que é também o seu primeiro “tetra” na competição e o 72.º troféu oficial. A Taça segue para o Estádio do Dragão graças a um golo em cima dos 90 minutos de Jackson Martínez, que marcou na estreia oficial com a camisola dos Dragões. A Académica, detentora da Taça, saiu derrotada por 1-0, num encontro totalmente dominado pelos azuis e brancos.
A competição disputou-se pela quarta vez consecutiva no Estádio Municipal de Aveiro, sendo que os Dragões venceram todas as edições aí disputadas, frente a Paços de Ferreira (2009), Benfica (2010), Vitória de Guimarães (2011) e agora Académica. Destas quatro, foi a equipa de Coimbra a opor mais resistência aos portistas. Quando já se adivinhava o prolongamento, valeu o cabeceamento fulgurante de Jackson Martínez, após cruzamento de Miguel Lopes, que momentos antes tinha estado prestes a abandonar o relvado, por lesão.
O FC Porto dominou a partida desde o arranque, ensaiando uma pressão alta que obteve bons resultados nos primeiros minutos. A primeira ocasião apenas surgiu aos 17 minutos, com Mangala, na sequência de um canto, a ficar perto de marcar. Três minutos depois, deu-se a melhor jogada do primeiro tempo: uma triangulação entre Lucho, Miguel Lopes e James culminou num remate do colombiano à figura de Ricardo.
A melhor ocasião dos azuis e brancos nos primeiros 45 minutos surgiria na sequência de um livre directo de Maicon, aos 27': Ricardo defendeu para a frente, Atsu chegou primeiro à bola mas não conseguiu assistir Otamendi.
O adversário, bem organizado, apenas se aproximou da baliza portista perto do intervalo, através de um livre de Hélder Cabral que passou ainda assim bem ao lado da baliza de Helton. No último lance da etapa inicial, Mangala voltou a estar perto de abrir o marcador, ao cabecear por cima da barra um canto de James.
A segunda parte iniciou-se com mais posse de bola por parte dos portistas, e de novo com uma boa oportunidade de golo: Lucho assistiu Jackson, que aproveitou uma falha de Reiner para rodar sobre a bola e rematar. Porém, o disparo saiu por cima. Ainda antes dos 60 minutos, Vítor Pereira lançou João Moutinho e Djalma, para os lugares de Defour e Atsu, e a pressão sobre a equipa de Coimbra aumentou.
Nos últimos 15 minutos, o jogo “partiu-se”, com o FC Porto a deixar mais elementos na frente e a Académica a dispor de mais espaço para o contra-ataque. No entanto, os Dragões nunca desistiram de chegar ao golo e acabaram por ver a sua insistência premiada, quando Jackson conseguiu marcar.

DECLARAÇÕES
Depois de conquistada a 19.ª Supertaça, a quarta consecutiva, Vítor Pereira falou de uma vitória “justa”, de um adversário digno e de uma equipa “coesa”, a do FC Porto, que terminou mais um jogo sem sofrer qualquer golo. Sobre Jackson Martínez, o autor do cabeceamento decisivo, sublinhou a oportunidade e a capacidade de trabalho do colombiano. Para melhorar, acrescentou o próprio.

Vítor Pereira e a “coesão” da equipa
“Tivemos momentos bons, mas no final da primeira parte deixámos de fazer o nosso jogo característico de controlo com bola. Voltámos bem na segunda parte e, por aquilo que fizemos, creio que foi um resultado justo, frente a um adversário que valorizou o jogo e o espectáculo. Foi mais um jogo em que não consentimos qualquer golo. É, portanto, uma equipa coesa. Os golos do Jackson vão acontecer naturalmente, porque se trata de um jogador com muita qualidade, que vai ajudar-nos a crescer. Trabalhou muito e, na hora certa, apareceu a fazer um golo. É isso que se pede a um ponta-de-lança.”

Jackson Martínez: “Estava difícil…”
“Estava difícil fazer a bola entrar na baliza. A Académica foi um adversário difícil, que complicou muito o nosso trabalho. Agora é desfrutar e continuar a trabalhar para melhorar. Creio que o FC Porto vai ser ainda mais forte na Liga.”

domingo, 5 de agosto de 2012

CARREGA PORTO: SÓ FALTOU O GOLO


FC Porto-Lyon, 0-0
Jogo de Apresentação 2012/13
4 de Agosto de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 42. 709 espectadores

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Árbitros assistentes: Rui Licínio e João Silva
Quarto árbitro: Hugo Pacheco

FC PORTO: Helton; Miguel Lopes, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, Defour e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Fernando por João Moutinho (46m), James por Varela (67m), Atsu por Djalma (67m), Defour por Castro (67m), Otamendi por Rolando (78m), Helton por Fabiano (78m), Jackson Martínez por Klebler (78m), Lucho por Kelvin (78m), Miguel Lopes por Sereno (78m), Sereno por Iturbe (89m)
Não utilizados: Kadú e Alvaro
Treinador: Vítor Pereira

LYON: Lloris; Réveillère, Cris, Koné e Cissokho; Fofana, Gonalons (cap.) e Gourcuff; Briand, Gomis e Lacazette
Substituições: Gomis por Benzia (56m), Fofona por Malbranque (56m), Cris por Untiti (72m), Réveillère por Dabo (72m), Lacazette por Pied (79m), Briand por Grenier (79m)
Não utilizados: Vercoutre
Treinador: Rémi Garde

Cartão amarelo: Koné (89m)


No jogo de apresentação aos adeptos e aos sócios portistas, só faltou mesmo o golo, porque brilho houve de sobra; do relvado à bancada e do jogo ao momento que aproximou equipa e adeptos no fecho da noite. O FC Porto empatou (0-0)  com o Lyon. Desta vez, o Lyon, derrubado em Março de 2004 no caminho para Gelsenkirchen, saiu ileso do Dragão.O FC Porto teve até um início promissor. Nos primeiros segundos, um passe de James para Lucho quase resultava em golo.
No extremo oposto do relvado, Jackson Martínez testava os reflexos de Lloris. As oportunidades não eram propriamente flagrantes, mas Atsu, James e Lucho não se cansavam de as trabalhar. Na melhor delas, já próximo do intervalo, o remate cruzado do colombiano esbarrou nas pernas do guarda-redes francês.
O recomeço do jogo recuperou o modelo inicial e da dinâmica atacante dos Dragões resultou apenas a sensação de golo, que o estádio chegou a gritar. Mas a bola bateu do lado errado das redes, depois de um remate colocado, mas não o suficiente, de Lucho, assistido por Atsu, que cruzou atrasado, sentenciado assim a partida.

DECLARAÇÕES
Apesar do nulo registado frente ao Lyon, o treinador Vítor Pereira considerou, em conferência de imprensa, que a exibição mostrou que a equipa está preparada para demonstrar a Académica, no sábado (20h45). “O que há a registar é fundamentalmente a consistência do ponto de vista global. A exibição transmite-nos confiança para o jogo da Supertaça”, afirmou.

“Estou satisfeito por termos evidenciado consistência defensiva. Não demos grandes hipóteses ao adversário. Num ou noutro momento, a dinâmica ofensiva não foi como pretendemos, mas ainda estamos a crescer. O jogo de hoje foi contra uma boa equipa e foi um bom teste. Ofensivamente, alternámos períodos em que circulámos bem a bola e criámos algumas situações de golo com outros em que não conseguimos essa circulação e uma saída apoiada”, afirmou.

Vítor Pereira admitiu que, por estratégia, o FC Porto permitiu ao Lyon subir no terreno, mas ainda há arestas a limar. “Permitimos algum controlo de jogo com bola ao adversário e não é isso que queremos, mas por estratégia também quisemos convidar o adversário. Porém, as linhas recuaram muito. Houve períodos de que gostei e outros que teremos de corrigir”.

O técnico sublinhou que a prioridade era preparar a equipa para a Supertaça e respondeu às questões sobre possíveis entradas e saídas com uma perspectiva única: “Percebo que há dinâmicas de mercado e consequências. Este ano não foge à regra e tenho um título para discutir já na próxima semana, pelo que estou concentrado naquilo que é a equipa e nos jogadores que nos dão mais garantias, tácticas, técnicas e psicológicas. Não espero reforços, estou contente com os jogadores que tenho e até ao final de Agosto vamos ver o que se vai passar”.

O treinador adiantou ainda que o onze a apresentar no sábado em Aveiro não deve “fugir muito” do apresentado frente aos franceses.