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segunda-feira, 29 de julho de 2013

CARREGA PORTO: JACKSON ABRIU A ÉPOCA DO DRAGÃO

FC Porto-Celta de Vigo, 1-0
Jogo particular
28 de Julho de 2013
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 45.309 espectadores

Árbitro: Hugo Pacheco (Porto)
Assistentes: Alexandre Freitas e Filipe Ramalho
Quarto árbitro: Daniel Cardoso

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Lucho (cap.); Iturbe, Jackson Martínez e Varela
Substituições: Helton por Fabiano (intervalo), Iturbe por Kelvin (intervalo), Defour por Josué (intervalo), Fernando por Castro (72m), Varela por Licá (72m), Otamendi por Abdoulaye (72m) e Fucile por Maicon (72m), Lucho por QUintero (85m) e Jackson por Ghilas (85m)
Treinador: Paulo Fonseca

CELTA DE VIGO: Yoel; Cabral, Jonathan Vila e Fontàs; Hugo Mallo, Borja Oubiña (cap.), Augusto, Álex López e Toni; Charles e Orellana
Substituições: Augusto por Michael Krohn-Dehli (32m), Yoel por Sergio (intervalo), Charles por Rafinha (intervalo), Fontàs por Goldar (intervalo), Orellana por Nolito (intervalo), Álex López por David (intervalo), Vila por Tuñez (63m), Hugo Mallo por Belvis (68m), Borja Oubiña por Madinda (68m), Toni por Yelko (68m), Cabral por Borja (68m) e Michael Krohn-Dehli por Fernan (78m)
Treinador: Luis Enrique

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Jackson (12m)
Cartões amarelos: Toni (67m) e Nolito (90m+2)
Cartões vermelhos: nada a assinalar


O Dragão já não recebia um jogo desde que Kelvin fez explodir o estádio com o golo da vitória frente ao Benfica, a 11 de Maio. Precisamente 78 dias depois, foi Jackson a inaugurar a temporada do Dragão no que diz respeito aos golos, com o tento que permitiu vencer o Celta de Vigo (1-0), no jogo particular que se seguiu ao espectáculo de apresentação da equipa para 2013/14.

Fazendo jus ao carácter de preparação do jogo, o Celta de Vigo aproveitou para simular os encontros mais exigentes que terá esta época, na Liga espanhola. Os galegos apresentaram um sistema com três centrais e em que os laterais quase sempre eram defesas, o que resultou numa defesa super-povoada e em muitas dificuldades dos Dragões para criar lances de perigo.

É sabido que, na pré-temporada, o ritmo das equipas é ainda baixo, mas ainda assim o FC Porto entrou bem na partida, com Varela a rematar por cima, logo aos três minutos, a passe de Jackson. O colombiano inaugurou o marcador apenas nove minutos depois, num lance abrilhantado por um toque de calcanhar de Lucho, mas em que é justo referir que há um fora de jogo.

Se o Celta procurou testar as suas armas para a nova temporada, também o FC Porto, como equipa tecnicamente superior, apresentou as suas. A pressão alta, na tentativa de defender o mais próximo possível da baliza contrária, foi testada, assim como várias combinações de jogo interior.

Porém, o ritmo não foi muito elevado e apenas mais há um lance de perigo dos Dragões na primeira parte para descrever: aos 31 minutos, Jackson ultrapassou Yoel e serviu Lucho, mas o guarda-redes ainda foi a tempo de evitar que o remate do argentino ultrapassasse a linha de golo. Do lado do Celta, o registo de maior relevo foi um remate à entrada da área de Michael Krohn-Dehli, após corte incompleto de Mangala, que Helton defendeu de forma espectacular, aos 39 minutos.

Na segunda parte, o Celta não alterou a sua postura e foram várias as ocasiões em que o meio-campo defendido pelo FC Porto apenas foi ocupado por Fabiano, que substituiu Helton ao intervalo. Ainda assim, o desgaste da digressão sul-americana dos azuis e brancos parece ter-se feito sentir e acabou por ser o Celta a dispor das melhores ocasiões de golo na segunda parte.

Aos 82 minutos, Abdoulaye tocou a bola de raspão, na sequência de um pontapé de canto, quando tinha o segundo golo à mercê. Destaque ainda para um remate perigoso de Mangala, num segundo tempo marcado pelas muitas substituições em ambas as equipas.

O encontro foi, essencialmente, mais uma etapa cumprida no percurso de preparação do FC Porto para a nova época, num momento em que ainda não é possível apresentar bom futebol de forma consistente. Para além disso, o estádio apresentou-se quase cheio, num sinal de que a expectativa dos adeptos azuis e brancos para esta época é grande. A “onda mexicana” chegou a tomar conta do Dragão, mas também se cumpriu um minuto de silêncio em memória das vítimas do acidente ferroviário em Santiago de Compostela, na Galiza.


DECLARAÇÕES
Paulo Fonseca era um homem satisfeito após o triunfo sobre o Celta de Vigo no jogo de apresentação aos adeptos portistas. Mesmo reconhecendo que a equipa é capaz de fazer mais e melhor, o técnico do FC Porto realçou a importância de mais uma vitória nesta pré-temporada. O registo continua a ser perfeito: cinco jogos, cinco triunfos.

“Era importante vencer este jogo, sobretudo porque foi o primeiro em casa, diante dos nossos adeptos. Estivemos longe daquilo que podemos fazer e sentimos alguma dificuldade em contrariar a primeira fase de construção do Celta de Vigo. Isso retirou-nos alguma intensidade e não soubemos criar espaços para aparecer na zona de finalização. Chegámos há pouco tempo da digressão pela América do Sul e notou-se algum cansaço. De qualquer forma, estamos no bom caminho e sei que vamos continuar a evoluir”, afirmou o treinador do tricampeão nacional.

fonte: fcporto.pt

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