segunda-feira, 25 de agosto de 2014

CARREGA PORTO: ABOUBAKAR É REFORÇO

COMUNICADO

A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD vem comunicar, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, ter chegado a acordo com o Football Club Lorient Bretagne Sud para a aquisição dos direitos desportivos, e 30% dos direitos económicos, do atleta Vincent Aboubakar pelo montante de 3.000.000€ (três milhões de euros).

Mais se informa que esta sociedade celebrou com o jogador um contrato válido por 4 épocas desportivas, ou seja, até 30 de Junho de 2018, tendo acordado uma cláusula de rescisão no montante de 50.000.000 € (cinquenta milhões de euros).

O Conselho de Administração
Porto, 24 de Agosto de 2014

CARREGA PORTO: 1,2,3 DIGA LÁ JACKSON OUTRA VEZ

Paços de Ferreira-FC Porto, 0-1

Primeira Liga, 2ª jornada
Sábado, 23 Agosto 2014 - 18:00
Estádio: Capital do Móvel, Paços de Ferreira

Árbitro: Manuel Mota (Braga)
Assistentes: Paulo Vieira e Jorge Oliveira
4º Árbitro: Cosme Machado

PAÇOS FERREIRA: Rafael Defendi, Jailson, Ricardo Ferreira, Ricardo, Hélder Lopes, Seri, Sérgio Oliveira, Minhoca, Manuel José, Cícero, Hurtado.
Suplentes: António Filipe, Flávio Boaventura, Valkenedy, Nélson Pedroso, Vasco Rocha (72' Manuel José), Barnes Osei (30' Hurtado), Rúben Ribeiro (80' Minhoca).
Treinador: Paulo Fonseca.

FC PORTO: Fabiano, Ricardo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Rúben Neves, Evandro, Cristian Tello, Jackson Martínez, Adrián López.
Suplentes: Andrés Fernández, Marcano, Brahimi, Quintero (18' Cristian Tello), José Ángel, Herrera (57' Evandro), Óliver Torres (65' Rúben Neves).
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Jackson Martínez (40').
Disciplina: Seri (5'), Hélder Lopes (15'), Evandro (23'), Manuel José (36'), Alex Sandro (53'), Ricardo Ferreira (56'), Minhoca (61'), Maicon (64'), Óliver Torres (79'), Sérgio Oliveira (88').


O colombiano Jackson Martínez foi a figura do encontro deste sábado, em que o FC Porto venceu o Paços de Ferreira (1-0), ao marcar o seu terceiro golo em três épocas no estádio dos pacenses, confirmando a segunda vitória consecutiva do FC Porto na Liga 2014/15. Num campo tradicionalmente difícil, os Dragões repetiram o resultado da época passada, exactamente com o mesmo protagonista, num bom presságio para o jogo de terça-feira, com o Lille, da segunda mão do play-off da Champions League (19h45).

Com quatro novidades na equipa inicial face ao encontro em Lille - Ricardo, Evandro, Tello e Adrián López foram titulares por vez de Danilo, Herrera, Brahimi e Óliver -, os Dragões entraram em campo a tentar impor o ritmo de jogo que tem sido marca de Lopetegui: posse de bola e domínio territorial do desafio. Aos 18 minutos, surgiu a primeira contrariedade para os portistas, com Tello a sair lesionado, dando lugar a Quintero. Só à passagem dos 20 minutos é que a formação visitada subiu um pouco mais no terreno, tentando surpreender a defensiva do FC Porto com lançamentos longos que eram resolvidos com tranquilidade.

Na frente, faltava um clique, algo que desse continuidade ao amplo domínio de jogo do FC Porto. E esse clique veio aos 40 minutos, a partir de um alívio a um canto (o 8.º da partida para os Dragões): Alex Sandro recuperou a bola, colocou-a em Quintero que, desmarcado na direita, lançou a bola para Jackson. O capitão, no segundo poste, não desperdiçou a oportunidade e marcou o seu terceiro golo em três jogos no campo do Paços de Ferreira, fazendo o resultado ao intervalo (1-0).

O primeiro remate da segunda parte foi de Casemiro (49m), mantendo-se a toada da partida, com o domínio territorial dos comandados de Julen Lopetegui (a posse de bola, ao intervalo, era de 70%, favorável aos Dragões) e a equipa pacense mais expectante, à espreita de espaços nas costas da defesa portista. No entanto, as duas melhores oportunidades do início da segunda parte foram mesmo dos pacenses: Cícero cabeceou por cima da baliza de Fabiano aos 55m e, cinco minutos depois, foi Hélder Lopes que enviou a bola por cima do travessão.

A entrada de Herrera e Óliver foram a forma engendrada por Lopetegui para evitar males maiores na baliza portista, refrescando o meio-campo e tentando forçar, novamente, o Paços de Ferreira a cerrar fileiras atrás. Herrera rematou aos 70 minutos à figura de Defendi (após grande jogada de Ricardo na direita), numa altura em que o jogo estava mais “partido”, com ambas as equipas a tentar impor mais pressão sobre o portador da bola.

O meio-campo portista passou a ditar as leis e o Paços de Ferreira não criou mais oportunidades de perigo até ao final, apesar de algum ascendente no jogo. O último sinal "mais" na partida até foi do FC Porto, com Quintero, aos 90 minutos, a rematar a bola por cima da baliza de Defendi. O encontro terminou mesmo com a vitória dos portistas por 1-0, na 12.ª vitória em 17 jogos em Paços de Ferreira para a Liga, num jogo em que os Dragões demonstraram a sempre necessária capacidade de sofrimento com que se fazem as equipas vencedoras.


DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Vencemos um jogo difícil”

Satisfeito pela segunda vitória consecutiva no campeonato, que é a terceira em outros tantos jogos oficiais, Julen Lopetegui considera que o FC Porto foi melhor nos primeiros 45 minutos, mas sentiu “maiores dificuldades” na segunda. Agora, o técnico basco já aponta baterias para o segundo jogo frente ao Lille, referente à segunda mão do play-off de acesso à UEFA Champions League, agendado para terça-feira, às 19h45, no Estádio do Dragão.

“Fomos superiores na primeira parte, mas demos um passo atrás na segunda e sentimos maiores dificuldades. Soubemos sofrer e vencemos um jogo difícil, frente a uma equipa muito aguerrida e organizada. Foi um jogo muito exigente e a equipa sente-se cansada, pelo que agora o importante é recuperar os jogadores para o próximo jogo, que é já na terça-feira e que todos sabemos ser importante para nós”, afirmou Julen Lopetegui no flash interview que se seguiu ao triunfo sobre o Paços de Ferreira (1-0).

Jackson Martinez destacou importância do triunfo em Paços de Ferreira

Jackson Martínez, o autor do único golo do desafio em Paços de Ferreira, salientou a importância da vitória e voltou a declarar que é feliz de Dragão ao peito. “Sabíamos que íamos sentir dificuldades, depois do que vimos no Benfica-P. Ferreira. Foi um jogo difícil, que se definiu em pequenos detalhes e estamos satisfeitos por termos conquistado uma vitória importante. Apenas prometo dar o máximo em todos os jogos, os golos são consequência do trabalho da equipa, pois eu não os marco sozinho. Fala-se sempre, mas estou concentrado no meu trabalho e no meu clube, que é o FC Porto”.
fonte: fcporto.pt

sábado, 16 de agosto de 2014

CARREGA PORTO: FC PORTO 2-0 MARÍTIMO

FC Porto-Marítimo, 2-0

Primeira Liga, 1ª jornada
6ª feira, 15 Agosto 2014 - 20:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 48.036

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).
Assistentes: Nuno Pereira e Jorge Cruz.
4º Árbitro: Tiago Antunes.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Rúben Neves, Herrera, Óliver Torres, Brahimi, Quaresma, Jackson Martínez.
Suplentes: Andrés Fernández, Reyes, Casemiro (57' Herrera), Evandro (74' Rúben Neves), Ricardo, Tello (80' Brahimi), Adrián López.
Treinador: Julen Lopetegui.

MARÍTIMO: Salin, João Diogo, Bauer, Danilo Pereira, Dyego Sousa, Edgar Costa, Gégé, Gallo, Fernando Ferreira, Fransérgio, Rúben Ferreira.
Suplentes: Welligton, Ramsteijn, Alex Soares, Weeks (65' Gallo), Kukula (72' Edgar Costa), Briguel, Mazzou (83' Fernando Ferreira).
Treinador: Leonel Pontes.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Rúben Neves (11'), Jackson Martínez (90+4').
Disciplina: Gégé (58').

O FC Porto recebeu e venceu esta sexta-feira o Marítimo (2-0), no jogo inaugural da Liga portuguesa 2014/15. Rúben Neves (11m) e Jackson Martínez (90m+4) foram os marcadores de serviço na primeira vitória oficial da época.Um golo do jovem estreante Rúben Neves abriu caminho ao triunfo do FC Porto na sua estreia na edição de 2014/2015 da I Liga de futebol, ao vencer na receção ao Marítimo.
Rúben Neves, que se tornou no titular mais jovem de sempre dos dragões, marcou o primeiro tento da partida logo aos 11 minutos, imitando o "bibota" de ouro Fernando Gomes, que na sua estreia marcou dois golos. Em vantagem no marcador, os azuis e brancos procuraram sem sucesso chegar ao segundo golo.
Aos 94 minutos, no último minuto de compensação, Tello teve uma boa jogada pela meia direita, isola Jackson Martinez que marcou o golo da tranquilidade, estabelendo assim o resultado final que até podia ser mais volumoso não fosse a falta de oportunidades.
Destaques para Rúben Neves e Martins Indi que pode fazer esquecer Mangala. Há ainda muito a melhorar, algumas aresta para limar mas é preciso dar tempo ao tempo. 
Mais que tudo, era importante começar com uma vitória e o objectivo foi cumprido.

DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Tivemos personalidade e identidade”
​Julen Lopetegui destacou dois aspectos fundamentais na conferência de imprensa que se seguiu ao triunfo do FC Porto sobre o Marítimo (2-0), na jornada inaugural da Liga portuguesa 2014/15. O treinador dos Dragões considera que a sua equipa teve “personalidade e identidade”, e sublinha que ainda há coisas que precisam de ser melhoradas, algo perfeitamente natural numa fase tão prematura da temporada.

“Sempre que ganhas, ficas satisfeito. Tivemos muitas oportunidades para resolver o jogo mais cedo, mas defrontámos uma equipa muito bem organizada e que nos criou dificuldades. O primeiro jogo nunca é fácil, mas creio que demos uma boa resposta e conseguimos o mais importante, que era vencer”, começou por dizer Julen Lopetegui.

Apesar de liderar um colectivo ainda em construção, o treinador basco considera que a equipa “fez muitas coisas boas”, mas alerta para a necessidade de ser mais eficaz no capítulo da finalização. “Marcámos dois golos em 22 remates, mas poderíamos ter marcado mais. É difícil criar muitas oportunidades de golo e, com o tempo, temos de ser mais eficazes”.

Pedindo “calma e tranquilidade” para com o talento de Rúben Neves, Julen Lopetegui elogiou ainda a moldura humana do Estádio do Dragão: “É maravilhoso ver o nosso estádio cheio e estamos felizes por termos podido dedicar a vitória aos adeptos”.



Jackson: “A chave foi a perseverança”


Em declarações ao Porto Canal após a vitória desta sexta-feira, com o Marítimo (2-0), da 1.ª jornada da Liga, Jackson Martínez, autor do segundo golo dos Dragões, realçou a “paciência” que a equipa demonstrou para atingir os seus objectivos.

O colombiano afirmou estar satisfeito com a vitória: “Foi muito bom trabalho da equipa, pois fizemos tudo o que fomos trabalhando na pré-temporada. Tivemos dificuldades, já que o Marítimo fez um bom jogo e a nossa pressão não saiu sempre bem, mas foi uma boa vitória”. Para Jackson, não há dúvidas sobre o que possibilitou a vitória: “A chave foi a perseverança, a paciência para conseguir desfeitear o Marítimo. Os jogadores que entraram, que estavam frescos, exibiram-se a um nível muito bom. Foi um excelente início perante o nosso público”.

Evitando falar do próximo adversário, o Lille – “neste momento, ainda estamos a pensar no jogo actual” -, o sul-americano não poupou nos elogios ao público presente: “Penso que, para todos os jogadores, a motivação aumenta com o público todo aqui. Quero agradecer a todos pelo apoio, que é algo que precisámos para conseguir dar o nosso melhor em campo, de forma a fazermos o melhor possível nesta campanha”.

domingo, 11 de maio de 2014

ÉPOCA TERMINA COM VITÓRIA SOBRE O BENFICA

O FC Porto venceu este sábado o Benfica, por 2-1, terminando assim da melhor forma uma temporada que não fica na história azul e branca. Ricardo e Jackson, de penálti, apontaram os golos dos Dragões, que assim impuseram a segunda derrota da época aos lisboetas. Num encontro em que nada havia para decidir em termos classificativos, superiorizou-se a formação que mais vontade mostrou de ganhar.

​Aos cinco minutos, o FC Porto já tinha criado duas oportunidades de golo e concretizado uma, ambas por Ricardo. O extremo atirou ao lado aos três minutos, mas aos quatro não perdeu a oportunidade de rematar cruzado na grande área e abrir o marcador. Com uma atitude agressiva e de pressão alta sobre o adversário, o FC Porto dominou completamente o adversário nos primeiros 20 minutos, com Jackson a ficar perto do segundo golo, aos nove, com um toque de calcanhar que saiu ao lado.

Apresentando um "onze" com alguns jogadores menos utilizados e dois elementos da formação B - João Cancelo e Funes Mori -, o Benfica foi-se adaptando ao ritmo do encontro, mantendo porém uma postura cautelosa e reactiva. Não se previa um golo dos forasteiros, mas uma desatenção defensiva dos Dragões redundou num penálti de Reyes sobre Salvio, que Enzo Pérez converteu (26m). O encontro baixou depois de ritmo, mas o FC Porto ainda foi a tempo de chegar ao intervalo na frente do marcador: uma falta clara de André Almeida sobre Jackson originou um penálti que o próprio colombiano não desperdiçou, chegando ao 20.º golo na Liga e aproximando-se cada vez mais do título de melhor marcador da prova, pelo segundo ano consecutivo.

O segundo tempo arrancou com um lance de penálti ao qual o árbitro fez vista grossa - toque de Jardel nas costas de Reyes - e um cabeceamento de Djuricic à barra, num lance em que o sérvio se antecipou a Maicon e à saída de Fabiano da sua baliza. Adivinhavam-se 45 minutos com um Benfica com mais bola, em busca do empate, e assim sucedeu. O encontro foi-se desenrolando de forma equilibrada, mas lenta, sem o ritmo imposto pelos portistas nos primeiros 20 minutos.

Até ao final do encontro, apenas Paulo Lopes foi forçado a uma defesa - a remate de Quintero, aos 64 minutos - e pertenceria igualmente ao colombiano a grande ocasião para "fechar" o jogo, aos 84. Danilo trabalhou bem na direita e serviu o camisola dez, que atirou ao lado na zona da marca de penálti, sem opositores. Para além disso, apenas há a destacar novo lance de Jardel, que parece tocar voluntariamente a bola com a mão na área do Benfica.

É justo dizer que o FC Porto não teve desta vez a infelicidade que lhe tocou noutros confrontos com o Benfica ao longo da época, em que as exibições até foram superiores ao que se registou este sábado, podendo ser recordada a vitória magra (1-0) na primeira mão da meia-final da Taça de Portugal. Porém, isso já é apenas passado e, para o futuro, ficam na retina as exibições de dois jovens promissores: o extremo Ricardo e o médio Mikel, do FC Porto B, que agarrou a herança de Fernando e teve um jogo sem falhas.

fonte: fcporto.pt

quinta-feira, 17 de abril de 2014

CARREGA PORTO: ISTO NÃO É PORTO

O FCP esteve ao nível do que vem fazendo. Se dentro de portas aguenta-se, quando atravessa o rio tem sido uma desgraça. Um plantel perdido nas suas hesitações, o controlo do jogo é frágil, o ataque raramente passa do meio campo, a defesa treme quando o adversário coloca pressão, disputa as bolas com intensidade e a faz correr com velocidade que completa com sucessivas trocas de posições e diagonais que executa a preceito. Um jogo corrido que somos incapazes de desenhar.
Varela, tirou um coelho da cartola, mas não chegou. As substituições não resultaram e o treinador perdeu-se na repetição da receita que tem seguido para tentar mudar o curso dos acontecimentos, noutros jogos em que fomos derrotados. Quando uma equipa não é forte, há que camuflar os seus pontos fracos com capacidade de luta e muita entreajuda o que nunca ocorreu esta época; e sempre que o adversário reagiu e nos fez frente, acabou por ser premiado. Meia dúzia de "bons jogos" foi o máximo conseguido nesta época. Não somos capazes de fazer das fraquezas força, e não raramente os nossos pontos fortes tornam-se inoperantes e fáceis de combater porque resultam de movimentos previsíveis que cumprimos, trocando a bola para os lados e para trás. Falta muita coisa a este FCP.
Neste jogo, não há que destacar qualquer jogador e salvo o golo, foi tudo demasiado medíocre. A defesa oscilou demais e Reyes mostrou muita inexperiência e esteve em dois golos. Fabiano falhou no primeiro. Luís Castro não teve desempenho positivo e seguiu o rumo da equipa: foi previsível e pouco feliz nas opções para melhorar o comportamento da equipa . Quaresma foi muito provocado, mas devia ser capaz de suportar essas picardias.
Por fim, acho que Proença fez uma péssima arbitragem e sempre com prejuízo para o FCP, salvo a expulsão que se poderia justificar pela sucessão de faltas graves cometidas por Siqueira, mas que Pedro tinha autorizado ao SLB, desde o apito inicial, com muitas faltas sem serem devidamente punidas.
Posto isto; é com grande desprazer meu (mas tenho de ser franco) que o Benfica ganhou com toda a justiça e mereceu chegar à final do Jamor.

segunda-feira, 3 de março de 2014

A DURA VERDADE

Se, quanto a mim, era indiscutível que Vítor Pereira tinha de sair, a questão que então coloquei é se Paulo Fonseca era a melhor opção para o substituir.
Daquilo que vi até agora, não é.
Paulo Fonseca não trouxe nada de novo positivo. Paulo Fonseca foi claramente, um tremendo erro de casting. Não tem a mínima capacidade para orientar o FC Porto. Custa-me dizer isto desta forma tão fria e cruel, mas é a verdade. Em seis meses que teve para demonstrar algo, não demonstrou rigorosamente nada. Paulo Fonseca tem um plantel com suficiente qualidade para ganhar a marítimos e académicas. Ninguém lhe exigiu que vencesse a Champions, mas sim pelo menos ter uma equipa organizada e não um grupo de solteiros e casados.
Creio que a aposta na formação de treinadores para depois os revender, à semelhança do que fazem com os jogadores, não é a ideal. O FC Porto precisa de se afirmar desportivamente na Europa e em Portugal para crescer financeiramente para o patamar seguinte. E se isso implica uma política agressiva de compra e venda de jogadores, que não me agrada mas que compreendo, julgo que implica também treinadores experientes e com capacidade de rapidamente sublimar as capacidades de cada novo reforço em prol do colectivo. Vítor Pereira ou Paulo Fonseca não são deste tipo.
Não sei como vai a SAD resolver este problema. Estou convencido que eles já perceberam que houve um erro de casting, mas ao que tudo indica; vão seguir o plano que traçaram aquando da contratação do Paulo Fonseca ao Paços de Ferreira - o que significa que só no final da época poderá ser retirado do comando da equipa. E entretanto vamos ter mais uma época de sofrimento, como tivemos com Vítor Pereira em 2011/12.