segunda-feira, 26 de março de 2012

CARREGA PORTO: PAÇOS DE FERREIRA 1-1 FC PORTO


Paços de Ferreira-FC Porto, 1-1
Liga portuguesa 2011/12, 24.ª jornada
25 de Março de 2012
Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira

Árbitro: Hugo Pacheco (Porto)
Assistentes: Alexandre Freitas e Paulo Vieira
Quarto árbitro: Humberto Teixeira

PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Nuno Santos, Filipe Anunciação (cap.), Ricardo e Luisinho; André Leão, Vítor e Luiz Carlos; Alvarez, Michel e Melgarejo
Substituições: Vítor por Josué (72m), Alvarez por Caetano (77m) e Michel por Cohene (90m+1)
Não utilizados: António Filipe, Christian e Michel Lugo
Treinador: Henrique Calisto

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Alvaro; Defour, João Moutinho e Lucho; Hulk (cap.), Janko e James
Substituições: Defour por Fernando (46m), Janko por Kléber (61m), por (66m) e Sapunaru por Varela (88m)
Não utilizados: Bracali, Mangala, Alex Sandro e Iturbe
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Ricardo (47m, autogolo) e Melgarejo (79m)
Cartões amarelos: Luisinho (22m), Hulk (66m) e João Moutinho (74m)

Ainda nem consigo acreditar que o FC Porto empatou com o Paços de Ferreira. Então vão empatar com uma equipa tão fraca como é o Paços. Mais grave é que não marcaram nenhum golo e não se esforcaram minimamente para criar a reviravolta no resultado.
Vamos lá então à crónica.
Na primeira parte pouco ou nada existimos em termos ofensivos, apenas quando Moutinho conseguia encontrar nos flancos a velocidade de Álvaro Pereira ou Hulk não tendo acontecido por muitas vezes.
Segunda parte, autogolo da equipa da casa. Um desvio de Ricardo para a própria baliza abre o marcador para dar vantagem à nossa equipa! Parecia que estava feito o mais difícil, mas tal não reza a história do jogo. De facto, desde o autogolo os azuis e brancos relaxaram com a pequena vantagem e não mais procuraram marcar o segundo golo da tranquilidade, ou até fazer mais golos.
Bola para o Porto, Bola para o Paços; aos 65 minutos mais um acto perfeito e indiscutível de arbitragem: Hulk isolou-se a passe de João Moutinho e sofreu carga de Cássio, mas o árbitro Hugo Pacheco optou por mostrar cartão amarelo ao “Incrível” por simulação.
Já quando faltavam pouco mais de 10minutos para se jogar, passividade total da defesa azul e branca num canto e golo do paços por Melgarejo a cabecear completamente sozinho na pequena área. 
Estava feito o empate e não mais conseguimos evitar a perda de mais 2 pontos.
Estamos agora à mercê do Braga que oportunidade de ouro para, em casa, somar 3 pontos e saltar para a liderança isolada da Liga.

quinta-feira, 22 de março de 2012

A MADRASSA DA ERICEIRA

Uma educadora de infância de uma escola pré-primária da Ericeira alterou a letra da popular canção infantil "Atirei o pau ao gato" e acrescentou-lhe no final "batata frita, viva o Benfica". A história soube-se porque um pai, adepto do FC Porto, apresentou uma queixa no Ministério da Educação.

O FC Porto saúda o civismo do pai e condena este proselitismo feito em escolas públicas, que em vez de ensinarem os valores da liberdade de escolha, ou de opinião, preferem ser uma espécie de "ayatollahs" das suas próprias preferências.

Mais grave é entretanto o FC Porto ter tido conhecimento que a adulteração da letra é prática diária e repetida três vezes ao dia não só no jardim-infância da Ericiera, mas também em todas as escolas do pré-escolar do agrupamento e também noutras dos concelhos de Lisboa e Cascais.

Urge, por isso, que o Ministério da Educação se pronuncie sobre estes fascistas do gosto e dê instruções para que em todas as escolas do país se acabem de uma vez por todas com práticas que fazem lembrar os tempos da outra senhora.
fonte: fcporto.pt

sábado, 17 de março de 2012

CARREGA PORTO: NACIONAL 0-2 FC PORTO

Nacional-FC Porto, 0-2
Liga portuguesa 2011/12, 23.ª jornada
16 de Março de 2012
Estádio da Madeira, no Funchal

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
Assistentes: José Cardinal e Luís Marcelino
Quarto árbitro: Fernando Lopes

NACIONAL: Vladan; João Aurélio, Danielson (cap.), Neto e Marçal; Moreno, Pecnik e Diego Barcellos; Candeias, Rondón e Mateus
Substituições: Pecnik por Mihelic (50m), Diego Barcellos por Keita (81m) e Marçal por Stojanovic (89m)
Não utilizados: Igor, Juliano, Márcio Madeira e Elizeu
Treinador: Pedro Caixinha

FC PORTO: Helton; Maicon, Rolando (cap.), Otamendi e Alvaro; Defour, João Moutinho e Lucho; James, Janko e Cristian Rodríguez
Substituições: Otamendi por Mangala (78m), Cristian Rodríguez por Alex Sandro (78m) e Lucho por Kléber (88m)
Não utilizados: Bracali, Sapunaru, Iturbe e Mikel
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Janko (21m) e Alex Sandro (90m+4)
Cartões amarelos: Maicon (25m), Marçal (42m), Otamendi (48m), Diego Barcellos (60m), Mihelic (65m), Alvaro (73m) e Alex Sandro (78m)


No Sítio da Choupana, localidade onde se encontra o estádio do Nacional e onde por vezes o nevoeiro é de cortar à faca, muitas equipas poderosas caem. Esta sexta-feira, o FC Porto teve de sofrer para bater os madeirenses, por 2-0, com golos de Janko e Alex Sandro, ao cair do pano.

Numa partida em que os Dragões apelaram mais à alma do que à técnica, garantiu-se o mais importante: os três pontos e a liderança da Liga. Alguém esperaria vencer na Madeira sem sofrimento? A luta pelo título continua em Paços de Ferreira (domingo, 25/03, 20h15), na Mata Real, outro terreno complicado. Provavelmente, será novamente necessário um jogo de esforço e períodos de menor beleza estética. Porém, o que mais interessa é chegar ao fim na frente: esta missão está cumprida, venha a próxima. Faltam sete "finais".

Nos primeiros 15 minutos o FC Porto passou por algumas dificuldades frente ao Nacional, que tem na frente jogadores rápidos como Candeias e Mateus. Os Dragões não podiam dar espaços nas costas da sua defesa e não "pegaram" desde logo no jogo. Mas, em cima do quarto de hora, Otamendi deu o primeiro sinal de perigo, na sequência de um livre. Moreno aliviou em cima da linha de golo e este lance marcou um novo período do encontro, com clara ascendência azul e branca.

Um remate perigoso de Lucho, aos 19 minutos, antecipou o tento de Janko, dois minutos depois. O austríaco beneficiou de um corte infeliz de Neto, que bateu em Alvaro Pereira e ficou ao seu alcance. Mas, como diz uma recente campanha publicitária, "a sorte é uma atitude" e há que ressalvar que a postura azul e branca era bastante pró-activa. Para quem disser que este golo surgiu apenas da sorte, sublinhem-se dois "pormaiores": a pressão de Alvaro e o sentido de oportunidade e atenção de Janko.

A exibição do FC Porto na primeira parte foi em crescendo, se bem que haja que destacar um par de intervenções atentas de Helton. Aos 34 minutos, Rolando esteve perto do segundo tento, mas, em posição privilegiada, o remate acrobático saiu por cima da barra. Seis minutos depois, Rodríguez conseguiu isolar-se mas o pontapé cruzado saiu ao lado.

No arranque do segundo tempo, os Dragões mantiveram a tomada dominadora e tiveram duas oportunidades para alargar a vantagem nos primeiros dois minutos. A primeira foi protagonizada por James e a segunda por Janko, que, isolado, não conseguiu evitar a "mancha" de Vladan.

Num encontro que teve vários períodos distintos, o Nacional cresceu na segunda metade da segunda parte e voltou a criar dificuldades ao FC Porto. O duelo entre Helton e Mateus foi particularmente evidente, com o guarda-redes a efectuar três intervenções apertadas, aos 68, 80 e 90 minutos, ou seja, já em cima do apito final. Porém, a melhor oportunidade de golo neste período até foi portista: na sequência de um livre de James, aos 86, Rolando e Maicon cabecearam consecutivamente ao poste.

Quando o Nacional já estava completamente balanceado para a frente, desesperadamente em busca do empate, os azuis e brancos puseram ponto final na partida. O contra-ataque iniciado por Moutinho e concluído em primeira instância por James, acabou na baliza do Nacional graças a uma finalização com classe do suplente Alex Sandro. O brasileiro chegou primeiro ao ressalto proporcionado pela defesa incompleta de Vladan e "picou-lhe" a bola. Foi o primeiro golo do lateral esquerdo com a camisola do FC Porto.

LIGA FERTIBERIA: FC PORTO "VINTAGE" 8-6 SEVILHA


FC Porto “Vintage”–Sevilha, 8-6
Liga Fertiberia, grupo 1
16 de Março de 2012
Pavilhão Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 1408 espectadores

Árbitros: José Castro e Aníbal Fernandes

FC PORTO “Vintage”: Vítor Baía, João Pinto, Fernando Couto, Rui Barros e Capucho
Jogaram ainda: Bandeirinha, Fernando Gomes, Bessa, Bino e Latapy
Treinador: Luís Castro

SEVILHA: Fernández, Capi, Pablo Alfaro, Cordón e Cantos
Jogaram também: David de Dios e Juanito
Treinador: Rafita

Ao intervalo: 5-5
Marcadores: Cordón, Rui Barros, Capi, Rui Barros, David de Dios, Cordón, Bessa, David de Dios, Capucho, Fernando Couto, Bino, Bessa, Bessa e Juanito

O FC Porto “Vintage” venceu esta sexta-feira o Sevilha por 8-6, em partida da Liga Fertiberia, e já está apurado para o “playoff”. Os Dragões entraram a perder e chegaram a ter uma desvantagem de dois golos, mas rapidamente a garra portista obrigou os andaluzes a recuar. Rui Barros, com um “bis”, Bessa, com um “hat-trick”, Capucho, Fernando Couto e Bino, com um golo cada, selaram o triunfo.

A verdade deve ser dita e é incontestável: o FC Porto “Vintage” entrou para vencer, só que a sorte quis sorrir primeiro aos sevilhanos. Cordón activou o marcador à passagem dos três minutos de jogo e só quando o relógio dobrou o tempo os azuis e brancos puderam festejar: Rui Barros encostou de cabeça, ao segundo poste, o cruzamento milimétrico de Capucho.

Capi recolocou os visitantes na dianteira aos nove minutos, deixando Baía furioso, até que “El Piccolo” restabeleceu outra vez a igualdade aos dez. Os problemas pareciam subir de tom quando David de Dios e Cordón assinaram o 2-4, mas a partir daí quase não houve mais espaço a ousadias adversárias.

Bessa, com um tiro do meio da rua, fez o 3-4, David de Dios fez o 3-5, e depois só deu Dragões até ao fim. Capucho finalizou com classe perante Fernández, Fernando Couto “furou” as redes, Bino assinou a reviravolta numa excelente jogada colectiva e Bessa aproveitou para marcar mais dois, ao seu estilo, fechando o “hat-trick” e tornando-se num dos homens da partida.

Juanito só teve tempo para reduzir os números da derrota andaluz e ficar depois a ver os portistas a celebrar o apuramento para a próxima fase do campeonato indoor.

fonte: fcporto.pt


quarta-feira, 14 de março de 2012

UM PRESIDENTE ERRÁTICO


A Assembleia Geral do Liga Portuguesa de Futebol Profissional que decorreu ontem na cidade do Porto foi um dos espectáculos mais deprimentes dos últimos anos no futebol português. Mudar as regras a meio do jogo, decidindo um alargamento sem a mínima sustentabilidade, anulando as normais despromoções, que são um garante da integridade e estabilidade de uma competição desportiva, foram a cereja no topo de um bolo de imbecilidade.

Esta triste história vem na sequência da trajectória errática do presidente Mário Figueiredo, que de manhã diz uma coisa e à tarde faz outra. Todos nos lembramos de ter publicamente afirmado que não concebia um campeonato sem despromoções, mas ontem já o desdisse sem qualquer pudor.

O presidente da Liga não defende o futebol português, defende-se sim a si próprio e ao lugar a que chegou à custa de promessas que prejudicam as competições e todos os clubes, mesmo aqueles que circunstancialmente pensam poder beneficiar no imediato da inconstância do presidente.

O FC Porto defende para esta recta final do campeonato a normalidade competitiva e espera que urgentemente a Federação Portuguesa de Futebol impeça que um pequeno e pouco representativo grupo de aventureiros destrua uma das actividades de que o nosso país mais se pode orgulhar e em que o FC Porto tem desempenhado um papel ímpar.

Perante os atropelos às normas estatutárias e regulamentares ocorridas durante a Assembleia Geral de segunda-feira o FC Porto não pode deixar de exigir a reposição da regularidade através do competente recurso para o Conselho de Justiça da FPF.

fonte: fcporto.pt

PRESIDENTE DA LIGA MENTE

O Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, em entrevista na noite de quarta-feira à SIC Notícias, disse o seguinte:

"Devia ser proibido que o detentor dos direitos televisivos tenha percentagens em clubes de futebol, como acontece com o FC Porto e com a SAD, e depois nomeie membros para o Conselho de Administração. Pode haver a ideia, que eu penso na realidade que pode estar a acontecer, desses clubes serem beneficiados quando se trata da divisão desse bolo".

1. O presidente da Liga mentiu quando disse que o detentor dos direitos de transmissão televisiva nomeava administradores do FC Porto. É mentira, seja directa, seja indirectamente, que algum administrador na história do FC Porto e do Grupo FC Porto tenha sido nomeado por qualquer empresa ligada, directa ou indirectamente, a este sector de actividade.

2. O presidente da Liga sabe-o bem, como sabe que os direitos televisivos são negociados individualmente, o que torna especialmente grave mais este conjunto de mentiras, culminadas com a insinuação de que o FC Porto possa beneficiar depois da falsidade que inventou.

3. O presidente da Liga tem a obrigação de defender os clubes, todos os clubes, sem distinção. Pessoalmente, depois, pode ter as simpatias e os humores que muito bem lhe aprouverem. O que não pode é insultar e denegrir o bom nome do FC Porto. Exige-se a quem ocupa a presidência da Liga uma atitude institucional respeitadora de todos os sócios, o que manifestamente não é o caso com o actual presidente.

fonte: fcporto.pt